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Calendário seguirá mês de nascimento do beneficiário. Cada trabalhador poderá sacar até R$ 1.045 de contas ativas (do emprego atual) ou inativas (de empregos anteriores). A Caixa Econômica Federal libera nesta segunda-feira (10) o crédito dos novos saques do FGTS para os trabalhadores nascidos em julho. Os pagamentos serão feitos em poupança social digital da Caixa e, em um primeiro momento, os recursos estarão disponíveis apenas para pagamentos e compras por meio de cartão de débito virtual. Nesta etapa, poderão ser pagos até R$ 3,3 bilhões. Veja tira-dúvidas sobre novos saques do FGTS de até R$ 1.045 Veja como consultar o saldo e a data de liberação dos novos saques do FGTS O saque em espécie ou transferências, também dos aniversariantes de julho, estão liberados a partir de 17 de outubro (veja o calendário completo mais abaixo). A liberação dos créditos para os nascidos em janeiro começou em 29 de junho, e os saques para esse grupo começaram em 25 de julho. Liberação Essa nova liberação do saque do FGTS se deu por meio de uma medida provisória, em razão da pandemia do novo coronavírus, que afetou as atividades econômicas e a renda dos trabalhadores. A MP, no entanto, perdeu a validade no último dia 4, depois que o Congresso deixou de votar a medida no tempo previsto. A Caixa informou, no entanto, que vai manter o calendário de pagamentos. Segundo o Ministério da Economia, um decreto deve ser editado disciplinando a produção dos efeitos. MP perde validade nesta terça, mas decreto deve garantir saque extraordinário do FGTS Calendário Para evitar aglomerações nas agências, a Caixa fixou datas diferentes para a liberação do crédito em conta e para o saque em espécie ou transferência dos valores. O calendário considera o mês de nascimento do trabalhador. Veja as datas a seguir: Calendário saque emergencial FGTS Valor dos saques Terão direito aos saques os trabalhadores que tenham contas ativas (do emprego atual) ou inativas (de empregos anteriores) do FGTS. Cada trabalhador poderá sacar até R$ 1.045. Se o trabalhador tiver mais de uma conta de FGTS, o saque será feito primeiro das contas de contratos de trabalho extintos (inativas), iniciando pela conta que tiver o menor saldo. Depois, o dinheiro será sacado das demais contas, também iniciando pela que tiver o menor saldo. Independentemente do número de contas do trabalhador, o valor não pode passar de R$ 1.045. Assim, ninguém poderá tirar mais do que esse valor, ainda que tenha duas ou três contas com saldos superiores a essa quantia. A previsão é que a operação movimentará durante todo o calendário mais de R$ 37,8 bilhões para aproximadamente 60 milhões de trabalhadores. Poupança digital A movimentação do valor do saque emergencial poderá, inicialmente, ser realizada somente por meio digital com o uso do aplicativo Caixa Tem, sem custo. Veja passo a passo para abrir a poupança digital Logo após o crédito dos valores, será possível realizar compras em supermercados, padarias, farmácias e outros estabelecimentos com o cartão de débito virtual e QR Code. O trabalhador também poderá realizar o pagamento de contas de água, luz, telefone, gás e boletos em geral. A conta poupança social digital é uma poupança simplificada, sem tarifas de manutenção, com limite mensal de movimentação de R$ 5 mil. A partir da data de disponibilização dos recursos para saque ou transferência, os trabalhadores poderão transferir os recursos para contas em qualquer banco, sem custos, ou realizar o saque em espécie nos terminais de autoatendimento da Caixa e casas lotéricas. Consulta de saldo e informações de saque Saques do FGTS Divulgação A Caixa disponibilizou os seguintes canais de atendimento para o saque emergencial FGTS: Site fgts.caixa.gov.br: Consultar o valor do saque; Consultar a data em que o recurso será creditado na poupança social digital, conforme calendário; Informar que não deseja receber o valor do saque; Solicitar o desfazimento do crédito feito na poupança social digital. Central de Atendimento CAIXA 111, opção 2: Consultar o valor do saque; Consultar a data em que o recurso será creditado na poupança social digital, conforme calendário. Internet Banking Caixa: Consultar o valor do saque; Consultar a data em que o recurso será creditado na poupança social digital, conforme calendário; Informar que não deseja receber o valor do saque; Solicitar o desfazimento do crédito feito na poupança social digital. APP FGTS - Clique aqui para baixar o aplicativo para celulares Android - Clique aqui para baixar o aplicativo para celulares iOS (Apple) Consultar o valor do saque; Consultar a data em que o recurso será creditado na poupança social digital, conforme calendário; Informar que não deseja receber o valor do saque; Solicitar o desfazimento do crédito efetuado na poupança social digital. Cancelamento e desfazimento do crédito automático Se o trabalhador não quiser receber o saque emergencial, pode informar essa opção pelo App FGTS com pelo menos 10 dias antes da data prevista para o crédito na poupança social digital, conforme o calendário. Após o crédito dos valores na conta poupança social digital, o trabalhador poderá solicitar o seu desfazimento. Os valores retornarão à conta do FGTS devidamente corrigidos, sem prejuízo ao trabalhador. A solicitação de desfazimento do crédito do saque emergencial não pode ser desfeita. Caso não haja movimentação na conta poupança social digital até 30 de novembro, o valor será devolvido à conta FGTS com a devida remuneração do período, sem nenhum prejuízo ao trabalhador. Se após esse prazo o trabalhador decidir fazer o saque emergencial, poderá solicitar pelo App FGTS até 31 de dezembro.

Informação foi confirmada neste sábado (8) por seu filho, o jornalista Diogo Mainardi. Enio foi responsável por campanhas de sucesso entre os anos 1970 e 1980. Enio Mainardi em entrevista ao 'Programa do Jô', em maio de 2013 Reprodução/TV Globo Morreu neste sábado (8), aos 85 anos, o publicitário Enio Mainardi, pai do jornalista Diogo Mainardi. A informação foi confirmada por Diogo em seu site, 'O Antagonista'. Segundo o jornalista, o pai estava internado com Covid-19. "Nosso último encontro foi em 26 de abril de 2019. Viajei a São Paulo com meu filho mais velho e deixei-o na casa de meu pai. Eles gravaram um vídeo juntos. É assim que vou recordá-lo – com esse amor exuberante", escreveu Diogo. Enio Mainardi nasceu em Pindorama (SP), em 24 de maio de 1935. Ele ganhou destaque na publicidade brasileira entre as décadas de 1970 e 1980, sendo responsável por campanhas de sucesso, como as das marcas Tostines e do extrato de tomate Elefante. O publicitário também é autor de dois livros: 'Nenhuma Poesia é Inocente' (2007) e 'O Moedor' (2013). Publicitário Enio Mainardi morre aos 85 anos de complicações da Covid-19

Entre as 19 oportunidades, têm funções de caseiro, pintor, salgadeiro, mestre doceiro, eletricista automotivo, ferreiro, técnico em refrigerações, entre outros. Entre as vagas, Sine Macapá tem oportunidade para doceiro Globo Repórter O Sistema Nacional de Emprego no Amapá (Sine-AP) oferta vagas de emprego em Macapá para esta segunda-feira (10). O atendimento ao público está suspenso na sede do órgão e os candidatos interessados devem encaminhar e-mail com currículo anexado. As inscrições e cadastros devem ser feitos pela internet, no e-mail [email protected] As vagas estão disponíveis apenas para o dia divulgado. O atendimento do Sine por e-mail já era feito para as empresas que ofertam as vagas e agora o órgão estendeu para os interessados em enviar currículos. A alternativa, que visa compensar o tempo em que o Sine ficou fechado, deve durar até o fim do decreto de isolamento. Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas, para segunda-feira: ajudante de carga e descarga de mercadoria almoxarife caseiro carpinteiro conferente de carga e descarga eletricista eletricista automotivo ferreiro mecânico florestal mestre de obra mestre doceiro montador de móveis pedreiro pintor promotora de vendas serralheiro salgadeiro técnico em eletrônica técnico em refrigeração automotiva vidraceiro Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá

Prato é uma boa pedida para servir na entrada de uma refeição. Receita é de Tatilene Lopes. Receita foi ensinada no Rondônia Rural. Abobrinha recheada com patê de ricota é receita do Rondônia Rural Rede Amazônica/Reprodução O Rondônia Rural deste domingo (9) ensinou como preparar uma receita de abobrinha recheada com patê de ricota. A receita é uma boa entrada para qualquer prato principal, segundo Tatilene Lopes, cozinheira que ensina o passo a passo. Ingredientes Para cozimento da abobrinha será necessário: uma colher de chá de Sal pimenta do reino a gosto folha de louro abobrinha (o quanto desejar cozinhar) Para o patê será necessário: queijo ricota fresco (340 g) uma folha de chicória duas folhas de rúcula sal a gosto uma xícara de leite uma xícara de creme de leite 100 ml de azeite castanha do Brasil a gosto (picadas) Modo do preparo do patê Abobrinha recheada com patê de ricota Adicionar todos os ingredientes líquidos no liquidificador, adicionar o queijo logo em seguida e bater até engrossar. Depois, tirar do liquidificador e adicionar as castanha picadas. Modo de preparo das abobrinhas Fazer pequenos cortes em formatos de copinhos, com boleador ou uma colher retirar o miolo deixando um fundo para não vazar o recheio. Logo após, colocar na água fervendo para dar uma leve cozida em seguida retirar colocar na água fria. Depois só rechear com o patê. Servir com uma salada mix de folhas. Colaborou*: Armando Júnior, da Rede Amazônica Rondônia.

