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No ano passado, foram vendidas 6,6 milhões de unidades em todo o mundo. As vendas de carros elétricos dispararam em todo o mundo em 2021, mas a disponibilidade de matérias-primas como o lítio gera preocupação para o futuro, apontou um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) nesta segunda-feira (23). Com 6,6 milhões de unidades vendidas em todo o mundo em 2021 – metade delas na China – as vendas de veículos elétricos dobraram em um ano e agora representam 10% das transações de carros novos. No início de 2022, continuaram a acelerar, com dois milhões de unidades vendidas no primeiro trimestre (crescimento de 75% ano a ano). As vendas são impulsionadas pelos subsídios públicos, que dobraram em 2021 e alcançaram um total de 30 bilhões de euros em nível mundial. Os fabricantes, por sua parte, multiplicaram por cinco o número de veículos disponíveis entre 2015 e 2021. Atualmente, existem cerca de 450 modelos elétricos no mercado. No entanto, este boom pode ser contido por tensões no setor de matérias-primas. "Os poderes públicos, industriais e investidores devem permanecer vigilantes e criativos para evitar problemas de fornecimento de minerais essenciais", disse a diretora-executiva da AIE, Faith Birol, em um comunicado. Carro elétrico pode ser recarregado em eletroposto inaugurado no Corredor Vera Arruda, na Jatiúca, em Maceió Andréa Resende/g1 Esses minerais são extraídos principalmente de países como Austrália, Chile ou República Democrática do Congo. Mas a China produz 75% das baterias de íon-lítio, a tecnologia dominante, e controla mais da metade das capacidades de transformação e refino de lítio, cobalto e grafite. As demandas de lítio são especialmente críticas, de acordo com a AIE, que se espera que até 2030 sejam seis vezes maiores do que são hoje. Até então, poderiam ser necessárias 500 quilotoneladas de lítio, o que exigiria a abertura de 50 novas minas. A Europa produz um quarto dos veículos elétricos do mercado, mas controla muito pouco as matérias-primas, assim como os Estados Unidos. "Os governos europeu e americano se comprometeram a desenvolver capacidades de produção de baterias, mas a maior parte da cadeia logística provavelmente permanecerá na China até 2030", disse a AIE. Para economizar nesses minerais, poderiam recorrer a tecnologias alternativas, reciclagem e também à compra de carros menores. Além disso, no curto prazo, as vendas também podem ser prejudicadas pelo aumento dos preços das matérias-primas utilizadas para fabricar baterias e por problemas logísticos relacionados à guerra na Ucrânia e aos confinamentos ordenados na China para combater a covid-19.

A aquisição foi feita pela Nestlé Health Science (NHSc), unidade de negócios nutrição e suplementos da companhia. A operação brasileira da fabricante de alimentos Nestlé anunciou nesta segunda-feira (23) a compra da Puravida, empresa de alimentos e suplementos naturais. O valor da aquisição não foi divulgado. A aquisição foi feita pela Nestlé Health Science (NHSc), unidade de negócios nutrição e suplementos da companhia. De acordo com Monica Meale, executiva que comanda a NHSc, o negócio possibilitará a unidade expandir seu portfólio de saúde no Brasil. Atualmente a NHSc já oferece suplementos nutricionais orais, proteínas em pó e bebidas nutricionais prontas para beber. “Essa é uma transformação de portfólio para cada vez mais a Nestlé se consolidar como uma empresa de nutrição.” Fábrica da Nestlé em Itabuna, no sul da Bahia Reprodução/TV Santa Cruz A Puravida produz alimentos orgânicos, naturais e à base de plantas, bem como suplementos nutricionais “clean label” (produtos com alimentos naturais e sem inclusão de aditivos). Em 2021, o faturamento da companhia cresceu 42%, para R$ 295 milhões. A expectativa é de que o crescimento de receita neste ano seja de 45%, diz Adrian Franciscono, presidente e sócio da empresa. A companhia fundada por Flávio Passos em 2015, a partir de sua experiência pessoal – na adolescência, o empresário teve problemas de saúde relacionados ao consumo de ultraprocessados e alimentos ricos em açúcar e gordura. Em 2020, Aqua Capital tornou-se acionista e apoiou o crescimento e a transformação da empresa. A expectativa dos executivos da Puravida, uma empresa nativa digital, é de que a união com a Nestlé traga a expertise da companhia na presença da marca nos pontos de venda, conta Franciscono. Atualmente o portfólio da Puravida tem 160 itens. A aquisição é integral, mas a Puravida seguirá com operação independente, segundo Marcelo Melchior, presidente da Nestlé Brasil. A aquisição ainda depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e a estimativa é de que a operação entre em vigor ainda no segundo semestre de 2022. “Aquisição não é uma estratégia na Nestlé, mas aquisição vem para acelerar uma estratégia. Esse é um segmento muito relevante e essa transação é uma forma de acelerar.”

Cerca de 22,3 mil pessoas se inscreveram para 80 vagas abertas na metrópole. Salário oferecido é de R$ 2,3 mil e mais auxílio-alimentação de R$ 1,2 mil. Agentes de educação infantil atuam nas escolas da rede pública de Campinas Carlos Bassan/Prefeitura de Campinas O concurso público da Prefeitura de Campinas (SP) para agente de educação infantil recebeu 22,3 mil pessoas inscritas para 80 vagas abertas. O balanço foi divulgado nesta segunda-feira (23), e equivale a uma concorrência de 279,45 candidatos por vaga. A divulgação das pessoas que fizeram a inscrição será no dia 25 de maio no site da organizadora do certame, a Vunesp. O salário oferecido é de R$ 2.391,81 para uma jornada de 32 horas semanais, e os convocados receberão, ainda, auxílio-alimentação de R$ 1.249,81 e vale-transporte. O concurso faz parte dos editais que somam 271 vagas na administração municipal, divulgadas no início do ano. Os editais estão sendo publicados no Diário Oficial ao longo deste primeiro semestre. 80 vagas abertas, sendo: 60 para ampla concorrência 16 para pessoas pretas e pardas 4 para pessoas com deficiência Prova no dia 19 de junho Os inscritos vão realizar prova de conhecimentos no dia 19 de junho, um domingo. Serão 50 questões objetivas, sendo 10 de língua portuguesa, 10 de matemática e raciocínio lógico e 30 de conhecimentos específicos. Os candidatos também terão que preencher duas questões discursivas sobre o cargo. A análise de títulos também será feita - os documentos puderam ser enviados dentro do período de inscrições. "Quem enviou os títulos, pode somar até 10 pontos, além dos obtidos na prova de conhecimentos", disse a prefietura.. VÍDEOS: confira outros destaques da região Veja mais notícias da região no g1 Campinas
No fim de abril, órgão informou que esperava adesão de mais de 400 mil empresas ao programa de renegociação de dívidas. Prazo termina no próximo dia 31; saiba como aderir. A Receita Federal informou nesta segunda-feira (23) que mais de 100 mil empresas aderiram ao Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (Relp). O montante corresponde a 25% do número de adesões esperado pelo órgão, que estimou em abril a adesão de 400 mil empresas. O grupo, conforme o órgão, soma dívidas no valor de R$ 8 bilhões. Por meio do programa de parcelamento, as empresas podem renegociar dívidas em até 15 anos e obter descontos (em juros, multas e encargos) proporcionais à queda de faturamento entre março e dezembro de 2020 na comparação com o mesmo período de 2019. De acordo com a área econômica, o objetivo do Relp é proporcionar melhores condições para que as micro e pequenas empresas possam enfrentar os efeitos econômicos causados pela pandemia da Covid-19, permitindo que se mantenham regularizadas. Já a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) — órgão que cobra a dívida ativa da União — espera a adesão de outras 256 mil empresas endividadas (parcelando até R$ 16,2 bilhões). O balanço de adesões da PGFN não foi divulgado. Receita Federal prorroga prazos para regularização de dívidas com o Simples Nacional Como aderir? Para aderir ao programa o representante da empresa deve acessar o portal e-CAC e clicar em "Pagamentos e Parcelamentos", seguido de "Parcelar dívidas do SN pela LC 193/2022 (RELP)" ou "Parcelar dívidas do MEI pela LC 193/2022 (RELP)", conforme o caso. As adesões também estão disponíveis pelo Portal do Simples Nacional. Durante a adesão, segundo o governo, a empresa deverá indicar as dívidas que serão incluídas no programa. Se optar por incluir dívidas parceladas ou em discussão administrativa, precisará desistir do parcelamento ou processo, conforme o caso. "A aprovação do pedido de adesão fica condicionada ao pagamento da primeira prestação e quem não pagar integralmente os valores de entrada até o 8º (oitavo) mês de ingresso no Relp (previstos no art. 4º da IN), terá a adesão cancelada. Para contribuintes que aderirem no dia 29 de abril de 2022, a primeira parcela terá vencimento no mesmo dia", acrescentou. Modalidades De acordo com as regras, quem teve a receita bruta reduzida em: 80% ou mais (ou ficou inativo): paga 1% da dívida total, sem redução, em até 8 vezes (até novembro) e o restante parcelado em até 180 vezes, com 90% de desconto sobre multas e juros. 60%: paga 2,5% da dívida total, sem redução, em até 8 vezes (até novembro) e o restante parcelado em até 180 vezes, com 85% de desconto sobre multas e juros. 45%: paga 5,0% da dívida total, sem redução, em até 8 vezes (até novembro) e o restante parcelado em até 180 vezes, com 80% de desconto sobre multas e juros. 30%: paga 7,5% da dívida total, sem redução, em até 8 vezes (até novembro) e o restante parcelado em até 180 vezes, com 75% de desconto sobre multas e juros. 15%: paga 10% da dívida total, sem redução, em até 8 vezes (até novembro) e o restante parcelado em até 180 vezes, com 70% de desconto sobre multas e juros. Sem perda (0): paga 12,5% da dívida total, sem redução, em até 8 vezes (até novembro) e o restante parcelado em até 180 vezes, com 65% de desconto sobre multas e juros. Como pagar? O saldo parcelado em até 180 vezes deve respeitar os seguintes valores mínimos: do 1ª à 12ª parcela (primeiro ano): 0,4% do saldo consolidado da dívida; da 13ª à 24ª parcela (segundo ano): 0,5% do saldo consolidado da dívida; da 25ª à 36ª parcela (terceiro ano): 0,6% do saldo consolidado da dívida; e a partir da 37ª parcela, o saldo, dividido em até 144 vezes. As parcelas também não poderão ser inferiores a R$ 300,00 para micro e pequenas empresas, ou R$ 50 para microempreendedor individual (MEI). A cada parcela, segundo o governo, é acrescido juros equivalentes à taxa Selic, acumulada mensalmente, calculados a partir do mês subsequente ao da consolidação (pedido de adesão) até o mês anterior ao do pagamento, e de 1% relativamente ao mês em que o pagamento for efetuado.

Segundo Receita, 1º lote será pago em 31 de maio a 3,38 milhões de contribuintes. Também serão liberadas consultas aos chamados lotes residuais de anos anteriores. Site da Receita Federal aberto em um celular Prefeitura de Itapetininga/ Divulgação A Receita Federal informou que abrirá nesta terça-feira (24), a partir das 10h, as consultas ao primeiro lote de restituição do Imposto de Renda 2022, relativo ao ano-base 2021. Ao todo, o primeiro lote será pago a 3,38 milhões de contribuintes, e as restituições somam R$ 6,3 bilhões. Os recursos serão depositados em 31 de maio. Também serão liberadas consultas aos chamados lotes residuais de anos anteriores, ou seja de contribuintes que caíram na malha fina mas depois acertaram as contas com o leão. As consultas poderão ser feitas: na página da Receita na internet; no aplicativo da Receita para tablets e smartphones. Como em anos anteriores, o primeiro lote do IR contemplará contribuintes com prioridade legal: idosos acima de 80 anos (226.934); contribuintes entre 60 e 79 anos (2.305.412); contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave (149.016 ); contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério (702.607). Assim como no ano passado, o primeiro lote do IR será pago, em 2022, no último dia do prazo de entrega do Imposto de Renda, estendido para 31 de maio em razão da pandemia. De acordo com a Receita Federal, foram recebidas até as 11h desta segunda-feira (23) 25,09 milhões de declarações do Imposto de Renda 2021, de um total de 34,1 milhões de declarações esperadas. Restam apenas dez dias para contribuintes fazerem declaração de Imposto de Renda Malha fina O contribuinte poderá saber, ao realizar a consulta, se há ou não pendências que impeçam o pagamento da restituição, ou seja, se ele caiu na chamada "malha fina" do leão. Para saber se está na malha fina, os contribuintes também podem acessar o "extrato" do Imposto de Renda no site da Receita Federal no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento). Para acessar o extrato do IR é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada. Veja o passo a passo do extrato do IR As restituições de declarações que apresentam inconsistência (em situação de malha) são liberadas apenas depois de corrigidas pelo cidadão, ou após o contribuinte apresentar comprovação de que sua declaração está correta.

Rede de cafeterias já tinha suspendido operações no país em março; McDonald's também vendeu suas operações no país. Loja da rede Starbucks fechada em São Petersburgo, na Rússia Anton Vaganov/Reuters A rede de cafeterias Starbucks anunciou nesta segunda-feira (23) que vai deixar o mercado da Rússia depois de quase 15 anos – se juntando ao McDonald's, que na semana passada, chegou a um acordo para vender sua rede de restaurantes a um empresário local. A Starbucks, que tem sede em Seattle, nos Estados Unidos, tem 130 lojas na Rússia, operadas pelo licenciado Alshaya Group. São cerca de 2 mil funcionários no país, onde está desde 2007, de acordo com a Reuters. As lojas da rede estavam fechadas no país desde março, quando a Starbucks suspendeu todas as suas atividades na Rússia – incluindo o envio de produtos – depois da invasão da Ucrânia. Em nota, o presidente da rede, Kevin Johnson, afirma que "a Starbucks tomou a decisão de sair e não mais ter sua marca presente no mercado (russo)". Fábricas russas da empresa francesa Renault passam para as mãos de Moscou McDonald's chega a acordo para vender restaurantes na Rússia a empresário local O texto não afirma como se dará a saída da empresa, mas afirma que os trabalhadores serão pagos por seis meses e receberão assistência para buscar novas colocações fora da rede de cafeterias. Outras empresas já deixaram suas operações na Rússia: além da Starbucks e do McDonald's, a montadora francesa Renault vendeu suas fábricas ao Estado russo – a empresa detinha 67,69% da AvtoVAZ, a maior fabricante de automóveis Lada na Rússia. Loja do McDonalds é desmontada em Moscou, na Rússia

