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Também nesta segunda, a Caixa libera saques e transferências da sexta parcela aos trabalhadores fora do Bolsa nascidos em outubro e novembro. A Caixa Econômica Federal (Caixa) começa a pagar nesta segunda-feira (18) a sétima e última parcela do Auxílio Emergencial para os beneficiários do Bolsa Família. Os primeiros a receber são aqueles cujo número do NIS é encerrado em 1. Também nesta segunda, a Caixa libera os saques e transferências da sexta parcela para os trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em outubro e novembro. Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Saiba como contestar se você teve o beneficio negado Beneficiário precisa estar com o CPF regular; saiba como fazer SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Para os trabalhadores que não fazem parte do Bolsa, a sétima – e última – parcela começará a ser paga em 20 de outubro. Auxílio emergencial 2021: regras da prorrogação Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ A PARTIR DESTA SEGUNDA: beneficiários do Bolsa Família com NIS encerrado em 1 recebem a sétima parcela trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família, nascidos em outubro e novembro, podem sacar a 6ª parcela Calendários de pagamento BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 - beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Calendário atualizado de pagamentos do Auxílio Emergencial 2021 Economia G1
Mas a economia chinesa cresceu em um ritmo mais lento, prejudicada por crise de energia, interrupções na cadeia de abastecimento, risco de calote no setor imobiliário e surtos esporádicos de Covid-19. A economia da China cresceu em um ritmo mais lento em um ano no terceiro trimestre de 2021, prejudicada por crise de energia, interrupções na cadeia de abastecimento, agravamento das dívidas em seu setor imobiliário e surtos esporádicos de Covid-19. Os dados divulgados nesta segunda-feira (18) mostraram que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 4,9% entre julho e setembro, mais baixo do que o aumento anual de 7,9% registrado no segundo trimestre. É o desempenho mais fraco desde o terceiro trimestre de 2020, quando o PIB chinês também registrou 4,9%. Uma pesquisa da agência internacional de notícias Reuters com analistas esperava um crescimento de 5,2% do PIB chinês no terceiro trimestre. A segunda maior economia do mundo se recuperou da pandemia, mas a recuperação está perdendo fôlego, prejudicada também pela atividade fabril vacilante e desaceleração no consumo. O premier Li Keqiang disse na quinta-feira (14) que "a China tem ferramentas para lidar com os desafios econômicos". A produção industrial chinesa de setembro cresceu 3,1% em relação ao ano anterior, ante 5,3% de agosto. As vendas no varejo cresceram 4,4% em setembro, ante 2,5% em agosto.

Cotação do barril WTI ultrapassou US$80 (R$ 436) pela primeira vez em quase oito anos na última semana. Produtores americanos mantém a produção limitada Getty Images via BBC O preço do barril de petróleo do tipo WTI ultrapassou US$80 (R$ 436) na última segunda-feira (11/10) - foi a primeira vez em quase oito anos. A cotação do West Texas Intermediate (WTI), tipo de petróleo cru que serve como referência de preço nos EUA, fechou a US$ 80,52, confirmando a trajetória de alta que vem registrando há meses. A pandemia Covid-19 e as medidas de restrição à circulação adotadas em diversos países para fazer frente ao novo coronavírus derrubaram os preços. Há apenas um ano, o WTI custava apenas US$ 40. Arrecadação com royalties do petróleo bate recorde e pode ter aumento de mais de R$ 37 bilhões em 2021 Gasolina nas alturas: até quando o preço do combustível vai subir? Alta dos combustíveis: mudança no ICMS não vai garantir queda de preços no longo prazo Entenda as 3 formas mais comuns em que o dólar impacta a inflação e a economia Com o fim da pandemia se aproximando, contudo, os preços dispararam. O que está por trás desse aumento significativo? A resposta a essa pergunta, segundo os especialistas, inclui não apenas fatores tradicionais - como o desempenho dos países da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) - ou conjunturais, como a pandemia, mas também uma nova estratégia das empresas produtoras de petróleo nos Estados Unidos. Demanda reativada, fornecimento controlado "Há uma grande correlação entre a situação de pandemia e o aumento dos preços do petróleo", diz Mark Finley, pesquisador especializado em energia e petróleo da Rice University, nos EUA. O especialista explica que, assim como em 2020 houve uma forte ligação entre a pandemia e a queda do preço do petróleo, neste ano a recuperação influenciou tanto a demanda quanto a oferta de petróleo. "Esse é o principal fator. Do lado da demanda, estamos vendo uma reativação da economia e da mobilidade após o impacto da covid-19, então após termos experimentado a maior queda registrada no ano passado na demanda por petróleo, este ano nós provavelmente registraremos o maior aumento", afirma. "Do lado da oferta, há uma combinação de cortes de produção pela Opep e por outros produtores, como a Rússia (que faz parte do que hje é conhecido como Opep+), e uma queda na produção nos Estados Unidos e em outros lugares devido aos baixos preços que registraram o barril no ano passado", acrescenta Finley. A Opep, a Rússia e outros produtores mantêm um acordo para aumentar progressivamente a oferta com o objetivo de eliminar os cortes de produção que aplicaram para fazer frente à queda da demanda devido à pandemia. Esses aumentos, no entanto, não são automáticos, uma vez que os países reúnem mensalmente para avaliar o mercado e decidir sobre sua aplicação. A estratégia inusitada dos produtores americanos Um elemento novo que tem contribuído para o aumento do preço do petróleo bruto é a restrição também por produtores de petróleo nos Estados Unidos. Esta é uma estratégia incomum para essas empresas, que costumavam aumentar a produção sempre que os preços do petróleo eram favoráveis. "Uma das histórias surpreendentes no mercado de petróleo este ano é que os produtores nos Estados Unidos foram muito disciplinados e não responderam ao aumento dos preços com um aumento drástico na extração de petróleo", diz Finley. "Houve um aumento, mas não está nem remotamente perto de onde estava antes da pandemia, quando, aliás, os preços estavam mais baixos do que agora. Foi uma grande mudança", acrescenta. De acordo com dados da Baker Hughes, que presta serviços para o setor de óleo e gás, houve cerca de 533 perfurações operacionais nos Estados Unidos na semana passada, o que representa um aumento de 233 em relação a um ano atrás, mas muito menos do que os 1.580 que estavam ativos da última vez que o petróleo atingiu esses preços em outubro de 2014. O aumento do petróleo gera grandes pressões inflacionárias Getty Images via BBC Os Estados Unidos têm grande capacidade de aumentar sua produção rapidamente por meio da exploração do petróleo de xisto, cujos poços podem entrar em operação em um curto espaço de tempo e que não requerem grandes investimentos de longo prazo. Atualmente, cerca de 65% da produção dos EUA é de petróleo de xisto, de acordo com dados do governo americano. Normalmente, sempre que os preços do petróleo aumentem substancialmente, os produtores de xisto aumentam a extração. Mas desta vez isso não aconteceu. Por quê? "É principalmente por causa dos investidores", diz Mark Finley. "Há 10 anos essas empresas crescem rapidamente, mas sem dar muito dinheiro aos seus investidores, que agora estão mais cautelosos e exigem que, em vez de reinvestir os lucros na abertura de mais poços e aumento da produção, as empresas utilizem os recursos de uma forma mais astuta para que possam ter lucro ", explica. A desaceleração econômica causada pela pandemia de covid-19 atingiu duramente muitas empresas de petróleo nos Estados Unidos, onde o petróleo WTI chegou a ser negociado a preços negativos. Em outras palavras, as empresas tiveram que contratar terceiros para cuidar do petróleo e não precisar armazená-lo. "Isso nunca aconteceu antes e é em parte responsável pela cautela [no mercado]. Acho que isso teve um impacto. Pode ser um dos motivos pelos quais os investidores mudaram sua atitude dessa forma", diz Finley. "Com essa estratégia, a indústria de petróleo de xisto dos Estados Unidos provavelmente alcançará os melhores resultados financeiros de sua história neste ano", acrescenta. Assim, a contenção da produção beneficia não só os países da Opep e seus aliados, mas também as empresas americanas. Pressões inflacionárias A rápida recuperação da demanda após a paralisação da atividade causada pela pandemia levou a uma situação econômica complexa. Os problemas na cadeia de abastecimento e o aumento dos preços das matérias-primas estão levando a uma relativa escassez de certos tipos de produtos, o que alimenta as pressões inflacionárias O aumento do preço do petróleo bruto se soma a tudo isso. "O aumento do preço do petróleo contribui para o aumento da inflação porque o petróleo é matéria-prima de muitos produtos, principalmente da gasolina e do diesel, que é um combustível para transporte, mas também é usado em muitos casos como combustível para geração de eletricidade" diz José Valera, advogado e especialista em petróleo do escritório de advocacia Mayor Brown, em Houston (Texas), nos EUA. "Além disso, o petróleo também é um insumo da indústria petroquímica, onde é utilizado na fabricação de plásticos e outros produtos", acrescenta. Nos Estados Unidos, os motoristas já estão sentindo o impacto do aumento do preço da gasolina, pois estão pagando cerca de 40% a mais por litro do que há um ano. No Brasil, os preços estão ainda mais altos devido à desvalorização do real ante ao dólar. Valera explica que, à medida que o preço do petróleo sobe, aumenta o custo de produção da gasolina e do diesel, o que se traduz em custos mais elevados para os produtores e transportadores. Esses custos acabam sendo repassados ​​ao consumidor, com aumento de preços. "Os produtores e transportadores precisam recuperar esses custos mais elevados para continuar mantendo suas margens de lucro e, assim, poder sustentar a perenidade do seu próprio negócio", afirma. Valera vê perspectivas de que o valor do barril de petróleo continue subindo ou, pelo menos, não caia substancialmente em relação aos níveis atuais. "A recuperação da economia após o impacto da pandemia está se manifestando com um crescimento bastante sustentado na maioria dos países do mundo, que, como vemos agora, se traduz em aumento do consumo de energia e combustíveis, o que significa maior demanda por petróleo. Mas a produção não vai necessariamente aumentar na mesma proporção", alerta. O desafio da mudança climática José Valera afirma que, além da estratégia da Opep e de outros países de limitar a produção de petróleo, há outro fator que limita a produção: o fato de muitas petroleiras investirem menos em petróleo para investir mais em energia e combustíveis renováveis. Longe de ser resultado de boas intenções, a mudança acontece porque as sociedades ao redor do mundo estão pressionando as empresas a fazer essa transição - especialmente na Europa, diz Mark Finley. "Empresas como a Shell, Total ou BP estão tentando colocar mais recursos em novas formas de energia. Algumas empresas americanas como a Chevron e a ExxonMobil também disseram que estão procurando maneiras de reduzir as emissões de dióxido de carbono de suas operações", disse ele . Finley destaca que o aumento do preço do petróleo bruto ocorre em um contexto de aumento do custo do carvão e da eletricidade em muitos lugares. "Parte do que acontece é que houve uma adaptação do panorama energético tradicional e é importante lembrar que, embora todos queiram caminhar em direção a um futuro de baixo consumo de combustíveis fósseis, eles ainda fornecem 85% da demanda mundial de energia ", afirma. "O principal desafio para nós como sociedade, para a política e para as empresas é como continuar a fornecer energia confiável e acessível para manter a economia funcionando hoje, enquanto, ao mesmo tempo, investe e planeja a transição para um futuro com baixo consumo de combustível fóssil", afirma Finley. "Há uma coisa que ficou clara com pandemia de covid-19. No ano passado, vimos a maior queda nas emissões de CO² da história, mas ninguém quer repetir essa experiência porque foi impulsionada pela maior queda na economia mundial desde a Segunda Guerra. Essa não é a melhor maneira de reduzir o CO² ", conclui.
Alta nos preços de milho e soja são alguns dos fatores que impulsionam o aumento de gastos. Produtores buscam soluções para melhorar a produtividade. Preço do leite no campo sobe, mas fica abaixo do aumento de custo da produção Os produtores de leite passam por dificuldades para fechar a conta no final do mês. Apesar de acumular alta de 6% no preço do litro, o valor gasto com a produção subiu 14%. Assista a todos os vídeos do Globo Rural A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) explica que os custos com milho e soja são alguns dos fatores que impulsionam o aumento de gastos. Esses produtos foram afetados por diversos fatores, como seca, geada e desvalorização cambial. Defensivos agrícolas e fertilizantes também tiveram alta acentuada, impactando no bolso do produtor. Para tentar contornar o aumento de custos, agricultores buscam ajuda de entidades, como o Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), para reduzir gastos e aumentar a produção. Uma das soluções encontradas é misturar o concentrado, os alimentos de alto valor energético, dentro da própria propriedade. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Vídeos: mais assistidos do Globo Rural
Após o plantio de árvores, nascentes de rios se desenvolveram mais e a empresa não sentiu impactos da seca. Reflorestamento melhorou a qualidade de vida dos trabalhadores e permitiu participação no programa Renovabio; veja como funciona. Usina de cana-de-açúcar restaura mata nativa e consegue renda com a preservação Uma usina de cana-de-açúcar replantou mais de 360 hectares de Mata Atlântica. Com a iniciativa, animais nativos apareceram no local e nascentes de rios ficaram com ainda mais água, facilitando, inclusive, o cultivo. Assista a todos os vídeos do Globo Rural A usina São Luiz fica no município de Ourinhos, em São Paulo, e foi fundada em 1951. Ao todo, são 30 mil hectares de cana plantados e, há cerca de 20 anos, a empresa refloresta a vegetação nativa. A ideia foi de Fernando Luiz Quagliato, que era um dos 4 herdeiros da usina. Com as novas árvores no espaço, uma das vantagens percebidas foi a melhora na qualidade de vida dos trabalhadores. José Carlos trabalha na fazenda há 40 anos e comenta que, no início da restauração, não pensou que chegaria o dia em que passaria seu horário de descanso sentado ao pé de uma árvore. Pesando na balança A iniciativa ecológica não sai barata. Manoel de Andrade, gerente de meio ambiente da usina, comenta que, ao todo, o plantio de 550 mil árvores, somado ao custo de manutenção delas por três anos, saiu por cerca de R$ 11 milhões. Ele explica que cada árvore, além do valor da semeadura, exige entre R$ 20 a R$ 30 neste período. O investimento permitiu aumentar a reserva legal e recuperar áreas de preservação permanente. Também gerou mais matéria orgânica no solo, o que torna o ambiente mais propício para que a semente caia e germine. Além disso, as nascentes da região se desenvolveram e isso é bom para a natureza e para a produção, já que essa água pode ser usada no cultivo. Para processar uma tonelada de cana vão 690 litros de água. Na época da safra, entre abril e dezembro, são moídas 16 mil toneladas por dia. Com a preservação, os reservatórios da usina quase não sentiram a seca enfrentada na área. Essa recuperação da mata e dos rios também impediram a erosão e assoreamento dos rios e ainda formou um corredor ecológico nos trechos mais compridos de vegetação. Juntamente, vieram os animais, como passarinhos e até outros maiores, como a onça-parda e o tamanduá-bandeira. A estimativa é de que o aumento de espécies no local foi de até 60%. Obtendo renda com a natureza Apesar de ter o açúcar e o álcool como produtos principais, a empresa também gera ração animal com a levedura da produção do combustível e usa alguns resíduos, como a vinhaça, para adubar o campo. Além disso, o bagaço da cana queimado nas caldeiras gera energia elétrica que supre a usina e também é comercializada. Há mais uma renda: uma lei de 2017 criou o Crédito de Descarbonização (Cbio). A partir disso, a cada tonelada de gás carbônico que a usina deixa de emitir nos seus processos, ela recebe um Cbio, que funciona como uma moeda, que pode até ser negociada na Bolsa de Valores. Esse benefício se chama Renovabio e funciona da seguinte maneira: Os distribuidores que vendem combustíveis fósseis, como a gasolina, precisam compensar a emissão de gases de efeito estufa. Para isso, eles compram créditos de descarbonização de usinas produtoras de biocombustíveis, como o etanol. Contudo, para ingressar neste programa, as empresas precisam seguir algumas regras. É necessário, por exemplo, preservar a vegetação. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Vídeos: mais assistidos do Globo Rural
Cartilha do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural oferece dicas sobre produtos que podem ser usados em chás. Aprenda a cultivar plantas medicinais Uma cartilha do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) oferece dicas de como cultivar plantas medicinais, aromáticas e condimentares, que podem ser usadas para a produção de chás, por exemplo. Acesse aqui o material gratuitamente. Vídeos mais assistidos do Globo Rural