Do total de R$ 509,9 bilhões em despesas autorizadas, R$ 275,1 bilhões foram efetivamente desembolsados, de acordo com painel Siga Brasil, do Senado. O governo federal desembolsou até o início de agosto R$ 275,14 bilhões para financiar as ações de combate ao novo coronavírus e de alívio dos reflexos da pandemia no país. Esse valor corresponde a 53,95% do total do orçamento de R$ 509,97 bilhões já autorizados para gastos relacionados à pandemia. Os números foram obtidos em consulta ao Siga Brasil, ferramenta mantida pelo Senado em que é possível acompanhar a execução orçamentária e que dispõe de um espaço com informações específicas sobre os gastos relacionados ao enfrentamento do coronavírus. A última atualização dos números foi em 5 de agosto. Liberação de saque do Auxílio Emergencial provoca filas nas agências de João Pessoa TV Cabo Branco/Reprodução De acordo com o Siga Brasil, a ação do governo com maior desembolso até o momento é o pagamento do auxílio emergencial, destinado a garantir renda a trabalhadores informais afetados pelas medidas de restrição adotadas visando desacelerar o contágio pela Covid-19. Até o dia 5 de agosto, haviam sido pagos R$ 167,6 bilhões direcionados ao auxílio emergencial, o que equivale a 60,93% do total dos gastos. Em segundo lugar está o auxílio financeiro do governo federal aos estados e municípios, cujo desembolso atinge R$ 30 bilhões, o equivalente a 10,93% do total desembolsado. Em 22 de julho, o Tribunal de Contas da União (TCU) concedeu 15 dias para o Ministério da Saúde explicar a estratégia de gastos no combate ao novo coronavírus. Até junho, a pasta gastou 29% do total aprovado. Relator do caso, o ministro Benjamin Zymler afirmou que há "baixa" execução dos recursos destinados ao ministério para combater a pandemia. O G1 procurou a assessoria do Palácio do Planalto para comentar a execução orçamentária das ações voltadas ao enfrentamento da pandemia e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem. Dados do Tesouro Nacional Os dados estão em linha com os números divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional, por meio do painel de monitoramento das despesas da União no combate à Covid-19 – instrumento que traz informações atualizadas diariamente. De acordo com painel do Tesouro Nacional, foram gastos R$ 275,9 bilhões pelo governo até este domingo (9), de um total de R$ 512 bilhões aprovados. O pagamento foi de 53,88% do total. A maior parte dos recursos está relacionada com auxílio emergencial, com despesas de R$ 167,65 bilhões - o equivalente a 65,9% de um total aprovado de R$ 254,4 bilhões. Já no auxílio financeiro aos estados e municípios, foram liberados R$ 39,94 bilhões, pouco mais da metade dos R$ 79,19 bilhões autorizados. O programa de crédito condicionado à manutenção do emprego, que terminou no fim de julho, porém, contou somente com R$ 3,91 bilhões gastos, do total de R$ 34 bilhões previstos (parte do governo). Parte da dotação autorizada (R$ 12 bilhões) foi direcionada ao Pronampe – linha de crédito para as micro e pequenas empresas que já se esgotou. Posição do governo Por meio de nota à imprensa, o Ministério da Saúde informou que a execução orçamentária destinada às ações de combate à Covid-19, no âmbito do Ministério da Saúde, foi executada em 72,8% até o momento. "Dos R$ 39 bilhões provisionados, mais de R$ 28 bilhões foram empenhados com o objetivo de garantir que não faltem recursos, leitos e todo o empenho para salvar vidas", acrescentou. Quando os valores são "empenhados", eles foram liberados para gastos. Entretanto, não quer dizer que as despesas já tenham sido feitas. De acordo com o governo, cerca de R$ 19 bilhões foram pagos em atendimento a ações para compra de medicamentos, EPIs, ventiladores, hospitais de campanha e estruturas de atendimento à população. "O recurso é distribuído em atendimento prioritário às demandas de estados e municípios seguindo todos os critérios técnicos, tais quais curva epidemiológica, parâmetros populacionais, capacidade instalada, e demandas ou necessidades específicas", informou o governo. 100 mil mortos No sábado (8), o Brasil superou a marca dos 100 mil mortos pela Covid-19, cerca de cinco meses após os registros oficiais dos primeiros casos do novo coronavírus no país. MEMORIAL DAS VÍTIMAS DE COVID-19 Segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, até as 8h deste domingo (9) o Brasil tinha 100.546 mortes por coronavírus confirmadas. O número é o dobro das vidas perdidas pela tropa brasileira na Guerra do Paraguai, segundo estimativas. Também é mais que o dobro do total de brasileiros que contraíram a gripe espanhola. Considerando todas as vítimas de acidentes aéreos do planeta nos últimos 60 anos, só no Brasil a Covid-19 matou três vezes mais. 100 mil mortes por Covid-19: Congresso e STF decretam luto
Agricultores possuem tecnologias para separar frutos de maior valor agregado, permitindo melhores negociações do produto e mais renda. Produtores de café de MG investem no tratamento de grãos para conseguir mais vendas O café é cultivado em mais de 250 mil propriedades rurais do Brasil, e a maior parte da atividade é composta por pequenos e médios agricultores. E para garantir uma boa renda, o cafeicultor precisa cuidar muito bem da qualidade do grão antes e depois da colheita. O provador de café da Cooperativa Agrária de Machado (Coopama), do Sul de Minas, explica o que um grão de qualidade deve oferecer. "Um café com qualidade é um café, doce, floral… um café frutado. É um café em que ele (produtor rural) soube trabalhar no terreiro, cuidou." Assista a todos os vídeos do Globo Rural No linguajar do campo, o café é um tipo de lavoura "manhosa", ou seja, daquela que se precisa prestar atenção do começo ao fim. Só que não basta tratar bem dos pés para ter um produto de qualidade. O cuidado com os grãos após a colheita é fundamental para não comprometer todo o trabalho de uma safra. Produtores antenados Cientes da importância desta etapa, os agricultores Arthur Moscofian Júnior e Alexandre Moscofian, pai e filho, vêm aprimorando cada vez mais o trato do café. “Hoje, o cafeicultor ganha dinheiro no pós-colheita, ele pode produzir pequena quantidade, grande quantidade, mas, se não tiver um pós-colheita de acordo, ele perdeu dinheiro”, explica Arthur. É com esse olhar empresarial que a família de Serrania passou a adotar como palavra de ordem "seleção", ou seja, separar os melhores frutos para o processamento dos grãos, e isso tem feito a diferença no produto final. Como é feito A propriedade conta com equipamentos que separa com precisão os grão: o cereja, que é o café maduro e que tem maior valor, o boia, que agrega frutos seco e levemente danificados, com preço intermediário, e o verde, colhido antes da hora e que vale menos. Com uma separação mais rigorosa, que seleciona o café em seus três níveis de maturação, as possibilidades de conseguir um mercado melhor aumentam. E com os grãos devidamente separados, o agricultor sabe para quem vender cada tipo e, assim, negociar valores mais altos. Depois da fase de separação, o café ainda vai passar por pelo menos mais uma etapa importante dentro da fazenda: a secagem. A secagem é vista como uma corrida contra o tempo pelo agricultor. Normalmente, o processo dura 18 dias, mas, com uso da tecnologia, esse prazo pode cair para 6 dias. Para acelerar a secagem do café no terreiro, desde o ano passado a fazenda da família Moscofian utiliza uma enzima produzida a partir da fermentação de dois fungos. É um tratamento biológico aplicado nos frutos, e serve tanto para o cereja, quanto para o boia e o verde. “Além de estimular a seca mais rápida, ela também cessa o processo daquela fermentação negativa, que é onde perderíamos a qualidade”, explica o administrador da propriedade, Nathan Martins. Para complementar o trabalho do terreiro, a propriedade conta com caixas de ventilação. O vento, seja ele quente ou frio, sobe através de dutos, passa pelo café e agiliza a secagem. Além da velocidade, os grãos ficam protegidos da chuva e do ataque de fungos. Investimento Alexandre Moscofian explica que a estrutura toda de beneficiamento não saiu barata, custou por volta de R$ 400 mil. Porém, afirma que dá para fazer algo parecido gastando menos, em torno de R$ 120 mil. “Lavador, em torno de R$ 30 mil. Duas caixas (de ventilação), sai em torno de R$ 25 mil, e a máquina de cor (que separa os frutos), em torno de R$ 35 mil a estrutura como um todo”, diz. Perguntado se é um investimento que se paga fácil, o agricultor afirma que, teoricamente, sim. Porém, cabe ao produtor rural conseguir vender melhor o café beneficiado. Outra sugestão é que grupos de produtores comprem em conjunto a estrutura. Diante de tanta tecnologia para garantir a qualidade do café, vale dizer que os investimentos da família no pós-colheita começaram há quase 15 anos. Uma mudança de conceito, algo que não havia sido visto pela gerações anteriores. “Nem pelo meu avô, nem pelo meu pai e, por muitos anos, nem por mim também. Eu sou engenheiro, queria saber de alta produtividade, mas quando fazia conta, não fechava, não tinha lucra. Então, para ter lucro, começamos a fazer um café diferenciado”, afirma Arthur.
Safra deve ser 25% menor em 2020, mas valor do quilo aumentou com queda da oferta e aumento do consumo. Produção de erva-mate cai no RS, mas preço compensa produtores A produção de erva-mate será menor no Rio Grande do Sul (RS), mas o preço tem compensado os produtores. O estado sofreu bastante com a estiagem e, por isso, deve colher 225 mil toneladas de erva este ano, 25% a menos do que em 2019. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Porém, os produtores estão recebendo R$ 1,20 pelo quilo da erva-mate, 50% a mais do que no ano passado. É que, além da queda na oferta, o consumo cresceu. Com a pandemia do coronavírus, o compartilhamento da cuia de chimarrão, um hábito dos gaúchos, diminuiu muito e isso está fazendo as pessoas comprarem mais erva.
No município de Sorriso, região norte do estado, a valorização do cereal tem gerado emprego e aumento de investimentos. Produção de milho movimenta economia de cidade do Mato Grosso A valorização e o aumento da produção de milho têm movimentado a economia do município de Sorriso, no médio norte de Mato Grosso (MT), maior produtor do cereal do país. Mesmo em meio à pandemia de Covid-19, crescem os investimentos e as vagas de emprego na região. Nos últimos 5 anos, o milho passou a ocupar uma área quase 30% maior na cidade, demandando mais gente no campo. Em época de colheita, por exemplo, são gerados cerca de 2.500 empregos diretos nas fazendas e na agroindústria. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Além disso, a safra do cereal injeta em torno de R$ 60 milhões na economia de Sorriso. Neste ano, a safra deve bater recorde, com previsão de uma colheita de 3,5 milhões de toneladas, crescimento de 5% em relação à última colheita. Um dos beneficiados desta expansão é Matheus Teixeira do Nascimento, que trocou um emprego em uma borracharia para trabalhar em uma fazenda de milho da cidade. "Na borracharia, eu ganhava uns R$ 1.200 por mês, mas não dava para fazer nada. Aqui eu ganho uns R$ 2.500 por mês e tem alojamento, comida, almoço, janta, tudo...muito melhor", diz Matheus. Agroindústria Além das fazendas, novas vagas também surgem nas indústrias que processam o milho. Por conta da pandemia, uma fábrica de etanol de Sorriso passou a produzir álcool 70% e, para isso, teve que contratar 12 pessoas. Uma delas foi a Larissa Bianca, que, após ficar por dois meses desempregada, ocupou uma das vagas como encarregada de produção. A usina que ela trabalha opera desde 2015 e, de lá para cá, já ampliou em 17 vezes a sua capacidade de produção de etanol. A empresa faz a moagem de 210 toneladas de milho por dia, o que resulta em 85 mil litros de etanol, além de 45 toneladas de DDG - um composto usado para alimentar animais. "A demanda por combustível e proteína é grande. Uma das principais atrações é a verticalização do produto primário. Você pegar a matéria-prima, o milho no caso, e transformar isso em proteína, em energia, em etanol, óleo e geração de energia... um produto com energia renovável", diz Adriano Soriano, engenheiro responsável pela usina. Investimentos Em uma outra propriedade de Sorriso, parte do lucro com a comercialização do milho foi investida em um barracão para armazenar grãos, sementes e máquinas. "A gente acaba construindo, lógico, para melhorias na fazenda, né? Esses investimentos têm que acontecer", diz o agricultor Sérgio Esteves. Já na empresa de Pedro de Moraes Filho, a demanda cresceu tanto, que ele está construindo um novo silo que terá capacidade para estocar mais 100 mil toneladas de grãos. São mais de R$ 19 milhões investidos na construção, sem nenhum financiamento. "É o crescimento do mercado de milho e a reserva que nós vínhamos fazendo durante todos esses anos, para chegar nesse momento e construir essa nova obra", diz Pedro.
Publicação da Universidade Federal de Viçosa ajuda o agricultor. Veja como baixar. Saiba como fazer o controle das finanças da propriedade Nesses tempos de pandemia, tem muito agricultor revendo os gastos para fechar as contas da propriedade. E, para auxiliar estes produtores rurais, a Universidade Federal de Viçosa, de Minas Gerais, criou a publicação “Controle e planejamento financeiro para agricultura familiar”. O livro traz noções de contabilidade para fechar o caixa no positivo. Para baixar a publicação, clique aqui.
Indústria paga até R$ 10 a mais pelo 'padrão China' do que por um boi comum. Tipo se diferencia por ser jovem, com 30 meses de vida, sem doenças ou restrições veterinárias. Produtores investem em boi 'padrão China' com mercado pagando mais pela arroba Produtores do Centro-Oeste estão investimento mais no boi "padrão China", já que o mercado tem pago mais pela arroba dele do que por um boi comum. O boi 'padrão China' é, em linhas gerais, um animal jovem, sem doenças ou restrições veterinárias, com no máximo até quatro dentes e 30 meses de vida. Segundo criadores de gado, a indústria paga até R$ 10 a mais pela arroba do 'padrão China' do que pelo boi comum. Isso significa que um boi 'padrão China' de vinte arrobas vale R$ 200 a mais. Assista a todos os vídeos do Globo Rural "A vantagem de produzir esse animal jovem, que é destinado ao mercado chinês, é que você encurta o tempo do animal na sua fazenda, aumenta sua receita, aumenta seu fluxo de caixa na sua fazenda e você antecipa o abate em torno de um ano com o animal confinado", diz o pecuarista de Mundo Novo, em Goiás. "Se o animal não fosse confinado, ele iria morrer só no ano seguinte, no final das águas, talvez com menos peso do que ele saiu do confinamento e você não teria nenhuma bonificação por isso. O animal confinado tem uma terminação de carcaça superior e consegue os prêmios que a indústria oferece", acrescenta.
Área cultivada teve redução de 5%. Pandemia de Covid-19 foi decretada na época do plantio da fruta, em março. Colheita de morango no DF será menor este ano com pandemia e dólar alto A safra de morango no Distrito Federal (DF) será menor este ano, diante da pandemia e do dólar alto. A estimativa é que o DF produza 6,400 mil toneladas de morango em 160 hectares. Houve uma redução de pelo menos 5% na área cultivada. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Um dos motivos para isso é que a pandemia do coronavírus foi decretada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) bem na época do plantio do morango, em março. "Quando começou a pandemia, a gente ficou com medo de não conseguir vender a mercadoria, porque a mercadoria estava voltando, né?, diz o produtor Renato, em Brazlândia. Além disso, na época de plantio, o dólar chegou a bater quase R$ 6, o que encareceu o cultivo, segundo a Emater. Algumas das cultivares de morango que o produtor planta são dolarizadas e muitos insumos são importados.
Produtores do estado esperam que a produção seja 76% maior do que em 2019, porém algumas regiões não chove há mais de um mês. Paraná se prepara para colher safra maior de trigo este ano, mas seca preocupa Produtores do Paraná esperam colher 3,700 milhões de toneladas de trigo neste ano, quantidade 76% maior do que em relação ao ano passado. Com o bom desempenho nas lavouras, 15% da produção de trigo estimada já foi vendida, e a saca de 60 quilos está na média de R$ 60, preço 25% mais elevado do que em agosto de 2019. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Mas, apesar do otimismo, produtores estão preocupados com a estiagem. Em algumas regiões do Paraná, não chove há mais de um mês. "É uma cultura que não necessita de muita chuva no decorrer do período, porém, em determinadas fases, precisa, sim, para que ela tenha um bom arranque", diz o economista da Deral/Seab, Vicentini Esser.
Veja como obter informações das empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Após a reabertura do comércio em SP, alguns negócios faturam e outros lutam para sobreviver Espaço Hibisco Avenida Dr. Cardoso de Melo, 1645 - Vila Olímpia São Paulo/SP– CEP: 04548-005 Telefone: (11) 3586.4384 E-mail [email protected] Notebook Repair Rua Santa Ifigênia, 15 – Loja 15 D – Santa Ifigênia São Paulo/SP – CEP: 01207-000 Whatsapp: (11) 95942.5507 E-mail: [email protected] Redes Sociais: https://www.facebook.com/noterepair/ https://www.instagram.com/notebookrepairstaefigenia/ Shopping Century Rua Santa Ifigênia, 15/21 - Santa Ifigênia São Paulo/SP - CEP: 01207-001 Telefone: (11) 3315-9032 (Administração) E-mail: [email protected] FecomercioSP Rua Doutor Plínio Barreto, 285 - Bela Vista São Paulo /SP - CEP: 01313-020 Telefone: (11) 3254-1700 www.fecomercio.com.br Redes Sociais: www.twitter.com/fecomercio www.facebook.com/fecomercio www.instagram.com/fecomerciosp/ Veja a reportagem: Pai e filho se unem para salvar empresa da família e faturamento do negócio aumenta em 80% CENTER PANOS – UNIDADE PAULÍNIA Av. Brasília, 7 - Santa Cecília (Centro) Paulínia / SP – CEP: 13140-344 Telefone: (19) 3933-3888 Whatsapp: (19) 98726.0383 E-mail: [email protected] Facebook: www.facebook.com/pauliniacp Instagram: www.instagram.com/centerpanospaulinia www.institucional.centerpanos.com.br Veja a reportagem: Startup brasileira lança spray que elimina o coronavírus de roupas Visto.Bio https://visto.bio/ Instagram: @visto.bio UMA | Raquel Davidowicz Rua Girassol, 273 - Vila Madalena São Paulo / SP - CEP: 05433-000 Telefone: (11) 3813-5559 email: [email protected] www.uma.com.br Facebook: www.facebook.com/UMAbrasil Instagram: www.instagram.com/umabrasil/ Veja a reportagem: Empresa cria tapete para higienizar sapatos LOJA LAGUNA Telefone: (11) 4375-4744 Whatsapp: (11) 97057-3803 Facebook: www.facebook.com/lojalaguna Instagram: www.instagram.com/laguna.corp www.lojalaguna.com.br Veja a reportagem: Programa de empréstimos sem juros salva negócio de estilista B.for Rua: Ricardo Landmann,490, Santo Antônio Joinville/SC Telefone: (47)98823-2012 www.bfor.com.br Redes sociais: @b.fortees Veja a reportagem: Empresa cria álcool gel para pets eficaz contra o coronavírus CAT MY PET Telefone: (11) 2507-9325 Whatsapp: (11) 98532-0106 www.catmypet.com Instagram: www.instagram.com/catmypet Facebook: www.facebook.com/catmypet INSTITUTO PET BRASIL Av. Paulista, 1159 - 10º andar - Sala 1016 - Bela Vista São Paulo / SP – CEP: 01311-200 Telefone: 5034-6974 www.institutopetbrasil.com
O produto, certificado pela Anvisa, leva álcool de cereais e um agente germicida que é eficaz contra o coronavírus. Empresa cria álcool gel para pets eficaz contra o coronavírus Os donos de pet se depararam com um problema quando o coronavírus chegou: como fazer a limpeza dos bichos de estimação depois de um passeio e evitar que eles possam transmitir a doença, sem causar problemas para o animal? Uma empresa do setor foi atrás de uma resposta – encontrou: um álcool gel especial para animais de estimação. O produto faz parte de uma linha lançada pela empresa especializada no mercado pet. Com a pandemia, eles criaram em março um programa de adoção para gatos abandonados e faziam lives para promover a campanha. “Foi através dessas lives, dos relatos dos veterinários, que falavam que todos os dias chegavam inúmeros pets intoxicados devido à higienização errada, que a gente acabou desenvolvendo essa solução que é uma linha de álcool gel pra pets”, conta a empresária Agnes Cristina. Os produtos, certificados pela Anvisa, levam álcool de cereais, o mesmo usado em cosméticos, desodorantes e essências, e não o etílico, utilizado no álcool gel tradicional. O principal componente é um agente germicida usado em enxaguantes bucais. “É esse agente germicida que tem a eficácia de matar bactérias, vírus, todo os germes que entram em contato com o animal, inclusive a Covid”, explica a veterinária e farmacêutica Pauta Traldi. Agnes Cristina explica que a linha é composta por três produtos: “Um produto que é específico pro animal, um produto que é específico pro tutor e outro pra casa deles. Então, é uma solução completa: a do animal pode ser lambida, a da casa seca super rápido e a do tutor ainda tem uma questão de hidratação pras mãos”. Mesmo com a pandemia, a maioria dos setores do segmento pet registrou crescimento no primeiro trimestre de 2020. No comércio eletrônico, a alta foi de 65%. No de pet care, do qual faz parte a linha, o aumento foi de 7%. A aposta da empresa foi certeira, apesar de ter sofrido no início da crise. “A gente teve queda porque o nosso foco é acessórios, então a gente caiu o faturamento, mas depois com esse linha pet a gente recuperou e aumentou em 60% o faturamento”, conta o empresário Diogo Petri. Os produtos são vendidos em pet shops e no site da empresa. CAT MY PET Telefone: (11) 2507-9325 Whatsapp: (11) 98532-0106 www.catmypet.com Instagram: www.instagram.com/catmypet Facebook: www.facebook.com/catmypet INSTITUTO PET BRASIL Av. Paulista, 1159 - 10º andar - Sala 1016 - Bela Vista São Paulo / SP – CEP: 01311-200 Telefone: 5034-6974 www.institutopetbrasil.com
Microempreendedora individual de Joinville, em Santa Catarina, precisava de apenas R$ 3 mil para salvar o negócio. Programa de empréstimos sem juros salva negócio de estilista A crise provocada pelo coronavírus fez muito pequeno empreendedor perceber a importância de ter capital de giro. Uma microempreendedora individual de Joinville, em Santa Catarina, precisava de apenas R$ 3 mil para tocar o negócio. E foi atrás. Bruna Teixeira Corrêa Blasius é estilista e microempreendedora individual. Ela trabalhou 10 anos para a indústria têxtil. Em 2015, montou uma marca própria de roupas femininas, com pedrarias, bordadas e frases motivacionais. Largou o emprego um ano depois e começou a faturar entre R$ 3 mil e R$ 4 mil por mês. Até chegar a pandemia. “Minha receita caiu 60% em março e pensei em alternativas atrás de várias estratégias para me reerguer”, conta. Bruna tinha que pagar costureiras terceirizadas, a aplicação do silk screen, fornecedores. A reserva de R$ 1 mil não foi suficiente. Fazendo as contas, Bruna precisava de apenas mais R$ 3 mil para quitar o restante das dívidas e assim não fechar o negócio. Ela recorreu a ajuda emergencial do Governo Federal e não conseguiu. A solução veio de uma Organização Não Governamental criada pelo programa Crédito de Confiança. “Fui atrás de empréstimo do Banco Empreendedor de Santa Catarina. Aqui estão fazendo esse empréstimo pra ajudar MEIs a juro zero. Fiz empréstimo de R$ 3 mil pra quitar dívidas e investir na coleção de verão. E pagar boletos e contas”, explica Brua. Com as contas pagas, Bruna não parou. Procurou soluções para alavancar as vendas. Contratou o serviço de uma profissional de marketing digital, aumentou sua presença em redes sociais e fez parcerias com blogueiras para divulgar a marca. Ela também colocou as roupas para venda em marketplaces. E entrega sem custo na cidade onde mora. O resultado se transformou em boas vendas, tanto que aumentou o faturamento em 10% do que vendia antes da pandemia. Com a flexibilização do isolamento, Bruna já atende em casa com hora marcada. Mas 90% das vendas ainda são online. Ela também transformou o site num e-commerce. B.for Rua: Ricardo Landmann,490, Santo Antônio Joinville/SC Telefone: (47)98823-2012 www.bfor.com.br Redes sociais: @b.fortees
Primeiro, a pessoa pisa em uma parte úmida que tem sanitizante para limpar a sola. Depois, seca em um outro tapete e entra no ambiente de sapato limpo. Empresa cria tapete para higienizar sapatos Nos tempos de prevenção do coronavírus, uma empresa de Barueri, na Grande São Paulo, criou um tapete que higieniza sapatos. O tapete é 2 em 1. Primeiro, a pessoa pisa em uma parte úmida que tem sanitizante para limpar a sola. Depois, seca em um outro tapete e entra no ambiente de sapato limpo. A empresa fabricava produtos de polietileno para companhias aéreas e academias. Com a crise, o faturamento caiu 90%, segundo um dos sócios. “Fomos pra um segmento na área de sanitização. Tentamos unir a ideia da empresa com um produto inteligente pra essa época”, afirma o empresário Peter Klaus Gessert. A empresa investiu R$ 250 mil reais para fazer protótipos e novas formas. E usa o mesmo equipamento de rotomoldagem. As bases do tapete têm talas antiderrapantes. A grama sintética é feita com cerdas especiais para limpeza. É nessa grama que antes do uso, o cliente coloca uma mistura de água com desinfetante. “Tínhamos 15 clientes com muito faturamento. Agora, são 500, mil, dois mil clientes. Todo mês tem mais. Os clientes que já compraram estão recomprando, mas sempre tem dois, três mil clientes novos por mês querendo nossos produtos”, explica Peter. Os tapetes são vendidos pelo site e WhatsApp em três tamanhos e custam de R$ 120 a R$ 300. LOJA LAGUNA Telefone: (11) 4375-4744 Whatsapp: (11) 97057-3803 Facebook: www.facebook.com/lojalaguna Instagram: www.instagram.com/laguna.corp www.lojalaguna.com.br
O teste feito no laboratório da Unicamp, credenciado da Anvisa, mostra que o spray inibe 99,9% do vírus a partir do primeiro minuto de contato. Startup brasileira lança spray que elimina o coronavírus de roupas Uma startup brasileira lançou um spray que elimina o coronavírus de roupas. É uma solução que dá segurança ao consumidor e evita o desperdício de água com lavagem constante de roupas. O ritual já é conhecido: álcool gel, tapete higiênico, luvas e medição de temperatura. Na hora de provar a roupa, em uma loja em São Paulo, tem mais uma novidade: um spray que elimina o coronavírus. O spray antisséptico foi criado por uma startup de São Paulo, que já tinha lançado em 2014 um outro produto que evita o cheiro de suor nas roupas. A produção é feita em Santa Catarina. A tecnologia foi desenvolvida pelo empresário Renan Serrano. “A gente tem patente que foi comprovada internacionalmente, que nossa formulação previne contra a proliferação de micro-organismos, bactérias nocivas e fungos também. Então, o que fizemos foi melhorar a formulação, trazer ativos que garantam maior segurança pro usuário”, explica o empresário Renan Serrano. O teste feito no laboratório da Unicamp, credenciado da Anvisa, mostra que o spray inibe 99,9% do vírus a partir do primeiro minuto de contato. O spray que inativa o coronavírus de roupas foi selecionado entre as cinco melhores soluções no desafio Pandemic Challenge da Singulary University, nos Estados Unidos. Ele pode ser comprado pelo site da startup por R$ 150. O frasco rende 200 aplicações, dá segurança e ajuda a economizar água. “Sempre que saio, separo a roupa e boto para lavar. Aí a gente mantém proteção e economiza água, porque não preciso lavar roupa sempre que sair”, fala a cliente Tatiana Kauffmann. Visto.Bio Site: https://visto.bio/ Instagram: @visto.bio UMA | Raquel Davidowicz Rua Girassol, 273 - Vila Madalena São Paulo / SP - CEP: 05433-000 Telefone: (11) 3813-5559 E-mail: [email protected] Site: www.uma.com.br Facebook: https://www.facebook.com/UMAbrasil Instagram: https://www.instagram.com/umabrasil/
Filho do dono levou o mundo digital para dentro da loja de material para artesanato, que não tinha qualquer tipo de operação online. Pai e filho se unem para salvar empresa da família e faturamento do negócio aumenta em 80% Neste Dia dos Pais, uma família dona de um negócio no interior de São Paulo tem uma razão a mais para comemorar. Com a pandemia, pai e filho se uniram para salvar a empresa. César Pietrobom é dono de uma franquia de material para artesanato. Ele está no ramo de tecidos há 14 anos, junto com a mulher. Mas há quatro meses, dá expediente em casa. “Dia 19 de março, eu afastei definitivamente da loja, que eu sou transplantado, a minha imunidade é baixa, eu tomo imunossupressor”, conta César. A loja, em Paulínia, interior de São Paulo, fechou no começo da quarentena. A família enfrentava o drama de manter o faturamento sem atendimento, como milhões de empresários. “Então o meu filho Ítalo falou: ‘pai, vou dar uma força pra você na loja’. Então nós decidimos que ele ia começar a ajudar assumir a loja no meu lugar”. Ítalo é o filho mais novo do casal. Ele é arquiteto de 27 anos e chegou para transformar o negócio. Ítalo levou o mundo digital para dentro da loja, que não tinha qualquer tipo de operação online. “O meu pai, como não é um grande fã de redes sociais, ele tinha um pé atrás. Mas aí conversamos, implementamos e arriscamos, tínhamos que arriscar. Porque ou era isso ou era nada”, diz o empresário Ítalo Pietrobom. A empresa passou a se comunicar com os clientes por aplicativos de mensagem, investiu em divulgação pelas redes sociais, criou logística para separar pedidos e fazer entregas. Resultado da transformação digital liderada pelo Ítalo: hoje, mesmo com a loja física reaberta, as vendas online representam cerca de 40% do faturamento do negócio. Agora, o Ítalo trabalha, junto com a mãe, dona Roberta. O jovem também propôs a diversificação dos produtos: a loja passou a vender tecido antiviral e outros materiais para confecção de máscaras. O resultado dessa verdadeira revolução foi que, em junho, o faturamento do negócio subiu 80% em relação ao mesmo mês do ano passado. Agora, os jantares da família Pietrobom viraram reuniões de trabalho para discutir o futuro da empresa. E hoje, é dia de comemoração dupla. “Um dia para comemorar o Dia dos Pais, e um dia para comemorar a união da família em torno de um negócio”, celebra Ítalo. CENTER PANOS – UNIDADE PAULÍNIA Av. Brasília, 7 - Santa Cecília (Centro) Paulínia / SP – CEP: 13140-344 Telefone: (19) 3933-3888 Whatsapp: (19) 98726.0383 E-mail: [email protected] Facebook: www.facebook.com/pauliniacp Instagram: www.instagram.com/centerpanospaulinia Site: www.institucional.centerpanos.com.br
Dona de restaurante preferiu não abrir as portas por causa da baixa clientela. Já as lojas de manutenção de computadores viram crescer o número de clientes. Após reabertura do comércio em SP, alguns negócios faturam e outros lutam para sobreviver De um lado, lojas fechadas ou com poucos clientes. De outro, ruas lotadas com o consumidor disputando espaço. Dois meses depois da reabertura do comércio em São Paulo, o PEGN foi ver por que alguns negócios estão faturando e outros lutam para sobreviver. Por todo lado, a gente se depara com um imóvel comercial fechado em São Paulo. São empresas que não conseguiram se manter durante a crise e entregaram os pontos. “O índice de intenção de consumo das famílias atingiu o menor patamar desde 2010. Pessoas estão insatisfeitas com emprego e isso prejudica a retomada do consumo, porque segurança é o que movimenta o consumo”, explica o assessor econômico da FecomercioSP, Guilherme Dietze. As cadeiras suspensas em um restaurante por quilo são a imagem da crise. A dona, a empresária Tereza Dias, está à frente do negócio há 24 anos, na Vila Olímpia, região nobre de São Paulo. Ela atendia 320 pessoas por dia. Para reabrir o restaurante depois da quarentena, Tereza teria custo de R$ 50 mil por mês. Decidiu manter fechado. “Não compensa, não tem como, é um passo para quebrar. Um passo para falência. Se abrir nessa situação, é passo para falência”, explica a empresária. Tereza vendeu o carro e pegou R$ 30 mil emprestados para pagar as contas. Só de IPTU, são R$ 28 mil por ano. Home office Com o pessoal usando mais os computadores de casa, disparou a procura por manutenção desses equipamentos. Na Rua Santa Ifigênia, a famosa rua de eletrônicos de São Paulo, Nilson Coelho tem uma lojinha de conserto de computadores há nove anos. Nunca trabalhou tanto. “Assim que voltou da quarentena, explodiu. Nem almoço mais”, conta. O shopping onde fica a loja do Nilson registrou aumento no conserto de todos os equipamentos. “A gente tem percebido que serviço de celular, notebook, acessórios para games, tem uma procura um pouco maior. As pessoas estão trabalhando com casa. Procuram câmera do Youtube, luz, microfone. Isso está todo dia procurando muito por conta dos encontros online”, diz a administradora do shopping, Caroline Ramos. Olhando a multidão comprando, daria até para pensar que não tem crise. Mas é o contrário, o movimento pode ser justamente reflexo da crise. A queda da renda e o empreendedorismo por necessidade estão empurrando muita gente ao comércio popular. Tem lojistas de todo o país que vão até a cidade de São Paulo comprar produtos baratos para revender nas suas cidades. A pessoa, por não achar emprego, busca produtos baratos para revender e fazer dinheiro. Famílias que compravam em shopping, agora com diminuição da renda, buscam o comércio popular. Espaço Hibisco Avenida Dr. Cardoso de Melo, 1645 - Vila Olímpia São Paulo/SP– CEP: 04548-005 Telefone: (11) 3586.4384 E-mail [email protected] Notebook Repair Rua Santa Ifigênia, 15 – Loja 15 D – Santa Ifigênia São Paulo/SP – CEP: 01207-000 Whatsapp: (11) 95942.5507 E-mail: [email protected] Redes Sociais: https://www.facebook.com/noterepair/ https://www.instagram.com/notebookrepairstaefigenia/ Shopping Century Rua Santa Ifigênia, 15/21 - Santa Ifigênia São Paulo/SP - CEP: 01207-001 Telefone: (11) 3315-9032 (Administração) E-mail: [email protected] FecomercioSP Rua Doutor Plínio Barreto, 285 - Bela Vista São Paulo /SP - CEP: 01313-020 Telefone: (11) 3254-1700 Site: www.fecomercio.com.br Redes Sociais: www.twitter.com/fecomercio www.facebook.com/fecomercio www.instagram.com/fecomerciosp/