O retorno das consultas ao chamado 'dinheiro esquecido', que estava previsto para começar no dia 2 de maio, foi adiado por conta da greve de servidores do BC. Até 24 de março, 2,85 milhões pessoas físicas e jurídicas solicitaram resgate de seus valores a receber, totalizando R$ 245,8 milhões. José Cruz/Agência Brasil Marcada para começar no último dia 2, a nova fase de consultas do dinheiro 'esquecido' nos bancos – o Sistema de Valores a Receber – ainda segue sem previsão para início, de acordo com o Banco Central (BC). A retomada do sistema foi adiada por conta da greve de servidores do BC, que atrasou a implementação da ferramenta. "A greve dos servidores do BC prejudicou o cronograma de desenvolvimento das melhorias do Sistema de Valores a Receber (SVR). O prazo de retorno do SVR, inicialmente previsto para 2 de maio, será adiado. A nova data será comunicada com a devida antecedência", informou o BC em nota na última semana. O BC estima que há cerca de R$ 8 bilhões em valores esquecidos, mas na primeira fase do serviço ficaram disponíveis cerca de R$ 4 bilhões para devolução. Valores a receber: veja as maiores 'boladas' esquecidas pelos brasileiros nos bancos Como ver o valor e pedir o resgate do dinheiro 'esquecido' nos bancos TIRA DÚVIDAS: como consultar, quem tem direito, datas, como receber; tire suas dúvidas Os valores a receber podem ser de recursos remanescentes de: contas-correntes ou de poupança encerradas, com saldo disponível; tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em Termo de Compromisso assinado pelo banco com o BC; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito; recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados. Banco Central cria sistema para clientes consultarem valores a receber de bancos Primeira fase No dia 16 de abril, o BC encerrou a última "repescagem" para os saques da primeira fase dos recursos esquecidos por brasileiros nos bancos. A repescagem é dos valores da primeira fase do programa. Mais valores serão liberados na segunda fase. Até 24 de março, 2,85 milhões pessoas físicas e jurídicas solicitaram resgate de seus valores a receber, totalizando R$ 245,8 milhões. Entre as pessoas físicas que pediram a devolução, 2.516.990 solicitaram transferência via Pix, totalizando R$ 205.099.139,18, enquanto 328.947 preferiram receber os dados de contato das instituições financeiras, somando R$ 34.370.940,12. Entre as pessoas jurídicas, 5.113 solicitaram a devolução dos valores via Pix (R$ 5.012.975,84) e 1.059 receberam dados de contato (R$ 1.326.419,82). Se você perdeu a sua data de agendamento, o Banco Central informa que não há motivo para se preocupar. Não há risco de perder seus valores a receber, pois eles continuarão guardados pelas instituições financeiras, esperando que você solicite a devolução, quando as consultas ao SVR forem retomadas. Segunda fase Desde o dia 17, o sistema Valores a Receber passa por uma reformulação. Confira, abaixo, algumas das mudanças para o segundo ciclo: Não haverá mais necessidade de agendamento. Será possível pedir o resgate dos recursos no momento da primeira consulta; O sistema contará com informações novas repassadas pelas instituições financeiras. Ou seja, mesmo quem já resgatou seus recursos e quem não tinha valores a receber na primeira etapa deve consultar novamente o sistema, pois os dados serão atualizados e pode haver recurso novo.
Prazo vai até 31 de maio, e governo espera receber 34,1 milhões de declarações do IR 2022. Faltando 8 dias para o fim do prazo, a Receita Federal ainda aguarda 9 milhões de declarações do Imposto de Renda 2022. Até as 11h desta segunda-feira (23) foram 25.094.079 documentos entregues – pouco mais de 73% das 34,1 milhões de declarações esperadas este ano. O prazo para enviar o documento sem multa termina em 31 de maio. Como fazer uma declaração simples? Veja o passo a passo O que você precisa saber para fazer declaração Tire suas dúvidas sobre documentos, nível 'prata ou ouro', PIX, restituição e todas as mudanças na declaração Imposto de Renda 2022 em vídeos SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2022 O programa para fazer a declaração deve ser baixado no site da Receita Federal (clique aqui para acessar). Obrigatoriedade Quem precisa declarar IR? É obrigado a declarar IR em 2022: quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2021. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado; contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado; quem obteve, em qualquer mês de 2021, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias; quem teve, em 2021, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural; quem tinha, até 31 de dezembro de 2021, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2021. Lotes de restituição De acordo com a Receita Federal, serão disponibilizados cinco lotes de restituição neste ano, nos dias: 31 de maio; 30 de junho; 29 de julho; 31 de agosto; e 30 de setembro.
67% dos microempreendedores tinham emprego em 2022 - em 2019, eram 63% - aumento de 4 pontos percentuais com a pandemia Pesquisa aponta que 67% dos microempreendedores tinham emprego antes de abrir negócio Levantamento divulgado pelo Sebrae mostra que 67% dos microempreendedores tinham emprego com e sem carteira assinada antes de se formalizarem como MEIs em 2022 - em 2019, eram 63%, aumento de 4 pontos percentuais com a pandemia. De acordo com o Sebrae, isso indica o aumento do empreendedorismo por necessidade nos últimos três anos, uma saída encontrada para ter renda e resolver os problemas financeiros. Veja abaixo as atividades que os empreendedores tinham antes de se tornarem MEIs em 2022: 51% tinham emprego com carteira assinada 16% tinham emprego sem carteira assinada 15% eram empreendedores informais sem CNPJ 5% eram donas (os) de casa 4% eram estudantes 3% eram servidores públicos 2% eram desempregados O levantamento mostra que houve uma queda na proporção de microempreendedores individuais que já atuavam como empresários na informalidade. Em 2019, os empreendedores informais representavam 21% dos MEIs e, em 2022, essa participação caiu para 15%. Brasil perde 2,8 milhões de trabalhadores com carteira em 8 anos; informalidade e conta própria crescem Renda em queda e vida no aperto: os 'corres' de quem não ganha nem 1 salário mínimo Proporção de desempregados há mais de 2 anos é a maior em uma década Pedidos de demissão batem recorde em março e são 1 de cada 3 desligamentos O presidente do Sebrae, Carlos Melles, afirma que uma das explicações para a queda é o fato de que houve um grande número de formalizações desde o início da pandemia. Segundo dados do Ministério da Economia, foram criados 2,6 milhões de MEIs em 2020 e, em 2021, foram mais 3,1 milhões. Neste ano, já foram registrados mais de 646 mil novos MEI. Atualmente há cerca de 14 milhões de MEIs no país. “A existência desse modelo de empreendedorismo, que implica em menos burocracia e uma tributação menor, permitiu que milhares de pessoas que perderam seus empregos na pandemia pudessem atuar fora da informalidade”, avalia. Melles lembra que o MEI tem acesso a diversos benefícios como aposentadoria, auxílio-doença, salário-maternidade, além de pensão por morte e auxílio-reclusão.

Ministro Paulo Guedes (Economia) Fabiane de Paula/SVM O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ao blog nesta segunda-feira (23) que o governo federal "fez sua parte" ao reduzir tributos dos combustíveis, acrescentando que "está todo mundo no azul". Paulo Guedes, que chega nesta segunda a Davos (Suíça) para participar do Fórum Econômico Mundial, se reuniu nos últimos dias com os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para discutir o projeto que limita o ICMS cobrado sobre combustíveis; conta de luz; telecomunicações; e transportes. O projeto deve ser votado nesta terça (24) pela Câmara e é encabeçado por Lira. O texto é visto como uma ofensiva contra a taxação excessiva dos estados. Em alguns lugares do país, o ICMS sobre combustíveis ultrapassa 30%. Já na conta de luz, a média é 21%. A proposta em discussão na Câmara limita a 17%. Os governadores reclamam das perdas de arrecadação e dizem que essas perdas podem ameaçar a prestação de serviços. Guedes, porém, rebate: "O governo fez sua parte; está todo mundo está no azul." Estudo da Instituição Fiscal Independente (IFI) publicado pelo jornal "O Globo" nesta segunda (23) mostra que os estados têm recorde de recursos em caixa: quase R$ 320 bilhões até o fim do primeiro bimestre deste ano. Tarifas O Ministério da Economia vai detalhar nesta segunda a segunda rodada do que chama de "abertura econômica" por meio de redução de tarifas. Segundo fontes ouvidas pelo blog, enquanto o ministro Paulo Guedes está em Davos, a equipe em Brasília vai fazer o anúncio oficial da complementação da redução em 10% da Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (LETEC) para 85% dos produtos do Mercosul. A medida inclui produtos da cesta básica e para construção civil, como o aço - medida que levou o setor fabricante brasileiro a protestar contra a medida. A área econômica já implementou a redução da tarifa BIT BK para bens de capital e tecnologia de informação e, no ano passado, já havia feito uma redução de 10% na TEC.
Na sexta-feira, o principal índice de ações da bolsa fechou em alta de 1,39%, a 108.488 pontos. O Ibovespa, principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, opera em alta nesta segunda-feira (23), acompanhando o dia positivo nos mercados externos. Às 16h26, o Ibovespa subia 1,80%, a 110.443 pontos. Veja mais cotações. Na sexta-feira, a bolsa fechou em alta de 1,39%, a 108.488 pontos, acumulando alta de 1,46% na semana. Com o resultado, passou a acumular alta de 0,57% no mês, e alta de 3,50% no ano. LEIA TAMBÉM: Entenda as consequências da alta da Selic, a taxa básica de juros Onde investir com a Selic a 12,75%? Veja o que muda na renda fixa e como fica a poupança o O que está mexendo com os mercados? Nos mercados, permanecem preocupações de que a alta da inflação e o aperto dos juros possam provocar uma desaceleração da economia global. As bolsas da Europa e os preços do petróleo eram negociados em alta nesta segunda-feira. Na China, os contratos de minério de ferro de referência na China subiram cerca de 7%, depois que a Índia aumentou as tarifas de exportação de algumas commodities para conter as crescentes pressões inflacionárias. Na China, as bolsas fecharam em baixa depois de Pequim informar 99 novos casos de Covid-19 - maior contagem diária na capital durante o surto atual. A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, disse nesta segunda que o BCE provavelmente tirará sua taxa de depósito do território negativo atual até o final de setembro e poderá aumentá-la ainda mais se prever que a inflação vai se estabilizar em 2%. Por aqui, o Banco Central não irá divulgar o habitual relatório semanal Focus com as projeções do mercado financeiro para a economia devido à continuidade da greve dos servidores. Na agenda da semana, destaque para a divulgação da prévia da inflação de maio nesta terça-feira e para a expectativa de votação do na Câmara dos Deputados de projeto que limita a 17% a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é um tributo estadual, sobre combustíveis, energia, telecomunicações e transportes coletivos.

Walmart se mantém em primeiro, seguida de Amazon, Apple, CVS Health e UnitedHealth. A revista “Fortune” divulgou nesta segunda-feira (23) sua tradicional lista das 500 maiores empresas nos Estados Unidos. A 68ª edição do ranking não apresentou mudanças no topo, mas mostrou um ano de 2021 muito positivo para as companhias mesmo com todo o cenário de inflação, crise nas cadeias logísticas e a persistência da pandemia. Fachada da Walmart em Encinitas, nos EUA, em imagem de arquivo Mike Blake/Reuters/File Photo O lucro combinado das companhias foi de US$ 1,84 trilhão, novo recorde, superando os US$ 1,22 trilhão de 2019. As margens de lucro também foram recorde, alcançando 11,4% no ano passado, ante topo anterior de 8,9% em 2013. O lucro por funcionário foi de US$ 61.821, também recorde, superando US$ 41.884 em 2019. Em faturamento, as 500 maiores fizeram, juntas, US$ 16,1 trilhão –valor também recorde, segundo a publicação. As cinco maiores empresas da lista permaneceram inalteradas na comparação anual. Walmart se mantém em primeiro, seguida de Amazon, Apple, CVS Health e UnitedHealth. A ExxonMobil subiu quatro posições, ao sexto lugar, sustentada pela alta no petróleo. Berkshire Hathaway, Alphabet, McKesson e AmerisourceBergen completam o Top 10. Veja as 10 primeiras do ranking em faturamento (valores em US$ milhões): Walmart: US$ 572,75 Amazon: US$ 469,82 Apple: US$ 365,82 CVS Health: US$ 292,11 UnitedHealth Group: US$ 287,6 Exxon Mobil: US$ 285,64 Berkshire Hathaway: US$ 276,09 Alphabet: US$ 257,64 McKesson: US$ 238,23 AmerisourceBergen: US$ 213,99 Outras empresas do setor de petróleo também aparecem entre as cem maiores empresas, disparando ante a última lista, impulsionadas pela commodity. A Chevron é a 16ª maior empresa dos EUA, 11 posições a mais do que em 2021. A Marathon Petroleum subiu 13 posições, a 19ª colocação. A ConocoPhillips disparou 79 posições, a 77ª maior empresa. A Tesla, montadora de veículos elétricos do empresário Elon Musk, subiu 35 posições na Fortune 500, para a 65ª posição. A Meta, controladora do Facebook, subiu sete posições, para 27º, enquanto a Pfizer, sustentada pelas vendas das vacinas contra covid-19, subiu 34 posições, a 43ª. As companhias aéreas também viram uma grande recuperação na lista, com a Delta Air Lines subindo 65 casas, a 113ª posição, enquanto a American Airlines recuperou 60 posições no ranking, a 114ª. United Airlines subiu 54 posições, para a 146ª colocação. A Southwest Airlines subiu 102 posições, para o 234º lugar.

Rede norte-americana, cuja chegada em Moscou foi um dos marcos do fim da URSS, anunciou na semana passada retirada total de suas operações em território russo. Lanchonetes foram vendidas a empresário local, que trocará o nome da rede. Loja do McDonalds é desmontada nos arredores de Moscou, na Rússia Um dos maiores símbolos do capitalismo dos Estados Unidos começou a ser retirado da Rússia nesta segunda-feira (23). Depois de três décadas no país, o McDonald´s, a rede de fast food norte-americana que conquistou os consumidores russos, iniciou o processo de desmontagem de seus restaurantes russos. Na semana passada, a rede anunciou a retirada total de suas operações na Rússia, em represália pela invasão do país à Ucrânia, em 24 de fevereiro. Arco com o logotipo do McDonald´s é retirado de um dos restaurantes da cadeia nos arredores de Moscou, em 23 de maio de 2022 Lev Sergeev/ Reuters Nesta manhã, arcos com o logotipo do McDonald´s foram retirados de restaurantes do grupo em Khimki, nos arredores de Moscou. Em março, dias após o início da guerra, o McDonald's anunciou o fechamento temporário de seus 850 restaurantes na Rússia e a suspensão de todas as suas operações no país, seguindo o passo de várias multinacionais que decidiram se distanciar de Moscou após a invasão russa da Ucrânia. Homem senta ao lado de arco do logotipo e placa com o nome do McDonald´s serem desmontados em restaurante da rede nos arredores de Moscou Lev Sergeev/ Reuters Na semana passada, no entanto, o grupo anunciou o encerramento definitivo de suas operações no país, marcando o fim de uma trajetória de três décadas do restaurante no país. Na época, a chegada do McDonald´s foi um dos marcos do fim da União Soviética. A primeira loja da rede foi inaugurada também na capital russa, por onde o grupo deu início ao processo de desmontagem. A rede, que empregava 62 mil funcionários na Rússia, chegou ao país logo após a queda do muro de Berlim e foi um dos maiores símbolos do alívio das tensões da guerra fria entre os Estados Unidos e a União Soviética, que entraria em colapso em 1991. Loja do McDonald´s em São Petersburgo, em imagem de março de 2022 Anton Vaganov/Reuters Leia também: As empresas que deixaram a Rússia depois do início da guerra Após 3 décadas, McDonald's anuncia saída total da Rússia