Reforço no caixa da União, estados e municípios ocorre simultaneamente à disparada dos preços dos combustíveis para o consumidor. Plataforma da Petrobras no Campo de Búzios, na Bacia de Santos Divulgação/Petrobras Com o dólar mais alto e aumento dos preços internacionais do petróleo, a arrecadação do país com royalties e participações governamentais sobre a produção de óleo e gás alcançou um patamar recorde em 2021 e pode proporcionar uma receita extra de mais de R$ 37 bilhões no ano para os cofres públicos, na comparação com 2020. É o que mostra levantamento do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). De acordo com o estudo da consultoria, a receita da União, estados e municípios com este tipo de arrecadação totalizou R$ 35,29 bilhões na parcial do ano até julho, um salto de 28,9% na comparação com os 7 primeiros meses do ano passado. Trata-se do maior valor nominal para o período na série histórica iniciada em 1999. O recorde anterior tinha sido registrado em 2019, quando a arrecadação entre janeiro e julho somou R$ 30,69 bilhões. LEIA TAMBÉM Por que o preço do petróleo está disparando no mundo todo? Alta dos combustíveis: mudança no ICMS não vai garantir queda de preços no longo prazo Entenda as 3 formas mais comuns em que o dólar impacta a inflação e a economia Leilão da 2ª rodada da cessão onerosa é confirmado para 17 de dezembro Os valores consideram os dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), incluindo todas as receitas com royalties, participações especiais, taxa de ocupação ou retenção da área e também bônus de assinatura de contrato. Veja no gráfico abaixo: Arrecadação atinge recorde em 2021 Economia G1 A ANP ainda não divulgou dados consolidados do 3º trimestre. Mas somente os royalties geraram para a União, estados e municípios uma receita de R$ 25,18 bilhões entre janeiro e setembro, o que significa que a arrecadação já ultrapassou R$ 41,6 bilhões este ano, segundo os cálculos da CBIE. "A arrecadação de 2021 vai ser recorde porque o preço do petróleo está bombando e o real está depreciado em relação ao dólar", afirma o sócio-diretor do CBIE, Adriano Pires. "Tem o lado positivo do aumento da arrecadação para estados, municípios e União, mas tem também o lado negativo, que é a estarmos pagando gasolina, diesel e botijão de gás tão caros". Com base no comportamento do mercado nos últimos meses e nas expectativas para o preço do barril de petróleo e para a taxa de câmbio até o fim de 2021, o CBIE estima que a arrecadação com royalties e participações especiais passará de R$ 84 bilhões no ano, o que representaria um crescimento da ordem de 80% (R$ 37,8 bilhões a mais) na comparação com a receita total de 2020, que totalizou R$ 46,71 bilhões. Veja no gráfico abaixo: A título de comparação, o custo das 3 parcelas extras da prorrogação do Auxílio Emergencial em 2021 foi estimado pelo governo federal em R$ 20 bilhões. Histórico da arrecadação e projeção para 2021 Economia G1 Entenda os Royalties Royalties são os valores em dinheiro pagos pelas petroleiras à União e aos governos estaduais e municipais dos locais produtores para ter direito a explorar o petróleo. Já as participações especiais são uma compensação adicional e são cobradas quando há grandes volumes de produção ou grande rentabilidade. Esses valores fazem parte das chamadas receitas não-administradas e dependem basicamente de três fatores: preço do petróleo taxa de câmbio volume de produção "Dois destes 3 fatores estão tendo um comportamento muito acima da média: o preço do barril e, principalmente o câmbio. O câmbio é o principal responsável por esse recorde de arrecadação", afirma o sócio-diretor do CBIE. O que explica a arrecadação recorde O preço do barril de petróleo Brent – referência internacional – retomou em 2021 os patamares de cotação pré-pandemia e, em outubro, voltou a atingir a marca de US$ 85, valor que não era atingido desde outubro de 2018. A alta ocorre em meio a retomada econômica e aumento nos preços do gás natural, que tem impulsionado a demanda por petróleo dos geradores de energia. Já o dólar voltou a superar nos últimos dias a barreira de R$ 5,50, e acumula uma alta de cerca de 6% no ano frente ao real. No ano passado, subiu quase 30%. Até o início de 2019, se manteve abaixo de R$ 4. O mercado financeiro projeta atualmente uma taxa de câmbio de R$ 5,25 para o fim de 2021 e para 2022 em meio às incertezas políticas e fiscais, antecipação da disputa eleitoral e deterioração das perspectivas para o desempenho da economia em 2022. As projeções do CBIE para a arrecadação no ano consideram o preço médio do barril a US$ 70, taxa de câmbio média de R$ 5,20 e um crescimento de cerca de 7% na produção de petróleo no Brasil, para uma média de 3,26 milhões de barris/dia em 2021. Entenda a alta do dólar Os analistas têm apontado o avanço do dólar também como o principal "vilão" para o aumento do preço da gasolina e do diesel. Levantamento do economista da Tendências Consultoria Walter de Vitto mostra que, em setembro de 2018, quando o barril de petróleo também era negociado ao redor de US$ 80 e o câmbio era de R$ 4,12, o preço médio do litro da gasolina nas bombas estava em R$ 4,64, contra R$ 6,08 em setembro de 2021. Pelos cálculos do analista, se o dólar estivesse hoje em R$ 4,50, o preço médio da gasolina para o consumidor estaria 10% mais barato. Clique aqui e veja simulações. Divisão e uso dos recursos Na comparação com o período de janeiro a julho do ano passado, a arrecadação com royalties e participações governamentais representou um adicional de quase R$ 7 bilhões para o caixa da União e de governos de estados e municípios produtores. Segundo o levantamento, a receita destinada para a União somou R$ 12,54 bilhões, contra R$ 10,49 bilhões nos 7 primeiros meses de 2020. Já o valor repassado para estados e municípios aumentou em cerca de R$ 2,4 bilhões, para R$ 11,35 bilhões e R$ 8,07 bilhões, respectivamente. Veja gráfico abaixo: Aumento da arrecadação da União, estados e municípios Economia G1 Segundo Pires, a arrecadação recorde em um cenário de disparada dos preços dos combustíveis para os consumidores e de inflação persistente levanta a oportunidade de um debate mais transparente sobre a aplicação dos recursos oriundos da exploração de petróleo destinados aos cofres públicos. "Infelizmente, nos últimos anos tanto a União quanto estados e municípios pegaram esse dinheiro fabuloso de arrecadação de royalties e não investiram para favorecer a população. Falta no mínimo uma maior transparência para onde este dinheiro está indo", afirma o diretor da CBIE. O especialista sugere inclusive o uso de parte da arrecadação com royalties como fonte de recursos para a criação de um fundo de reserva. "Em 2021, a projeção está muito acima da projetada pelo governo. Por que não usar essa diferença entre o projetado e o realizado para colocar dinheiro em um fundo?", questiona. Ele cita a proposta em estudo no governo da criação de um "fundo de estabilização", com recursos públicos, para amenizar o impacto das variações nos mercados internacionais do petróleo nos preços dos combustíveis no país. "É decisão de governo, mas é uma maneira de não repassar a volatilidade dos preços ao consumidor", diz. Já Walter de Vitto, da Tendências, se diz contrário ao uso dos royalties para a constituição de um "fundo de estabilização" de preços e cita o exemplo da Noruega, que decidiu criar um fundo para que o dinheiro da exploração de petróleo rendesse e pudesse ser usado em benefício das futuras gerações. "Dinheiro de royalties é um recurso finito, é uma riqueza. Tinha que ser aplicado em educação, saúde e para aumentar a produtividade da economia. Não deveria ser utilizado para nada de curto prazo ou nem muito menos para dar dinheiro para consumidor de gasolina e diesel", afirma. Embate sobre preços dos combustíveis Os preços cobrados nas bombas viraram motivo de embate entre o presidente e os governadores. Bolsonaro passou a cobrar publicamente que os estados reduzam o ICMS para que, dessa forma, os preços da gasolina e do diesel recuem. Nesta semana, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que muda o cálculo da cobrança do ICMS sobre os combustíveis para tentar baixar o preço cobrado ao consumidor final. Para ter validade, o texto ainda precisa passar pelo Senado. Analistas consultados pelo g1 afirmam que os valores da gasolina, do diesel e do etanol podem até recuar em um primeiro momento com a mudança na tributação, mas que o dólar e a cotação do petróleo continuarão a ter mais influência na formação dos preços de combustíveis no Brasil, uma vez que desde 2016 a Petrobras passou a adotar para suas refinarias uma política de preços que se orienta pelas flutuações do mercado internacional. O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse recentemente que o governo discute a possibilidade de capitalizar um fundo de estabilização dos preços de combustíveis com ações da estatal Pré-Sal Petróleo (PPSA) ou com ações que o BNDES tenha na Petrobras, mas não deu detalhes. Dividendos da Petrobras devem render R$ 15,6 bilhões à União em 2021 4 motivos para disparada de preço dos combustíveis Como os preços da gasolina e do diesel são formados? ICMS sobre combustíveis: Pachecho diz que quer ouvir governadores
Número de pomares infectados em SP e no Triângulo Mineiro aumentou 7% em relação ao ano passado, segundo produtores e representantes da indústria de suco. Produtores de laranja usam drones contra avanço do 'greening' Produtores do interior de São Paulo têm usado drones para tentar conter o avanço do amarelão ou "greening". O Fundo de Defesa da Citricultura, formado por agricultores e representantes da indústria de suco, constatou o avanço da doença em propriedades de São Paulo e do Triângulo Mineiro, maior região produtora de laranja do país. Assista a todos os vídeos do Globo Rural O levantamento mapeou, entre junho e setembro, 1.800 talhões. E concluiu que o número de pomares infectados aumentou 7% em relação ao estudo anterior, feito no ano passado. É o maior índice já registrado desde que a doença foi identificada pela primeira vez Brasil, há quase vinte anos. Várias técnicas podem ser usadas no combate ao "greening". Em Tabatinga (SP), drones foram escolhidos para pulverizar inseticida na plantação por causa da versatilidade. Eles servem tanto para áreas grandes quanto menores. É possível fazer aplicações mais localizadas. O alvo é um mosquitinho, o psilídeo, que transmite a bactéria que provoca o "greening". A doença gera diversos sintomas na planta: o primeiro deles é a diminuição do calibre dos frutos, que também ficam assimétricos e apresentam sementes abortadas. Esses frutos, em geral, não chegam à fase de maturação e caem precocemente. Os que conseguem chegar têm a sua qualidade reduzida. Saiba mais no vídeo acima
Em Cristalina (GO), por exemplo, que tem a 3ª maior área irrigada do país, a maioria dos 815 pivôs está parado. Plantio da soja irrigada atrasa em Goiás e Distrito Federal Em Goiás e no Distrito Federal, o plantio da soja irrigada está atrasado diante da falta de água e chuva, que ainda não chegou. Assista a todos os vídeos do Globo Rural "A nossa barragem já teve uma perca de mais de 12 metros de lâmina de água. Então é uma situação muito complicado", diz o produtor José Carlos de Sousa, de Cristalina (GO). O município tem a 3ª maior área irrigada do país, com 62 mil hectares. São 815 pivôs, que, em sua maioria, estão parados. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Vídeos: mais assistidos do Globo Rural
Colheita tem expectativa de alta de 8% na comparação com a primeira safra do ano passado. Chuvas favorecem a plantação de feijão no Paraná As chuvas no Paraná estão colaborando para o plantio da primeira safra de feijão. Em 2020, a estiagem atrapalhou o desenvolvimento dos grãos e, no momento da colheita, as chuvas fortes reduziram a produção. Para este ano, a expectativa é de 277 mil toneladas, uma alta de 8%. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Vídeos: mais assistidos do Globo Rural
A chuva dos últimos meses ajudou a recuperar o nível dos reservatórios. Estado é o maior produtor do Brasil. Produtores de arroz se animam com Rio Grande do Sul No Rio Grande do Sul, agricultores estão animados com o plantio do arroz. No estado, que é o maior produtor do cereal, a chuva dos últimos meses ajudou a recuperar o nível dos reservatórios. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Na propriedade do Carlo Alberto, em Capão Leão, o plantio está adiantado: 80% da área já foi semeada e, para ficar dentro da janela adequada, o regime de trabalho foi de 24 horas por dia. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Vídeos: mais assistidos do Globo Rural
Veja como obter informações das empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Lojistas já faturam com itens de decoração e presentes para o Natal Ita Decorações e Presentes Rua 25 de Março, 811 - Centro - São Paulo/SP - CEP:01021-200 Telefone: (11) 3229-1055/ WhatsApp (11) 93755-6568 Site: www.itadecoracoes.com.br Facebook: https://www.facebook.com/itadecoracoesloja/ Instagram: https://www.instagram.com/itadecoracoes/?hl=pt-br Issexy Rua Mendes Júnior, 396 - Brás - São Paulo/SP - CEP: 03013-011 Telefone: (11) 2694-9493 Facebook: https://m.facebook.com/issexy.oficial/ Instagram: https://instagram.com/issexy_oficial?utm_medium=copy_link Veja a reportagem: Startup lança serviço online de reformas residenciais e corporativas Decorafit Tecnologia em Reformas Av. Brigadeiro Faria Lima, 4221, cj 12 - Itaim Bibi - São Paulo/SP - CEP: 04538-133 E-mail: [email protected] Site: www.decorafit.com.br/ Contato: (11) 97876-5901 Instagram: www.instagram.com/decorafit_br Facebook: www.facebook.com/decorafit Veja a reportagem: Empresários criam campus que funciona como centro de talentos para startups do setor esportivo Sportheca Rua Cristiano Viana, 517 - Pinheiros São Paulo/SP - CEP: 05411-000 E-mail: [email protected] Site: www.sportheca.io Contato: (11) 91315-5819 Instagram: instagram.com/sportheca Facebook: facebook.com/sportheca LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/sportheca/ Twitter: https://twitter.com/sporthecabr Isportistics E-mail: [email protected] Site: https://isportistics.com Facebook: https://www.facebook.com/isportistics Instagram: https://www.instagram.com/isportistics/ Twitter: https://twitter.com/isportistics LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/isportistics Vimeo: vimeo.com/showcase/isportistics OutlierFC E-mail: [email protected] Site: www.outlierfc.com Contato: (11) 91481-8080 Instagram: https://www.instagram.com/outlierfc/ Twitter: https://twitter.com/outlierfc Appito Arena Avenida Engenheiro Roberto Zuccolo, 214 - Vila Leopoldina São Paulo/SP - CEP: 05307-190 E-mail: [email protected] Site: www.appito.com Contato: (11) 3013-3130 Facebook: www.facebook.com/appitoclub Instagram: www.instagram.com/appito.club Veja a reportagem: Empresário investe em robô que simula conversas humanas para dar aulas de inglês ChatClass Telefone: (11) 93288-0888 (ligações e WhatsApp) E-mail: [email protected] Site: https://www.chatclass.com.br Facebook: https://www.facebook.com/ChatClassBrasil Instagram: https://www.instagram.com/chatclass_brasil/ Veja a reportagem: Alunos faturam com empresa aberta no primeiro ano da faculdade de empreendedorismo Link School of Business Av. Brigadeiro Luis Antônio, 4980 - Jd. Paulista - São Paulo/SP - CEP: 01402-002 Telefone: (11) 91085-7581 Site: https://lsb.edu.br/ E-mail: [email protected] Instagram: https://www.instagram.com/link_sb/ Linkedin: https://www.linkedin.com/company/link-school-of-business Youtube: https://www.youtube.com/channel/UC-wGr-v65Fb3akPuzyMxtNg Honest Break Endereço: Av. Brigadeiro Luis Antônio, 4980 - Jd. Paulista - São Paulo/SP - CEP: 01401-002 Telefone: (11) 98609-0518 Site: https://honestbreak.com/ E-mail: [email protected] Instagram: https://www.instagram.com/honest.break/ Veja os vídeos mais assistidos do PEGN:
Negócio foi aberto no próprio campus onde estudam; aumento na receita chega a 300%. Alunos faturam com empresa aberta no primeiro ano da faculdade de empreendedorismo O estudante Bruno Fukuoka buscava inspiração para um negócio. Matriculado no curso de empreendedorismo de uma escola nova, com prédio recém-construído, percebeu que o local precisava de um lugar onde alunos e professores pudessem comer no campus. Bruno chamou um colega de curso, Henrique Carmello, para ser sócio numa empresa de conveniência e autoatendimento. A ideia deles foi oferecer apenas produtos saudáveis nas prateleiras. A cafeteria foi desenvolvida dentro da faculdade. O totem fica à disposição de quem passa. Com o sucesso do primeiro totem, o Bruno e o sócio decidiram testar um novo formato: uma microcafeteria. Ela também foi colocada no pátio da universidade. A operação trouxe um incremento de 300% na receita e faz parte dos planos de expansão da marca. “Nós começamos a primeira loja faturando em torno de R$ 120 ao dia. Hoje a gente está na média de R$ 1.300 a R$ 1.400 ao dia”, conta Bruno. A faculdade onde ele estuda e começou o negócio foi criada pelo Alvaro Schocair em agosto de 2020. Ele afirma que a ideia é fazer do empreendedorismo uma carreira profissional. A graduação é reconhecida pelo MEC e o curso tem duração de 4 anos. A faculdade criou uma aceleradora dentro da universidade - 30% dos matriculados já criaram as próprias empresas. Veja a reportagem completa no vídeo acima. Link School of Business Av. Brigadeiro Luis Antônio, 4980 - Jd. Paulista - São Paulo/SP - CEP: 01402-002 Telefone: (11) 91085-7581 Site: https://lsb.edu.br/ E-mail: [email protected] Instagram: https://www.instagram.com/link_sb/ Linkedin: https://www.linkedin.com/company/link-school-of-business Youtube: https://www.youtube.com/channel/UC-wGr-v65Fb3akPuzyMxtNg Honest Break Endereço: Av. Brigadeiro Luis Antônio, 4980 - Jd. Paulista - São Paulo/SP - CEP: 01401-002 Telefone: (11) 98609-0518 Site: https://honestbreak.com/ E-mail: [email protected] Instagram: https://www.instagram.com/honest.break/ Veja os vídeos mais assistidos do PEGN:
Robô já ensinou inglês para mais de 500 mil brasileiros e empresa pretende dobrar esse número até o fim do ano que vem. Faturamento é de R$ 3 milhões por ano. Empresário investe em robô que simula conversas humanas para dar aulas de inglês O cientista e empresário alemão Jan Krutzinna investiu R$ 1,2 milhão em um robô que dá aula de inglês. Trata-se de um software que simula uma conversa humana e dá novas tarefas e feedback para o aluno interagir. “Dá novas tarefas, feedback para o aluno, ele interage igual a uma conversa. É uma conversa robotizada, mas é bem diferente do que uma conversa tradicional ou um livro”, explica Krutzinna. O robô usa o WhatsApp, o aplicativo preferido dos brasileiros. A plataforma foi criada por Jan Krutzinna. “Eu me mudei de Nova York pra cá porque apostei que o Brasil era o melhor lugar para criar essa inovação, escalar e depois exportar. Nosso robozinho foi criado em Belo Horizonte e hoje está na Alemanha. E a gente está vendo o WhatsApp como uma ferramenta global”, diz. O robô usa algoritmos para conversar com os alunos. Ele analisa as perguntas e responde, tanto por escrito como por áudio. O robô é contratado por escolas ou empresas que disponibilizam o serviço para seus alunos ou funcionários. Os pacotes custam a partir de R$ 15 por mês. Em dois anos, o robô já ensinou inglês para mais de 500 mil brasileiros. A empresa pretende dobrar esse número até o fim do ano que vem. O faturamento do negócio é de R$ 3 milhões por ano. Veja a reportagem completa no vídeo acima. ChatClass Telefone: (11) 93288-0888 (ligações e WhatsApp) E-mail: [email protected] Site: https://www.chatclass.com.br Facebook: https://www.facebook.com/ChatClassBrasil Instagram: https://www.instagram.com/chatclass_brasil/ Veja os vídeos mais assistidos do PEGN:
Em São Paulo, campus de tecnologia estimula a criação de inovações para estimular o esporte. Empresários criam campus que funciona como centro de talentos para startups do setor esportivo Há 12 anos, o empresário Eduardo Tega criou, em sociedade, uma sportech, nome dado a startups que atuam no meio esportivo, desenvolvendo um aplicativo para ajudar clubes a engajar e monetizar seus torcedores. Ele apostou em um mercado gigante, que envolve muita paixão e atrai patrocínios milionários. Mas o empresário percebeu que poderia ir além. Em 2019, junto com mais dois sócios, criou um campus de inovação, em São Paulo. E hoje, ajuda outras sportechs a se fortalecerem. O espaço funciona como uma espécie de fábrica de startups. É uma organização especializada em desenvolver novas empresas de tecnologia. Além de disponibilizar um espaço físico, o campus também oferece serviços. A startup do Diego Vieira, que ajuda jogadores de futebol a aprimorar o desempenho tático, está há 1 ano e meio no campus e já coleciona bons resultados. “Eles já me ajudaram em planejamento estratégico tecnológico, planejamento estratégico gerencial, eles já abriram portas em clubes e pessoas do meio do futebol que se tornaram inclusive clientes da minha empresa”, diz Vieira. Já Vinícius Gholmie é um dos sócios de uma startup que usa a inteligência artificial para analisar transmissões esportivas. Na avaliação do empresário, o campus de tecnologia fortalece e profissionaliza o mercado. Para participar da comunidade, é preciso passar por um processo seletivo. Hoje, 7 startups são aceleradas no campus. “O nosso grande sonho, o meu particularmente, é que a gente daqui a pouco possa exportar não só pé de obra, não só jogadores, mas exportar know how, tecnologia e pessoas. E ser uma referência no mundo nessa área”, diz Tega. Veja a reportagem completa no vídeo acima. Sportheca Rua Cristiano Viana, 517 - Pinheiros São Paulo/SP - CEP: 05411-000 E-mail: [email protected] Site: www.sportheca.io Contato: (11) 91315-5819 Instagram: instagram.com/sportheca Facebook: facebook.com/sportheca LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/sportheca/ Twitter: https://twitter.com/sporthecabr Isportistics E-mail: [email protected] Site: https://isportistics.com Facebook: https://www.facebook.com/isportistics Instagram: https://www.instagram.com/isportistics/ Twitter: https://twitter.com/isportistics LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/isportistics Vimeo: vimeo.com/showcase/isportistics OutlierFC E-mail: [email protected] Site: www.outlierfc.com Contato: (11) 91481-8080 Instagram: https://www.instagram.com/outlierfc/ Twitter: https://twitter.com/outlierfc Appito Arena Avenida Engenheiro Roberto Zuccolo, 214 - Vila Leopoldina São Paulo/SP - CEP: 05307-190 E-mail: [email protected] Site: www.appito.com Contato: (11) 3013-3130 Facebook: www.facebook.com/appitoclub Instagram: www.instagram.com/appito.club Veja os vídeos mais assistidos do PEGN:
Em um ano, foram mais de 100 projetos e 30 obras. A meta para 2022 é dobrar esses números. Startup lança serviço online de reformas residenciais e corporativas A pandemia e o isolamento social impulsionaram a busca por imóveis, o que movimentou toda a cadeia de negócios do setor da construção civil. De olho nessa tendência, dois empresários lançaram um serviço online de reformas personalizadas. Fábio Moraes e seu sócio Hugo Guimarães empreendem na construção civil desde 2017. Eles já tinham no papel a ideia de criar um serviço online de reformas com negociação e acompanhamento da obra. “Foi quando chegou a pandemia. A gente já vinha estudando esse novo modelo de negócio, que é a nossa empresa, que é a startup de hoje. Quando veio a pandemia, foi o gatilho para de fato a gente poder fechar um ciclo e abrir outro”, conta Moraes. O investimento inicial foi de R$ 50 mil. A startup faz reformas residenciais e corporativas em áreas de até 250 metros quadrados. O atendimento é simples e 100% digital. O cliente preenche um formulário e a seguir visualiza a planta 3D e recebe o orçamento da obra, com o custo total. E, segundo a startup, sem surpresas ao longo do caminho. A startup promete concluir a reforma em um prazo de até 90 dias, por um valor 20% abaixo do mercado tradicional. E no caso de atraso na finalização, tem que pagar uma multa. Em um ano, a startup realizou mais de 100 projetos e 30 obras. A meta para 2022 é dobrar esses números, com muita tecnologia para entregar o espaço com a cara do cliente. Veja a reportagem completa no vídeo acima. Decorafit Tecnologia em Reformas Av. Brigadeiro Faria Lima, 4221, cj 12 - Itaim Bibi - São Paulo/SP - CEP: 04538-133 E-mail: [email protected] Site: www.decorafit.com.br/ Contato: (11) 97876-5901 Instagram: www.instagram.com/decorafit_br Facebook: www.facebook.com/decorafit Veja os vídeos mais assistidos do PEGN:
Para este ano, projeção é de que as vendas sejam melhores que as do ano passado. Lojistas já faturam com itens de decoração e presentes para o Natal Com o avanço da vacinação, as festas de final de ano prometem mais faturamento para o comerciante em relação ao ano passado. Na data mais importante para as vendas, já é Natal para o comércio de rua. Na região da 25 de Março, em São Paulo, as lojas já estão cheias. Numa loja de decoração e presentes, por exemplo, já tem papai noel cantando na entrada. A gerente Raquel Santana explica que foi preciso renegociar aluguel e reduzir o número de funcionários, além de vender pela internet. Mas nos últimos meses o movimento foi voltando. Hoje ela recebe 150 clientes por dia de todo o país. Raquel vende plantas, vasos e enfeites natalinos. A expectativa é alta para o fim de ano: aumento de pelo menos 30% nas vendas em relação ao ano passado. Com o consumo aquecido, a gerente está enfrentando outro desafio: a falta de mercadorias. Metade do que ela encomendou não chegou. “Como os produtos vêm todos da China, eles tiveram muita dificuldade com o transporte. Então está faltando bastante mercadoria que ainda não chegou.” No bairro do Brás, outro centro do comércio popular na capital paulista, famoso por suas confecções, o clima de Natal também já começou. Os clientes são lojistas de todo o país, que gastam de R$ 600 a R$ 5 mil por compra. Veronica Chung, dona de empresa que só vende para o atacado, está há 20 anos no mercado. Para ela, as vendas de Natal acontecem em outubro. Para atrair os revendedores, oferece roupas a partir de R$ 30. São mais de 500 modelos de roupas para o Natal. Apesar de ainda faturar menos que antes da pandemia, Veronica espera um Natal melhor, com aumento de 20% nas vendas. Veja a reportagem completa no vídeo acima. Ita Decorações e Presentes Rua 25 de Março, 811 - Centro - São Paulo/SP - CEP:01021-200 Telefone: (11) 3229-1055/ WhatsApp (11) 93755-6568 Site: www.itadecoracoes.com.br Facebook: https://www.facebook.com/itadecoracoesloja/ Instagram: https://www.instagram.com/itadecoracoes/?hl=pt-br Issexy Rua Mendes Júnior, 396 - Brás - São Paulo/SP - CEP: 03013-011 Telefone: (11) 2694-9493 Facebook: https://m.facebook.com/issexy.oficial/ Instagram: https://instagram.com/issexy_oficial?utm_medium=copy_link Veja os vídeos mais assistidos do PEGN:

Entre as estratégias estão o investimento em cursos e a criação de um comitê de diversidade de gêneros, que põe em prática ideias para ampliar oportunidades às mulheres. Mercado de trabalho: presença feminina aumenta nas usinas de cana-de-açúcar Reprodução/Tv Tem A participação feminina no setor sucroenergético brasileiro ainda é bem pequena. Dados da Única apontam que 10% dos cargos são ocupados por mulheres, a grande maioria no setor administrativo. Dar espaço para que desempenhem funções na indústria e no campo ainda é um desafio para as usinas. Em Catanduva (SP), uma usina tem investido cada vez mais em capacitação de mão de obra feminina. Entre as estratégias estão o investimento em cursos e a criação de um comitê de diversidade de gêneros, que põe em prática ideias para ampliar oportunidades às mulheres. A instrumentista industrial Gisele Alves da Silva Campana é a única mulher em uma equipe de 10 funcionários. Ela realiza a manutenção de todas as peças automatizadas da usina, além de consertar e calibrar as máquinas. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 17/10/2021) Mercado de trabalho: presença feminina aumenta nas usinas de cana-de-açúcar O conhecimento em elétrica foi a porta de entrada para que ela conseguisse uma oportunidade no setor de automação. Embora ainda em minoria, as mulheres estão presentes em todos os setores da usina. É o caso de Silvana Gardiano Vargas, que realizou o sonho de criança de se tornar motorista de caminhão. No local, ela faz o trabalho de bate-volta, engata as carregas que chegam do campo carregadas de cana e leva para a moenda. Quando precisa pegar estrada para buscar a colheita nas propriedades, ela também vai. A tratorista Rosimara Pacheco nunca acreditou na história de que existem serviços existentes apenas para homens. Ela estava desempregada quando decidiu se inscrever para uma vaga de tratorista em uma usina de Olímpia (SP). Hoje, quase 11% do quadro da usina são compostos por mulheres, mas a ideia é que este percentual possa aumentar cada vez mais, para que elas conquistem cada vez mais espaço e reconhecimento em funções que, até hoje, são dominadas pelos homens. Acesse + Tv Tem | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo VÍDEOS: veja as reportagens do programa