Espécies passam por processo de readaptação à natureza. Casal transforma área em refúgio para animais silvestres em Lins Reprodução/TV TEM Ivan Tadeu Antunes e Cristiene Antunes são médicos e, além de tratar de pessoas, gostam de cuidar da natureza. Eles transformaram uma fazenda no município de Lins (SP) em um paraíso para animais silvestres. O projeto começou há cerca de 20 anos com o plantio de algumas espécies de árvores nativas. Hoje, a Estância Natureza tem mais de 10 mil árvores e abriga tamanduás, tatus, capivaras, veados e, principalmente, aves. Ivan conta que a área era usada exclusivamente para pastagem de gado. Eles fizeram o enriquecimento florestal, plantando também árvores frutíferas para atrair os animais. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 09/08/2020) Casal transforma área em refúgio para animais silvestres em Lins A fazenda recebe até 200 pássaros por vez. Eles são trazidos de centros de triagem de Botucatu, Barueri e do Parque Ecológico do Tietê (SP). O local tem 26 bebedouros e 23 comedouros, que são abastecidos com frutas e sementes. Cada ave que chega ao local tem uma história. Muitas foram vítimas de acidentes nas estradas, foram mantidas em cativeiro ou, até mesmo, foram vítimas de maus-tratos. O processo de reabilitação pode levar meses. A tenente da Polícia Militar Ambiental Ana Paula Arruda explica que tudo é feito com autorização do Ibama e as aves são monitoradas após a soltura. Esse momento do retorno à natureza é sempre um dos mais esperados. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo

Produção inclui vegetais de diferentes cores, formatos e tamanhos. Agricultor planta hortaliças para restaurantes de alta gastronomia Reprodução/TV TEM A beleza da paisagem rural no sítio de Ubaldo Angelin, em Piedade (SP), ganha um atrativo a mais nos canteiros destinados às hortaliças. São vegetais um pouco diferentes daqueles que encontramos em feiras e supermercados. A produção inclui cenouras roxas, brancas e violetas. Algumas têm o formato redondo. No local também tem berinjela redonda e branca, conhecida como berinjela ovo. No total, são cerca de 15 variedades de hortaliças. Algumas plantações ficam em estufas. É o caso das abóboras, que são amarelinhas e bem pequenas. As beterrabas de diferentes cores chamam a atenção. Quem não se surpreende com uma que é alaranjada por fora e amarela por dentro, ao contrário do roxo tradicional? No espaço dos tomates e das pimentas também há bastante variedade. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 09/08/2020) Agricultor planta hortaliças para restaurantes de alta gastronomia Manter uma produção assim exige custos maiores. Um dos principais gastos é com as sementes, que precisam ser importadas. O engenheiro agrônomo Alfredo Watanabe explica que os cuidados são redobrados para evitar o ataque de pragas e doenças e reduzir ao máximo o uso de defensivos. Depois de colhidos, os vegetais são higienizados e separados. A produção é preparada de acordo com os pedidos dos chefes de cozinha. A produção abastece restaurantes renomados da capital paulista. Nos últimos meses, Ubaldo, como muitos pequenos produtores, sentiu o impacto da pandemia, que obrigou o fechamento de restaurantes. Daqui para a frente, a ideia é tentar se recuperar à medida que os estabelecimentos forem voltando às suas atividades. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo
Medidas darão US$ 400 adicionais por semana a dezenas de milhões de norte-americanos, de acordo com o presidente norte-americano. Presidente Trump assina decretos para estimular economia dos EUA O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou neste sábado (8) uma série de decretos para oferecer alívio econômico adicional aos norte-americanos atingidos pela pandemia do coronavírus depois que seus negociadores não conseguiram chegar a um acordo com o Congresso. Trump disse que as medidas darão US$ 400 adicionais por semana a dezenas de milhões de norte-americanos que ficaram desempregados durante uma crise de saúde que deixou mais de 160.000 mortos no país, menos do que os US$ 600 aprovados anteriormente. Desemprego nos EUA recua para 10,2% em julho, mas criação de vagas perde força Algumas das medidas podem ser contestadas na Justiça, já que a Constituição dos Estados Unidos dá autoridade ao Congresso sobre os gastos federais. "Este é o dinheiro de que precisam, é o dinheiro que desejam, é um incentivo para voltar ao trabalho", disse Trump sobre a extensão do pagamento por desemprego. Os republicanos argumentam que manter os pagamentos no nível anterior, mais alto, teria sido um desincentivo para os norte-americanos desempregados tentarem voltar ao trabalho, embora vários economistas, incluindo alguns do Federal Reserve, rejeitem essa afirmação. Trump também disse que suspenderá a cobrança de impostos sobre a folha de pagamento, que financiam a Previdência Social e outros programas federais, uma ideia que ele levantou várias vezes, mas foi rejeitada pelos democratas e seus próprios republicanos no Congresso.