Na sexta-feira (20), a moeda norte-americana fechou a R$ 4,8729, acumulando queda de 3,64% na semana. Cédulas de dólar e real nas mãos de uma pessoa Sergio Moraes/Reuters O dólar caía pela terceira sessão consecutiva frente ao real nesta segunda-feira (23), negociado ao redor de R$ 4,80. Às 16h26, a moeda norte-americana era vendida a R$ 4,8114, em queda de 1,26%. Na mínima do dia até o momento, chegou a R$ 4,7853. Veja mais cotações. Na sexta-feira, o dólar fechou em queda de 0,89%, a R$ 4,8729. Com o resultado, acumulou queda de 3,64% na semana. Na parcial do mês, acumula recuo de 1,41%. No ano, tem desvalorização de 12,59% frente ao real. s LEIA TAMBÉM: Comercial x turismo: qual a diferença e por que o turismo é mais caro? O que faz o dólar subir ou cair em relação ao real? Qual o melhor momento para comprar? Dinheiro ou cartão? Qual a melhor forma de levar dólares em viagens? Entenda o que faz o dólar subir ou descer O que está mexendo com os mercados? Nos mercados, permanecem preocupações de que a alta da inflação e o aperto dos juros possam provocar uma desaceleração da economia global. As bolsas da Europa e os preços do petróleo eram negociados em alta nesta segunda-feira. Na China, os contratos de minério de ferro de referência na China subiram cerca de 7%, depois que a Índia aumentou as tarifas de exportação de algumas commodities para conter as crescentes pressões inflacionárias. Na China, as bolsas fecharam em baixa depois de Pequim informar 99 novos casos de Covid-19 - maior contagem diária na capital durante o surto atual. A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, disse nesta segunda que o BCE provavelmente tirará sua taxa de depósito do território negativo atual até o final de setembro e poderá aumentá-la ainda mais se prever que a inflação vai se estabilizar em 2%. Por aqui, o Banco Central não irá divulgar o habitual relatório semanal Focus com as projeções do mercado financeiro para a economia devido à greve dos servidores. Na agenda da semana, destaque para a divulgação da prévia da inflação de maio nesta terça-feira e para a expectativa de votação do na Câmara dos Deputados de projeto que limita a 17% a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é um tributo estadual, sobre combustíveis, energia, telecomunicações e transportes coletivos. Ministério da Economia anuncia bloqueio de R$ 8,2 bilhões no orçamento

Rússia, Argentina, Reino Unido e outros países já seguiram o caminho da desestatização. Entenda qual foi o desfecho Fachada do prédio da Petrobras, no Centro do Rio Adriano Ishibashi/Framephoto/Estadão Conteúdo A proposta de privatização da Petrobras, anunciada pelo ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, na última semana, reacendeu discussões sobre o impacto de medidas de desestatização na eficácia produtiva de empresas e no controle dos preços dos combustíveis. Enquanto membros do governo de Jair Bolsonaro (PL) e defensores da redução da presença do Estado nas relações econômicas do país comemoraram o anúncio, representantes da Federação Única dos Petroleiros (FUP-CUT) afirmaram que o presidente verá "a maior greve da história da categoria" caso avance na intenção. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que a privatização da estatal não está em seu "radar" neste momento — a proposta precisa ser aprovada pelo Congresso antes que o presidente possa assinar o decreto para incluir a Petrobras no Plano Nacional de Desestatização (PND). Novo ministro entrega a Guedes pedido de estudo sobre privatização da Petrobras Pacheco diz que privatização da Petrobras 'não está no radar' neste momento Petrobras em números: evolução do lucro, produção, dividendos, nº de funcionários e valor de mercado Carlos Alberto Sardenberg comenta os estudos para privatizar a Petrobras e o Orçamento Secreto Iniciativas de privatizações geram debates acalorados não só no Brasil, mas em diversos outros países que já colocaram ou cogitaram colocar medidas semelhantes em prática. Não são incomuns casos de petrolíferas que decidiram seguir o caminho da capitalização como forma de obter mais recurso — como fez a própria Petrobras em 2010 — ou de governos que desinvestiram em determinados setores para ampliar a concorrência. Mas quando se trata de grandes estatais produtoras de petróleo se tornando majoritariamente privadas, não há uma gama gigantesca de exemplos, de acordo com especialistas consultados pela BBC News Brasil. A reportagem consultou estudiosos do mercado de gás e petróleo e da área de privatizações para identificar alguns dos mais notáveis casos e entender o que aconteceu com essas empresas. Eles apontam que não há um único caminho a ser seguido por petrolíferas estatais no momento da privatização — mas que casos de sucesso costumam acontecer quando há ambiente regulatório forte e estável para atrair investimentos. Especialistas dizem, ainda, que a gestão privada costuma aumentar a eficiência operacional, mas argumentam que nem sempre a desestatização é a melhor escolha — a depender do momento político e econômico do país. E quando se fala no assunto, os grandes exemplos citados são o da Rússia, que colocou em prática um grande projeto de privatizações após o fim da União Soviética (URSS); da YPF na Argentina, que voltou a ser estatizada após mudanças no governo; e da multinacional BP, no Reino Unido. Há ainda casos de petroleiras privatizadas no Canadá, França, Itália e Espanha, entre outros. Entenda: Rússia e a formação da oligarquia Após o colapso da URSS em 1991, o governo da Rússia — sob o comando do presidente Boris Yeltsin — colocou em prática um amplo projeto de privatizações. O esforço foi iniciado em outubro de 1991 e concluído em julho de 1994, quando dois terços da indústria russa já era de propriedade privada. A desestatização do setor de gás e petróleo foi regulamentada por um decreto presidencial em 1992. Petroleiras e refinarias foram agrupadas, transformando-se em empresas de capital aberto. A Lukoil, considerada a maior companhia russa não-estatal do setor de petróleo, foi formada em 1991 quando três estatais sediadas na Sibéria se fundiram. Em 1993, ela foi privatizada e transformada em uma empresa de capital aberto. A Gazprom retornou ao controle do governo no início dos anos 2000 Getty Images via BBC A Gazprom também se tornou privada nesse contexto. A empresa, porém, retornou ao controle do governo no início dos anos 2000, e em 2021 foi responsável por 68% da produção de gás russa. Especialistas afirmam, porém, que o modelo de privatização adotado pela Rússia ajudou a criar um poderoso grupo de magnatas, os oligarcas russos, e a aprofundar a desigualdade no país. O economista Marshall Goldman, especialista em economia da URSS, afirma em seu livro "The Piratization of Russia: Russian Reform Goes Awry" que o movimento de desestatização russo apenas transformou o monopólio do Estado em um monopólio privado. "Mas o monopólio privado não funciona de maneira muito diferente", disse o autor em sua obra. O governo utilizou um sistema de privatização por meio de vouchers, previamente implementado na Checoslováquia. Sob esse modelo, o governo distribuiu vouchers entre a população, que poderiam ser usados para comprar ações das cerca de 15.000 empresas que estavam sendo desestatizadas. Empresários bem relacionados, porém, adquiriram enormes blocos desses vouchers e garantiram grandes participação ou controle das companhias. O movimento criou uma oligarquia russa que ainda está intimamente ligada a uma grande parcela da riqueza nacional. Eles controlam importante parte de setores como o de energia, mineração, mídia e transporte do país e possuem conexões no governo central. Segundo Sérgio Lazzarini, professor do Insper e estudioso das privatizações, após o fracasso na Rússia, o sistema de vouchers deixou de ser considerado. "Esse modelo é bastante controverso e se provou que não funciona bem". "A passagem de ativos aconteceu também de uma forma não transparente na Rússia, o que contribuiu ainda mais para a concentração de renda dos oligarcas", afirmou o especialista à BBC News Brasil. Quando chegou ao governo em 1999, Vladimir Putin começou a controlar os oligarcas. Aqueles que seguiram alinhados politicamente com o atual presidente tornaram-se ainda mais bem-sucedidos. Mas alguns dos oligarcas originais que se recusaram a seguir essa linha foram forçados a fugir do país. Talvez o oligarca mais conhecido fora da Rússia seja o empresário Roman Abramovich, proprietário do Chelsea Football Club. Com um patrimônio estimado em US$ 14,3 bilhões (R$ 73 bilhões), ele fez sua fortuna vendendo ativos após a queda da União Soviética. Em março deste ano, uma investigação da BBC revelou novas evidências sobre como Abramovich lucrou bilhões de dólares de forma indevida ao fazer negócios com o Estado russo na área do petróleo. O russo teria comprado a estatal de petróleo Sibneft do governo russo em 1995, pela qual pagou cerca de US$ 250 milhões (R$ 1,2 trilhão). Contudo, ele revendeu a empresa ao Estado, em 2005, por US$ 13 bilhões (R$ 65 bilhões). Abramovich e outros oligarcas russos foram sancionados pela União Europeia, Reino Unido e Estados Unidos após a invasão à Ucrânia. O magnata do futebol decidiu então se afastar de algumas de suas funções e vender o Chelsea. O Instituto Ucraniano para o Futuro (UIF), uma organização independente com sede em Kiev, culpa a ampla influência dos oligarcas na sociedade, na indústria e na política ucranianas pela falta de desenvolvimento do país. Reino Unido e BP A multinacional britânica de capital aberto BP foi privatizada em fases, entre 1979 e 1987. A desestatização aconteceu durante a onda de privatizações implementada pela ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher. BP foi privatizada em fases, entre 1979 e 1987 Getty Images via BBC Durante o governo da Dama de Ferro (1979-1990), muitas companhias e serviços que haviam sido estatizados no mandato do ex-primeiro-ministro Clement Attlee entre 1945 e 1951 foram transformados em empresas privadas: indústrias, siderúrgicas, ferroviárias, aeroviárias, aeroportos e companhias de gás, eletricidade, telecomunicações e água. Em 1979, o governo de Thatcher vendeu pouco mais de 5% de suas ações da BP e reduziu sua participação na empresa para 46%, tornando-se minoritário pela primeira vez desde que a petroleira foi incorporada pela Inglaterra em 1909. A participação estatal foi sendo reduzida ainda mais nos anos seguintes e, em 1987, a privatização foi concluída quando o governo vendeu suas últimas ações. Inicialmente chamada de Anglo-Persian Oil Company Limited e depois de British Petroleum, a petroleira se fundiu com a americana Amoco em 1998 e adquiriu a também americana ARCO e a escocesa Burmah Castrol em 2000, tornando-se oficialmente BP plc em 2001. No livro "The Org: The Underlying Logic of the Office", o economista Raymond Fisman e o historiador Tim Sullivan descrevem como nas primeiras décadas após a privatização, a BP se tornou um exemplo no setor energético de como uma estatal pouco lucrativa poderia ser transformada em um negócio frutífero com a privatização. O comando da empresa foi todo substituído por funcionários empenhados em cortar custos e reduzir riscos e alguns empreendimentos que antes faziam parte da companhia — como os dedicados à produção de alimento e mineração de urânio, por exemplo — foram vendidos. "A BP passou de perdas de quase US$ 1 bilhão [cerca de R$ 5 bilhões na cotação atual] em 1992 para lucros de quase US$ 5 bilhões [R$ 25 bilhões] até o final de 1997. A folha de pagamento foi reduzida para 53.000 [funcionários], bem abaixo das 129.000 pessoas que a BP empregava antes", escreveram Fisman e Sullivan. Em 2005, uma refinaria da BP no Texas explodiu, matando 15 e ferindo cerca de 170 pessoas. Em 2006, um vazamento em um oleoduto da BP derramou centenas de milhares de galões de petróleo em uma baía no Alasca. E em 2010, a plataforma Deepwater Horizon, de propriedade da empresa suíça Transocean e operada pela BP no Golfo do México, explodiu e afundou, matando 11 funcionários. Durante os meses seguintes, quase 5 milhões de barris de petróleo foram despejados no oceano, no que é considerado o maior vazamento acidental de petróleo da história. Cinco Estados (Flórida, Alabama, Mississippi, Louisiana e Texas) foram atingidos pela mancha de óleo, que encobriu aves marinhas, danificou praias e provocou enormes perdas para as indústrias de pesca e turismo. O acidente de 2010, em especial, prejudicou a imagem da empresa, que teve sua avaliação rebaixada por agências de risco após o desastre. A BP foi alvo de múltiplos processos judiciais, vários deles movidos pelo governo americano, tanto por violações criminais quanto por violações a regulações civis. Em um acordo considerado o maior do tipo na história americana, a BP concordou em pagar cerca de US$ 20 bilhões (aproximadamente R$ 100 bilhões) ao governo federal e aos cinco Estados afetados pela catástrofe ambiental. No ano passado, os lucros da petroleira atingiram seu maior nível em oito anos, impulsionados pelo aumento dos preços do gás e do petróleo no mercado internacional. Após um ano de perdas em 2020, a BP fechou 2021 com ganho de US$ 12,85 bilhões (R$ 64 bilhões). Os lucros continuaram a crescer no primeiro trimestre de 2022, alcançando um patamar de US$ 6,2 bilhões (R$ 31 bilhões) — mais do que o dobro dos US$ 2,6 bilhões (R$ 13 bilhões) que a empresa lucrou no mesmo período do ano passado. O balanço provocou um movimento pela imposição de uma taxação especial, destinada a coletar parte do que é chamado de "lucro inesperado". A ideia por trás desse tipo de imposto é taxar empresas que se beneficiaram de uma situação pela qual não são responsáveis, como é o caso da alta dos preços de gás e petróleo. Segundo fontes ouvidas pela BBC, o Tesouro britânico está estudando a possibilidade de adotar tal imposto para o setor energético do país. A BP, porém, rejeita a ideia e afirmou que novas taxas poderiam significar menos investimentos em projetos de energia renovável. Argentina e o caso YPF A estatal e maior produtora de petróleo da Argentina, Yacimientos Petrolíferos Fiscales (YPF), foi privatizada em 1999, mas reestatizada em 2012, durante o governo de Cristina Kirchner. A YPF foi criada em 1922 como a primeira petroleira estatal integrada verticalmente em todo o mundo. Durante o período inicial da ditadura militar, que se estendeu de 1976 a 1983, houve um recuo na política de nacionalização no país. O governo abriu ao setor privado a possibilidade de concessões e permitiu contratos da YPF com terceiros. Essas medidas foram parcialmente anuladas em 1974 e posteriormente reorganizadas em 1985 pelo governo de Raúl Alfonsín. Mas a privatização só foi concretizada no fim do governo de Carlos Menem, em 1999. O primeiro passo desse processo foi a transformação da YPF de uma empresa estatal para uma de sociedade anônima com capital aberto. A desestatização foi concluída quando o Estado argentino vendeu 14,99% de suas ações à empresa espanhola Repsol. No fim de 2011, a Repsol já controlava 57% do capital da YPF. A ex-presidente da Argentina Cristina Kirchner em foto de 20 de agosto de 2015 Juan Mabromata/AFP Em abril de 2012, porém, a presidente Cristina Kirchner apresentou um projeto de lei ao Congresso que declara "de utilidade pública e sujeito à expropriação" 51% do capital da YPF. O texto foi aprovado com ampla maioria no Congresso e a repatriação efetivada. O governo culpava a YPF pela queda na produção petrolífera, o que teria obrigado a Argentina a gastar muito com a importação de combustível, num momento em que o país sofria uma escassez de dólares devido a uma fuga de capitais. Economistas que também apoiaram a medida afirmaram ainda que, desde que a Repsol assumiu o controle da YPF, houve fuga sistemática de divisas sem reinvestimento para a exploração, tornando o modelo insustentável. Uma pesquisa realizada na época do anúncio da reestatização pelo jornal portenho La Nación mostrou que seis em cada dez argentinos apoiavam a medida. A YPF, por sua vez, afirmava que as próprias políticas econômicas intervencionistas do governo deram origem à crise energética no país. Fora do país, a medida gerou grande desconforto com o governo da Espanha e outras potências. A decisão foi duramente criticada pela União Europeia, FMI e pelos centros econômicos mundiais. A nacionalização desencadeou ainda uma intensa batalha jurídica entre o governo e a Repsol, que terminou em um acordo de US$ 5 bilhões (R$ 25 bilhões) de indenização pela expropriação das ações. "A reestatização da YPF aconteceu sem nenhum amparo regulatório institucional", diz Sérgio Lazzarini, do Insper. "Ao mesmo tempo, é preciso um ambiente institucional e legal relativamente estável para que os investimentos privados prosperem, algo que faltou na Argentina após a privatização da petroleira". Antes de ser estatizada, a empresa tinha um valor de mercado de cerca de US$ 16 bilhões (R$ 80 bilhões). No momento do anúncio da expropriação, a empresa já havia perdido quase metade de seu valor, passando a US$ 8 bilhões (R$ 40 bilhões). Dez anos depois, as ações da YPF valem 75% menos, segundo análise feita pelo jornal argentino El Clarín. O valor de mercado da companhia está hoje em torno de US$ 3,4 bilhões (R$ 17 bilhões). As ações da YPF estão sendo negociadas a cerca de US$ 5 (R$ 25) desde a invasão russa na Ucrânia. Em 2012, elas chegavam a US$ 41 (R$ 204), segundo o Clarín. Novo ministro de Minas e Energia pede a Guedes estudos para privatização da Petrobras Afinal, existe uma receita para o sucesso? Segundo os especialistas consultados pela BBC, não há um único caminho a ser seguido por petrolíferas estatais no momento da privatização. Da mesma forma, nem sempre a desestatização é a melhor escolha, a depender do momento político e econômico do país, de acordo com Sérgio Lazzarini. "Às vezes pode ser indicado apenas melhorar a governança, blindar a empresa de interferência governamental, atrair mais investimentos e implementar estratégias para desinvestir setores estratégicos e ampliar a concorrência", diz o professor do Insper. "Mas experiência em geral, não só no setor do petróleo, mostra que a gestão privada, de fato, aumenta a eficiência operacional". Lazzarini lançou em março deste ano o livro "The Right Privatization - Why Private Firms in Public Initiatives Need Capable Governments" (A Privatização Certa - Porque Empresas Privadas em Iniciativas Públicas Precisam de Governos Capazes, em tradução livre). Na obra, o especialista destaca justamente a importância de um governo bem-organizado e preparado no processo de privatização de estatais de diversos setores. "E o que são governos capazes? Governos que levam o tema da privatização para o debate público adequadamente e criam um ambiente regulatório adequado para tratar do problema", diz. Ainda segundo Lazzarini, os casos de sucesso costumam acontecer quando há um ambiente regulatório forte e institucional estável que consiga atrair investimentos, além de competição no setor. "Os preços só começam a cair quando há mais atores e mais competição", diz. Patrick Heller, diretor Executivo do Natural Resource Governance Institute e pesquisador do Centro de Direito, Energia e Meio Ambiente da Universidade da Califórnia em Berkeley, lista ainda outros fatores que considera essenciais para uma boa transição. "O primeiro deles é fazer uma boa avaliação dos preços das ações antes da privatização. Definir um bom mecanismo para encontrar um valor inicial de referência e a partir daí seguir com as negociações", diz. "Fazer isso sempre foi complexo, mas está ainda mais difícil neste momento, diante das incertezas reais em torno do futuro da indústria de petróleo e gás no mundo e da necessidade de se investir em energia limpa". Heller lembra ainda da importância da transparência em qualquer processo de privatização. "Todas as etapas precisam ser transparentes, seja no momento da avaliação dos ativos, da definição dos modelos de privatização ou de estabelecer os requisitos para que as partes tenham acesso aos recursos desestatizados", afirma. "Por fim, há um terceiro ponto importante e que se conecta ao anterior, que é a construção de um processo justo e objetivo", diz. Segundo Heller, o princípio deve ser obedecido independentemente do modelo de privatização escolhido. "É preciso se certificar de que as ações não sejam entregues a pessoas politicamente conectadas ou que um grupo específico de investidores seja privilegiado". Segundo os especialistas, os casos de fracasso na história acontecem justamente quando esses princípios não são respeitados. "Pode haver falhas em três estágios da privatização: no desenho do modelo, na implementação e na fase pós-privatização", diz Sérgio Lazzarini. Para o professor do Insper, quando há falha no modelo, por vezes troca-se o monopólio estatal por um privado, como aconteceu na Rússia. "Na implementação é preciso estar atento para falhas no momento de identificar compradores e licitar a venda. Já no pós os problemas estão na não regulamentação do setor ou definição dos padrões de qualidade e quantidade dos investimentos", complementa Lazzarini. Os estudiosos afirmam ainda que associar diretamente a queda dos preços dos combustíveis a um sucesso na privatização nem sempre é o melhor caminho, já que o preço no setor é ditado internacionalmente e muito influenciado por fatores externos. "Em geral, empresas privadas do setor de gás e petróleo tendem a ser mais eficientes quando se trata de gerenciar recursos e custos de produção", diz Patrick Heller. "Mas o petróleo é uma commodity global e, portanto, o que mais influencia os preços que chegam até os consumidores não é a eficiência de uma empresa de extração em particular, mas sim o mercado global de energia".