Em São Paulo, já gira em torno de R$ 4,10 o quilo. Procura por couro aumenta e preços sobem Reprodução/Tv Tem Os cuidados com o couro começam no campo, no manejo do gado. Para manter sua qualidade, é preciso ter cuidados como a pastagem limpa para evitar os parasitas, cercas de arame farpado e, até mesmo, os parafusos usados nos caminhões que transportam o gado. Além de tudo isso, quando os bois chegam ao frigorifico também recebem um tratamento adequado antes do abate. Eles passam 12 horas no curral para ficarem tranquilos. Um frigorifico de Bauru (SP) recebe em média 550 cabeças de gado por dia. O couro é vendido para curtumes, que dão o destino ideal, dependendo do pedido do cliente. Por conta da alta demanda, o quilo do couro in natura está supervalorizado e, em São Paulo (SP), já gira em torno de R$ 4,10 o quilo. Um curtume localizado em Bocaina, no interior de São Paulo, já recebe o couro curtido, conhecido como wet blue. Por ali, o material passa por outro processo de curtimento, durante oito horas, dentro de um fulão com produtos químicos. Em seguida, o couro vai para a secagem, seca mais um pouco, é esticado por uma hora e, por fim, as peças são colocadas em varais no teto do galpão, onde ficam mais ou menos um dia para tirar toda a umidade. Em seguida, vem a pintura e, caso tenha um detalhe a mais, o trabalho é feito de forma artesanal. Segundo o gerente de curtume, Caio Marcelo Contini, o local industrializa aproximadamente 300 couros por dia. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 17/10/2021) Procura por couro aumenta e preços sobem O passo a passo dura de 15 a 20 dias. O metro do couro, que antes da pandemia custava em média R$ 50, hoje passa de R$ 80. Todo o material produzido no curtume é destinado diretamente para a indústria calçadista e de artefatos. O município de Pratânia, também no interior de SP, ficou conhecido como a "terra de couro" na década de 70. A cidade recebia mil turistas por mês em busca de produtos confeccionados nas fábricas da cidade. Atualmente, duas fábricas ainda produzem os artigos de couro. O processo de produção é basicamente artesanal e uma jaqueta de couro pode levar até um dia e meio para ficar pronta. Para o seleiro Daniel Evangelista, o couro representa uma vida. "Quarenta anos dependendo do couro. eu sou uma pessoa privilegiada, eu faço o que eu gosto. Se eu não trabalhasse com couro, eu não seria feliz", relata. No local, ele faz de tudo, mas com um diferencial: suas peças são exclusivas. Selas, arreios, bainha de faca, bainha de facão, cintas. Tudo com couro curtido. Ele conta que a procura por peças de couro artesanal sempre foi grande, mas, nos últimos tempos, vem sentindo os reflexos da valorização do produto. "As minhas peças tiveram que ter um reajuste de quase 100%, porque eu tenho que acompanhar o preço do mercado. Ficou até difícil trabalhar por causa dessa valorização do couro, então eu tive que dar um aumento significativo nas minhas peças", diz. As selarias também usam o couro para produzir peças artesanais. Há mais de 20 anos, o produtor rural Marcelo Martignanim é cliente de Daniel. Em sua propriedade, localizada no município de Iacanga (SP), seus 15 cavalos são usados para cuidar do gado. Ele não abre mão de selas e arreios de qualidade, mesmo pagando um pouco mais caro. Para os funcionários da fazenda, com acessórios de couro, o trabalho no campo fica até mais gostoso. Acesse + Tv Tem | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo VÍDEOS: veja as reportagens do programa

Com a formação de geadas em julho, a produtividade caiu bastante e impactou a expectativa de safra. Safra de pêssego deve ser menor no sudoeste de SP Reprodução/Tv Tem A pele aveludada e um sabor adocicado são algumas características do pêssego, uma das frutas mais consumidas no mundo. São Paulo é o segundo principal produtor do Brasil, mas aqui o cultivo se limita a lugares onde a temperatura é favorável. É o caso do município de Paranapanema (SP), onde se encontram plantações, principalmente no Distrito de Campos de Holambra. Apesar do clima favorável, este ano não foi nada como os agricultores esperavam. Com a formação de geadas em julho, a produtividade caiu bastante e impactou na expectativa de safra. Normalmente, são colhidas duas mil toneladas por ano. Desta vez, a quantidade não deve passar de 1,5 mil. No sítio de Harald, a previsão é de 20 toneladas a menos do que as 250 esperadas inicialmente. Ele explica que é pela coloração, teor de açúcares, colheita manual, de pé por pé, que é possível saber que a fruta está no ponto para colher. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 17/10/2021) Safra de pêssego deve ser menor no sudoeste de SP O cultivo do pêssego é feito em 22 hectares no sítio dele. A colheita dura pouco mais de três meses e a fruta vai para diferentes regiões do país. Geralmente, os produtores fazem a quebra de dormência para a planta acordar e eles conseguirem colher antes. Isso geralmente é feito um pouco antes do inverno. Segundo o produtor Alberto Monteiro do Nascimento, as plantas que foram feitas à quebra da dormência antes sofreram bastante e, com a geada, a florada foi bem danificada. Diante de todos os problemas, a colheita atrasou. Com menos fruta para colher, o preço acabou subindo. O produtor recebeu R$ 4,50 por quilo no ano passado. Este ano, deve ficar em torno de R$ 6 ou R$ 7. O engenheiro agrônomo Fernando Mascaro diz que a expectativa é de uma reação do preço, porque todas as regiões produtoras foram afetadas. "Com menor quantidade, os preços elevam. Vai se colher um pouco menos. Mas a gente espera, como a planta está muito afolhada, brotou bem, que as frutas estejam mais graúdas e tenham uma melhor qualidade. O consumidor vai comprar quase uma fruta importada, que ela é bem graúda, mas o diferente da nossa fruta é que ela é muito doce", explica. Acesse + Tv Tem | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo VÍDEOS: veja as reportagens do programa

A Black Friday, que ocorre na última sexta-feira de novembro, promete agitar o comércio, portanto, é imprescindível ter parceiros de peso. Black Friday aumenta a oportunidade de vendas Desde 2010, os brasileiros adotam um evento tipicamente norte americano: a Black Friday, que ocorre sempre na última sexta-feira de novembro, durante o feriado de Ação de Graças. Neste dia, lojas e shoppings passam as madrugadas abertos com filas e mais filas e, claro, promoções imperdíveis. Assim como nos Estados Unidos, o evento já foi incorporado no calendário brasileiro e, hoje, é a segunda data que mais movimenta o comércio nacional. Neste ano, a Black Friday será no dia 26 de novembro e, até lá, os varejistas têm tempo suficiente para se organizarem e planejarem como aumentar o faturamento. Em 2020, as vendas da Black Friday ultrapassaram R$ 5,1 bilhões, um crescimento de 31% em comparação a 2019, segundo dados da Neotrust/Compre&Confie. Outro dado que impressiona, é o ticket médio, que em 2020 foi de R$ 668,70, aumento de 5,1% em relação ao do ano passado. Ainda segundo o Neotrust, a data “foi um marco para história do e-commerce brasileiro”, pois concentrou “o maior volume de vendas já registrado no país em todos os tempos”. Para favorecer ainda mais o varejista brasileiro, a Cielo realiza uma parceria para a Black Friday de apoio aos clientes Cielo com soluções diferenciadas. Este é o caso do Elio, que tem uma loja de antiguidades na cidade de São Paulo e pretende aumentar as vendas em até 40% durante a data, com a parceria da Cielo. “Para a Black Friday, estamos projetando uma campanha com a Cielo, em que vamos disponibilizar alguns produtos com descontos de 30% até 40% e parcelamento em até 10 vezes sem juros para o cliente. Então, nós fizemos esta parceria, em que a Cielo conseguiu também reduzir as taxas, que nós pagaríamos no parcelado normal. Com a entrada da Cielo [no Black Friday], nós estimamos um aumento de 40% no nosso volume de vendas para esses produtos selecionados.” Para não perder vendas, Elio conta com a parceria da Cielo e, assim, manter o recebimento constante, mesmo em momentos de pico de clientes na loja. Para ele, ter um equipamento rápido e que não falha, é essencial durante o evento. Além disso, o comerciante ressalta o atendimento e a agilidade do suporte técnico, serviço que ele usou poucas vezes, mas que sempre foi prontamente atendido. A parceira também disponibiliza materiais de campanha e, se necessário, um segundo equipamento para a data, ferramentas que, segundo Elio, são primordiais para aproveitar as oportunidades da Black Friday. Black Friday - Cielo Divulgação A confiança de Elio na Cielo já dura 22 anos. O contato entre eles começou quando surgiram os primeiros cartões de crédito e Elio, preocupado em trabalhar com dinheiro e cheque devido ao risco de inadimplência, decidiu se aventurar no novo modo de recebimento no mercado da época. Hoje, ele tem a possibilidade de aceitar mais de 80 bandeiras de cartões, por meio da maquininha Cielo Flash, além de débito, crédito, parcelado, QR Code, PIX e pagamento por aproximação. Elio também ressalta o atendimento próximo e especializado da Cielo com o consultor Elvis, que visita frequentemente a loja dele. Foi por meio do consultor que o comerciante teve a oportunidade de fazer um upgrade do pacote de taxas e, com isso, obteve um aumento de 25% na rentabilidade do negócio. Mas, não é apenas a maquininha de cartão que será a grande protagonista da Black Friday, já que as vendas online prometem agitar os e-commerces de todo o Brasil. Como é o caso da Paula e da Silvia, duas sócias que se encontraram ao acaso e, hoje, têm uma loja de roupas infantis que atende virtualmente. Elas são parceiras da Cielo desde quando o negócio começou, na época, somente com a Silvia. “A gente sempre teve só Cielo, nunca teve outro tipo de maquininha. Começaram a lançar essas menorzinhas, mais novas e mais recentes, mas eu tinha medo, porque eu não conheço, não sei que banco e que empresa está por trás disso e aí por segurança, sempre optamos pela Cielo.” Quando começou, Silvia tinha um pequeno negócio e vendia apenas por meio de malas que deixava na casa das clientes. Com a chegada da Cielo, o impacto nas vendas foi grande, pois comprar pelo cartão de crédito e ainda poder parcelar, possibilitou às clientes comprar mais. As vendas por meio de malas ainda acontecem e, para isso, as empresárias usam o Super Link ou o pagamento à distância que é feito pela maquininha de cartão Lio. Ambos os métodos são extremamente seguros, tanto para o comerciante, quanto para o cliente, que não tem os dados expostos. Hoje, com a ajuda da sócia Paula, a empresa tem um e-commerce com um provedor escolhido a dedo, justamente para hospedar a API da Cielo e não haver um terceiro intermediando a transação. Para a Black Week, que será uma semana inteira de promoções, as sócias estimam um crescimento nas vendas de até 10 vezes mais. Nesse aspecto, a parceria com a Cielo é fundamental para que o site possa suportar o volume de transações sem oscilações ou quedas. Independentemente do tipo ou do tamanho do negócio, a Black Friday é um evento que promete movimentar as vendas e, por isso, deve ser aproveitado pelo comércio do Brasil a fora. A Cielo tem ofertas personalizadas para impulsionar qualquer negócio, inclusive, para a Black Friday. Clique aqui, solicite sua oferta e descubra tudo o que a Cielo pode fazer, pois existe Cielo para todo o tipo de Black Friday!
Ela tem energia e é rica em vitaminas e sais minerais. Batata é uma base da alimentação 160 países A batata é uma das bases da alimentação em 160 países. Ela tem energia e é rica em vitaminas e sais minerais. De onde vem o que eu como? Série do g1 mostra a origem dos alimentos No Brasil, a tecnologia avançou muito. Variedades livres de doenças, melhor adubação e novas máquinas entraram em campo. Já tem agricultor cultivando a batata em estufas, com as raízes suspensas. Nos últimos dez anos, o rendimento das lavouras deu um salto de quase 30%. Hoje, existem variedades desenvolvidas especialmente para fritar, assar ou cozinhar. Batata é Agro. Agro é tech! Agro é pop! Agro é tudo! Vídeos: Agro: a indústria-riqueza do Brasil

Desde o início do ano, preço médio do GLP aos consumidores subiu quase 30%. Para economizar no consumo, é importante checar as mangueiras e manter as bocas do fogão limpas. VÍDEO: Veja como economizar o gás de cozinha em casa A inflação no Brasil está impactando não só a qualidade das refeições dos brasileiros, mas também a forma como os alimentos estão sendo preparados. Com menor poder de compra, a carne nobre foi substituída por uma opção mais em conta e o gás de cozinha passou a ser menos utilizado. Desde o início do ano, o preço médio do GLP (gás liquefeito de petróleo), conhecido popularmente como gás de cozinha, aos consumidores subiu quase 30%, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), passando de R$ 75,29 no final de 2020 a R$ 96,89 no início de outubro. A alta foi 5 vezes superior à inflação acumulada no período, de 5,67%. 85% da população de SP depende de botijão de gás para cozinhar Preço do gás de cozinha sobe 5 vezes a inflação do ano e botijão chega a custar R$ 135; entenda os motivos da alta Botijão de gás já consome 10% do salário mínimo em 16 estados Com gasolina cara, brasileiros se arriscam com gás de cozinha em carro Não à toa, a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, acelerou de 0,87% em agosto para 1,16% em setembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a maior taxa para meses de setembro desde o início do Plano Real, em 1994, quando o índice foi de 1,53%. Diante do alto gasto com o botijão, o g1 separou sete dicas para economizar no consumo do gás de cozinha, em parceria com o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). Gás de cozinha: chama de boca de fogão ROMEO CAMPOS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO 1- Cheque o botijão de gás e as mangueiras Verifique as roscas do botijão de gás e os canos do fogão e forno despejando um pouco de espuma de sabão e observando se há algum vazamento no caso de formação de bolhas de ar. 2- Mantenha as bocas do fogão limpas Se as chamas estiverem com tons amarelos ou laranjas, é sinal de que as bocas estão sujas ou com mau funcionamento. Com isso, o fogo perde sua potência e acaba gastando mais gás para cozinhar o alimento. 3- Evite a passagem de vento Feche as janelas enquanto cozinha. O vento diminui a potência das chamas, exigindo mais tempo para que a panela atinja a temperatura ideal. 4- Use bocas do fogão adequadas Colocar uma panela pequena em uma boca grande é desperdício de gás de cozinha. Veja no JN o impacto da alta no preço do gás; botijão está custando mais de R$ 100 em alguns estados 5- Tampe as panelas Panelas tampadas aproveitam mais as chamas e, por isso, cozinham mais rápido, já que o calor não se dissipa para o ar. 6- Corte os alimentos em pedaços O tempo de uso é determinante para a economia de gás. Por isso, quanto menor o corte do alimento, menos tempo ele levará para ser cozido. 7- Otimize o uso do forno Tente cozinher pratos diferentes de uma só vez no forno. Um exemplo são o prato principal e a sobremesa.

Comunicado foi feito uma semana após Brasil e Argentina anunciarem acordo para reduzir taxa em 10%. O presidente da Argentina, Alberto Fernández, em discurso na cúpula do Mercosul Isac Nóbrega/PR A Argentina e o Paraguai se mostraram favoráveis a revisar a tarifa externa comum do Mercosul, um tema que é alvo de controvérsia dentro do bloco, informaram os ministérios das Relações Exteriores dos dois países, em um comunicado conjunto. Os chanceleres de Argentina, Santiago Cafiero, e Paraguai, Euclides Acevedo Candia, afirmaram que "a revisão da tarifa externa comum é um elemento central para a atualização do bloco", que também é integrado por Brasil e Uruguai, segundo nota publicada após a reunião de quinta-feira (14) à noite em Buenos Aires. A redução da tarifa externa comum às importações de países terceiros, que atualmente é de entre 13% e 14%, em média, tem sido alvo de disputa nos últimos anos no Mercosul, entre os que desejam uma redução substancial, como Brasil e Uruguai, e os que resistem, principalmente a Argentina. Contudo, há uma semana, Brasil e Argentina anunciaram um acordo para reduzir em 10% a tarifa, uma proposta que deve ser aprovada pelos outros dois países-membros: Paraguai e Uruguai. Nos últimos tempos, outro assunto polêmico no Mercosul é a proposta, defendida especialmente pelo Uruguai, para negociar individualmente acordos comerciais com países terceiros. Logo após a reunião de ontem, Cafiero e Acevedo assinalaram que o Mercosul "é a plataforma para a internacionalização de ambos os países, através de acordos comerciais, com a presença de todos os Estados-parte do bloco".