Volume saltou de 2,471 milhões de toneladas para 3,915 milhões de toneladas. Em sete meses de 2020, estado já exportou 3,915 milhões de toneladas de soja Anderson Viegas/G1 MS De janeiro a julho de 2020, Mato Grosso do Sul exportou 3,915 milhões de toneladas de soja. O volume representa um incremento de 58,42% frente aos 2,471 milhões de toneladas vendidas para o exterior no mesmo período de 2019. Os dados são do Ministério da Economia. Segundo o ministério, a soja é o principal produto em receita exportado por Mato Grosso do Sul nestes sete meses de 2020. A sua comercialização resultou em uma receita de US$ 1,316 milhão. A oleaginosa “made in MS” foi vendida este ano para 14 países, mas o grande comprador é a China. O país asiático comprou 3,158 milhões de toneladas, volume que representa 80,66% do total embarcado pelo estado. Dados da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS) apontam que entre os dados de 2020, os números de julho, comparados com o mesmo mês de 2019, são ainda melhores. O incremento nas vendas neste recorte na estatística é de 128,7%, com o volume exportado saltou de 236,1 mil toneladas para 540,1 mil toneladas. “Podemos considerar questões de política externa para concretizarmos esses avanços nas exportações, só que mais importante é considerar a eficiência do agricultor brasileiro, que tem conseguido investir de maneira correta para apresentar volume e a qualidade esperada pelos mercados”, analisou o presidente da Aprosoja/MS, André Dobashi.

Companhia confirmou que deve vender toda a sua participação na Braskem. A Odebrecht iniciou atos preparatórios para estruturar um processo de alienação privada de até a totalidade de sua participação na Braskem, empresa da qual é controladora, informou a Braskem em um comunicado. Logo da Odebrecht Paulo Whitaker / Reuters "A Braskem S.A. ... vem comunicar aos seus acionistas e ao mercado em geral que recebeu, nesta data, correspondência enviada por sua acionista controladora, Odebrecht S.A (“ODB”), informando que, em cumprimento a compromissos assumidos com credores concursais e extraconcursais, a ODB deu início aos atos preparatórios para estruturar um processo de alienação privada de até a totalidade da participação de sua titularidade na Companhia", disse a Braskem em comunicado enviado na noite de sexta-feira (7). Segundo o comunicado, a Odebrecht adotará "as providências necessárias para organizar um processo dessa natureza, com o apoio de assessores legais e financeiros". Em julho, a justiça homologou o processo de recuperação judicial da Odebrecht e de outras 11 empresas do grupo.

Malieni entrou no BB aos 15, como aprendiz, e teve uma carreira de 35 anos na instituição, tendo sido vice-presidente em algumas áreas e presidente da empresa de planos de previdência privada aberta do banco, a Brasilprev. Walter Malieni, em foto de fevereiro de 2019 Felipe Rau/Estadão Conteúdo/Arquivo O Banco do Brasil anunciou na sexta-feira (7) o falecimento de seu vice-presidente de Negócios de Atacado, Walter Malieni. "Com grande tristeza, o Banco do Brasil comunica o falecimento do vice-presidente de Negócios de Atacado, Walter Malieni Junior, ocorrido nesta data, em São Paulo", afirmou o banco em nota, sem mencionar detalhes. Malieni entrou no BB aos 15, como aprendiz, e teve uma carreira de 35 anos na instituição, tendo sido vice-presidente em algumas áreas e presidente da empresa de planos de previdência privada aberta do banco, a Brasilprev. Ele era graduado em economia pela Universidade Mackenzie e tinha feito cursos de pós no IBMEC, na USP e no próprio Mackenzie. Além de ser vice-presidente, também foi do conselho de diversas empresas ligadas ao Banco do Brasil, como o Banco Patagônia e a Brasilprev, e da BRF. Walter Malieni, em foto de fevereiro de 2019 Felipe Rau/Estadão Conteúdo/Arquivo Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal, divulgou uma nota em que lamenta a morte. "Recebi com tristeza a notícia da morte do vice-presidente do Banco do Brasil Walter Malieni. Em nome de todos os colaboradores da Caixa, expresso meus sentimentos aos seus familiares e amigos." André Brandão será o próximo presidente do Banco do Brasil. Ele está de saída do HSBC e vai substituir Rubem Novaes.
Programa mostra como cafeicultores de Minas Gerais estão investindo na qualidade do produto. E mais notícias do campo. Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (09/08/2020) O Globo Rural deste domingo (9) mostra como cafeicultores de Minas Gerais estão investindo na qualidade do produto. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Tem ainda a riqueza gerada pelo milho em Mato Grosso, a colheita da erva mate no Rio Grande do Sul, pecuaristas ganhando mais para vender bois para a China e mais notícias do campo. Não perca! A partir das 8h30.