Condição é que o casal viva junto há mais de cinco anos ou que tenha filho; prazo para entrega da declaração é até 31 de maio. Imposto de Renda 2022 Arte g1 O(a) companheiro(a) pode ser incluído(a) como dependente na declaração de Imposto de Renda, mas a condição é que o casal viva junto há mais de cinco anos ou que tenha filho (nesse caso não importa há quantos anos estão vivendo juntos). A regra vale para também para união homoafetiva. SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2022 Caso o companheiro entre como dependente, os dependentes dele também podem ser incluídos, mas somente se a declaração for conjunta, ou seja, nela são declarados os rendimentos do casal. Nesse caso, os rendimentos dos dependentes também devem ser informados na declaração. Além dos filhos e enteados, podem ser incluídos pais, avós e sogros do companheiro dependente, por exemplo – nesse segundo caso, eles devem ter recebido rendimentos, tributáveis ou não, de até R$ 22.847,76 em 2021 (veja lista abaixo). Contudo, se os companheiros apresentarem declarações em separado, cada um deve colocar seus dependentes em sua própria declaração. Veja como escolher entre a declaração conjunta ou separada Saiba quem pode ser incluído como dependente na declaração Imposto de Renda 2022 em vídeos; ASSISTA Quem pode ser dependente na declaração O contribuinte pode incluir em sua declaração pessoas que mantiveram relação de dependência no ano-calendário de 2021, mesmo que por menos de 12 meses. A vantagem é que é possível deduzir até R$ 2.275,08 da renda tributável por dependente. Veja quem pode ser declarado como dependente, segundo a Receita Federal: companheiro(a) com quem o contribuinte tenha filho ou viva há mais de 5 anos, ou cônjuge; filho(a) ou enteado(a) de até 21 anos de idade; filho(a) ou enteado(a) com deficiência, de qualquer idade, quando a sua remuneração não exceder as deduções autorizadas por lei; filho(a) ou enteado(a), se ainda estiverem cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, até 24 anos de idade; irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial, até 21 anos, ou em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, com idade de 21 anos até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, desde que o contribuinte tenha detido sua guarda judicial até os 21 anos; irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a) com deficiência, sem arrimo dos pais, do(a) qual o contribuinte detém a guarda judicial, em qualquer idade, quando a sua remuneração não exceder as deduções autorizadas por lei; pais, avós e bisavós que, em 2021, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, de até R$ 22.847,76; sogros e sogras que, em 2021, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, de até R$ 22.847,76; menor pobre até 21 anos que o contribuinte crie e eduque e de quem detenha a guarda judicial; pessoa absolutamente incapaz, da qual o contribuinte seja tutor ou curador. Como incluir os dependentes Dependentes só podem ser declarados no modelo completo do Imposto de Renda. Para incluí-lo, basta o contribuinte preencher a ficha “Dependentes” na declaração. Nesta aba, é preciso informar dados como nome, CPF e data de nascimento. Todos aqueles que forem declarados como dependentes precisam ter CPF, mesmo os que nasceram em 2021. A inscrição no CPF pode ser feita pelo site da Polícia Federal.
Entre brasileiros com dívidas, 8,3% estão pagando o financiamento da casa própria, diz levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Com a taxa de desemprego do Brasil entre as maiores do mundo e a renda em queda, os brasileiros estão cada vez mais endividados – e inadimplentes, mostra levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Entre as principais dívidas dos brasileiros, está o financiamento da casa própria: 8,6% dos endividados dizem estar pagando parcelas. Mas muitos não estão conseguindo nem isso – e correm o risco de ter o imóvel tomado pelo banco. O g1 conversou com o Serasa e com a CNC para dar dicas aos mutuários em dificuldades. Veja abaixo: Perdi a data de pagamento. O que devo fazer? Como cada financiamento imobiliário possui suas regras, o ideal é que o devedor procure a instituição financiadora para verificar o prazo e as condições de pagamento estabelecidas em contrato para quitar a pendência. É possível deixar de pagar algumas prestações? Sim. É possível pedir uma carência nas prestações à instituição financeira. Esses valores não pagos serão depois incorporados ao saldo devedor, diz Daniele Akamine advogada especialista em financiamento imobiliário. Mas cuidado: as prestações seguintes vão subir de valor. LEIA MAIS Alta dos juros faz 3 milhões de famílias perderem acesso ao financiamento imobiliário Imóvel na planta: disparada dos juros eleva custo do financiamento e assusta mutuários na entrega das chaves Crédito imobiliário com recursos da poupança cai 19,7% em março, diz Abecip Vale a pena fazer a portabilidade da dívida? A portabilidade da dívida é a troca do financiamento de um banco para outro. A troca só é vantajosa para o cliente após uma análise dos juros de uma instituição para outra. “A taxa de juros está um pouco mais alta do que um ano atrás, então vai depender muito da situação que o cliente tinha para fazer a portabilidade”, diz Akamine. O que pode acontecer com quem não paga? Além da diminuição do score de crédito, negativação e dificuldade no acesso ao crédito, no caso do imóvel outras consequências podem ser aplicadas. Ao ultrapassar o período de pagamento estabelecido em contrato, por exemplo, o credor poderá encaminhar uma notificação ao devedor. Após um prazo determinado em contrato, a instituição financeira também pode aplicar medidas mais severas, como tomar o imóvel.

6,8 milhões de trabalhadores terão os recursos liberados para saque nesta semana. Confira como fazer a consulta e se você tem direito a tirar até R$ 1 mil da conta do FGTS, além das datas para receber o dinheiro. Nascidos em agosto e setembro poderão realizar o saque extraordinário no valor de até R$ 1 mil do FGTS. Marcello Casal Jr./Agência Brasil Trabalhadores nascidos em agosto e setembro poderão, a partir desta semana, realizar o saque extraordinário no valor de até R$ 1 mil do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). De acordo com o calendário dividido por mês de nascimento divulgado pelo governo federal, cerca de 3,4 milhões de trabalhadores nascidos em agosto terão o dinheiro liberado na quarta-feira (25). Já os valores de outros 3,4 milhões de pessoas que nasceram em setembro serão liberados no sábado (28). Nas estimativas da Caixa Econômica Federal, nestas etapas serão R$ 5 bilhões disponibilizados pelo governo federal, de um total de R$ 30 bilhões direcionados ao saque extraordinário. Os trabalhadores nascidos entre janeiro e julho já tiveram os recursos liberados em datas anteriores. A retirada dos valores será possível até o dia 15 de dezembro. LEIA MAIS: Veja tira dúvidas sobre os saques de até R$ 1 mil do FGTS Governo anuncia antecipação do 13º de aposentados do INSS e saque de R$ 1 mil do FGTS FGTS: quem tem direito, quando pode sacar, qual o rendimento? Entenda É possível consultar quem tem direito ao saque - além de valores e datas para receber o dinheiro - pelo site da Caixa, pelo aplicativo FGTS e nas agências da Caixa Econômica Federal (CEF). Ao todo, 42 milhões de trabalhadores estão aptos ao saque extraordinário do FGTS. O saldo disponível pode ser consultado, mas a retirada e a movimentação do valor segue o calendário estabelecido pela Caixa. Na consulta pelo site do FGTS, é possível saber: se o trabalhador tem direito ao Saque Extraordinário do FGTS; consultar a data de crédito na Conta Poupança Social Digital. Já pelo aplicativo FGTS e nas agências da Caixa, é possível: consultar o valor a ser creditado; consultar a data de crédito na Conta Poupança Social Digital; informar que não quer receber o crédito do valor; solicitar o retorno do valor creditado para a conta FGTS; alteração cadastral para criação de Conta Poupança Social Digital. Saiba como serão feitos os saques de FGTS liberados pelo governo Fórum de Davos: mundo ganhou 573 ultrarricos durante a pandemia, diz Oxfam Calendário De acordo com a Caixa, cerca de R$ 30 bilhões serão liberados para aproximadamente 42 milhões de trabalhadores com direito ao saque. A liberação vai até 15 de junho, de acordo com o mês de nascimento do trabalhador. Confira, abaixo, o calendário, dividido por mês de nascimento: Qualquer pessoa que tiver conta vinculada do FGTS, ativa ou inativa, pode sacar. Leia mais aqui Se o titular possuir mais de uma conta do FGTS, o saque é feito na seguinte ordem: primeiro, as contas relativas a contratos de trabalho extintos, com início pela conta que tiver o menor saldo; em seguida, as demais contas vinculadas, com início pela conta que tiver o menor saldo. Não estarão disponíveis para saque os valores que estiverem bloqueados na conta do FGTS, como garantia de operações de crédito de antecipação do saque-aniversário, por exemplo. Como pedir o saque? Não é preciso solicitar. O dinheiro vai ser disponibilizado automaticamente na conta do trabalhador no Caixa Tem. Leia mais aqui Se o beneficiário não tiver uma conta no Caixa Tem, a Caixa Econômica Federal vai abrir uma conta em nome do trabalhador automaticamente. No entanto, em caso de dados incompletos que não permitam a abertura da conta digital, o trabalhador terá de pedir a liberação dos recursos. Todo o processo para pedir o saque será informatizado. O trabalhador não precisará ir à agência da Caixa, bastando entrar no aplicativo FGTS, disponível para smartphones e tablets, e inserindo os dados pedidos. O aplicativo pode ser baixado pelo celular: Clique aqui para baixar o app para celulares Android Clique aqui para baixar o app para celulares iOS (Apple) Clique aqui para ver como fazer o login e usar o aplicativo Após o crédito dos valores na conta poupança social digital, já será possível pagar boletos e contas ou utilizar o cartão de débito virtual e QR code para fazer compras em supermercados, padarias, farmácias e outros estabelecimentos, por meio do aplicativo. O valor também pode ser transferido para outras contas bancárias da Caixa ou de outro banco. É possível ainda realizar transações por meio do Pix, além de efetuar saque nos terminais de autoatendimento da Caixa e nas casas lotéricas. Sou obrigado a sacar? Não. O saque é facultativo ao trabalhador. Se ele não tiver interesse, pode indicar que não deseja receber o saque extraordinário do FGTS, para que sua conta do FGTS não seja debitada. Nesse caso, ele deverá acessar o aplicativo FGTS ou se dirigir a uma das agências do banco para informar que não quer receber o crédito. Após a realização do crédito na Conta Poupança Social Digital, o trabalhador pode, ainda assim, optar por desfazer o crédito automático, por meio dos mesmos canais, até o dia 10 de novembro. Caso o crédito dos valores tenha sido feito na Poupança Social Digital do trabalhador e essa conta não seja movimentada até 15 de dezembro, os recursos serão retornados à conta do FGTS, devidamente corrigidos.