Com a queda do poder de compra dos brasileiros, redes apostam em atacarejos pela oferta de preços mais baixos e em mercados de bairros pela conveniência. Grupo Pão de Açúcar (GPA) fechou a venda de 71 pontos comerciais da bandeira Extra Hiper para o Assaí Divulgação / Assaí Com as crises que atingiram o Brasil nos últimos 10 anos, incluindo a provocada pela Covid-19, as grandes redes de supermercados do país estão mudando suas estratégias para crescer num cenário de retomada lenta da economia. Entre as apostas para expansão estão os atacarejos e os mercados de bairros. Na quinta-feira (14), por exemplo, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) fechou a venda de 71 pontos comerciais da bandeira Extra Hiper para o Assaí e anunciou que deixará de operar com o modelo de hipermercado no Brasil. Redes de supermercados estão mudando as estratégias para atrair os consumidores Os motivos são a queda do poder de renda dos brasileiros e a crise provocada pela Covid-19 Na quarta-feira (14), GPA fechou a venda de 71 pontos da bandeira Extra Hiper para o Assaí Entre as apostas estão os atacarejos e os mercados de bairros Os atacarejos atraem os consumidores pelos descontos nas compras Já os mercados de bairro são relevantes pela conveniência e ganharam mais evidência durante a pandemia Segundo Jorge Faiçal, CEO do GPA, a saída do segmento de hipermercado vai intensificar o foco e a aceleração da expansão dos negócios de maior rentabilidade da companhia "por meio dos segmentos premium e de proximidade", por meio das bandeiras Pão de Açúcar, Minuto e Mercado Extra. O Assaí abriu 150 lojas na última década, sendo 25 conversões de unidades do Extra Hiper. Empobrecimento, arrocho salarial, juros mais altos: entenda os efeitos da inflação de dois dígitos na economia e na sua vida Comida, gasolina, conta de luz: por que está tudo tão caro no Brasil? Brasileiros empobrecidos: PIB per capita deve fechar o ano ainda 7,5% abaixo do pico de 2013 O Carrefour Brasil também entrou no segmento de atacarejos, ao comprar 30 lojas da rede Makro no Brasil em 2020 por R$ 1,95 bilhão. Em junho deste ano, a companhia afirmou que 28 das 29 lojas foram convertidas para sua bandeira de atacarejo Atacadão e que a restante foi reformada para servir de "atacado de entrega pelo Atacadão". O Carrefour também anunciou em fevereiro acordo para compra da totalidade das ações do Grupo Big Brasil (ex-Walmart Brasil) por R$ 7,5 bilhões. Em comunicado, a rede de origem francesa disse que a aquisição do Grupo BIG "expandirá a presença do Carrefour Brasil em regiões onde tem penetração limitada, como o Nordeste e Sul do país, e que oferecem forte potencial de crescimento". Com a aquisição, o Carrefour Brasil passará a administrar a bandeira Sam's Club, através de um contrato de licenciamento com o Walmart. Vale lembrar que a empresa também detém a bandeira Carrefour Bairro. Descontos e conveniência Apesar do crescimento no número de atacarejos pelo país nos últimos meses, Fábio Bentes, economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), afirma que o modelo existe desde a década de 1960 e atrai quem quer economizar comprando em grandes quantidades. Com a queda do poder de compra dos brasileiros, os atacarejos ganharam sentido para as redes supermercadistas, uma vez que os consumidores passaram a priorizar preços mais baixos para as compras do mês, explicou Bentes. "Eles têm uma estrutura enxuta, autosserviço e oferecem descontos para quem compra no atacado e às vezes também para quem compra no varejo. Por terem essa possibilidade de preço menor, acabaram ganhando força na última década", disse Bentes. Os mercados de bairro, por outro lado, são focados em conveniência e geralmente estão localizados em bairros de classe média e alta. "O atacarejo é um modelo mais antigo de comércio que ganhou força na última década, enquanto o mercado de bairro é mais novo e se popularizou com a pandemia", explicou ele. Fantástico mostra o impacto da inflação na vida dos brasileiros

Nos sete primeiros meses do ano, foram liberados 108.263 benefícios por incapacidade temporária para trabalhadores com transtornos mentais e comportamentais. Levantamento obtido pelo g1 junto ao Ministério do Trabalho e Previdência mostra que nos primeiros sete meses de 2021 já foram concedidos 108.263 benefícios por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) para trabalhadores com transtornos mentais e comportamentais. No grupo de 468 doenças estão incluídos transtornos como depressão, ansiedade, pânico, esquizofrenia, estresse pós-traumático, transtorno bipolar e fobia social. A depressão e ansiedade estão como os principais caso de pedidos de afastamentos. LEIA TAMBÉM: Trabalhador com síndrome de burnout tem direito a licença médica; entenda os direitos e conheça a doença Covid-19 é principal causa de afastamento do trabalho em 2021; em 7 meses, concessões de auxílio-doença equivalem a 54% de 2020 O Ministério do Trabalho e Previdência não informou, até a publicação desta reportagem, o número geral de concessões de auxílio-doença de janeiro a julho deste ano, por isso, não há como informar o que as 108.263 liberações representam em relação ao total. Os dados mostram, no entanto, que de 2019 para 2020 houve aumento de 29% na concessão de auxílio-doença para doenças relacionadas a transtornos mentais e comportamentais. Foram 289.677 liberações em 2020, frente aos efeitos da pandemia na saúde mental dos brasileiros – em 2019, foram 224.527 concessões. Como lidar com os transtornos psicológicos que fizeram crescer a concessão de auxílio-doença na pandemia Doenças com maior crescimento na concessão de auxílio-doença de 2019 para 2020: Transtorno depressivo recorrente, episódio atual grave com sintomas psicóticos: 97% Transtorno depressivo recorrente, episódio atual grave sem sintomas psicóticos: 88% Esquizofrenia paranoide: 83% Transtorno afetivo bipolar, episódio atual depressivo grave sem sintomas psicóticos: 82% Transtorno de pânico e episódio depressivo grave com sintomas psicóticos: 73% No ano passado, dentro do número geral de concessões de auxílio-doença, duas doenças do grupo de transtornos mentais e comportamentais ficaram entre as 10 com maior número de afastamentos do trabalho. Episódio depressivo grave sem sintomas psicóticos ficou em 8º lugar, com 26.327 concessões, e transtorno misto ansioso e depressivo ficou em 10º lugar, com 20.986. Transtornos mentais e comportamentais com maior número de concessões de auxílio-doença Economia g1 Do total de 108.263 concessões do benefício este ano, apenas 4.818 foram relacionados diretamente ao trabalho, ou seja, foram acidentários (4,5% do total). Mas, em relação ao ano passado, o número é maior. Em 2020, do total de 289.677 benefícios de auxílio-doença concedidos, 4.456 foram acidentários (1,5% do total). Doença ocupacional Para que os transtornos sejam reconhecidos como doença ocupacional, o trabalhador deve provar para a perícia do INSS que adoeceu em decorrência de suas atividades (leia mais abaixo). No caso do burnout, que não entra na lista dos transtornos mentais e comportamentais, até julho deste ano, foram concedidos 270 benefícios de auxílio-doença. No ano passado foram 610, crescimento de 45% em relação a 2019 (422). Depressão, ansiedade e estresse aumentam na pandemia Direitos previdenciários De acordo com a advogada Cíntia Fernandes, sócia do escritório Mauro Menezes & Advogados, as doenças psicológicas em decorrência do trabalho são consideradas de caráter ocupacional, com direitos como o recebimento de auxílio-doença acidentário pago pelo INSS (no caso de afastamento superior a 15 dias) e direito à estabilidade provisória de até 12 meses após o fim do recebimento do benefício previdenciário. “O empregado será submetido à perícia pelo INSS e em muitos casos a doença ocupacional não é reconhecida pela autarquia previdenciária, com a concessão de auxílio-doença em vez do auxílio-doença acidentário. O auxílio-doença não dá direito à estabilidade provisória. Nesse caso, é possível entrar com recurso administrativo para conversão do benefício previdenciário ou medida judicial”, diz. Para ter direito ao benefício, o segurado deve realizar o agendamento da perícia médica pelo site Meu INSS, através do aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135. De acordo com o advogado especialista em direito previdenciário Celso Joaquim Jorgetti, da Advocacia Jorgetti, no dia da perícia, o trabalhador deve apresentar o laudo do médico que ateste a doença e a incapacidade para comprovar a necessidade do afastamento, além de exames médicos, tomografia, receitas de medicamentos, entre outros. Além disso, para solicitar o benefício de auxílio por incapacidade temporária, o trabalhador precisa estar incapacitado por mais de 15 dias para o trabalho e ter mais de 12 meses de contribuição para o INSS. O trabalhador que ficar incapaz de forma total e permanente de exercer sua atividade profissional por conta da doença psicológica pode requisitar a aposentadoria por invalidez. “Deve-se demonstrar para o perito o motivo pelo qual a doença atrapalha o trabalho ou se o fato de estar trabalhando agrava o quadro, pois a doença em si não garante o direito à aposentadoria, mas a comprovação de que ela o torna incapaz para as atividades”, explica João Badari, sócio do escritório Aith, Badari e Luchin. Acidente de trabalho Funcionários que adoecem por depressão e esgotamento profissional em razão do trabalho têm reconhecido o acidente de trabalho, de acordo com a advogada Julia Demeter, especialista em Direito do Trabalho do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados. “Ou seja, a doença será considerada como doença ocupacional. Portanto, as empresas deverão cumprir os requisitos legais em casos de acidente de trabalho, como garantir o período de estabilidade, emitir a Comunicação de Acidente de Trabalho [CAT], podendo ser penalizadas na Justiça do Trabalho pelo adoecimento desse funcionário, com o pagamento de danos morais e materiais”, alerta. A advogada Cíntia Fernandes alerta que é importante que o trabalhador comunique o seu empregador e apresente atestados e laudos médicos para a emissão da CAT. “Caso a empresa se recuse a emitir a CAT, o próprio empregado pode fazê-lo, conforme informações no site da Previdência Social. Ainda que a doença não esteja diretamente relacionada às atividades laborativas ou não exija licença médica, é importante a comunicação do tratamento ao empregador para remanejamento de atividades, a fim de se evitar o agravamento do quadro clínico”, esclarece. Razões para o aumento das concessões Psiquiatra fala sobre os riscos dos trabalhadores desenvolverem síndrome de burnout Para João Badari, a pandemia e o home office aumentaram o risco de doenças psicológicas ligadas ao trabalho. “A intensificação da jornada de trabalho, atestadas por estudos que apontam pelo menos o aumento de 10% na carga média laboral na pandemia, e a adoção apressada e desorganizada do trabalho remoto agravaram a saúde psicológica do trabalhador”, afirma. Para o advogado Leandro Madureira, sócio do escritório Mauro Menezes & Advogados, a prática de isolamento social, o temor pela própria vida e de sua família, o cenário político e social de extrema instabilidade e a grande quantidade de vidas perdidas desde o início da pandemia contribuíram significativamente para um aumento de doenças de fundo emocional e mental. “Os trabalhadores estão esgotados, mas temem entrar para o absurdo número de desempregados do país. Trabalham doentes, seja pelo medo, seja pela inoperância do INSS nos afastamentos”, analisa. Na visão do advogado Ruslan Stuchi, sócio do Stuchi Advogados, a intensa competitividade e o uso expressivo de novas tecnologias, além da cobrança de metas cada vez mais difíceis de serem alcançadas acabam se tornando fatores de risco para o surgimento da doença mental. “Além disso, o uso da tecnologia acaba destruindo as barreiras entre trabalho e vida pessoal, o que torna o trabalhador constantemente conectado ao trabalho”, avalia. Papel das empresas Pandemia deixa impactos na saúde, como: ansiedade, sedentarismo e depressão Para Marco Aurélio Serau Júnior, advogado e professor da UFPR, as empresas têm papel importante na prevenção do adoecimento emocional de seus empregados. Para isso, devem respeitar os direitos trabalhistas elementares, como o limite máximo de jornada de trabalho e o direito à desconexão, além de desenvolver programas de saúde emocional para acolhimento dos colaboradores. A advogada Cíntia Fernandes ressalta que o artigo 19 da lei nº 8.213 dispõe que a empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador. “No caso de descumprimento das normas de segurança e saúde, a empresa pode ser penalizada administrativamente com a imposição de multas ou, a depender da gravidade, interdição do estabelecimento”, aponta. Serau Júnior destaca que as empresas também podem sofrer sanções em relação ao adoecimento de seus funcionários se ficar comprovado que elas causaram o quadro. Na Justiça do Trabalho, a maior demanda de processos de trabalhadores, segundo Julia Demeter, são o reconhecimento do acidente de trabalho e o pagamento de pensão vitalícia por parte da empresa em decorrência da invalidez ou incapacidade. “Os trabalhadores, na maioria das vezes, perdem a capacidade profissional de exercer as atividades e de atuar novamente na mesma função. Assim, requisitam na Justiça, além da pensão vitalícia, o pagamento da indenização por danos morais e materiais, bem como o ressarcimento do período de estabilidade, que por muitas vezes é ignorado pelo empregador”, diz.

Larry Miller, agora com 72 anos, disse que fazia parte de uma gangue de adolescentes na Filadélfia. Quando tinha 16 anos, ele atirou em outro jovem por vingança. Depois, cumpriu pena pelo assassinato e virou executivo da marca americana. Larry Miller cumpriu pena de prisão pelo assassinato em 1965 Getty Images por BBC Um executivo de longa data da Nike nos Estados Unidos revelou que atirou e matou um adolescente nas ruas da Filadélfia há 56 anos. Larry Miller, presidente da Jordan Brand (marca do ex-jogador de basquete Michael Jordan), falou sobre o assassinato ocorrido em 1965 em uma entrevista para a revista Sports Illustrated. "Isso estava me consumindo por dentro", disse ele sobre suas ações aos 16 anos, quando era "membro de uma gangue de adolescente". Miller cumpriu pena de prisão pelo assassinato. Ele diz que não mentiu sobre isso, mas manteve o fato em segredo por muito tempo. A admissão ocorre antes do lançamento de suas memórias, previstas para o próximo ano. Miller disse que se juntou à gangue da Cedar Avenue, no oeste da Filadélfia, aos 13 anos, mudando seu perfil de "estudante nota dez" para uma pessoa que bebia todos os dias. Quando um amigo foi morto por um membro de uma gangue rival, Miller, então com apenas 16 anos, disse que pegou uma pistola .38, ficou bêbado com três amigos e saiu em busca de vingança. Em 30 de setembro de 1965, ele atirou no peito da primeira pessoa que encontrou: Edward White, de 18 anos. "Isso é o que torna as coisas ainda mais difíceis para mim, porque não foi por nenhuma razão", disse ele. Miller descreveu a decisão de confessar seu passado - que há muito tempo escondia de seus filhos, amigos e colegas de trabalho mais próximos - como "realmente difícil". "Por anos eu fugi disso", disse ele à Sports Illustrated. "Tentei esconder e esperava que as pessoas não descobrissem." Miller está na Nike desde 1997 e gerencia as operações da área ligada ao basquete, como marca de Michael Jordan e a Converse. Ele também já foi executivo da Kraft Foods e da Campbell Soups, e ex-presidente do time profissional de basquete Portland Trail Blazers. Ele diz que nunca mentiu sobre seu tempo na prisão em pedidos de emprego. Antes da entrevista, Miller teria informado membros de seu círculo íntimo, incluindo a lenda do basquete Michael Jordan e o comissário da NBA Adam Silver, sobre o episódio. Seu próximo livro, escrito em colaboração com sua filha mais velha, irá detalhar o incidente, bem como suas múltiplas passagens por detenções juvenis e prisões por uma variedade de crimes. Em comunicado, a Nike disse à BBC News que a vida de Miller foi "uma incrível história de segundas chances". "Estamos orgulhosos de Larry Miller e da esperança e inspiração que sua história pode oferecer", disse a empresa, acrescentando que apoia políticas que ajudam ex-prisioneiros a "abrir novas portas de oportunidade e seguir em frente com suas vidas". Miller diz que espera que sua história possa ajudar a afastar jovens em situação de risco de uma vida de violência e inspirar pessoas que estão presas a saber que "elas ainda podem contribuir para a sociedade." "O erro de uma pessoa, ou o pior erro que ela cometeu em sua vida, não deve controlar o que acontece com o resto de sua vida", disse ele.