Serão liberados saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial para trabalhadores nascidos até abril e do crédito do FGTS para nascidos em fevereiro. A Caixa Econômica Federal (CEF) libera neste sábado (8) saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial e do saque emergencial de até R$ 1.045 do FGTS. Para fazer o pagamento desses valores, 770 agências estarão abertas das 8h às 12h. Clique aqui para ver a lista de agências. Serão liberados neste sábado saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial para 3,8 milhões de beneficiários do programa nascidos em abril e que estão nos lotes 1 a 5. Saques e transferências também serão liberados para 381 mil beneficiários nascidos entre janeiro e abril e que estão entre os que tiveram o pedido liberado no último dia 3: beneficiários do sexto lote; e do primeiro lote, que receberam a primeira parcela em abril mas tiveram os pagamentos suspensos. Os saques e transferências para os trabalhadores desses grupos nascidos em maio serão liberados apenas na quinta (13). Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Também terão saques e transferências liberados os trabalhadores nascidos em fevereiro, que tiveram o depósito de até R$ 1.045 do FGTS feito em poupança social digital do banco no último dia 6 de julho. Todos já podiam usar os recursos para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual.(veja nos calendários mais abaixo). VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTE SÁBADO: AUXÍLIO EMERGENCIAL Trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, poderão sacar ou transferir: Nascidos em abril: - aprovados no primeiro lote poderão sacar a terceira e a quarta parcelas; - aprovados no segundo lote poderão sacar a segunda e a terceira parcelas; - aprovados no terceiro e quarto lotes poderão sacar a segunda parcela; - aprovados no quinto lote poderão sacar a primeira parcela Nascidos de janeiro a abril - aprovados no sexto lote poderão sacar a primeira parcela - aprovados no primeiro lote, mas que tiveram o benefício suspenso, poderão sacar a terceira e quarta parcelas Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. SAQUE EMERGENCIAL DO FGTS Poderão sacar ou transferir: Trabalhadores nascidos em fevereiro que tiveram o crédito do valor em poupança social digital Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento da parcela atual. Clique aqui para ver o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial. AUXÍLIO EMERGENCIAL Lote 1, Parcela 4 Economia G1 Lote 2, Parcela 3 Economia G1 Lotes 3 e 4, Parcela 2 Economia G1 Lote 5, Parcela 1 Economia G1 SAQUE EMERGENCIAL DO FGTS Calendário de saque emergencial do FGTS Caixa

Empresa é a única argentina entre as as 20 maiores da região; Brasil tem 13 companhias na lista. O Mercado Livre tornou-se a maior empresa da América Latina em valor de mercado, segundo levantamento da consultoria Economatica. A empresa argentina dobrou de tamanho em 2020 com avanço do comércio eletrônico em meio à pandemia do novo coronavírus. Com valor equivalente a US$ 59,3 bilhões ao fim do pregão desta sexta-feira (7), o Mercado Livre registra valorização de 108,7% em relação ao seu valor em 1º de janeiro de 2020. Naquela ocasião, a empresa valia US$ 28,4 bilhões. Lucro dos grandes bancos cai 40% no 2º trimestre, para menor valor desde 2016 No início do ano, a Petrobras era a líder do continente, com valor de mercado equivalente a R$ 101 bilhões. Depois da sequência de circuit breakers na bolsa brasileira, a Vale assumiu o topo da lista, que mantinha na maior parte dos pregões até esta semana. Com a nova configuração, a empresa argentina (originalmente, Mercado Libre) é a única entre as 20 maiores da região, de acordo com essa métrica. O Brasil tem 13 companhias na lista, enquanto o México tem quatro. Colômbia e Peru tem uma. Veja abaixo. o O Mercado Livre divulga seus resultados no próximo dia 10, mas as expectativas são positivas vista a evolução do comércio eletrônico durante a pandemia. No primeiro trimestre, a empresa registrou prejuízo de US$ 21 milhões, mas a receita cresceu 70,5%, a US$ 652,1 milhões. No Brasil, o Magazine Luiza segue lógica parecida e aparece em 11º lugar na lista. No primeiro trimestre, a empresa teve queda de 76,7% no lucro, que somou R$ 30,8 milhões contra R$ 132,1 milhões no mesmo período de 2019. Mas a receita também subiu 22% no período, para R$ 6,5 bilhões. Dentre as demais brasileiras na lista, estão os quatro principais bancos do país, apesar da queda severa dos lucros durante a crise. O lucro líquido conjunto dos grandes bancos brasileiros no segundo trimestre deste ano foi 40% menor do que em mesmo período de 2019. Juntas, as quatro instituições financeiras tiveram lucro de R$ 12,1 bilhões no segundo trimestre de 2020. A redução contra igual período do ano passado foi de 40%, quando a soma foi de R$ 20,4 bilhões. Mesmo com preços ainda descontados pela crise, dentro do top 10 na América Latina, o Itaú Unibanco ocupa o quarto lugar. Bradesco, o oitavo. Maiores empresas da América Latina em 7 de agosto de 2020 G1 Economia

Dívida da empresa é da ordem de R$ 4 bilhões. Lojas físicas foram fechadas e aposta é aumentar faturamento com canais digitais. Ricardo Eletro: lojas físicas serão fechadas para dar lugar a investimento nos canais digitais Reprodução A Máquina de Vendas, controladora da varejista Ricardo Eletro, entrou com pedido de recuperação judicial nesta sexta-feira (7). A dívida é de R$ 4 bilhões. O pedido foi protocolado na 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. Além da varejista, a empresa é dona da Insinuante, Salfer, City Lar e EletroShopping. "É sabido, por parte de todos os colabores, credores e fornecedores, o esforço que vinha sendo feito pela empresa para superar as crises anteriores. Havia um processo de retomada em curso, mesmo com a estrutura de capital ainda fragilizada, que foi interrompido por conta da pandemia de Covid-19", diz nota da empresa. Pedidos de recuperação judicial e falência crescem no país e atingem mais as pequenas empresas O texto prossegue: "A Máquina de Vendas entende que está no caminho certo e vê a recuperação judicial como um momento transitório na jornada de reconstrução do seu negócio." A empresa alega que passou a enfrentar dificuldades no recebimento de produtos chineses com o início da pandemia na Ásia para, em seguida, sofrer com queima de caixa quando as medidas de isolamento social chegaram ao Brasil. "Nesse contexto, a alternativa da recuperação judicial mostra-se o caminho mais viável para que a empresa siga com suas operações normalmente e promova a reorganização administrativa e financeira necessária para superar a situação momentânea de crise e ajustar-se estruturalmente para a nova realidade com varejo, no pós-pandemia", diz a nota. Avianca Brasil tem falência decretada pela Justiça A Ricardo Eletro, contudo, anunciou o fechamento de suas mais de 600 lojas físicas ao redor do país. A aposta é o crescimento dos canais digitais, que, segundo a empresa, tiveram crescimento no período de 50 mil para 350 mil visitas diárias. "Está sendo lançado um novo modelo de negócio, inédito para o setor de varejo da Ricardo Eletro, por meio do qual qualquer pessoa, empresa ou loja terá a possibilidade de vender os produtos da empresa, aproveitar a marca, a malha logística e toda estrutura digital da Ricardo Eletro para se tornar sua parceira", afirma a nota. A Máquina de Vendas passava por processo de recuperação extrajudicial desde 2019. Bancos como Bradesco, Itaú e Santander, além da Whirlpool, estão entre os principais credores. 'Direto com o dono' No início de julho, Ricardo Nunes, fundador e ex-principal acionista da Ricardo Eletro, foi preso em São Paulo. Ele era investigado na operação "Direto com o dono", de combate à sonegação fiscal e lavagem de dinheiro em Minas Gerais. De acordo com os investigadores, aproximadamente R$ 400 milhões de impostos da rede varejista foram embutidos no preço dos produtos, mas não era repassado ao estado. A filha de Ricardo, Laura Nunes, também foi presa, na Grande BH, mas teve a prisão revogada a pedido do Ministério Público, por ter contribuído com as investigações. "O valor da dívida dessa empresa está girando em torno de R$ 380 milhões com o estado de Minas Gerais. Colegas promotores da Paraíba, do Rio de Janeiro e de Goiás me ligaram hoje, interessados no compartilhamento de informações e provas. Também nesses estados esse grupo empresarial é detentor de dívidas", relatou no dia da operação o promotor de Justiça Fábio Reis de Nazareth. A Ricardo Eletro disse, naquele dia, que Ricardo Nunes e familiares "não fazem parte do seu quadro de acionistas e nem mesmo da administração da companhia desde 2019". Fundador da Ricardo Eletro, alvo de operação contra sonegação, é liberado pela Justica Histórico da empresa A primeira loja Ricardo Eletro surgiu em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, em 1989. Em pouco mais de 10 anos já estava entre as cinco maiores empresas de varejo de eletroeletrônicos do Brasil. Em 2010, a Ricardo Eletro se fundiu à rede de lojas Insinuante criando o terceiro maior grupo varejista do país, chamado Máquina de Vendas. Em seguida, incorporou as marcas Citylar, Eletroshop e Salfer, unificando as lojas com a marca da Ricardo Eletro. Em 2011, Nunes foi condenado à prisão por corrupção ativa, depois de ser alvo de denúncia da Procuradoria da República. Ele teria pago propina a um auditor da Receita para livrar a empresa de uma autuação. Ele recorreu da decisão. Em 2018, o grupo entrou com uma ação de recuperação extrajudicial e, no ano passado, foi vendido para o fundo de investimentos e reestruturação Starboard.
Texto autoriza subsidiárias da Caixa, como Seguridade e Loterias, a formarem novas subsidiárias e a adquirir participação em outras empresas. MP será analisada pelo Congresso. O governo federal publicou em edição extra do "Diário Oficial da União", nesta sexta-feira (7), uma medida provisória (MP) que autoriza empresas subsidiárias da Caixa Econômica Federal – como a Caixa Seguridade e a Caixa Loterias – a formar novas subsidiárias e adquirir controle ou participação societária em empresas privadas. De acordo com o governo, a medida viabilizará um plano de venda de ativos da Caixa. O banco tenta se desfazer de áreas menos lucrativas ou estratégicas para, com isso, saldar dívidas e impulsionar operações em outros setores (veja detalhes abaixo). Por se tratar de uma medida provisória, a autorização passa a valer a partir desta sexta-feira. O texto ainda precisará ser aprovado pelo Congresso Nacional em até 120 dias. Caso contrário, perderá a validade. A autorização prevista na proposta é válida até o dia 31 de dezembro de 2021. Segundo o governo, esse prazo será suficiente para a realização de “reestruturações” na Caixa. "Essa medida é o primeiro passo para o desinvestimento e alienação de ativos da Caixa. Com essa reestruturação, pretende-se diminuir a atuação do banco em setores como o mercado de seguros e setores considerados não estratégicos", informou a Secretaria Geral da Presidência da República. O Palácio do Planalto diz ainda que as mudanças previstas no plano de desinvestimento de ativos não afetará políticas públicas tocadas pela Caixa, como o Bolsa Família e o financiamento imobiliário. “Ao contrário, permitirá que a Caixa foque seus recursos e esforços nessas atividades”, disse o governo, em nota divulgada após a publicação da medida. Em janeiro, governo federal planejava arrecadar R$ 150 bilhões com privatizações em 2020 Privatizações Nesta quinta-feira (6), o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o governo vai propor, em até 60 dias, a privatização de três ou quatro grandes empresas públicas. O ministro afirmou considerar que as privatizações constituem uma estratégia para melhorar as contas públicas – afetadas pela pandemia do novo coronavírus. Guedes, contudo, não citou quais empresas estatais serão colocadas à venda. Na reunião ministerial de 22 de abril, Guedes fez referência ao Banco do Brasil. "Tem que vender essa porra logo", disse ao presidente Jair Bolsonaro e demais ministros. Plano antigo A ideia de vender ativos da Caixa Econômica Federal não é nova para o governo Jair Bolsonaro. No primeiro mês de governo, o presidente do banco, Pedro Guimarães, já manifestava intenção de ofertar quatro ativos ao mercado. A Caixa é uma estatal 100% pública, diferentemente da Petrobras e Banco do Brasil, que negociam ações na bolsa. A venda de suas subsidiárias possibilitaria levantar recursos para pagar uma dívida de R$ 40 bilhões do banco com a União. "Penso em fazer um IPO [abertura de capital na bolsa] menor. Não vou querer fazer uma operação gigante na bolsa e depois colocar o preço lá embaixo", disse Guimarães à época. Segundo o executivo, a intenção do banco é abrir capital dos ativos não somente na B3, mas também no exterior. "É muito importante para a governança da Caixa que ela seja listada na bolsa de Nova York", afirmou o presidente do banco.