Oportunidades são em Ribeirão Preto, Jaboticabal, Sertãozinho, Barretos, Bebedouro e Guariba. Cargos são para cozinheira, auxiliar de escritório, vendedor, entre outros. Carteira de trabalho José Fernando Ogura/AEN As cidades de Ribeirão Preto (SP), Jaboticabal (SP), Sertãozinho (SP), Barretos (SP), Bebedouro (SP) e Guariba (SP) estão com 299 vagas de emprego abertas nesta segunda-feira (23). (Veja abaixo como se candidatar) Entre as oportunidades estão cargos como cozinheira, motorista, auxiliar de escritório, vendedor, barista, garçom, cabelereiro, nutricionista, entre outros. O trabalhador interessado pode fazer o cadastro on-line no site do Sistema Nacional de Emprego (Sine) para consultar as vagas e participar dos processos. Em caso de atendimento presencial nos Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs), o candidato deve apresentar carteira de trabalho, RG, CPF ou CNH, comprovante de endereço atualizado e número do PIS. Ribeirão Preto - 51 vagas O PAT fica na Avenida Francisco Junqueira, 2625, Jardim Macedo. O atendimento acontece de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 16h. Mais informações sobre vagas e agendamento podem ser obtidas pelo telefone (16) 3625-7381. Eletrotécnico na fabricação (2 vagas) Técnico eletrônico Técnico mecânico Técnico em segurança no trabalho Vendedor pracista Representante comercial autônomo Auxiliar de escritório Almoxarife Operador de caixa Cozinheiro geral Garçom Atendente de lanchonete Auxiliar nos serviços de alimentação Faxineiro ( 3 vagas) Cabeleireiro Manicure Maquiador Cuidador de idosos Vendedor de comercio varejista ( 3 vagas) Promotor de vendas Repositor de mercadorias ( 2 vagas) Atendente de lojas e mercados Vendedor em domicilio Mestre Eletricista de instalações Pintor de obras Montador de estruturas metálicas Soldador ( 2 vagas) Serralheiro Motorista de caminhão ( 3 vagas) Motorista operacional de guincho ( 2 vagas) Ajudante de motorista ( 2 vagas) Alimentador de linha de produção ( 2 vagas) Mecânico de manutenção de motores diesel ( 3 vagas) Mecânico de manutenção de automóveis Mecânico de veículos automotores a diesel Eletricista de manutenção eletroeletrônica Guariba - 4 vagas Os interessados devem se cadastrar pelo site do Sine Fácil. De acordo com a última divulgação do Sine, a cidade tem as seguintes vagas: Técnico mecânico Técnico em segurança no trabalho Mecânico de manutenção de máquinas Mecânico de manutenção de automóveis Jaboticabal - 17 vagas O PAT fica no prédio da Prefeitura de Jaboticabal. O endereço é Esplanada do Lago Carlos Rodrigues Serra, 160, Vila Serra. O atendimento é feito de segunda-feira a sexta-feira, das 7h30 às 12h e das 13h às 16h. Gerente comercial Nutricionista Representante comercial autônomo Supervisor administrativo Auxiliar de escritório Operador de telemarketing receptivo Vendedor em domicílio (4 vagas) Motorista de furgão ou veículo similar Supervisor da manutenção e reparação de veículos Mecânico de manutenção de automóveis Funileiro de veículos Lavador de peças Sertãozinho - 88 vagas O PAT Sertãozinho fica na Secretaria de Desenvolvimento Econômico. O endereço é Rua Voluntário Otto Gomes Martins, 1.380, Centro. O atendimento acontece de segunda-feira a sexta-feira, das 8h30 às 11h e das 13h às 16h. Informações podem ser obtidas pelo telefone (16) 3942-3714. Tecnólogo em automação industrial Farmacêutico (2 vagas) Secretária(o) executiva(o) Técnico de manutenção eletrônica Desenhista técnico Desenhista projetista mecânico (3 vagas) Tecnólogo em logística de transporte Assistente de vendas Vendedor pracista Supervisor de compras Representante comercial autônomo Auxiliar de escritório (2 vagas) Assistente administrativo (2 vagas) Auxiliar de contabilidade Almoxarife (3 vagas) Operador de caixa Atendente de lanchonete Barista Auxiliar de manutenção predial Faxineira Cuidador de idosos Agente funerário Lavador de veículos Vendedor de comercio varejista (5 vagas) Promotor de vendas Operador de colheitadeira Operador de máquinas de beneficiamento Tratorista agrícola Pedreiro Carpinteiro Eletricista de instalações (5 vagas) Servente de obras Operador de máquinas operatrizes Operador de máquinas-ferramenta convencionais (2 vagas) Pintor de estruturas metálicas (2 vagas) Instalador de tubulações (2 vagas) Soldador (5 vagas) Caldeireiro (5 vagas) Serralheiro Operador de máquina de dobrar chapas Montador de máquinas Montador de moveis e artefatos de madeira Guincheiro Motorista de ônibus urbano (2 vagas) Embalador Alimentador de linha de produção (7 vagas Mecânico de manutenção de automóveis (5 vagas) Mecânico de manutenção de empilhadeiras Eletricista de instalações (2 vagas) Funileiro de veículos Barretos - 82 vagas O PAT Barretos funciona no Poupatempo, no setor de Serviços Municipais. É necessário agendamento prévio que pode ser feito presencialmente ou pelo site. O endereço é Via Conselheiro Antonio Prado, 1400, Pedro Cavalini, ao lado do North Shopping. O atendimento é de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 17h, e sábado, das 9h às 13h. Auxiliar de sinalização viária Analista contábil (2 vagas) Analista financeiro Analista de compras Analista de RH Assistente contábil Assistente financeiro (2 vagas) Atendente de balcão Atendente de farmácia (2 vagas) Auxiliar de chapeiro (a) Auxiliar de cozinha (2 vagas) Auxiliar de desenhista Auxiliar de escritório (2 vagas) Auxiliar de estoque Auxiliar de mecânico Auxiliar de produção Balconista Borracheiro Camareira de hotel Campeiro Comprador Consultor técnico de vendas Coordenador de lanchonete Cortador de roupas Costureiro(a) (3 vagas) Copeiro Cozinheiro(a) (2 vagas) Eletricista Eletricista automotivo Engenheiro civil Engenheiro de produção Fisioterapeuta Garçom/garçonete (3 vagas) Jardineiro Lavador de veículos Mecânico industrial Monitor social Mecânico de manutenção de máquinas em geral Motorista entregador Motorista de caminhão (4 vagas) Motorista de caminhão basculante Motorista de ônibus Operador de balança Operador de produção Operador de torno CNC Operador de silkscreen Pizzaiolo Pedreiro Repositor Recepcionista de hotel (2 vagas) Serralheiro de ferro Serralheiro Servente de obras (2 vagas) Serviços gerais (3 vagas) Soldador Supervisor de manutenção Terapeuta ocupacional Técnico de enfermagem Técnico de informática (3 vagas) Técnico supervisor Tratorista Vendedor externo (2 vagas) Bebedouro - 57 vagas O PAT fica na Avenida Hércules Pereira Hortal, 1367. O atendimento é de segunda a sexta-feira das 8h às 16h. Ajudante de motorista Ajudante de pátio Analista de logística de transportes Assistente administrativo Atendente de balcão de café Atendente de mesa Auxiliar administrativo Auxiliar de armazenamento Auxiliar de codificador de dados Auxiliar de cozinha Auxiliar de limpeza Auxiliar de linha de produção (2 vagas) Auxiliar de supervisão Auxiliar técnico na manutenção Auxiliar de vidraceiro Caldeireiro instalador Carpinteiro Carregador e descarregador Consultor de vendas Costureiro em geral Cozinheira de restaurante (2 vagas) Cozinheira geral Eletricista Empregada doméstica (2 vagas) Encanador industrial Faxineira Farmacêutico (a) Funileiro de automóveis Garçom Marceneiro Mecânico de autos em geral Mecânico de eletricista de automotores Mecânico de manutenção de máquinas agrícolas Mecânico de manutenção de máquinas em geral Mecânico de manutenção de roçadeiras, motosserras e similares Mecânico de motor a diesel Mecânico industrial Mecânico montador Motorista carreteiro Oficial de serviços gerais Operador de caixa Operador de cobrança Operador de retroescavadeira Operador de telemarketing (2 vagas) Operador financeiro Pedreiro (4 vagas) Pintor (2 vagas) Promotora de vendas Representante comercial Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

Veja também onde obter mais informações sobre o benefício, como saldo e pagamento de parcelas. Parcela de maio do Auxílio Brasil começou a ser paga nesta quarta-feira (18). Marcello Casal Jr/Agência Brasil O grupo de beneficiários do Auxílio Brasil que possui o Número de Inscrição Social (NIS) com final 4 recebe, nesta segunda-feira (23), o pagamento referente a maio. Ao longo da semana, quem possui NIS com finais 5, 6, 7 e 8 também poderá contar com a liberação dos valores nos dias determinados pelo calendário. Na última quarta-feira (18), quando começaram os pagamentos, a parcela do auxílio foi liberada aos beneficiários com NIS final 1. Na quinta-feira, quem tem o NIS final 2 teve a liberação dos recursos. No dia seguinte foi a vez de quem tem o NIS final 3 receber. Os demais grupos receberão suas parcelas até o dia 31 de maio. LEIA TAMBÉM: NIS: o que é e como consultar o número Auxílio Brasil X Bolsa Família: veja comparação Perguntas e respostas sobre o programa TUDO SOBRE O AUXÍLIO BRASIL Ao todo, serão pagos R$ 7,3 bilhões a 18,1 milhões de famílias, segundo o Ministério da Cidadania. O número foi um pouco maior do que o pago em abril, quando 18,06 milhões de famílias foram atendidas pelo programa, totalizando recursos de R$ 7,4 bilhões. Em maio, o tíquete médio pago foi de R$ 409. Veja o número de famílias beneficiadas por região: Nordeste: 8,5 milhões Sudeste: 5,2 milhões Norte: 2,1 milhões Sul: 1,2 milhão Centro-Oeste: 937 mil Confira abaixo o calendário de pagamentos da parcela: O benefício é destinado a famílias em situação de extrema pobreza. Famílias em situação de pobreza também podem receber, desde que tenham, entre seus membros, gestantes ou pessoas com menos de 21 anos. As famílias em situação de extrema pobreza são aquelas que possuem renda familiar mensal per capita de até R$ 105. As em situação de pobreza têm renda familiar mensal per capita entre R$ 105,01 e R$ 210. No último dia 4, o Senado aprovou medida provisória (MP) que torna permanente o valor mínimo de R$ 400 para o Auxílio Brasil. Câmara aprova valor mínimo de R$ 400 no Auxílio Brasil Quem recebe Há três possibilidades para recebimento do Auxílio Brasil: Se já tinha o Bolsa Família: Auxílio Brasil será pago automaticamente Se está no CadÚnico, mas não recebia o Bolsa Família: vai para a lista de reserva Se não está no CadÚnico: é preciso buscar um Cras para registro, sem garantia de receber Clique aqui e veja como se inscrever no CadÚnico Como obter informações Por telefone O beneficiário pode ligar no telefone 121, do Ministério da Cidadania, para saber se tem direito ao Auxílio Brasil e o valor que será pago. Também é possível obter informações sobre o benefício na Central de atendimento da Caixa, pelo telefone 111. Por aplicativos No aplicativo Auxílio Brasil (disponível para download gratuitamente para Android e iOS), é possível fazer o login utilizando a senha do Caixa Tem. Caso não tenha, basta efetuar um cadastro. No aplicativo Caixa Tem poderão ser consultadas informações sobre o benefício, como saldo e pagamento de parcelas.

Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Carteira de trabalho José Fernando Ogura/AEN Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta segunda-feira (23) em Petrolina, Araripina e Salgueiro no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no g1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho, em Salgueiro, ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas Disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas Disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE

Ações da estatal podem render mais que o FGTS, mas não há garantia. Governo obteve aval do TCU nesta quarta para vender Eletrobras e espera colocar papeis no mercado até agosto. FGTS - Fundo de Garantia do Tempo de Serviço Lucas Figueira/G1 Trabalhadores de qualquer setor que tenham recursos no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) poderão utilizar até 50% desse saldo para comprar ações da Eletrobras no processo de privatização da empresa, esperado para acontecer entre junho e até, no máximo, meados de agosto. A compra se dará pelos chamados "fundos mútuos de privatização", dispositivo criado nos anos 2000 e já usado pelo governo na venda de papéis de outras estatais. Em março, a Caixa Econômica Federal publicou procedimentos e regras de utilização dos recursos para os trabalhadores que tenham interesse em participar de qualquer oferta de privatização autorizada no âmbito do Programa Nacional de Desestatização (PND). A desestatização da Eletrobras foi aprovada nesta quarta-feira (18) pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Além da estatal de energia, a equipe econômica também prevê privatizar os Correios neste ano. LEIA TAMBÉM: Privatização da Eletrobras: quais são os próximos passos Consequências: para onde vai o dinheiro e qual será o impacto na conta de luz? O uso do FGTS em privatizações já ocorreu anteriormente em três ocasiões: Petrobras, em 2000; Vale do Rio Doce, 2002; e Petrobras novamente, em 2010. Os fundos mútuos são administrados por instituições financeiras. No processo de desestatização da Eletrobras, foi estabelecido um teto de R$ 6 bilhões para o uso global dos recursos do FGTS na compra de ações na oferta pública. Se as aplicações superarem esse teto, será feito um rateio. Como fazer? De acordo com as regras, a participação do trabalhador nos fundos mútuos de privatização, com recursos do FGTS, poderá ocorrer de forma individual ou por intermédio de Clube de Investimento (CI-FGTS) administrado por instituição autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). "Havendo retenção/bloqueio prévio de parte ou da totalidade do saldo da conta vinculada do trabalhador, o valor disponível para aplicação FMP ficará limitado ao recurso disponível remanescente", explicou a Caixa. Pelas regras, o trabalhador poderá autorizar, por meio do aplicativo do FGTS, a instituição que administra o fundo mútuo de privatização a consultar o saldo e solicitar reserva, e débito, de parte do saldo da sua conta FGTS para privatizações. O aplicativo pode ser baixado nos seguintes links: Celulares Android (clique aqui para baixar) Celulares iOs - Apple (clique aqui para baixar) "Somente após decorridos 12 meses da data da aplicação poderá haver retratação com consequente retorno do investimento ao FGTS", informou a Caixa. Para que isso ocorra, a solicitação será efetuada pelo próprio titular da conta vinculada à administradora do FMP-FGTS ou CI-FGTS. Limite A aplicação em cotas de FMP poderá ser de até 50% do saldo de cada conta vinculada, valendo para operações no âmbito do Programa Nacional de Desestatização e/ou similares estaduais aprovados pelo Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI). Porém, no limite de 50%, serão levados em conta todos os investimentos que o trabalhador tem em FMP-FGTS. Ou seja, se o investidor tem parte de seu FGTS ainda aplicado em ações da Petrobras e da Vale, esse montante deve ser deduzido para saber quanto poderá ser destinado, agora, às ações da Eletrobras. “A limitação de 50% do saldo total da conta vinculada deverá ser observada a cada aplicação, tendo como base o saldo da conta vinculada e consideradas as utilizações anteriores no FMP-FGTS”, diz a Caixa no documento. Para utilização do FGTS na aquisição de moradia própria pronta ou em construção, no pagamento de parte das prestações e na amortização ou liquidação extraordinária de saldo devedor de financiamento do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), o retorno dos valores aplicados em FMP-FGTS poderá ser total ou parcial. As instituições financeiras que administrarem fundos mútuos de privatização, por sua vez, deverão oferecer aos trabalhadores: consulta ao saldo do trabalhador disponível para aplicação em FMP; registro da Solicitação do Trabalhador de Aplicação FMP; registro de Regularização de Operação; informações de Bloqueio de Valores das Contas Vinculada. Rendimento Os fundos de privatização podem ser uma alternativa para o trabalhador que procura melhorar o rendimento de seus recursos. Porém, não há garantia de que isso acontecerá. Por lei, o FGTS tem rendimento de 3% ao ano. Nos últimos anos, porém, os trabalhadores receberam também parte dos lucros do Fundo de Garantia, que resultam dos juros cobrados de empréstimos a projetos de infraestrutura, saneamento e crédito da casa própria. A distribuição melhorou o rendimento dos recursos depositados no fundo. Em 2020, com a distribuição aos trabalhadores do lucro do FGTS, o rendimento foi de 4,52%. Em 2019, considerando o adicional da distribuição de lucros, o rendimento foi de 4,90%. Em 2018, chegou a 6,18%. De acordo com análise da XP, compensou ter investido na diversificação de carteiras com os recursos do FGTS nas operações anteriores (Petrobras e Vale do Rio Doce). "Os investidores que deixaram seus recursos investidos apenas no FGTS tiveram retorno de 136,09% [2002 a 2022]. Para o investidor que colocou recursos em FMP simulado da Vale da Rio Doce, uma das opções que foi oferecida no mercado, teve retorno de 2.235,13%. Para o investidor que colocou recursos no fundo simulado da Petrobras, outra opção oferecida a mercado, teve retorno de 649,36% no mesmo período", informou a corretora. Privatização da Eletrobras A medida provisória que viabiliza a privatização da Eletrobras foi sancionada em julho do ano passado pelo presidente Jair Bolsonaro. A expectativa é que a venda do controle acionário pode render R$ 100 bilhões aos cofres públicos. No fim de fevereiro, os acionistas da Eletrobras autorizaram o processo em uma Assembleia Geral Extraordinária. VEJA O QUE SE SABE SOBRE A PRIVATIZAÇÃO DA ELETROBRAS Com a privatização, o governo deixaria de ser o sócio majoritário da empresa. Hoje, ele detém mais de 60% desses papéis, e o objetivo é ficar com 45%. Entenda como a privatização da Eletrobras impacta na conta de luz O governo pretende transformar a Eletrobras numa "corporation", uma empresa privada sem controlador definido. Modelo semelhante foi adotado na privatização da Embraer. Segundo o governo, a privatização irá recuperar a capacidade de investimentos da empresa em geração e transmissão de energia e pode reduzir a conta de luz. Entidades do setor, no entanto, afirmam que a conta vai ficar mais cara, porque deputados e senadores incluíram no texto medidas que geram custos a serem pagos pelos consumidores. 'Conta de luz pode ficar mais cara por causa da privatização', diz Miriam Leitão sobre Eletrobrás
ONG alerta que os países mais pobres estão sofrendo cada vez mais com a inflação e propõe taxar 'urgentemente' as grandes fortunas do planeta. Fórum Econômico Mundial 2022 começou hoje, em Davos, na Suíça A pandemia, que fez dispararem as ações das empresas de tecnologia negociadas em bolsa, criou um novo bilionário a cada 30 horas, ou seja, 573 novos ultrarricos, segundo divulgado pela ONG Oxfam neste domingo (22), mesmo dia da abertura do Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça) Como exposto no relatório intitulado "A necessidade urgente de taxar os ricos", a Oxfam propõe taxar "urgentemente" as grandes fortunas do planeta e alerta que os mais pobres estão sofrendo cada vez mais com a inflação. "Os bilionários vão a Davos comemorar o incrível aumento de suas fortunas", disse Gabriela Bucher, diretora-executiva da organização internacional por meio de um comunicado. LEIA TAMBÉM: Quem são os bilionários que ficaram mais ricos em 2021 Quem são os dez maiores bilionários brasileiros? 10 fatos sobre Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil Pedro Franceschi e Henrique Dubugras: dois brasileiros estão entre novos bilionários da Forbes Após um hiato de dois anos por causa da pandemia, as elites políticas e econômicas mundiais voltaram a se reunir a partir deste domingo (22) na cidade suíça de Davos para o Fórum Econômico Mundial (leia mais aqui). Segundo a ONG, "a pandemia [de Covid-19] e agora as fortes altas nos preços dos alimentos e da energia têm sido simplesmente um golpe de sorte para eles". A Oxfam baseia seus números nas listas e classificação da revista Forbes das pessoas mais ricas do mundo, e em dados do Banco Mundial. O relatório não traz a lista dos novos ultrarricos, mas destaca que a riqueza total dos bilionários do mundo é agora equivalente a 13,9% do PIB global. O relatório também revelou que: A fortuna dos bilionários aumentou nos primeiros 24 meses da pandemia mais do que em 23 anos; Bilionários dos setores alimentício e de energia viram suas fortunas aumentarem em um bilhão de dólares a cada dois dias. Os preços dos alimentos da energia subiram tanto, que atingiram seu nível mais alto em décadas. Além disso, 62 novos bilionários do setor de alimentos surgiram; A pandemia criou 40 novos bilionários do setor farmacêutico, com corporações como Moderna e Pfizer lucrando com a venda de vacina contra Covid-19, apesar de seu desenvolvimento ter sido apoiado por bilhões de dólares em investimentos públicos A combinação entre a crise da COVID-19, o crescimento da desigualdade e o aumento dos preços dos alimentos pode fazer com que até 263 milhões de pessoas estejam na extrema pobreza em 2022, revertendo décadas de progresso. Tal número equivale a um milhão de pessoas a cada 33 horas. LEIA TAMBÉM Após dois anos, Fórum Econômico Mundial começa em Davos com Rússia banida Elon Musk vira mais rico do mundo pela primeira vez em lista anual da 'Forbes' Jorge Paulo Lemann, Eduardo Saverin... Saiba quem são os dez maiores bilionários brasileiros Inflação Diante deste aumento da riqueza, 263 milhões de pessoas vão cair na pobreza extrema este ano (um milhão de pessoas a cada 33 horas), segundo suas previsões, devido à inflação em alta em muitas partes do mundo, impulsionada principalmente pelo preços da energia e dos alimentos. "Estamos revertendo décadas de progresso em matéria de pobreza extrema, com milhões de pessoas que enfrentam custos impossíveis para simplesmente se manter com vida", disse Bucher. Para fazer frente a este problema, a ONG pede a adoção de medidas fiscais, como a adoção de um imposto de solidariedade único sobre a nova riqueza adquirida pelos bilionários durante a pandemia, com o objetivo de utilizar os recursos obtidos para apoiar os mais pobres e conseguir "uma recuperação justa e sustentável" após a pandemia. A Oxfam também propõe um imposto temporário sobre os lucros extraordinários obtidos nos últimos anos pelas multinacionais dos setores alimentício, farmacêutico e petroleiro, por exemplo. Um imposto anual de 2% sobre os milionários e de 5% sobre os bilionários geraria 2,52 bilhões de dólares ao ano, segundo estimativas da organização, um montante que poderia tirar 2,3 bilhões de pessoas da pobreza extrema, distribuir vacinas suficientes para todo o planeta e dotar todos os países pobres de cobertura sanitária. * Com informações da France Presse

Pesquisa mostra que metade dos brasileiros tem, ao menos, quatro cartões no bolso; podcast traz dicas de como evitar problemas financeiros na gestão de crédito. Uma pesquisa recente do Serasa mostra que metade dos brasileiros tem, ao menos, quatro cartões de crédito. Ter uma renda mensal menor que o acumulado de limites é um prato cheio para dificuldades financeiras. O podcast Educação Financeira traz mais detalhes sobre a pesquisa com a gerente de produto do Serasa Flavia Cosma e dicas de organização financeira com a professora Rogiene Santos, da Fundação Getulio Vargas. Ouça também nos tocadores Spotify Amazon Apple Podcasts Google Podcasts Castbox Deezer Logo podcast Educação Financeira - matéria Comunicação/Globo O que são podcasts? Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito. Os conteúdos podem ser ouvidos sob demanda, ou seja, quando e como você quiser! Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel.

Prevista desde 1948 na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a licença-maternidade está, no entanto, fora do alcance de parcela expressiva da população, dado o crescimento da informalidade. O percentual dos 'sem-carteira', por volta de 40%, é até maior entre as mulheres. Você pode ouvir O Assunto no g1, no GloboPlay, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou na sua plataforma de áudio preferida. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio. Prevista desde 1948 na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a licença-maternidade está, no entanto, fora do alcance de parcela expressiva da população, dado o crescimento da informalidade. O percentual dos “sem-carteira”, hoje por volta de 40% da força, é até maior entre as mulheres. E a esse contingente “vários direitos não se aplicam", observa Cecília Machado, professora da Escola Brasileira de Economia e Finanças da FGV. Por isso, ela explica, é preciso discutir políticas de proteção a mães e recém-nascidos que vão além da licença, além de estimular maior participação dos pais nos cuidados, combatendo a ideia retrógrada de que os primeiros meses de vida seriam essencialmente tarefa das mães. Sobre a licença propriamente dita, Cecília rebate o argumento, vocalizado por personagens do governo, de que seria prejudicial às empresas. Todas as partes ganham com a segurança familiar, diz a pesquisadora. E, “quando é destruído o vínculo”, nos casos de demissão após o retorno, não só a mulher perde”, avalia. “As firmas também perdem todo o investimento que fizeram na funcionária”. O que você precisa saber: Sachsida: 'mulheres recebem menos porque engravidam' Salário: mulheres ganham em média 20,5% menos que homens Desemprego: mulheres são a maioria dos desempregados O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Tiago Aguiar, Lorena Lara, Gabriel de Campos, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski, Gustavo Honório e Eto Osclighter. Apresentação: Renata Lo Prete. Comunicação/Globo

Interresados podem enviar currículo pelo email ou entregar pessoalmente na unidade, no Shopping popular, no Centro. Sine Maceió oferta vagas de emprego e estágio nesta segunda-feira (23) Ascom/Semtabes O Sine Maceió ofertas mais de 100 vagas de emprego e 6 vagas de estágio nesta segunda-feira (23). Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram As oportunidades são para trabalhar nas áreas de serviços, comércio, varejo, construção civil e gastronomia. Os estágios são para universitários dos cursos de direito, administração, assistência social e ciências contábeis. Os interessados podem enviar o currículo para o [email protected], com a vaga escolhida especificada no assunto do e-mail. Também é possível entregar o currículo pessoalmente, na unidade de atendimento do Sine Maceió, que fica no 2º piso do Shopping Popular, no Centro. O posto funciona de segunda a sexta-feira, das 08h às 14h. Para mais informações, o Sine disponibiliza número de WhatsApp no (82) 9 8879-1919 e 0800 082 6205, para ligação. Lista de vagas e requisitos ALINHADOR DE VEÍCULOS AUTOMOTIVOS (1 vaga) - Requisitos: Escolaridade indiferente, CNH “B”, experiência na função ANALISTA DE CONTROLES INTERNOS (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na área; ATENDENTE DE BALCÃO (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na função; AUXILIAR ADMINISTRATIVO (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na área AUXILIAR DE AÇOUGUE (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na área com cortes e desossa; AUXILIAR DE CONFEITARIA (2 vagas) - Requisitos: Ensino fundamental completo, experiência na função e disponibilidade de horário; AUXILIAR DE JARDINAGEM (1 vaga) - Requisitos: Ensino fundamental completo, experiência na área AUXILIAR DE LOGÍSTICA (29 vagas) - Requisitos: Ensino médio completo, noções em material de construção civil, experiência na função; AUXILIAR DE MANUTENÇÃO (4 vagas) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na função na área de manutenção-elétrica, hidráulica, mecânica, pneumática e alvenaria; disponibilidade de horário AUXILIAR DE PADARIA (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na área; AÇOUGUEIRO (2 vagas) - Requisitos: Ensino fundamental completo, experiência na área e conhecimento em cortes variados e desossa; disponibilidade de horário; CALCETEIRO (4 vagas) - Requisitos: Ensino fundamental completo, experiência na função CHEFE DE COZINHA (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na área, Excel intermediário e disponibilidade de horário; CHEFE DE PISTA (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na área como responsável pelo abastecimento das bombas de combustível; COMPRADOR (1 vaga) - Requisitos: Ensino superior completo em administração, experiência na área, Excel intermediário e disponibilidade de horário; CONSULTOR DE VENDAS (2 vagas) - Requisitos: Ensino médio completo, veículo próprio e experiência na função; CONSULTOR DE VENDAS (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na função; OPERADOR (2 vagas) - Requisitos: Ensino médio completo, CNH A/B, residir na parte alta; CONFERENTE (7 vagas) - Requisitos: Ensino médio completo, informática básica, experiência na função; COZINHEIRO (1 vaga) - Requisitos: Ensino fundamental completo, experiência na função e disponibilidade de horário; COZINHEIRO (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na função, residir na parte baixa; COPEIRO (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na função, residir na parte baixa; COSTUREIRA (3 vagas) - Requisitos: Escolaridade indiferente, experiência na função CUMIM (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na função, residir na parte baixa; DEPARTAMENTO PESSOAL (1 vaga) - Requisitos: Ensino superior completo em direito, RH, psicologia, contabilidade ou administração, experiência na função ELETRICISTA (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na função em montagens industriais, curso de eletricista, conhecimento em elétrica predial ou industrial, CNH “B”,disponibilidade para viagens ESTÁGIO (3 vagas) - Requisitos: Ensino superior cursando administração, ciências econômicas, contábeis, marketing, gestão de negócios, informática ou logística. ESTÁGIO (DIREITO) (1 vaga) - Requisitos: Cursando direito a partir do 5 ° período ESTÁGIO (ADMINISTRAÇÃO, CONTÁBEIS) (1 vaga) - Requisitos: Ensino superior cursando administração, ciências econômicas, contábeis, gestão de negócios ou logística. ESTÁGIO (ASSISTENTE COMERCIAL) (1 vaga) - Requisitos: Ensino superior cursando ou cursando técnico em administração; FATURISTA (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na área e com rotinas de RM, cadastro, radar e NF, Excel intermediário, disponibilidade de horário; FISCAL DE PREVENÇÃO DE PERDAS (4 vagas) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na função; FISIOTERAPEUTA (DERMATO-FUNCIONAL) (1 vaga) - Requisitos: Ensino superior completo, experiência na área GARÇONETE (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na função, residir na parte baixa; GERENTE COMERCIAL (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na área; GERENTE DE RESTAURANTE (1 vaga) - Requisitos: Ensino superior em administração, gastronomia ou áreas afins de empresa ou áreas afins; experiência na área, Excel intermediário e disponibilidade de horário; LAVADOR DE CARRO (2 vagas) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na função e moto própria; MECÂNICO AUTOMOTIVO (2 vagas) - Requisitos: Escolaridade indiferente, experiência na área e com linha leve OPERADOR DE CAIXA (2 vagas) - Requisitos: Ensino fundamental completo, experiência na função e disponibilidade de horário. OPERADOR DE CAIXA (19 vagas) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na função, residir na parte baixa; OPERADOR DE EMPILHADEIRA (5 vagas) - Requisitos: Ensino médio completo, curso para empilhadeira, NR11, experiência na função; PEDREIRO (1 vaga) - Requisitos: Escolaridade indiferente, experiência na função PROMOTOR DE VENDAS (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, conhecimento em informática, experiência na função com atendimento e vendas diretas, disponibilidade de horário e viagens; RECEPCIONISTA CLÍNICA (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na função e habilidade em marketing digital; REPOSITOR (15 vagas) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na função; SUPERVISOR DE VENDAS (1 vaga) - Requisitos: Ensino superior cursando ou completo em gestão comercial ou administração e experiência na função; TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO (2 vagas) - Requisitos: Nível técnico, experiência na função; TÉCNICO DE MANUTENÇÃO (3 vagas) - Requisitos: Ensino médio completo, curso eletrotécnico, curso NR10, SEP, experiência na função com manutenção elétrica em geral; VENDEDOR INTERNO (3 vagas) - Requisitos: Ensino médio completo VENDEDORA (3 vagas) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na função VIGILANTE (1 vaga) - Requisitos: Ensino médio completo, experiência na área; Assista aos vídeos mais recentes do g1 AL Veja mais notícias da região no g1 AL