Proporção de pessoas com 60 anos ou mais no bairro carioca é quase o dobro da média do país. Local foi escolhido para servir de teste da pesquisa censitária que será realizada em todo o país no ano que vem. Paquetá é o ponto de partida para o censo de 2022 A Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro, tem cerca de 1/3 de sua população formada por pessoas com 60 anos ou mais de idade, quase o dobro da proporção de idosos entre o total da população brasileira. Este é um dos dados preliminares identificados a partir do teste do Censo 2022 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados neste sábado (15). A divulgação dos resultados do teste censitário acontece pouco mais de um mês depois do IBGE levar até o bairro carioca, distante cerca de 15km da costa da cidade, uma equipe de 16 servidores do IBGE, 12 deles recenseadores. A ilha foi escolhida par o teste da maior pesquisa do país por ter mais de 85% de sua população já imunizada com as duas doses da vacina contra a Covid-19. “Além disso, a proximidade com a sede do IBGE, a 50 minutos de navegação, ajudou a reduzir os custos operacionais do teste”, destacou o instituto. ENTENDA: a importância do Censo Vista aérea da Ilha de Paquetá, bairro do Rio de janeiro distante cerca de 15km da costa da cidade Reprodução/TV Globo Os principais dados coletados no teste estão relacionados à população e à infraestrutura da ilha. Confira, ao final da reportagem, o "raio x" de Paquetá. Com área territorial de área de 1,216 km², Paquetá tem 3.612 habitantes e, portanto, uma densidade demográfica de 2.970 habitantes por km². Em relação à população de Paquetá, o IBGE destacou que: 53,6% são mulheres 46,4% são homens 12,8% tem até 14 anos de idade 31,6% tem 60 anos ou mais de idade 23,1% tem 65 anos ou mais de idade 85,4% são potenciais eleitores, ou seja, tem 16 anos ou mais de idade A proporção de idosos na Ilha de Paquetá é quase o dobro da média nacional registrada pelo IBGE em 2019, que era de 15,7%. Ao analisar a pirâmide etária da população do bairro carioca, constatou-se que quatro mulheres têm mais de 100 anos de idade, mas não há nenhum homem tão longevo. Pirâmide etária da população de Paquetá em 2021 é resultado do teste para o Censo 2022 realizado na ilha pelo IBGE Reprodução/IBGE Quanto à infraestrutura da ilha, o IBGE identificou 2.774 imóveis, dos quais 1.552 eram domicílios particulares permanentes, ou seja, são habitados permanentemente. Outros 672 imóveis são de uso ocasional, 376 estão desocupados e 173 funcionam como estabelecimento comercial ou de serviços. O IBGE destacou que, dentre os imóveis de Paquetá: 93,5% com acesso à rede geral de distribuição de água 70,8% em ruas com a presença de bueiros para drenagem pluvial 89,2% em ruas com a presença de calçadas 72,8% em ruas arborizadas Alcance do Censo em Paquetá Segundo o IBGE, em 96,3% dos 1.552 domicílios permanentes da ilha, a entrevista do Censo foi aplicada presencialmente. Em 14 deles (0,9%) a entrevista foi feita por telefone e em outros 14 (0,9%) ela foi aplicada via internet. “Desde a Contagem de População de 2007, o IBGE oferece a possibilidade de as entrevistas censitárias serem feitas pela internet. No entanto, a maioria da população tem preferido ser entrevistada presencialmente”, destacou o instituto. Ainda de acordo com o IBGE, o questionário do Censo não foi possível realizar a entrevista em apenas 2% dos domicílios da ilha – em 1,16% deles houve recusa expressa em participar da pesquisa e em 0,77% os moradores não foram localizados. Recursos garantidos para o Censo 2022 Nesta sexta-feira (15), o IBGE informou que o governo federal vai garantir o orçamento mínimo solicitado para realizar o Censo em 2022. Serão repassados ao IBGE de R$ 2.292.907.087,00, quase R$ 300 milhões a mais do que foi inicialmente aprovado pelo Congresso no Orçamento da União para o próximo ano. O aumento do recurso se dará por meio de uma emenda ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA). Essa emenda ainda precisa ser votada pelo Congresso, que tende a aprová-la tendo em vista a mudança de posicionamento expressa pelo governo após intervenção do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão do governo ocorreu, que era resistente em aumentar o valo aprovado pelo Congresso para o Orçamento do Censo, após intervenção do Supremo Tribunal Federal (STF). Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro, foi escolhida para participar do teste preparatório do Censo 2022 Elcio Horiuchi/g1

Vídeo do g1 no YouTube explica que veículo é esse e o que pode mudar quando ele ficar pronto. Os Jetsons prometeram e parece que vai rolar: os carros voadores podem estar prestes a virar realidade. Algumas empresas já planejam a operação desse tipo de aeronave, inclusive no Brasil. No vídeo abaixo, o g1 explica que carro é esse, qual a diferença dele para os aviões comuns, quando deve ficar pronto e o que vai mudar com isso. Veja TODOS os vídeos do g1 Explica Siga o canal oficial do g1 no YouTube Como se inscrever Para seguir o g1 no YouTube é simples, basta clicar neste link. Ou você ainda pode acessar o canal do g1 no YouTube. Fazer o login e clicar no botão inscrever-se que fica no topo da página no lado direito. Carro voador g1

Conheça foodtech que usa a tecnologia para as entregas e também para minimizar o desperdício de alimentos. Pequenas e médias empresas brasileiras estão incluindo cada vez mais o tema sustentabilidade em suas práticas e já medem o esforço que empregam em medidas sustentáveis através da perspectiva do cliente. Essa constatação faz parte de uma pesquisa exclusiva do Capterra, plataforma de avaliação e seleção de softwares, que aponta que 71% dos pequenas e médios negócios do país avaliam o sucesso de suas ações sustentáveis através da satisfação do consumidor. Veja 4 boas notícias para quem tem uma micro ou pequena empresa Depois dos clientes, essas empresas também consideram a satisfação dos funcionários (54%) e a imagem da marca (49%) como indicativos de sucesso das ações sustentáveis. “Todas as empresas participantes da pesquisa declararam possuir medidas sustentáveis em vigor, o que é um forte indicativo de que a agenda sustentável já está em prática nas pequenas e médias empresas brasileiras”, explica Marcela Gava, analista da Capterra responsável pelo estudo. Marcela explica que o tema sustentabilidade está cada vez mais presente no ambiente corporativo. Dois motivos explicam esse cenário: a crescente demanda dos consumidores por produtos sustentáveis e a popularização das práticas ESG (sigla em inglês para “Environmental, Social and Governance", que em português significa "Ambiental, Social e Governança" e se refere a práticas de sustentabilidade corporativa). Os investimentos dessas empresas estão direcionados principalmente a questões ambientais e as ações mais utilizadas são: Reciclagem de resíduos (66%); Implementação de softwares para reduzir o uso de papel (63%); Eliminação do uso de plástico ou redução do uso (60%). Os principais motivos que levam esses empresários a investir em sustentabilidade são: Fazer parte de uma causa positiva (55%) Economia de energia (46%) Economia de dinheiro (37%) Reputação (26%) Oportunidades em novos mercados (24%) Mesmo quando esse não é o foco principal, o uso de práticas sustentáveis pode sim trazer ganhos financeiros. Os empresários definem como os principais benefícios: Economia de gastos (66%) Mudança positiva na reputação da marca (53%) Aumento da moral interna entre os funcionários e colaboradores (42%) Dificuldades “A falta de incentivo financeiro é a principal queixa das pequenas e médias empresas em relação à implementação da sustentabilidade”, afirma Marcela. O estudo mostra que essas empresas destinam de 6% a 10% de incentivos para a causa. Oito em cada 10 empresas tomam essa ação por conta própria, ou seja, não recebem financiamento nem ajuda governamental para colocar em prática as medidas que acham necessárias. Por outro lado, quando é necessário aumentar o valor de um produto ou serviço exatamente para agregar essas práticas sustentáveis, a maioria dos consumidores brasileiros aprova: 47% concordam de alguma maneira que o preço é justo e 23% concordam plenamente com esta afirmação. "Notamos que, mais consciente e preocupado com sustentabilidade, o consumidor brasileiro tem sido coerente com seus posicionamentos ao realizar compras. Esse comportamento pode indicar que, aos olhos dos clientes, as empresas passarão cada vez mais a serem avaliadas por suas práticas em relação à sustentabilidade", afirma Marcela. O produto que as pessoas estão mais dispostas a pagar por sustentabilidade é comida e bebida, seguido por roupas e em terceiro lugar produtos de bem-estar. Sustentabilidade no DNA A foodtech Raízs, que conecta pequenos produtores a consumidores de alimentos orgânicos, é uma dessas empresas que investe em sustentabilidade. As ações fazem parte do modelo de negócios desde seu surgimento em 2014. “Oferecemos remuneração justa ao pequeno produtor, vendemos alimentos mais baratos que os supermercados, conectamos as pessoas a uma alimentação mais saudável e diminuímos o nosso o impacto ambiental”, explica Bianca Reame, diretora de marketing da Raízs. Entre as práticas sustentáveis da foodtech Raízs está a eliminação de embalagens plásticas. Helena Mazza A plataforma da Raízs atende em média 30 mil clientes por mês e usa a tecnologia para as entregas e também para minimizar o desperdício de alimentos. Só são retirados da terra os produtos que o cliente irá consumir, reduzindo a possibilidade deles serem descartados sem antes serem consumidos. Além disso, não utiliza embalagens plásticas individuais. A maior parte dos alimentos chega para o consumidor em uma caixa de papelão. Para os que precisam estar embalados, é usado papel reciclável. A empresa também faz ações de conscientização dos funcionários para evitar o desperdício e priorizar alternativas recicláveis ou reutilizáveis. Como mostra a pesquisa do Capterra, Bianca conta que para a Raízs é possível medir o retorno dessas ações a partir da percepção de seus clientes. “O principal retorno financeiro é que essas ações, na contracorrente do que os supermercados convencionais praticam, são valorizadas pelos clientes e acabam se transformando em vetor de fidelização. Vemos que escolher a Raízs acaba sendo uma forma do nosso cliente contribuir, ainda que na escala individual, a um modo alternativo e mais sadio de consumo”, afirma Bianca.
O programa vai mostrar uma usina de cana-de-açúcar que restaurou mata nativa da região e conseguiu aumentar a renda com a preservação e água. Destaques do Globo Rural deste domingo (17/10/2021) O Globo Rural deste domingo (17) mostra uma usina de cana-de-açúcar que restaurou mata nativa da região e conseguiu aumentar a renda com a preservação e água. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Tem ainda o plantio da soja irrigada atrasa em Goiás e Distrito Federal, produtores de arroz se animam com Rio Grande do Sul, o aumento do preço do leite no campo e mais. Não perca, o Globo Rural começa a partir das 8h20. Veja os vídeos mais assistidos do Globo Rural

Já ouviu falar dessas plantas? Considerada uma arte japonesa, a prática mostra como controlar o crescimento dos cultivos. Já recebeu um destes vasos de presente? Saiba o que isso pode significar. Bonsai permite o cultivo de árvores em vasos pequenos ZSasaki on Visualhunt Quer plantar uma árvore em miniatura? O bonsai é uma prática japonesa que pretende imitar a natureza dentro do ambiente doméstico. A palavra originária do idioma significa "cultivado em bandeja e vaso". Para quem quer começar plantar essas árvores, fica a primeira dica: "não adianta ter pressa com o bonsai, a filosofia dele é fazer com calma e observar, ver as plantas se desenvolverem ao longo do tempo, dos anos", diz o engenheiro agrônomo Gaspar Yamasaki. Além de cuidados básicos, como rega e sol, o bonsai tem algumas especificidades, como a poda de raízes e a aramação, que ajudam a controlar o tamanho dele e a dar a forma de árvore adulta, respectivamente (saiba mais abaixo). Veja quais as diferenças do bonsai para plantas comuns Elcio Horiuchi / Arte G1 Veja a seguir mais dicas para quem quer praticar o bonsai: Escolha o bonsai ideal Molde a árvore Imite a natureza Controle o tamanho De mil plantas no apartamento a 'floresta' na comunidade: como é a vida em uma 'urban jungle' 1. Controle o tamanho O objetivo da prática do bonsai, entre outras coisas, é fazer com que a árvore permaneça pequena e o segredo disto está na raiz. "A gente impede o crescimento, controlando as raízes", diz Yamasaki. Mesmo com o vaso mais apertado, as raízes continuam crescendo e por isso é necessário fazer a poda - mas esse processo pode ser feito com intervalos de alguns anos. Caso isso não aconteça, a planta vai adoecer e pode acabar até morrendo. Quando a árvore precisar dessa poda, existem alguns sinais: A água da rega não é absorvida, pois tem mais raiz do que o substrato no vaso. O recipiente de plástico fica duro pelo mesmo motivo. Aperte o vaso para verificar. As raízes ficam visíveis. Na hora da poda, o importante é eliminar as que estão emaranhadas e preservar as centrais, que são as mais grossas e dão origem às demais. Yamasaki recomenda que não seja eliminado mais de um terço das raízes, pois mais que isso a planta pode ter dificuldades para se recuperar. Se a raiz principal também estiver embolada, pode cortar as pontas dela, mas sempre com cuidado para não podar metade do tamanho, porque ela pode não se recuperar. Bonsais são muito exigentes em relação a iluminação e precisam ter contato direto com a luz solar Gaspar Yamasaki Saiba mais sobre plantas: SOS: como saber se suas plantas morreram e seus sinais de adoecimento Veja erros que prejudicam plantas Aprenda a fazer compostagem em casa para adubar seus cultivos 2. Imite a natureza Além das raízes, galhos e folhas também precisam ser podados. A ideia é exatamente imitar o formato da árvore na natureza. Yamasaki orienta a buscar por imagens das espécies e seguir o mesmo estilo. "O importante é olhar a árvore e ver como ela é. Ela tem várias folhas em baixo na base? Normalmente não. Tem um tronco visível no meio? Então a poda dela vai de acordo com o que a pessoa entende como a imagem de uma árvore. Cada um tem uma inspiração. É artístico”, diz. A medida é sempre se limitar a cortar um quarto dos galhos e um terço das folhas, pelo menos no começo e, conforme aprender como a planta se recupera, ir avançando na poda de acordo com os planos estéticos para ela. 3. Molde a árvore Também visando a semelhança com uma árvore adulta na natureza, é feita a aramação, que é, basicamente, usar arames para fazer com que a árvore ganhe o formato desejado. Para dar o formato da árvore na natureza, o bonsai precisa passar pelo processo de aramação Gaspar Yamasaki "Na natureza, o galho pesa. Ele tende a ficar um pouco caído para baixo, o tronco também não é tão reto, os galhos que derivam do tronco, eles não são como os de mudinhas, nas plantas pequenas não têm peso, então ficam todos os galhos para cima", diz Yamasaki. Para evitar essa aparência de muda, então, é preciso modular a planta. Algumas pessoas preferem amarrar pedrinhas para fazer peso, mas, o mais comum é usar arames para entortar os galhos e até o tronco. O ideal é deixar o arame por cerca de 2 meses no galho, deixar a planta se recuperar e aí voltar a tentar dar forma para ela. No caso deste material, é preciso usar fios de cobre mais grossos e maleáveis e não prender muito forte, pois pode danificar o casco e machucar a planta. Para dar o formato da árvore na natureza, o bonsai precisa passar pelo processo de aramação Gaspar Yamasaki Veja também: Horta em casa: como começar? Quem tem pet pode cultivar plantas em casa? Plantas no quarto fazem mal? Confira o que diz especialista 4. Escolha o bonsai ideal O primeiro passo para escolher o seu bonsai é verificar se ele te agrada esteticamente. Depois, observe alguns detalhes: Opte pelo bonsai mais velho, pois é mais fácil de cuidar. Com os mais novos, preste atenção no tronco. Se logo acima da raiz ele estiver bifurcado, será difícil dar cara de árvore para a planta. Tenha atenção com a qualidade da planta na loja. Se estiver com folhas caindo ou algum sinal de danificação, Yamasaki acredita ser complicado de a pessoa recuperar a planta em casa. Para quem quer começar com mudas, o engenheiro agrônomo recomenda, no caso das árvores frutíferas, a jabuticabeira, que por natureza tem frutas menores, ficando mais agradável visualmente. Além disso, a jabuticabeira também é vigorosa, cresce e se recupera rápido da troca de vaso e de outras falhas. Vegetais gigantes levam idoso a virar modelo da Gucci; saiba por que o fenômeno acontece Quem preferir as árvores que são só de folhas, ele recomenda a fícus, que tem as mesmas características que facilitam o trato. Muda de fícus é uma boa opção para quem quer começar o seu bonsai do zero. Gaspar Yamasaki Saiba tudo sobre plantas: Plantas em casa: veja 6 dicas para que fiquem saudáveis Saiba se a planta morreu ou se só está pedindo ajuda VÍDEO: Descubra para que serve e como fazer uma composteira Vídeos: tudo sobre agronegócios