Elevação dos valores seguiu uma série de aumentos da Petrobras nas refinarias desde meados de abril. Os preços médios da gasolina e do diesel nos postos brasileiros subiram nesta semana, no 11° aumento consecutivo, mostraram dados da reguladora ANP nesta sexta-feira (7), enquanto o etanol também avançou depois de uma queda na semana anterior. A elevação dos valores praticados nas bombas seguiu uma série de aumentos da Petrobras nas refinarias desde meados de abril, e não arrefeceu nem depois que a estatal anunciou um corte de 4% na gasolina na sexta-feira passada. O custo médio para o consumidor final do diesel, combustível mais utilizado no Brasil, encerrou a semana em 3,339 reais por litro, com elevação de 0,5% no período, segundo os números da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Alguns postos de combustível da Zona Sul do Rio ainda não sofreram reajuste no valor da gasolina e diesel. Larissa Caetano/G1 A gasolina foi comercializada em média por 4,216 reais por litro nos postos, com avanço semanal de 0,3%, de acordo com a agência. O repasse de reajustes nas refinarias aos postos não é automático e nem obrigatório e depende de uma série de fatores, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de biodiesel. Já o etanol hidratado, concorrente da gasolina nas bombas, encerrou a semana vendido em média por 2,759 reais por litro, valor 0,66% superior ao da semana anterior.

Entre as principais medidas figura o escalonamento em dois anos do pagamento de impostos, que haviam sido suspensos em março, abril e maio devido à pandemia da Covid-19. Primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte Alberto Pizzoli/AFP O governo da Itália aprovou nesta sexta-feira (7) à noite um decreto com medidas no valor total de 25 bilhões de euros para ajudar a economia do país, duramente atingida pela pandemia do novo coronavírus. Entre as principais medidas figura o escalonamento em dois anos do pagamento de impostos, que haviam sido suspensos em março, abril e maio devido à pandemia. Com a norma, aprovada pelo conselho de ministros, "protegemos o emprego, apoiamos os trabalhadores, reduzimos os pagamentos fiscais, ajudamos as regiões, os coletivos locais e o sul. Seguimos apoiando os cidadãos, as empresas e os trabalhadores", comemorou o primeiro-ministro Giuseppe Conte em coletiva de imprensa. PIB da zona do euro cai 12,1% no 2º trimestre, e bloco entra em recessão Demissões só poderão ser realizadas após 18 semanas de desemprego técnico ou quatro meses de deduções fiscais para as empresas cujos funcionários voltaram ao trabalho. Para as regiões do sul do país, menos desenvolvidas, será implementado um sistema fiscal mais vantajoso. As empresas com sede nestes regiões terão uma dedução de 30% nas cotizações sociais a partir de outubro e até dezembro de 2020. Em relação às atividades de cruzeiros e férias comerciais, "não queremos novas restrições", explicou Conte. O novo decreto "prevê a reativação dos navios de cruzeiro a partir de 15 de agosto" e a retomada das férias "a partir de 1º de setembro". Itália estende estado de emergência até 15 de outubro A ajuda de custo emergencial, de 400 a 800 euros, será prolongada. O governo mobilizou também cerca de 500 milhões de euros para pagar as horas extras dos profissionais da saúde. Enquanto a Itália enfrenta, assim como outros países, um ressurgimento de surtos de coronavírus, Conte anunciou a prorrogação "de medidas de precaução mínimas: uso de máscara obrigatório, distanciamento físico de um metro, proibição de aglomerações, lavagem frequente das mãos" até 7 de setembro.
Potenciais compradores classificados em fase anterior receberão carta-convite com instruções para due diligence e envio de ofertas vinculantes pelo ativo. A Petrobras informou nesta sexta-feira (7) que avançou no processo de venda de sua participação de 35% no campo da Manati, concessão de produção em águas rasas na bacia de Camamu, Bahia. Nessa etapa, potenciais compradores classificados em fase anterior receberão carta-convite com instruções para due diligence e envio de ofertas vinculantes pelo ativo. Petrobras acumula material de 'depósito' submerso irregular ativo por 25 anos na Bacia de Campos A Petrobras é operadora do campo e tem como sócias a Enauta (com 45%), a Geopark Brasil E&P (10%) e a Brasoil Manati (10%). O campo iniciou operação em 2007 e teve produção média em 2019 de 1.269 mil metros cúbicos/dia de gás e 105 barris por dia (bpd) de condensado. Petrobras registra prejuízo de R$ 2,7 bilhões no segundo trimestre de 2020

Homem de 52 anos foi abordado quando estava com produtos guardados em automóvel na Rua Bernardino de Campos, no Centro de Campinas (SP), na tarde desta sexta-feira (7). Polícia Civil aborda veículo com cerca de 258 kg de frutos do mar estragados, em Campinas (SP) Denny Cesare/Código19 Um comerciante de 52 anos foi preso na tarde desta sexta-feira (7), em Campinas (SP), suspeito de praticar crime contra as relações de consumo. Segundo a Polícia Civil, ele foi abordado quando dirigia um veículo onde estavam guardados cerca de 258 kg de frutos do mar estragados. Além de acondicionamento irregular, produtos como ostras, mariscos, camarões e peixes já exalavam forte odor, segundo a Polícia Civil. O caso será registrado na 2ª Delegacia Seccional e os alimentos, além do veículo, serão avaliados em perícias. O comerciante foi abordado na Rua Bernardino de Campos, no Centro da cidade. O G1 não conseguiu contato com a defesa do comerciante. O suspeito ficou à disposição da Justiça, diz a polícia. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.

Responsável afirma que obteve arquivos em servidor inseguro, mas Intel diz que documentos podem ter sido obtidos por usuário autorizado a acessar portal de parceiros. A fabricante de processadores Intel está investigando o vazamento de um acervo de documentos sigilosos da empresa que foi distribuído na internet. O arquivo faz referência a diversos produtos e tecnologias da Intel, incluindo processadores, chips de rede e mecanismos de segurança. Tillie Kottmann, que publicou o arquivo, já tinha fama por manter um repositório de códigos vazados de várias empresas – todos eles supostamente encontrados em servidores desprotegidos. Kottmann alega que recebeu o arquivo da Intel de uma fonte anônima e que, segundo essa fonte, esses dados também estavam armazenados sem proteção de acesso adequada em uma rede de distribuição de conteúdo. Kottmann batizou o vazamento de "Exconfidental Lake" em alusão aos codinomes dos processadores da Intel, que ultimamente utilizam o sufixo "Lake" durante seu desenvolvimento. Intel é a fabricante dos processadores da linha 'Core' usados em desktops e notebooks Foto: Alan Lorenzo/CC BY-SA A Intel, no entanto, acredita que os arquivos foram baixados de um portal da empresa chamado "Intel Resource and Design Center". Essa plataforma é destinada aos parceiros da companhia que precisam de documentação técnica para projetar sistemas com tecnologia da Intel. Se a Intel estiver certa, os documentos foram baixados por um indivíduo que tinha autorização para acessar o portal. Esse indivíduo poderia estar legalmente proibido de redistribuir o pacote, já que o acesso a materiais dessa natureza é normalmente condicionado à assinatura de um acordo de confidencialidade. Dessa forma, não teria havido um problema de segurança, mas sim uma violação de contrato. Seja como for, o blog apurou que vários documentos contêm instruções para a integração dos produtos, com códigos e diagramas elétricos. Parte do acervo, pelo menos, realmente se trata de documentos elaborados para parceiros da Intel. Até o momento, não se sabe se os arquivos vazados terão consequências para a segurança dos produtos da fabricante de processadores. A Intel vem enfrentando uma série de desafios desde a descoberta das falhas "Meltdown" e "Spectre". Essas falhas e outras falhas mais recentes obrigaram parceiros da Intel (incluindo marcas como Dell, HP e Lenovo) a distribuir atualizações para o "microcódigo" responsável pelo funcionamento do chip. Algumas dessas atualizações diminuíram o desempenho dos processadores para contornar os problemas de segurança encontrados por especialistas. Segundo Kottmann, este seria apenas o primeiro "lote" de vazamentos obtidos por sua fonte – o que significa que outros arquivos podem ser distribuídos nos próximos dias. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para [email protected]

Segundo pesquisa, esse índice cai para 5% quando a empresa é grande. Dinheiro não está chegando a quem mais precisa durante a pandemia. Um levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), feito por Rodolpho Tobler, mostra que 64,4% das empresas que foram no mercado atrás de crédito e não conseguiram são pequenas. Esse índice cai para 5% quando a empresa é grande. Por isso, o dinheiro não está chegando a quem mais precisa. Segundo o estudo, as maiores dificuldades do pequeno empresário estão na burocracia e nas exigências bancárias. O empresário Raul Duque dos Santos fez o que pode: suspendeu o contrato de trabalho dos funcionários, renegociou com fornecedores e ativou canais de venda online, mas sua receita ficou em 10% do que faturava no mesmo período do ano passado. Raul tem cinco lojas de calçados e roupas e tinha acabado de renovar o estoque quando a pandemia começou. Para pagar as contas, a saída foi recorrer a linhas de crédito. Uma delas foi o Pronampe, um programa do Governo Federal destinado ao fortalecimento de pequenos negócios. Pequenas empresas sofrem com crédito escasso durante a pandemia Reprodução TV Globo Para Raul, o principal diferencial nessa linha de crédito foi que não houve necessidade de garantia. No Pronampe, a taxa de juros máxima é de 1,25% ao ano, mais a Selic e a empresa pode tomar empréstimos de até 30% da receita bruta anual em 2019. Os recursos iniciais do Pronampe se esgotaram em apenas um mês. O governo estuda aumentar o programa. Raul conseguiu o empréstimo, mas apenas 10% do faturamento do ano passado. Mesmo assim, pode se considerar parte de uma minoria. A economista Juliana Damasceno afirma que embora o fundo garantidor do governo banque 85% da operação no caso do Pronampe, nem isso está sendo suficiente. “O principal gargalo não é o volume de crédito em si, mas sim a forma de propagação desse crédito dentro no sistema financeiro, principalmente por causa da atuação das instituições privadas, que hoje em dia têm tido uma certa relutância pra assumir os riscos envolvidos nessa contratação de crédito”, explica. Para Juliana, a lenta retomada da economia exige novas medidas de apoio aos pequenos empresários. “Uma das saídas, assim como foi feito em diversos outros países durante a pandemia, é a União garantir 100% do risco do crédito”, diz. Veja a reportagem completa: Pequenas empresas sofrem com crédito escasso durante a pandemia