Ação é uma parceria do Jardim Botânico da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Iniciativa prevê a conservação de sementes crioulas e coleta da agrobiodiversidade Dirceu Portugal/Fotoarena/Estadão Conteúdo Com o intuito de incentivar a agricultura familiar e a preservação de sementes crioulas, está sendo desenvolvido em Juiz de Fora o projeto de extensão “Conservação da agrobiodiversidade no âmbito do Centro de Pesquisa da UFJF”, uma parceria do Jardim Botânico da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Conforme a pró-reitora de Extensão, Ana Lívia Coimbra, o projeto de extensão fortalece a missão do Jardim Botânico em ser um espaço de articulação com a sociedade, especialmente no que se refere à sociobiodiversidade. “Será possível promover a troca dialógica entre o conhecimento popular e o conhecimento produzido na Universidade", afirmou. Como funcionará o projeto? De acordo com a UFJF, o projeto de extensão contará com 4 eixos de ação. Uma delas é a implantação do Laboratório de Ecologia de Sementes e do Banco de Germoplasma do Centro de Pesquisa do Jardim Botânico. A medida prevê o registro da agrobiodiversidade a conservação de sementes crioulas – aquelas melhoradas geneticamente pelos sistemas agrícolas tradicionais – e a coleta de agrobiodiversidade. Segundo o diretor do Jardim Botânico, Gustavo Soldati, na câmara fria do laboratório serão armazenadas várias sementes crioulas dos agricultores e agricultoras familiares da região de Juiz de Fora. "Se essa variabilidade estiver armazenada em um banco, como se fosse uma biblioteca, o agricultor pode ir lá, pegar essa semente crioula e depois plantá-la novamente. A informação genética não é perdida. No contexto desta câmara fria, nós vamos desenvolver um conjunto de procedimentos laboratoriais para garantir o vigor das sementes, buscando garantir sempre um alto padrão de qualidade”, explicou. Estratégias de conservação das sementes e educativas Agricultura familiar GettyImages Pelo menos duas estratégias diferentes de conservação das sementes serão aplicadas: ex situ: será aplicada nas câmaras frias e consiste em conservar um recurso genético fora do seu habitat natural; on farm: é baseada na produção e consequente conservação de sementes em meio ao campo. A construção do conhecimento popular, de redes locais e a disseminação do conhecimento em Educação Ambiental também estão previstas, com ações como: seminário sobre agrobiodiversidade e direito dos agricultores; capacitação em manejo, conservação e produção de sementes crioulas; construção de estratégias e políticas públicas para produção, conservação, melhoramento e difusão da biodiversidade agroecológica. Outra ação educativa a ser realizada é a reprodução de um quintal de um sistema agrícola tradicional, para discutir a importância da agricultura familiar com os visitantes do Jardim Botânico. “Vamos tratar da agrobiodiversidade, da importância do fortalecimento da agricultura familiar, a relação dela com cultura alimentar, soberania agrícola e nutricional e a importância política e histórica dos agricultores”, destacou Soldati. Seminário O 1º Seminário sobre Agricultura Familiar e Soberania Agrícola e Alimentar será realizado na próxima sexta-feira (27), às 14h. O evento contará com a presença do deputado federal Patrus Ananias (PT), autor de emenda parlamentar que apoia o projeto de extensão. Na ocasião, também haverá palestras sobre produção de café agroecológico e importância da agricultura familiar e agroecologia, além do anúncio da implementação de unidade técnica demonstrativa de café e uma unidade de recuperação de nascentes – ambas de base agroecológica. VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes

Lideranças mundias se reúnem em Davos, nos alpes suíços, após um hiato devido à pandemia para debater, além da guerra, temas como mudanças climáticas e coronavírus. Zelenski fará discurso na abertura, na segunda-feira (23). Brasil participará com Paulo Guedes. Sem Rússia, Fórum Econômico Mundial começa em Davos Após dois anos de interrupção devido à pandemia da Covid-19, começou neste domingo (22) a 51ª edição presencial do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, em um momento de incerteza em razão da guerra na Ucrânia e de suas consequências nos âmbitos geopolíticos, financeiro e alimentar. A última reunião do Fórum de Davos aconteceu em janeiro de 2020, em um contexto muito diferente, quando foram comemorados os 50 anos do encontro. Na época, a pandemia ainda não havia sido declarada e a Europa não estava em guerra. Por essa razão, segundo os organizadores, a edição deste ano, que segue até quinta-feira (26), será a mais oportuna desde a sua criação, devido aos problemas sem precedentes que o mundo enfrenta. A Rússia foi banida do evento após invadir a Ucrânia. Desta forma, pela primeira vez desde o fim da era soviética, não participará do encontro. Por outro lado, a Ucrânia deve ser o centro das atenções. O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, fará o discurso de abertura por teleconferência, e uma delegação oficial do país estará presente em Davos, liderada pelo ministro das Relações Exteriores, Dmytro Kuleba. Reconstrução da Ucrânia será o principal tema do fórum este ano. REUTERS/Alexander Ermochenko Os ucranianos terão a chance de debater a reconstrução do país, calculada, apenas com o custo de infraestruturas destruídas, em mais de US$ 4 bilhões (cerca de R$ 19 bilhões). Autoridades da União Europeia estimam o custo total em trilhões de euros. "Em Davos, faremos tudo o que é possível pela Ucrânia e para apoiar sua recuperação", garantiu o fundador e diretor do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab. Ao longo de cinco décadas, o Fórum de Davos se firmou como a plataforma internacional mais importante, com participação de líderes políticos e econômicos, diretores das companhias mais poderosas do mundo e cada vez mais representantes da sociedade civil, convidados para falar pelos cidadãos comuns. A 51ª edição contará com 2,5 mil participantes, entre eles cerca de 50 chefes de Estado e de governo. O Brasil estará representado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Pandemia e mundaças climáticas em debate Imagem aérea do Ártico, uma das regiões mais afetadas pelas mudanças climáticas, tema que estará nas principais mesas do Fórum Econômico Mundial de 2022. Getty Images via BBC Embora a guerra na Ucrânia e suas consequências mundiais sejam o principal assunto a ser discutido, outros temas estarão em pauta, como a crise ambiental e os desdobramentos da pandemia da Covid-19. "Precisamos de uma coalização de líderes que se comprometam com soluções para o clima. O mundo está ansioso para ver soluções", declarou Schwab. A economia global também estará em discussão, diante de uma inflação cada vez mais elevada, a interrupção do fornecimento de grãos pela Ucrânia, a desconfiança dos investidores e as sequelas sociais deixadas pela pandemia. Dois anos depois da última edição do Fórum, a doença ceifou milhões de vidas e continua prejudicando as cadeias de suprimentos globais. Mesmo que a pandemia tenha diminuído em grande parte do mundo, as cicatrizes deixadas por ela permanecem abertas. Milhões de pessoas, principalmente mulheres, não voltaram ao mercado de trabalho, centenas de milhares de crianças foram forçadas a abandonar a escola e empresas que sobreviveram à crise ainda estão contabilizando suas perdas. "Há muita inflação, há muita desigualdade. Nossa economia global está desequilibrada. Estes assuntos, assim como a crise alimentar, devem ser abordados em Davos, porque precisam de atenção imediata", enfatizou Schwab. Presenças importantes O primeiro-ministro da Alemanha, Olaf Scholz, será um dos líderes que estrearão no fórum de Davos. Lisi Niesner/ Reuters Olaf Scholz fará sua estreia no evento como primeiro-ministro da Alemanha. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, o enviado climático dos EUA, John Kerry, a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, e a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, estão entre as figuras de destaque que participarão do evento. Normalmente realizado em janeiro, quando os alpes suíços estão cobertos de neve, está edição do Fórum de Davos ocorrerá na primavera europeia, em uma paisagem muito diferente. O evento precisou ser adiado para maio, pois no começo do ano o mundo vivia a disseminação da variante ômicron do coronavírus. Leia também: Plano de reconstrução da Ucrânia custará trilhões de euros, diz UE Zelensky: apenas a diplomacia vai pôr fim à guerra na Ucrânia