Medida será implentada por falta de peças e vai afetar cerca de 1,5 mil empregados. Produção de veículos na fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP) Divulgação/Volkswagen A montadora alemã Volkswagen vai suspender temporariamente os contratos de trabalho de cerca de 1,5 mil empregados da fábrica de Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), a partir de novembro. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a montadora já havia mencionado a possibilidade dessa medida para reduzir a produção na fábrica em função da falta de peças, principalmente, semicondutores. Por que as montadoras estão suspendendo a produção no Brasil? Entenda Hoje, 4,5 mil pessoas trabalham na unidade. Ao todo, a fábrica da montadora em São Bernardo do Campo emprega 8,5 mil trabalhadores. “A empresa vai operar somente um turno de trabalho e essas pessoas se juntarão aos 450 que já estão com os contratos suspensos”, disse o diretor do sindicato, José Roberto Nogueira da Silva. Por lei, o chamado “lay-off” pode ser concedido por dois meses e se estender por até cinco. Procurada, a Volkswagen não se manifestou até a publicação desta nota.

Nesta quinta-feira (14), o presidente Jair Bolsonaro comemorou as recentes chuvas e afirmou que determinaria ao ministro de Minas e Energia a redução da bandeira tarifária aplicada à conta de luz. A Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (Creg) alertou, em nota, nesta sexta-feira (15) que, mesmo com o aumento das chuvas, a situação hídrica "ainda requer atenção". O alerta foi emitido um dia após o presidente Jair Bolsonaro comemorar as recentes chuvas e afirmar que determinaria ao ministro Bento Albuquerque, de Minas e Energia, que mudasse a bandeira tarifária da energia elétrica de "vermelha" para "normal" em novembro (veja mais abaixo). Bolsonaro, sobre a conta de luz: ‘Vou determinar que bandeira volte ao patamar normal’ "Apesar do aumento das chuvas, a situação [hídrica] ainda requer atenção, fato também impactado pelas atuais condições do solo, bastante seco, e, portanto, maiores dificuldades de transformação das chuvas em vazões, ou seja, em volumes significativos de água que chegam nos reservatórios do País", afirmou, em nota, a Creg. Nos últimos dias, houve aumento das chuvas, especialmente na região Sul. Além disso, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), há expectativa de chuvas em maiores volumes nas regiões Sudeste/Centro-Oeste no curto prazo. Porém, especialistas afirmam que as chuvas devem garantir um fim de ano sem racionamento de energia, mas não devem ser suficientes para recuperar os níveis de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas no curto prazo. Os reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste, que respondem por cerca de 70% da capacidade de geração de energia do país, estão no pior nível desde 2000. Nesta quinta-feira (14), o armazenamento médio deles era de 16,86%. Esse índice é inferior inclusive ao registado na mesma data de 2001 (21,4%), quando vigorava um racionamento de energia no país. No comunicado, a Câmara destacou os baixos níveis. "Em relação ao monitoramento das chuvas verificadas, foi destacado que o biênio 2020/2021 se caracteriza como mais gravoso, em termos de déficits de chuva, em comparação inclusive ao verificado em 2000/2001", diz a nota da Creg. A Câmara afirmou também que as novas projeções apresentadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicam a possibilidade de uso da chamada reserva operativa para atendimento da demanda nos horários de pico em outubro, e em menor escala nos meses de novembro e dezembro. A reserva operativa existe para garantir energia em momentos de alta pressão na carga elétrica. O uso dessa reserva, dependendo do nível, pode deixar o sistema elétrico mais vulnerável a falhas. A Câmara informou também que as medidas para retenção de água nos reservatórios das usinas hidrelétricas Jupiá e Porto Primavera, situadas sobre o rio Paraná, serão mantidas entre os meses de novembro e fevereiro de 2022. Bandeira 'escassez hídrica' Entenda as bandeiras tarifárias G1 Devido a falta de chuvas, atualmente, a bandeira tarifária em vigor é a de "escassez hídrica", que adiciona R$ 14,20 às faturas para cada 100 kW/h consumido. A exceção é para famílias de baixa renda incluídas na Tarifa Social de Energia Elétrica, nesses casos, a bandeira vigente é a vermelha patamar 2, cujo custo adicional é de R$ 9,49 por 100 kWh consumidos. VÍDEOS: notícias sobre política
Texto previa R$ 655 milhões para fundo de financiamento, mas Congresso alterou destinação do recurso a pedido do Ministério da Economia. Marcos Pontes falou em 'falta de consideração'. O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta sexta-feira (15) a lei aprovada pelo Congresso que remanejou mais de R$ 600 milhões do Orçamento 2021 previstos, originalmente, para financiamento de pesquisas e projetos científicos. O texto aprovado no Congresso abre crédito suplementar de R$ 690 milhões para sete ministérios. Inicialmente, no entanto, o projeto era outro: destinar R$ 655,4 milhões para o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). A mudança foi feita já no Congresso, mas a pedido do Ministério da Economia. Até esta sexta, o governo ainda não havia enviado um novo projeto para recompor as verbas de investimento em pesquisa. O ministro de Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, chegou a chamar o remanejamento de "falta de consideração" e cobrar correção "urgentemente". Depois, afirmou que foi "pego de surpresa" e ficou "chateado", mas ouviu do Planalto uma promessa de que a verba será reposta. Veja abaixo: Marcos Pontes critica corte de 87% das verbas para pesquisas O FNDCT, que receberia a maior parte dos R$ 690 milhões e foi ignorado na versão sancionada por Bolsonaro, é a principal fonte de recursos para fomento à pesquisa e para as bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Na versão final do texto, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações é contemplado com R$ 89,8 milhões. A maior parte (R$ 82,577 milhões) será destinada à política nuclear, incluindo a produção e ao fornecimento de radiofármacos – insumos usados no tratamento de câncer e que tiveram a produção interrompida no país por falta de verba. Veja no vídeo abaixo: Sem verba, Ipen esgota insumos para tratar e diagnosticar câncer A verba para política nuclear também será usada em armazenamento de rejeitos radiativos e proteção radiológica e implantação do reator multipropósito brasileiro e do laboratório de fusão nuclear. Para onde foi o dinheiro? O restante do dinheiro previsto originalmente para ciência e tecnologia foi remanejado, por orientação do ministro Paulo Guedes, para outros seis ministérios: R$ 252,2 milhões para o Ministério do Desenvolvimento Regional, sobretudo para apoio à Política Nacional de Desenvolvimento Urbano Voltado à Implantação e Qualificação Viária e Projetos de Desenvolvimento Sustentável Local Integrado R$ 120 milhões para o Ministério da Agricultura, principalmente para fomento ao setor agropecuário; R$ 100 milhões para o Ministério das Comunicações, para apoiar iniciativas de inclusão digital; R$ 50 milhões para o Ministério da Educação, para apoio à infraestrutura para a educação básica; R$ 50 milhões para o Ministério da Saúde, para políticas de saneamento básico; R$ 28 milhões para o Ministério da Cidadania, principalmente para apoio a projetos e eventos de esporte, educação, lazer e inclusão social. De acordo com a lei sancionada, o crédito suplementar será aberto por meio da incorporação de superávit financeiro apurado no balanço patrimonial da União do exercício de 2020. Em busca de novos recursos Segundo o líder do PSDB no Senado, e presidente da Frente Parlamentar da Ciência e Tecnologia, Izalci Lucas (DF), o governo prometeu repor os recursos do FNDCT. A proposta é enviar essa recomposição em um novo pedido de crédito suplementar – que ainda não foi protocolado. "Se não fizer, não votaremos nada na Comissão Mista de Orçamento (CMO)", disse. Izalci afirma que, caso esse novo projeto não chegue, os parlamentares podem incluir verbas para o fundo de pesquisas em textos que já estão em tramitação. A ideia, diz o senador, é resolver a questão até o fim deste mês. Entidades reagem Após a aprovação do projeto pelo Congresso, entidades ligadas à ciência divulgaram manifestações contrárias ao esvaziamento do FNDCT. Em nota conjunta, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Academia Brasileira de Ciências (ABC), a Associação Nacional de Pós-Graduandos, a Academia Nacional de Medicina (ANM) e mais quatro entidades afirmaram que, ao pedir o remanejamento dos recursos, o Ministério da Economia descumpriu uma lei complementar que proíbe o bloqueio de recursos do FNDCT a partir deste ano. “Causa justificada indignação que a equipe econômica se recuse a cumprir as leis do país, manobrando nos últimos minutos de um processo legislativo que tem seu tempo, para evitar alocar o dinheiro arrecadado para financiar a ciência, tecnologia e inovação”, lê-se na nota. “Quando mais precisamos da ciência, a equipe econômica age contra a lei, com manobras que sugerem a intenção deliberada de prejudicar o desenvolvimento científico do Brasil”, afirmam as entidades.
O volume é o maior registrado em nove anos. Jovens têm mais dificuldade para encontrar trabalho Milhões de pessoas procuram emprego há mais de um ano no Brasil A quantidade de trabalhadores brasileiros procurando emprego há mais de um ano atingiu 6,749 milhões de pessoas no segundo trimestre de 2021. O volume representa 46,8% do total de desocupados (14,444 milhões) e é o mais alto desde 2012, início da série histórica. Os dados fazem parte de um levantamento feito pela Tendências Consultoria, com base nos dados da Pnad Contínua do IBGE, obtido com exclusividade pela Globonews. O levantamento mostra que o percentual de 46,8% atingido no segundo trimestre deste ano é 16 pontos percentuais maior que o registrado no mesmo período do ano passado. Os dados demonstram a elevação do desemprego de longa duração. LEIA TAMBÉM: Desemprego recua para 13,7% em julho, mas ainda atinge 14,1 milhões, aponta IBGE Brasil tem recorde de 30 milhões de pessoas recebendo até um salário mínimo De acordo com o economista responsável pelo levantamento, a perda de capital humano causada por trabalhadores desempregados por tempo muito longo tende a reduzir o potencial de crescimento da economia no médio e longo prazo. Os trabalhadores, consequentemente, desaprendem tarefas, se desatualizam em relação às novas práticas e têm dificuldade em ser tão produtivos quanto antes. Jovens de 18 a 24 anos O estudo também aponta um alto volume de desempregados entre 18 e 24 anos, que já somam 4,2 milhões de desocupados nesta faixa etária. A taxa de desocupação entre os jovens ficou em 29,5% no segundo trimestre deste ano. A diferença entre a taxa de desocupação entre jovens e os trabalhadores no geral aumentou. Historicamente, essa diferença é alta em alguns países do mundo, mas no Brasil ela se agravou ainda mais durante a pandemia. A diferença percentual da taxa de desocupação entre os jovens e os demais trabalhadores era 13,8 pontos percentuais no 2º trimestre de 2019 e aumentou para 15,4 pontos percentuais no segundo trimestre deste ano. Segundo a Tendências, o atraso desses jovens para se inserir no mercado de trabalho deve gerar um "efeito cicatriz", quando a desocupação ou a permanência em posições de trabalho precário acarretam efeitos adversos à carreira futura. Como os primeiros anos de treinamento são essenciais ao desenvolvimento profissional, os jovens que iniciam suas carreiras em uma crise estarão em desvantagem duradoura, pois seus salários, oportunidades e confiança no local de trabalho podem nunca se recuperar totalmente. Miriam Leitão: 'Mercado de trabalho continua com dificuldades’ Desigualdade regional O levantamento ainda aponta que a recuperação do mercado de trabalho permanece mais lenta nos estados com maior vulnerabilidade econômica. As maiores diferenças percentuais da taxa de desocupação, entre o 4º trimestre de 2019 e o 2º trimestre de 2021, permanecem nas regiões Norte e Nordeste — quando alguns dos estados registraram nível recorde da série histórica, como Pernambuco (21,8%), Maranhão (16,9%), Ceará (15,2%), Piauí (14,6%) e Pará (13,3%).
Sistema arrecada recursos para bancar alta do custo da energia devido ao uso mais intenso de termelétricas. Bolsonaro defendeu redução da cobrança a partir de novembro. A arrecadação das bandeiras tarifárias tem déficit acumulado de R$ 8,06 bilhões até agosto, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Isso quer dizer que o valor arrecadado com a bandeiras aplicadas às contas de luz foi insuficiente em R$ 8,06 bilhões para cobrir os custos extras de produção de energia. Essa balanço, porém, não considera os efeitos da aplicação da nova bandeira de "escassez hídrica", que passou a vigorar apenas em setembro e elevou a arrecadação desse sistema. A bandeira tarifária é um sistema criado em 2015 e que aplica uma cobrança adicional às contas de luz sempre que aumenta o custo da produção da energia no país. A crise hídrica levou o país a acionar mais usinas termelétricas e a aumentar a importação de energia para garantir o atendimento à demanda no Brasil. As usinas térmicas são as mais cara do sistema elétrico. Energia gerada pelas termelétricas é recorde no Brasil em julho, e a geração de hidrelétricas é a menor desde 2002 Normalmente, quando a conta das bandeiras tarifárias termina o ano com déficit, o custo é repassado aos consumidores no ano seguinte, junto com o reajuste de cada distribuidora de energia. Nível de reservatórios de hidrelétricas é o mais baixo para esta época do ano desde 2000 Bolsonaro Na quinta-feira (14), o presidente Jair Bolsonaro comemorou as recentes chuvas e afirmou que determinará ao ministro Bento Albuquerque, de Minas e Energia, que mude a bandeira tarifária da energia elétrica de "vermelha" para "normal" em novembro. Procurados, o Ministério de Minas e Energia (MME) e a Aneel afirmaram que, "por enquanto", não vão comentar a declaração do presidente. Atualmente, a bandeira em vigor não é a "vermelha", mas a "escassez hídrica", a mais cara do sistema, que adiciona R$ 14,20 às faturas para cada 100 kW/h consumido. Somente os consumidores de baixa renda que aderiram à tarifa social são isentos da bandeira de "escassez hídrica". No caso desses consumidores, a bandeira vigente é a vermelha patamar 2, cujo custo adicional é de R$ 9,49 por 100 kWh consumidos. Bandeira pode ser insuficiente A bandeira de "escassez hídrica" entrou em vigor em setembro, justamente para tentar cobrir o déficit na conta das bandeiras tarifárias. Na época, o governo e a Aneel anunciaram que a bandeira ficaria em vigor até abril de 2022 e seria suficiente para cobrir o aumento de custos para geração de energia. Porém, especialistas e as próprias distribuidoras de energia calculam que a bandeira será insuficiente. A consultoria MegaWhat, especializada no setor elétrico, estima que o déficit na arrecadação das bandeiras tarifárias ao final do ano será de R$ 7,97 bilhões. A secretária-executiva do Ministério de Minas e Energia, Marisete Dadald, ao participar de um evento do setor elétrico na quarta--feira (13), disse que as distribuidoras de energia já avisaram o ministério que bandeira de escassez hídrica não será suficiente para cobrir os custos de geração de energia, devido ao aumento do preço dos combustíveis. Muitas usinas termelétricas funcionam a óleo, óleo diesel e gás natural, produtos que tiveram sucessivos reajustes de preços nos últimos meses. Segundo Dadald, o governo, a Aneel e as distribuidoras estão avaliando "várias alternativas" para solucionar o descasamento entre a arrecadação das bandeiras e os custos de produção de energia. Ainda no evento, Dadald afirmou que o governo não cogita reajustar a bandeira "escassez hídrica" e reforçou que essa bandeira continua em vigor até abril de 2022. Procurada pelo g1 no começo de outubro para detalhar qual a projeção da agência para a conta das bandeiras tarifárias, a Aneel alegou não ter projeções.