Dados foram divulgados nesta sexta-feira (7) pela Petrobras. Área da Refinaria de Paulínia Reprodução / EPTV Maior unidade de processamento de petróleo da Petrobras, a Refinaria de Paulínia (Replan) encerrou julho com produção recorde do diesel S-10 e maior marca de venda local, segundo balanço divulgado nesta sexta-feira (7) pela assessoria da empresa estatal. Além disso, a produção de asfalto nos primeiros sete meses de 2020 é a maior dos últimos cinco anos, no comparativo de mesmo período. Diesel S-10 O levantamento indica produção de 350 mil metros cúbicos de Diesel S-10 em julho, alta de 22% no comparativo com os 287 mil metros cúbicos de junho. Este foi o segundo recorde consecutivo. Ainda de acordo com a Petrobras, no período também foi destaque a venda do local do produto: 237 mil metros cúbicos foram direcionados para o mercado da região, enquanto que o restante foi destinado para oleodutos voltados ao atendimento de outros estados. O recorde anterior era de 213 mil metros cúbicos, vendidos em outubro de 2014, destaca a empresa. "O recorde de venda local do Diesel S-10 reflete o direcionamento do mercado para o produto com mais baixo teor de enxofre, em substituição ao Diesel S-500, utilizado apenas por veículos fabricados até 2011. Em julho, foi a primeira vez que as vendas do S-10 superaram as de S-500 na Replan, passando a significar 51,9% do total da comercialização de diesel da refinaria", diz nota. Asfalto A Petrobras destaca que, de janeiro a julho, a Replan produziu 183,7 mil toneladas de asfalto - a maior quantidade para o acumulado de sete meses dos últimos cinco anos. No comparativo com período igual de 2019, diz nota, o aumento foi de 108,2% sobre as 88,2 mil toneladas produzidas à época. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.

Dados divulgados nesta sexta-feira (7) mostraram forte desaceleração na abertura de postos de trabalho nos Estados Unidos em julho. O índice Nasdaq recuou nesta sexta-feira (7), depois de dados mostrarem forte desaceleração na abertura de postos de trabalho nos Estados Unidos em julho e em meio a temores de que parlamentares não consigam chegar a um acordo sobre outro pacote de estímulo fiscal para impulsionar a economia abalada pelo coronavírus. O S&P 500 e o Dow Jones tiveram oscilações moderadas, com viés para cima. O Dow Jones subiu 0,17%, para 27.433,48 pontos, o S&P 500 teve variação positiva de 0,06%, para 3.351,28 pontos, e o Nasdaq recuou 0,87%, para 11.010,98. Wall Street Lucas Jackson/Reuters Setores defensivos, incluindo serviços públicos e imobiliário, estiveram entre os que avançaram na sessão. Ações relacionadas à tecnologia, que alimentaram uma recuperação de Wall Street desde março, registraram as maiores quedas e ajudaram a empurrar o Nasdaq a queda superior a 1% ao longo do pregão. Na mesma linha, "ações de valor" - aquelas cujos preços estão abaixo do sinalizado por seus fundamentos e que têm ficado para trás no rali puxado puxado pelas chamadas "ações de crescimento" (que ganham mais valor que a média do mercado) - subiram, com o setor financeiro em alta de mais de 2%. O índice S&P para esse grupo de "ações de valor" subiu 1,13%. E o índice S&P para "ações de crescimento" recuou 0,63%. Relatório do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos mostrou geração líquida de 1,76 milhão de postos de emprego fora do setor agrícola em julho, muito abaixo do recorde de 4,8 milhões de junho. No entanto, o número ainda superou expectativas de economistas, e analistas disseram que os dados poderiam tirar pressão sobre o Congresso a respeito do fechamento de um acordo sobre um pacote de alívio financeiro, após semanas de disputas. Em parte, as diferenças giram em torno da manutenção de um auxílio de US$ 600 por semana em benefícios a desempregados. "A realidade é que o desemprego está nas alturas em relação às médias históricas, ainda estamos em uma pandemia sem cura e os políticos prometeram US$ 1 trilhão ou mais para a população norte-americana", disse Mike Zigmont, chefe de operações na Harvest Volatility Management em Nova York. "Seria suicídio político se eles não entregassem isso", acrescentou.
Consumo de massas na pandemia impulsionou resultado ante mesmo período de 2019. A companhia de alimentos M. Dias Branco registrou avanço de 51,5% no lucro líquido do segundo trimestre ante mesmo período de 2019, para R$ 152,4 milhões, impulsionado pela combinação entre um plano estratégico de crescimento em curso e o aumento no consumo de massas durante a pandemia do novo coronavírus. Uma das maiores produtoras de farinha de trigo, massas e biscoitos do Brasil, a companhia viu seu lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) subir 23,5% no segundo trimestre, para R$ 225,6 milhões, conforme balanço divulgado nesta sexta-feira. A receita líquida do período bateu recorde trimestral de R$ 1,89 bilhão, ao crescer 22,2% quando comparada ao desempenho obtido um ano antes. Bovespa fecha em queda seguindo mercados globais "Crescemos dois dígitos na região que chamamos de 'ataque', composta por Sudeste, Sul e Centro-Oeste, e também dois dígitos na região 'defesa', onde já somos consolidados, que é o Norte e Nordeste", disse à Reuters o CFO da M. Dias Branco, Gustavo Theodozio. O executivo destacou que os preços médios cresceram em todas as categorias em que a empresa atua, ao mesmo tempo que os volumes de vendas de biscoitos, massas e farinha/farelo de trigo também avançaram dois dígitos. O volume total de vendas subiu 19% no segundo trimestre, para 536,1 mil toneladas, puxado pelo desempenho da área de massas, que marcou um salto de 37,4% na comercialização, alcançando 129,7 mil toneladas. Apesar dos demais resultados positivos serem atribuídos a um plano estratégico que vem sendo colocado em prática pela M. Dias nos últimos anos, incluindo a importante aquisição da companhia Piraquê, o avanço na demanda por massas foi associado ao período da pandemia do novo coronavírus, tanto no mercado interno quanto externo. Inflação dos alimentos está afetando os brasileiros com menor renda durante a pandemia As medidas de isolamento domiciliar para conter a disseminação da Covid-19 já vinham contribuindo com a M. Dias, no que se refere a aumento de venda de itens básico no varejo durante o primeiro trimestre e o cenário se estendeu entre abril e junho. "(No segundo trimestre) ainda foi uma demanda muito forte, principalmente em espaguete, macarrão. Também teve crescimento em margarinas, biscoitos, itens básicos", disse o diretor financeiro. Segundo ele, a percepção é que de o auxílio financeiro fornecido pelo governo federal durante a pandemia ajudou a manter o consumo das famílias. Para os próximos meses, considerando o fim do benefício, eles reconhecem que uma recessão deve pesar sobre o poder de compra do consumidor, mas destacaram que o portfólio de produtos da M. Dias Branco também contempla itens de menor valor agregado que podem se sobressair na crise. Dólar fecha em alta de olho em tensões nos EUA e vai a R$ 5,41 "Se vier uma busca do consumidor por produtos mais básicos, a M. Dias pode surfar uma onda nos itens de baixos preços", estimou o executivo. Do ponto de vista de matéria-prima, a companhia disse que atingiu o maior nível histórico de verticalização de farinha de trigo (99%) e de gordura vegetal (100%). "Cerca de 55% do nosso custo foi com estes insumos que fabricamos internamente". Disparada externa No mercado internacional, a empresa obteve recorde de receita, com alta de 526% nas exportações do segundo trimestre, para R$ 93,3 milhões. "A margarina e os biscoitos eram os volumes (de vendas) esperados para chegar com a internacionalização da companhia, o que teve crescimento da demanda vindo da pandemia foi das massas", disse o diretor de Relações com Investidores, Fábio Cefaly. O diretor financeiro, Theodozio, destacou que a empresa passou por um processo de reestruturação desde 2016 que permitiu atender a demanda excedente que veio do aumento de consumo no lar em várias partes do mundo, contra o coronavírus. Dentre os principais compradores, o CFO destacou os países de língua portuguesa na África, além de Paraguai, Uruguai, El Salvador e os norte-americanos. "É um mercado que tem crescido muito, com marca própria que vendemos nos EUA. Começamos a vender para varejistas, principalmente biscoitos e torradas."
Vacina que será produzida na unidade é a que está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford. Estrutura será doada para a Fiocruz. Um grupo de empresas e fundações anunciou nesta sexta-feira (7) a construção de uma fábrica para a produção de vacina contra a Covid-19. A unidade será doada para a Fiocruz. A vacina que será produzida na unidade é a que está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford, junto ao laboratório farmacêutico britânico AstraZeneca. O projeto se encontra na fase 3 de testes no Brasil e em outros países, como África do Sul, Reino Unido e EUA. A expectativa é que a vacina seja registrada ainda neste ano. (ATUALIZAÇÃO: Na noite de sexta, a Fiocruz informou que uma coalisão de empresas e fundações está formulando uma proposta de doação de recursos para aquisição de equipamentos e adaptações nas atuais instalações do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fiocruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz), que serão destinadas à produção da vacina para Covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford, por meio do acordo com a AstraZeneca. A proposta de doação, entretanto, ainda não tinha sido concluída até sábado (8). A reportagem foi atualizada às 19h24). Cientistas de Oxford relatam vacina segura e com resposta imune As empresas que fazem parte do projeto são Ambev, Americanas, Itaú Unibanco e Stone. Também integram a iniciativa o Instituto Votorantim, a Fundação Lemann, a Fundação Brava e a Behring Family Foundation. A primeira etapa do projeto consiste na construção de um laboratório para controle de qualidade de 100 milhões de doses importadas da vacina a partir de dezembro. A previsão é que a infraestrutura esteja pronta até o começo de 2021. O custo estimado é de R$ 100 milhões. Quando concluídos todos os investimentos, a unidade terá também capacidade para produzir outras vacinas no futuro, incluindo outros tipos contra a Covid-19 que sejam aprovados. Initial plugin text