Enquanto os planos de governo não são apresentados, g1 levanta as declarações dos presidenciáveis sobre temas relevantes aos brasileiros. Endividamento das famílias: o que os pré candidatos à Presidência já disseram sobre o tema Sete em cada 10 famílias brasileiras têm alguma dívida em aberto, segundo o último levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Fala, candidato #01: Alta no preço dos combustíveis Fala, candidato #02: Inflação dos alimentos O g1 reuniu as declarações dos presidenciáveis sobre o assunto. Leia o que os pré-candidatos pensam sobre o endividamento das famílias: Lula (PT) O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta quinta (12) de encontro com sindicalistas em SP Roberto Casimiro/Fotoarena/Estadão Conteúdo Lula citou o tema no lançamento de sua pré-candidatura, mas não detalhou até aqui como vai reduzir endividamento das famílias. “Viver ficou muito mais caro. Neste primeiro trimestre de 2022, a renda familiar dos brasileiros desabou para o menor nível dos últimos dez anos. O resultado é que 77,7% das famílias estão endividadas. E o mais triste é que grande parte dessas famílias estão se endividando não para pagar a viagem de férias com os filhos, ou a reforma da casa própria, ou a compra de uma televisão ou de uma geladeira. Elas estão se endividando para comer. Ou seja: o Brasil voltou a um passado sombrio que havíamos superado", disse, no lançamento da pré-candidatura, em 7 de maio. Jair Bolsonaro (PL) O presidente Jair Bolsonaro em evento no Palácio do Planalto em 4 de maio de 2022 Adriano Machado/Reuters O presidente Jair Bolsonaro (PL) considera o Auxílio Brasil uma política que contribui para amenizar o endividamento das famílias. Segundo ele, o fato do programa social manter o pagamento para pessoas que busquem emprego funciona como uma forma de os brasileiros conseguirem renda extra para pagar dívidas. Bolsonaro não também apresentou até aqui um plano direcionado exclusivamente para diminuir o endividamento. "A concessão do novo auxílio, chamado Auxílio Brasil. O Bolsa Família pagava em média R$ 900... Em média, R$ 190. O novo auxílio passou a pagar, no mínimo, R$ 400. Tem muita família que ganha o dobro disso. É uma ajuda do governo federal aos mais necessitados e a grande mudança no Auxílio Brasil em relação ao Bolsa Família: quem for trabalhar não perde o Auxílio Brasil", afirmou, em 5 de maio, durante entrega de obra hídrica na Paraíba. LEIA MAIS Perseguição por agiotas, 10 cartões de crédito e tremedeira: por dentro de uma reunião de devedores anônimos DOLORES: 'Era perseguida por 3 agiotas' RITA: 'Devia a 10 cartões e tremia de abstinência' PEDRO: 'Passei três meses sem dormir pensando nas dívidas' MARIA: 'Comprava cinco sapatos iguais de uma vez' Ciro Gomes (PDT) Ciro Gomes, pré-candidato à Presidência pelo PDT Vinicius do Prado/Agência F8/Estadão Conteúdo Ciro Gomes (PDT) tem defendido um plano — apresentado na campanha presidencial de 2018 — que prevê que o governo faça uma espécie de empréstimo para que as famílias saiam do endividamento. A proposta visa a negociar com bancos para que os juros de dívidas ativam sejam diminuídos. “Então, veja: salário em depressão, o consumo das famílias vem da renda. A informalidade hoje está impondo ao povo brasileiro uma depressão na renda sem precedente e o consumo das famílias vem do crédito. Emprego e renda vêm depois que cresce. Portanto, onde eu posso fazer uma coisa para começar a inverter a lógica é no crédito colapsado das famílias. 78 de cem famílias brasileiras estão superendividadas. Isso é recorde. E como o povo brasileiro é honesto, você tem que entender por que que 65 milhões dos brasileiros estão inadimplentes, com o nome sujo no SPC. Portanto, banidos do crédito. Então, o que que eu vou fazer: vir em socorro das famílias brasileiras com o Banco do Brasil e Caixa Econômica, vou promover um leilão reverso: todos os grandes credores vão ser chamados para um leilão reverso. Quem der o maior desconto, o governo chama primeiro para negociar e pagar. Como vai pagar? Emprestar para família brasileira, só que eu vou trocar juros de 350%, que é um assalto a mão desarmada [...] então eu tiro Banco do Brasil e Caixa Econômica e vou rivalizar, em bases profissionais, só que eu vou trocar os juros de 300% por um juros de 15%, que é uma exorbitância, remunera muito bem o banco, mas vai permitir à família brasileira tirar o nome do SPC”, disse, em entrevista à TV Bandeirantes, no dia 8 de maio. João Doria (PSDB) O governador João Doria (PSDB) em evento nesta quinta-feira (31) em São Paulo. Reprodução/TV Globo Para João Doria (PSDB), a forma de resolver a questão é "garantir renda e previsibilidade" para as famílias, sem interferir no setor privado. "O governo estimulou artificialmente a economia e a fatura chegou. As pessoas confiaram e se endividaram muito, e agora sofrem com inflação alta e juros mais altos ainda. O resultado é a inadimplência subindo. O que o governo pode fazer é garantir renda e previsibilidade para essas pessoas, mas não pode intervir no setor privado", afirmou o tucano, ao g1, em posicionamento enviado por sua assessoria de imprensa em 19 de maio. André Janones (Avante) André Janones, pré-candidato ao Planalto pelo Avante Michel Jesus/Câmara dos Deputados André Janones (Avante) diz que seu governo atacaria a inflação e criaria um programa de renda mínima para que as famílias endividadas consigam colocar as contas em dia. "O endividamento das famílias é um drama que atinge quase 80% dos lares brasileiros. É importante ressaltar que a situação é resultado de um desgoverno que não tem qualquer empatia com as necessidades do povo brasileiro e um ministro que insiste em culpar os pobres pelos enormes problemas do país. Não existe solução mágica. Há, primeiro, que se enxergar que a realidade do Brasil é cuidar dos que mais precisam e não oferecer condições especiais a amigos empresários do governo. O que precisamos fazer? Mudar essa lógica. Oferecer estabilidade política para controlar a inflação, programa de renda mínima para melhorar as condições dos que passam fome, um plano real para criação de empregos e renda, e normas claras que regulem a cobrança de juros estratosféricos no sistema bancário", disse ao g1, em posicionamento enviado por sua assessoria de imprensa, em 19 de maio.
Técnica é famosa no município Atílio Vivácqua, no Espírito Santo. Dependendo do tamanho, cada buraco pode segurar de 200 a 400 mil litros. Entenda o que são barraginhas, um jeito barato e simples para 'guardar' água da chuva Como uma forma de minimizar a crise hídrica, as barraginhas já conquistaram agricultores de 15 estados do Brasil, além do Distrito Federal. A estrutura, que nada mais é do que uma bacia escavada no solo, se tornou uma alternativa simples, barata e eficaz para armazenar água da chuva. APRENDA a montar barraginhas Assista a todos os vídeos do Globo Rural A cidade Atílio Vivácqua, que fica no sul do Espírito Santo, é famosa por ser a que mais tem barraginhas no estado. Nos últimos quatros anos, o município construiu 400 estruturas em diferentes bairros. A meta é chegar a 1.200 até 2024. Segundo o secretário de Meio Ambiente do município, Márcio Manon, o interesse pelas barraginhas começou depois que houve um déficit hídrico em 2013. Isso fez com que aumentasse a procura por alternativas que minimizassem o prejuízo. Barragem subterrânea permite acumular água da chuva o ano todo Veja a segunda parte da reportagem sobre barraginhas, técnica usada para represar água da chuva nas propriedades Construção Como regra geral, a construção das barraginhas deve respeitar alguns critérios: não pode ser feita dentro de Área de Preservação Permanente e a declividade do terreno não pode passar de 16%. A condição do terreno e as características do solo são o que define o tamanho. O diâmetro pode variar de 16 a 30 metros e a profundidade, de 1,5 a 1,8 metro. A construção demora cerca de quatro horas e, dependendo do tamanho, cada barraginha pode segurar de 200 a 400 mil litros de água. Estudo A dinâmica da barraginha foi testada e aprovada ao longo do vale do Rio Paiol em Sete Lagoas, Minas Gerais. A região funcionou como o grande laboratório do Projeto Barraginhas, na década de 1990. Durante o teste, foi verificado que o agricultor não deve deixar a barraginha com água por muito tempo, já que sua função é justamente esvaziar para encher novamente com a próxima chuva. Saiba mais na reportagem completa nos vídeos acima. Vídeos: mais assistidos do Globo Rural
Na área moram famílias que se autodeclaram descendentes quilombolas. Ex-prefeito de Porto Rico, Luiz Henrique Diniz Fonseca alega ser o dono das terras. Terra em que vive comunidade quilombola é leiloada para pagar dívida de ex-prefeito no Maranhão Uma comunidade quilombola corre o risco de ter que deixar a terra onde vive há mais de um século, em Santa Helena, Maranhão. A Justiça mandou leiloar a área onde moram diversas famílias que se autodeclaram descendentes quilombolas, para pagar a dívida de um ex-prefeito. Assista a todos os vídeos do Globo Rural O imóvel foi penhorado em uma ação por danos morais que um empresário moveu contra o advogado e ex-prefeito de Porto Rico do Maranhão, Luiz Henrique Diniz Fonseca – que alega ser o dono das terras. A Comissão Pastoral da Terra, que defende os direitos das famílias, afirma, por sua vez, que a ocupação da área ocorreu em 1880, oito anos antes da abolição da escravidão. A associação dos moradores do quilombo, denominado Mundico, espera resposta do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para um pedido de regularização fundiária do território. Vídeos: mais assistidos do Globo Rural
Emater-DF disponibiliza folheto gratuito com noções básicas sobre a fruta, o plantio e a colheita. Folheto mostra como começar o cultivo de pitaya Para quem quer começar o cultivo de pitaya, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) disponibiliza um folheto informativo, que traz noções básicas sobre a fruta, o plantio e a colheita. Assista a todos os vídeos do Globo Rural A publicação pode ser baixada de forma gratuita aqui. Confira mais cartilhas: Aprenda a montar barraginhas, técnica usada para represar água da chuva nas propriedades Manual mostra como montar um viveiro para plantar mudas de café Confira os passos para montar uma horta em casa Veja como criar tilápias em viveiros escavados Aprenda a fazer um curral ecológico Vídeos mais assistidos do Globo Rural
Modelo foca no bem-estar animal e defende que as aves sejam tratadas fora de gaiolas. Avicultores interessados precisam seguir regras para ganhar certificação. Cage free: sistema permite que galinhas sejam criadas soltas no galpão A busca por produtos que valorizam o bem-estar animal está crescendo entre os consumidores do mundo todo. Com o ovo não é diferente. Uma das formas de fazer isso na avicultura é tirar as galinhas da gaiola, as criando soltas pelo galpão, se trata do sistema chamado pelo nome em inglês "cage free". Assista a todos os vídeos do Globo Rural Em quase todas as criações do Brasil, assim que a galinha começa a botar, ela fica confinada em gaiolões. Até 11 aves acabam dividindo o mesmo espaço, não conseguindo ciscar, apenas comer e botar ovo. A produção no sistema "cage free" precisa seguir algumas regras. O Instituto Certified Humane Brasil estabeleceu essas normas para criação de animais focando no bem-estar. A organização concede um certificado para as empresas que adotam e seguem os padrões. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Vídeos: mais assistidos do Globo Rural
Veja como obter informações das empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Aplicativo usa brincadeira para ensinar educação financeira para crianças Tindin Av. Mandacaru, 2764 - Sala 03 - Jd. Brasil - Maringá/PR - CEP: 87083-253 E-mail: [email protected] Site: https://www.tindin.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/tindinoficial Instagram: https://www.instagram.com/tindin_oficial/ Colégio Paulo de Tarso Rua Mazzini, 61- Aclimação - São Paulo/SP – CEP: CEP: 01528-000 Telefone: (11) 3729-7060 WhatsApp: (11) 97102-9854 E-mail: [email protected] Site: www.colegiopaulodetarso.com.br Instagram: https://www.instagram.com/colegiopaulodetarso/ Facebook: https://www.facebook.com/paulodetarsocolegio/ Veja a reportagem: Lojas compartilhadas viram opção econômica para empreendedores que querem um ponto físico Mercado Conecta Rua Nova York, 345 – Brooklin - São Paulo/SP - CEP: 04560-000 E-mail: [email protected] Site: https://sites.google.com/view/mercadoconecta/ Telefone: (11) 97188-2734 Instagram: https://www.instagram.com/mercadoconecta/ Facebook: https://www.facebook.com/mercadoconecta Sekai Ateliê E-mail: [email protected] Site: https://www.sekaiatelie.com WhatsApp: (11) 93362-0492 Instagram: https://www.instagram.com/sekaiatelie/ Facebook: https://www.facebook.com/SekaiAtelie Popjuice E-mail: [email protected] WhatsApp: (11) 99452-5241 Instagram: www.instagram.com/popjuiceoficial Doce Que Doce E-mail: [email protected] WhatsApp: (11) 99476-4460 Instagram: https://www.instagram.com/doce_que_doce_/ Veja a reportagem: Empreendedor da periferia fatura quase R$ 2 milhões com venda de alimentos saudáveis pela internet Amendoeira Orgânica Rua Francisco Andrevi, 25 - Raposo Tavares São Paulo/SP – CEP: 05571-100 Telefone: (11) 4933-6882 Email: [email protected] Site: https://amendoeiraorganica.com.br/ Instagram: https://www.instagram.com/amendoeiraorganica/ Veja a reportagem: Casal fatura com vendas de cuscuz gourmet Cuscuzeria Gourmet Rua Capitão Ribeiro de Camargo, 539 - Vila Nova Curuçá - São Paulo/SP - CEP: 08031-040 E-mail: [email protected] WhatsApp: (11)96110-7424 Instagram: https://www.instagram.com/cuscuzeriagourmet/ TikTok: https://www.tiktok.com/@cuscuzeriagourmet Centro de Tradições Nordestinas (CTN) Rua Jacofer, 615 – Limão São Paulo/SP - CEP: 02712-070 E-mail: [email protected] Site: https://www.ctn.org.br/ Telefones: (11) 3488-9400 / (11) 3488-9410 Instagram: https://www.instagram.com/ctnsp/ Facebook: https://www.facebook.com/CTN.SP LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/ctnsp/ Youtube: https://www.youtube.com/user/CTNSAOPAULO Veja a reportagem: Herdeira de livraria japonesa moderniza negócio e ajuda a popularizar cultura do país Livraria Sol Taiyodo Praça da Liberdade, 153 - Liberdade - São Paulo/SP - CEP: 01503-010 (funcionamento de segunda a sábado das 9h às 18h e domingo das 11h às 17h) Site: www.livrariasol.com.br Instagram: https://www.instagram.com/livrariasol/ Veja a reportagem: Loja de acessórios para cabelo comemora aumento de 300% nas vendas com volta das festas CAN CAN Rua, Simpatia, 192 – Pinheiros – São Paulo Telefone: (11) 99770-1323 E-mail: [email protected] Site: https://cancan.com.br/ Facebook: facebook.com/cancanacessorios Instagram: https://www.instagram.com/cancanacessorios/
Negócio é especializado em acessórios fora do padrão. São tiaras, arranjos e até coroas, tudo feito à mão. Loja de acessórios para cabelo comemora aumento de 300% nas vendas com volta das festas A empresária Fernanda Guimarães é formada em moda e começou um negócio de acessórios para a cabeça em 2013. No início, a marca era focada no carnaval, época em que o faturamento é alto. Mas passou a ganhar também destaque em outras datas comemorativas como réveillon, casamentos - e o ateliê passou inclusive a personalizar peças para noivas. Com a retomada dos eventos, a empresa voltou a crescer e as vendas aumentaram 300% desde janeiro. O forte da marca são os acessórios de cabeça, tiaras, fivelas e grampos, mas também brincos e earcuff. Veja a reportagem completa no vídeo acima. CAN CAN Rua, Simpatia, 192 – Pinheiros – São Paulo Telefone: (11) 99770-1323 E-mail: [email protected] Site: https://cancan.com.br/ Facebook: facebook.com/cancanacessorios Instagram: https://www.instagram.com/cancanacessorios/
Cultura japonesa se popularizou em todo o mundo, e os negócios ligados ao país estão faturando. Uma tradicional livraria, especializada no Japão, percebeu esse movimento e também virou pop. Herdeira de livraria japonesa moderniza negócio e ajuda a popularizar cultura do país A livraria comandada pela Tatiana Fujita foi fundada há mais de 70 anos pelo avô dela, Yoshiro, um imigrante japonês. Ele veio ao Brasil em busca de novas oportunidades e desafios. Com um espírito empreendedor, percebeu que muita gente queria notícias do Japão. Yoshiro morreu em 2014. Dois anos depois, Tatiana assumiu o negócio. Melhorou o sistema de pagamentos, divulgou nas redes sociais e montou um site da loja. Para atrair mais interessados na cultura japonesa, ela trouxe mais de 5 mil novos títulos para a livraria. E investiu em edições em português. Ela também trouxe o mangá – a história em quadrinho japonesa – na versão em português. Tatiana desenvolveu até um caderno para quem quer aprender a língua japonesa. Com tudo isso, o público da livraria foi mudando. Se antes quase todos eram japoneses, hoje tem muito jovem brasileiro. Depois que Tatiana assumiu a livraria, as vendas aumentaram 50%. Três mil títulos saem das prateleiras por mês. “Acho que era uma gôndola em português e o resto era tudo, tudo japonês. Agora, com o público crescendo e uma geração vindo, a gente está atraindo mais amantes da cultura japonesa, pessoas que têm interesse de alguma forma pela cultura.” Veja a reportagem completa no vídeo acima. Livraria Sol Taiyodo Praça da Liberdade, 153 - Liberdade - São Paulo/SP - CEP: 01503-010 (funcionamento de segunda a sábado das 9h às 18h e domingo das 11h às 17h) Site: www.livrariasol.com.br Instagram: https://www.instagram.com/livrariasol/
Sabor do prato típico nordestino ficou sofisticado nas mãos de empresários, que começaram na garagem de casa e planejam abrir restaurante. Casal fatura com vendas de cuscuz gourmet Paulo Sergio Montenegro e Mabel Montenegro vendem cuscuz gourmet por delivery na Zona Leste de São Paulo. Entre as opções de recheio estão bacon, calabresa, carne seca, queijo coalho e vinagrete. Eles montaram o negócio na garagem de casa. Antes, trabalhavam com uma empresa de manequins e tiveram que fechar por conta da pandemia. Mabel teve a ideia de vender o cuscuz recheado. No primeiro mês, saiu apenas um pedido. Aí passaram a usar as redes sociais. Hoje, vendem em torno de 400 cuscuzes por semana e entregam para até 6 km de distância. O plano agora é dar continuidade na reforma do salão para poder atender as pessoas no local. Veja a reportagem completa no vídeo acima. Cuscuzeria Gourmet Rua Capitão Ribeiro de Camargo, 539 - Vila Nova Curuçá - São Paulo/SP - CEP: 08031-040 E-mail: [email protected] WhatsApp: (11)96110-7424 Instagram: https://www.instagram.com/cuscuzeriagourmet/ TikTok: https://www.tiktok.com/@cuscuzeriagourmet Centro de Tradições Nordestinas (CTN) Rua Jacofer, 615 – Limão São Paulo/SP - CEP: 02712-070 E-mail: [email protected] Site: https://www.ctn.org.br/ Telefones: (11) 3488-9400 / (11) 3488-9410 Instagram: https://www.instagram.com/ctnsp/ Facebook: https://www.facebook.com/CTN.SP LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/ctnsp/ Youtube: https://www.youtube.com/user/CTNSAOPAULO
Empresário usou força da internet para criar um negócio de vendas virtuais. Ele começou na periferia de São Paulo e, com o crescimento, ajuda outros moradores da região. Empreendedor da periferia fatura quase R$ 2 milhões com venda de alimentos saudáveis pela internet Franklyn Lima é aquele tipo de empreendedor insistente e já tentou um pouco de tudo: confecção de bolsas, carrinho de tapioca, foto e vídeo para casamento. No fim de 2020, com R$ 14 mil de investimento, criou uma empresa para vender produtos de alimentação saudável pela internet. As primeiras vendas foram feitas em marketplaces para reduzir os custos e validar o modelo. Aos poucos ele foi incluindo produtos tradicionais. Com um bom volume de vendas, o antigo espaço em casa ficou pequeno. E, com o aumento no trabalho, Lima alugou outro espaço e formou um time. Para isso, ele se manteve fiel às próprias raízes, contratando pessoas da periferia, de onde ele também veio e começou o negócio. No ano passado, a empresa faturou R$ 1,7 milhão vendendo para o Brasil inteiro. Veja a reportagem completa no vídeo acima. Amendoeira Orgânica Rua Francisco Andrevi, 25 - Raposo Tavares São Paulo/SP – CEP: 05571-100 Telefone: (11) 4933-6882 Email: [email protected] Site: https://amendoeiraorganica.com.br/ Instagram: https://www.instagram.com/amendoeiraorganica/
Loja colaborativa tem o expositor fixo, que paga taxa mensal de R$ 150 mais 20% sobre as vendas, e o expositor flutuante, que paga só 20% sobre as vendas em troca de um canto provisório no espaço. Lojas compartilhadas viram opção econômica para empreendedores que querem um ponto físico Akemi Kumagai, Carlos Vidigal, Dety Bauche e Roseli Tangi são pequenos empreendedores e vendem suas criações numa loja compartilhada localizada na Zona Sul de São Paulo. Eles são donos de marcas de produtos autorais. Vidigal é também um dos administradores do espaço. Em agosto do ano passado, o grupo se uniu para montar a loja colaborativa, com o objetivo de ter um ponto físico para as vendas e não depender apenas de feiras e eventos. A loja colaborativa tem o expositor fixo, que paga uma taxa mensal de R$ 150 mais 20% sobre as vendas. É o caso de Akemi, que fatura cerca de R$ 5 mil por mês. Já o expositor flutuante fica livre da taxa mensal e paga apenas 20% sobre as vendas, em troca de um cantinho provisório no espaço. Roseli, que produz desde 2017 terrários e arranjos, chamados de kokedamas, se tornou expositora flutuante no espaço em outubro do ano passado. Ela fica na garagem, na frente da casa, e serve como local de teste. Ela fatura R$ 4 mil por mês com as vendas. Dety produz antepastos e geleias e já está no espaço pela segunda vez. Veja a reportagem completa no vídeo acima. Mercado Conecta Rua Nova York, 345 – Brooklin - São Paulo/SP - CEP: 04560-000 E-mail: [email protected] Site: https://sites.google.com/view/mercadoconecta/ Telefone: (11) 97188-2734 Instagram: https://www.instagram.com/mercadoconecta/ Facebook: https://www.facebook.com/mercadoconecta Sekai Ateliê E-mail: [email protected] Site: https://www.sekaiatelie.com WhatsApp: (11) 93362-0492 Instagram: https://www.instagram.com/sekaiatelie/ Facebook: https://www.facebook.com/SekaiAtelie Popjuice E-mail: [email protected] WhatsApp: (11) 99452-5241 Instagram: www.instagram.com/popjuiceoficial Doce Que Doce E-mail: [email protected] WhatsApp: (11) 99476-4460 Instagram: https://www.instagram.com/doce_que_doce_/