Com a transação desta quinta-feira, rede vai elevar sua base de lojas para 300 pontos no país até 2023. Grupo Pão de Açúcar vende 71 pontos do Extra ao Assaí Divulgação / Assaí O Assaí viu uma oportunidade única de acelerar sua expansão com a aquisição de lojas do Extra Hiper no momento em que o setor de atacarejo corre para abrir lojas em um cenário inflacionário que deve se prolongar nos próximos anos, afirmou o presidente da companhia nesta sexta-feira (15). A transação de R$ 5,2 bilhões anunciada na noite da véspera vai elevar o parque do Assaí em 71 lojas, trazendo para a companhia um faturamento extra de R$ 25 bilhões, que deve fazer o Assaí atingir receita bruta de R$ 100 bilhões até 2024 com mesmo nível atual de margem de lucro (Ebitda), disse Belmiro Gomes, em teleconferência com analistas. Grupo Pão de Açúcar vende 71 pontos do Extra ao Assaí e deixa segmento de hipermercados Relembre alguns dos maiores negócios dos últimos anos envolvendo empresas brasileiras "Teve dois eventos neste ano que mudaram a geografia do mercado: o primeiro foi a aquisição do grupo BIG pelo Atacadão, principal rival do Assaí e líder do setor", disse ele. "Havia na nossa visão um distanciamento que nós precisávamos buscar uma forma de acelerar nossa expansão de forma rentável", acrescentou. "O ativo que nos parecia mais vital para isso era o parque de lojas do Extra Hipermercado", disse, citando fatores como baixa sobreposição de lojas, velocidade de incorporação dos pontos e custo de reforma para o formato de atacarejo. Compartilhe essa notícia por WhatsApp Compartilhe essa notícia por Telegram Segundo ele, outro "divisor de águas" para a transação com o GPA foram acordos com locadores de lojas que antes não permitiam que hipermercados fossem convertidos em lojas de atacarejo, que precisam de obras de reestruturação para operarem como tal. Em julho, o GPA fez acordo com a Península, family office da família Diniz, envolvendo locação de imóveis. Segundo Gomes, o Assaí precisaria ter 110 lojas para conseguir o mesmo nível de faturamento que espera obter com as 71 lojas do Extra Hiper que vai incorporar ao seu parque. E a pressa da empresa em fechar o negócio deve-se a perspectivas de inflação pressionada no próximo ano, levando clientes a buscarem preços menores em regiões onde a bandeira não está presente. "Lojas nesse nível custam mais de R$ 100 milhões para serem feitas, com todo o tempo para se fazer uma loja... A gente fala que para qualquer comércio tem três fatores importantes: o primeiro é ponto, o segundo é ponto e o terceiro é ponto." Segundo o Assaí, do valor total a ser pago pelo negócio, R$ 500 milhões serão desembolsados neste ano. As parcelas seguintes somam cerca de R$ 1,6 bilhão até o fim de 2022, R$ 1,2 bilhão até junho de 2023 e mais R$ 700 milhões até o início de 2024. Repercussão O Itaú BBA afirmou em relatório que, se o Assaí atingir a previsão de receita de R$ 25 bilhões até 2024 com as lojas compradas, ante faturamento atual de R$ 9 bilhões, a "transação provavelmente fará sentido do ponto de vista financeiro". Mas os autores do relatório se disseram "profundamente desconfortáveis" com o fato de os minoritários do grupo não terem sido ouvidos e que o Assaí está pagando "o preço mais caro por loja (mais de R$ 100 milhões cada, após investimento na reforma) que já vimos". "Não vemos outra alternativa que não seja cortar a avaliação de ASAI3 para 'market perform' até o mercado digerir a transação e tenhamos mais conforto com o racional do negócio e suas condições", acrescentou o analista Thiago Macruz do Itaú BBA. A ação do Assaí liderava perdas no Ibovespa, caindo 2,9% às 14h50 enquanto o índice subia 1,13%. As ações do GPA, enquanto isso, lideravam a alta do índice, disparando 14%. Na conferência, Macruz comentou que sua equipe mapeou abertura de quase 300 lojas abertas pelo setor de atacarejo no país nos últimos dois anos. Já, Faiçal, do GPA, mais cedo que o setor deve abrir 500 a 600 lojas no pais nos próximos 5 anos. A XP ponderou que a transação possa parecer cara à primeira vista, "agrega valor, mesmo sob premissas conservadoras". Os analistas da XP Danniela Eiger, Thiago Suedt e Gustavo Senday afirmaram que o valor implícito por loja, incluindo o investimento na conversão, é de 90 milhões a 95 milhões de reais, "valor que se compara às expansões orgânicas recentes do Assaí em grandes cidades em torno de R$ 80 milhões a R$ 90 milhões". O presidente do Assaí disse que negociou a transação diretamente com o colega do GPA, Jorge Faiçal, nos últimos meses e que não houve contato com os acionistas minoritários porque a empresa tinha pressa em ter as lojas desocupadas já em janeiro de 2022. "Havia a questão de timing", disse Gomes, ressaltando que o assunto, pelo estatuto das companhias poderia ser resolvido apenas pelo conselho de administração. Com a transação, o Assaí vai elevar sua base de lojas para 300 pontos no país até 2023, ante 187 em junho passado, já considerando no processo expansões orgânicas que não tiveram mudanças, uma vez que eles estavam sendo desenhados antes do negócio do GPA, disse o presidente da empresa. Mas ele ponderou que o ritmo de abertura orgânica de lojas em 2022 vai ficar mais lento, uma vez que o Assaí pretende abrir 40 lojas adquiridas do Extra Hiper em 2022 e outras 30 em 2023. Já o GPA se livra de um formato de loja que mantinha há mais de 30 anos e que vinha enfrentando forte competição do atacarejo e da própria explosão do comércio eletrônico, acelerada pelas medidas de isolamento social da pandemia. Falando a analistas mais cedo, o presidente do GPA afirmou que agora a empresa "fica mais leve" e "deixará de trabalhar na defensiva e partirá para o ataque, trabalhando suas fortalezas", no caso, a bandeira Pão de Açúcar, o formato de lojas de proximidade e o comércio eletrônico alimentar, onde tem parceria com o Mercado Livre.
Alessandro Vieira sobre CPI da Covid: ‘Temos todas as condições de entregar esse relatório’ O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) vai protocolar nesta sexta-feira (15), na CPI da Covid, relatório com sugestões para o parecer final da comissão. Vieira vai propor o indiciamento do presidente Jair Bolsonaro e de outros 17 integrantes e ex-integrantes do governo, gestores de saúde ou parlamentares. O blog teve acesso antecipado ao relatório de Vieira. A lista, segundo o senador, é formada por aqueles que tiveram influência direta na ação estatal que levou a um grande número de mortes evitáveis por Covid. Vieira também sugere que a comissão proponha mudanças em leis de licitação e lobby e no funcionamento de futuras CPIs – com ampliação dos poderes de investigação do Senado. Ao longo das últimas semanas, o senador se reuniu com um grupo de juristas coordenado pelo ex-ministro da Justiça e professor da USP Miguel Reale Júnior. Os crimes imputados aos indiciados foram estudados pelo grupo. Entre os indiciados estão os ministros Walter Braga Netto (Defesa e ex-coordenador de resposta à pandemia) e Paulo Guedes (Economia), o ex-ministro Eduardo Pazuello (Saúde) e seu ex-assessor Élcio Franco e os deputados federais Ricardo Barros (PP-PR) e Osmar Terra (MDB-RS). O senador sugere ainda que sejam ampliadas as investigações a respeito de crimes cometidos por outras pessoas que influenciaram na tragédia que já levou a mais de 600 mil vítimas. “A consequência objetiva da atuação estatal, comandada por Jair Bolsonaro, foi uma disseminação acelerada da pandemia, gerando sobrecarga no sistema de saúde e um número elevado de mortes evitáveis. A busca por uma imunidade de rebanho, adquirida por meio do contágio da população, está no centro da conduta. As milhares de mortes previsíveis eram tratadas como danos colaterais irrelevantes dentro da estratégia criminosa, focada em reduzir impactos políticos e facilitar a reeleição do presidente da República”, afirma Vieira no relatório. A "estratégia criminosa" do governo Bolsonaro, segundo o texto, pode ser resumida em sete pontos: minimização da gravidade da pandemia criação de uma falsa dicotomia entre saúde e economia ações deliberadas para tirar credibilidade de governadores, prefeitos e instituições disseminação de notícias falsas comportamento inadequado de líderes públicos promoção deliberada de medicamentos sem eficiência comprovada descaso com os povos indígenas A proposta protocolada irá ser avaliada pelos senadores, que votam na próxima semana o relatório final do senador Renan Calheiros (MDB-AL). O relator da CPI deve propor o indiciamento de Bolsonaro por 11 crimes – veja abaixo: Relatório final da CPI deverá pedir indiciamento de Bolsonaro por 11 crimes Veja as sugestões de indiciados: Jair Bolsonaro, presidente da República; Braga Netto, ministro da Defesa, ex-ministro da Casa Civil e ex-coordenador do "comitê de crise" do governo para a Covid; Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde; Paulo Guedes, ministro da Economia; Adolfo Sachsida, secretário de Política Econômica do Ministério da Economia; Onyx Lorenzoni, ministro do Trabalho e Previdência e ex-ministro da Cidadania e da Casa Civil; Fábio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação da Presidência da República Ernesto Araújo, ex-ministro das Relações Exteriores; Élcio Franco, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde; Mayra Pinheiro, secretária do Ministério da Saúde; Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara; Osmar Terra (MDB-RS), deputado federal; Heitor Freire de Abreu, ex-coordenador do Centro de Coordenação de Operações e assessor de Braga Netto; Robson Sandos da Silva, secretário especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde; Pedro Batista e Fernando Parillo, diretor e sócio da Prevent Senior, respectivamente; Paolo Zanotto, virologista listado como membro do suposto "gabinete paralelo"; Flávio Cadegiani, médico e coordenador da pesquisa Androcov para uso da proxalutamida no tratamento de pacientes com Covid Entre as sugestões, estão projetos de leis e emendas à Constituição sobre os seguintes temas: atualização da lei de vigilância epidemiológica incentivo à produção nacional de vacinas modificação na regulamentação dos planos de saúde verticais revisão dos tipos penais relacionados à saúde pública criação de programa de financiamento ao Complexo Industrial da Saúde programa de incentivo fiscal para quem fizer doações a universidades e instituições de ciência e tecnologia propostas para recuperar a perda educacional ao longo da pandemia, para combate à pobreza e também à corrupção lei para proteção do Reportante de Suspeita de Irregularidades ("whistleblower") programa de compliance para empresas que participarem de licitações de grande vulto regulamentação do lobby transparência do beneficiário final de empresas propostas para combater disseminação de notícias falsas PEC para que Senado possa instituir CPIs que investiguem fatos determinados relacionados a estados projeto de lei que amplie o alcance de CPIs, inclusive com garantia da participação feminina, das minorias e das ferramentas de investigação

Venda dos ativos da União é aberta a quaisquer pessoas físicas ou jurídicas que enviem uma avaliação do imóvel e proposta de compra. Lançamento do Feirão de Imóveis SPU+ de venda de ativos da União, em São Paulo Raphael Martins/g1 O Ministério da Economia anunciou nesta sexta-feira (15) um feirão de imóveis com bens da União em São Paulo. O evento aconteceu em um hotel da zona sul da capital paulista, na abertura de uma convenção para empresas do mercado imobiliário. Foram selecionados 1.030 imóveis no estado de São Paulo, dos quais 803 de posse da Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU) e 227 do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). São terrenos, casas, prédios, fazendas e galpões sem utilização e sem entraves jurídicos para venda. Há desde lotes de tamanho grande para a construção de pólos industriais até conjuntos habitacionais em áreas residenciais. Alta dos combustíveis: mudança no ICMS não vai garantir queda de preços no longo prazo; entenda Quem conduz a liquidação é a Secretaria Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados. A venda dos ativos da União é realizada por meio da chamada Proposta de Aquisição de Imóveis (PAI), um mecanismo de desestatização em que interessados em qualquer imóvel do governo podem fazer uma tentativa de compra, seja pessoa física ou jurídica. Outras cidades O Rio de Janeiro recebeu iniciativa semelhante em agosto, que incluía imóveis históricos. Entre eles estavam o emblemático edifício A Noite, na Praça Mauá, Região Portuária do Rio, e o imponente Edifício Engenheiro Renato Feio, ao lado da Central do Brasil e que sediava a extinta Rede Ferroviária Federal. A cidade tem mais de 2,2 mil imóveis do governo elegíveis para a venda, mas só aqueles que o governo considera "pronto para venda" entraram no feirão. Assim, foram disponibilizados no feirão apenas 168. Até o momento, 21 receberam propostas de compra. Governo federal lança Feirão de Imóveis da União no Rio de Janeiro Mais três capitais terão feirões semelhantes ainda em 2021: Brasília (DF), Belo Horizonte (MG) e Porto Alegre (RS). Segundo o secretário especial de Desestatização, Diogo Mac Cord, o governo identificou R$ 100 bilhões em imóveis que podem ser vendidos imediatamente, pelo modelo de PAI ou pela composição de fundos imobiliários — um novo formato que o governo pretende colocar de pé no primeiro bimestre de 2022. O número, contudo, é uma estimativa. Como o modelo de PAI pressupõe que o comprador faça a avaliação financeira, não há valores estabelecidos para cada imóvel. Lançamento do Feirão de Imóveis SPU+ de venda de ativos da União, em São Paulo Raphael Martins/g1 Como participar A PAI está disponível para qualquer pessoa física ou jurídica. O proponente precisa apresentar um laudo de avaliação do imóvel e apresentá-lo para homologação. É o que membros do governo chamam de "inversão de lógica" da venda de ativos governamentais, porque o interesse parte do comprador. A partir daí, é aberto o leilão eletrônico do imóvel em questão, em que vence o maior valor. Para habilitação, os concorrentes precisam anexar uma caução de 5% do preço sugerido do ativo. Os leilões são realizados pelo portal VendasGov. Caso o solicitante inicial da PAI não tenha oferecido o maior valor, fica à disposição uma opção de compra preferencial pelo mesmo valor ou o reembolso do gasto com o laudo de avaliação. Todos os imóveis oferecidos pelo feirão do governo estão disponíveis em https://imoveis.economia.gov.br/. Palácio Capanema, no Rio de Janeiro, reúne ícones da arte e da arquitetura