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Trabalhadores poderão sacar o dinheiro nas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui. A Caixa Econômica Federal (CEF) libera neste sábado (31) saques e transferências para os trabalhadores nascidos em setembro e outubro, que tiveram o depósito de até R$ 1.045 do FGTS feito em poupança social digital do banco em 31 de agosto e 8 de setembro. A Caixa não vai abrir agências neste sábado para fazer os pagamentos. Quem quiser sacar os recursos deverá recorrer às casas lotéricas ou a correspondentes Caixa Aqui. Nas agências da Caixa, os saques poderão ser feitos apenas a partir de terça-feira (3). Todos já podiam usar os recursos para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual.(veja nos calendários mais abaixo). Entenda como funciona o saque emergencial do FGTS VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTE SÁBADO: SAQUE EMERGENCIAL DO FGTS Poderão sacar ou transferir: trabalhadores nascidos em setembro e outubro, que tiveram o crédito do valor em poupança social digital nos dias 31 de agosto e 8 de setembro. Calendário de pagamento Calendário de saque emergencial do FGTS Caixa Veja os últimos vídeos de economia e

Valor médio do combustível atingiu R$ 4,599 por litro em outubro, nível praticamente igual ao verificado no levantamento de março. Preço do combustível Reprodução TV Rio Sul O preço médio da gasolina comum nos postos de combustíveis do Brasil subiu 0,93% em outubro ante setembro, engatando o quinto mês consecutivo de altas, disse nesta sexta-feira (30) a empresa de soluções de gestão de frotas ValeCard. De acordo com levantamento da companhia, o valor médio da gasolina atingiu R$ 4,599 por litro em outubro, nível praticamente igual ao verificado no levantamento de março (R$ 4,598), mês em que os impactos da pandemia de coronavírus começaram a ser sentidos no país. A ValeCard destacou em comunicado que os preços da gasolina recuaram entre janeiro e maio deste ano, mas desde então passaram a subir. No período de maio a outubro, que reflete a flexibilização das medidas de isolamento no Brasil, as cotações acumularam alta de 14,69%. As mínimas do ano, ainda segundo a ValeCard, foram registradas justamente em maio, quando o preço médio do litro atingiu R$ 4,0, diante dos impactos da pandemia sobre o consumo. Já as máximas são ainda de janeiro, quando a cotação média figurava em R$ 4,762 por litro. "Em outubro, conforme a ValeCard, a maior alta do preço no país foi registrada no Distrito Federal (+3,41%). Por outro lado, a Bahia registrou a maior queda no valor do combustível no período (-0,96%)", disse a empresa. "Rio Branco tem o preço mais alto entre as capitais. As capitais com preços mais baixos são Salvador e Curitiba", acrescentou. A Petrobras promoveu três reajustes no preço médio da gasolina em suas refinarias em outubro: no dia 9, uma alta 4%, que foi seguida por duas reduções — uma de 4%, no dia 15, e outra de 5%, na última segunda-feira. No acumulado de 2020, o preço da gasolina praticado pela estatal apura queda de 13,7%, mas também opera distante das mínimas, registradas em meados de abril, quando o litro chegou a custar menos de R$ 1. O repasse dos reajustes dos combustíveis nas refinarias aos consumidores finais nos postos não é garantido, e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro e biodiesel.

Objetivo da operação é acelerar o desenvolvimento e diversificação da fintech; quem levou a fatia da empresa foi AnaCap Financial Partners, um investidor especialista em serviços financeiros. Carrefour Regis Duvignau/Reuters O Carrefour anunciou nesta sexta-feira (30) a venda de 60% das ações de sua plataforma de pagamentos Market Pay à AnaCap Financial Partners, um investidor especialista em serviços financeiros europeus. Com a operação, o grupo Carrefour irá embolsar 245 milhões de euros. O objetivo, de acordo com comunicado da companhia, é acelerar o desenvolvimento e diversificação da fintech. O Market Pay é uma plataforma de pagamentos europeia projetada para apoiar as operações de varejo “omnicanal” (multicanal) do Grupo. Ao todo, de acordo com a empresa, a ferramenta gerencia 1,3 bilhão de transações, 45.000 terminais de pagamento e 5 milhões de cartões por ano. De acordo com a companhia, para 2020 a expectativa é que a Market Pay registre mais de 30 milhões de euros em vendas líquidas. “Através desta parceria ambiciosa e equilibrada, o Carrefour está buscando capitalizar a profunda experiência da AnaCap no setor e o histórico de 15 anos em crescimento e desenvolvimento de negócios para permitir que a Market Pay continue seu desenvolvimento, diversifique suas atividades e acelere sua transformação para apoiar projetos de inovação no Carrefour, bem como para seus outros clientes e clientes potenciais”, afirmou a companhia. A conclusão da transação está prevista para o primeiro semestre de 2021.

Alvo de inquéritos no Brasil, ex-ministro da Educação foi indicado pelo governo Bolsonaro para 'mandato-tampão' em Washington em junho. Reeleição garante vaga até 2022. Abraham Weintraub durante cerimônia religiosa da Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional, em fevereiro deste ano Marcelo Camargo/Agência Brasil O ex-ministro da Educação Abraham Weintraub foi reeleito diretor-executivo do conselho do Banco Mundial. A informação foi divulgada pela própria instituição. O mandato de dois anos começa no domingo (1º). Weintraub já ocupava a diretoria-executiva do banco como substituto, em uma espécie de "mandato-tampão" que termina neste sábado (31). Segundo o Banco Mundial, o ex-ministro foi eleito como representante de Brasil, Colômbia, República Dominicana, Equador, Haiti, Panamá, Filipinas, Suriname e Trinidad e Tobago. "Diretores Executivos não são funcionários do Banco Mundial. Eles são nomeados ou eleitos pelos representantes dos nossos acionistas", informou a instituição financeira em comunicado. Natuza sobre indicação de Weintraub, em julho: 'Agora vamos passar vergonha em escala mundial' Weintraub deixou o MEC em junho, em meio a uma série de polêmicas. Alvo de dois inquéritos – um que apura declarações racistas contra chineses e outro sobre ameaças a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Weintraub foi indicado pelo governo Bolsonaro para uma vaga fora do país. Em junho, quando a indicação veio a público, a associação de funcionários do Banco Mundial chegou a emitir uma carta aberta ao comitê de ética da instituição pedindo que a nomeação fosse suspensa. A preocupação, segundo o documento, era relacionada tanto às declarações ofensivas de Weintraub quanto às medidas tomadas por ele à frente do Ministério da Educação – por exemplo, a revogação das cotas para minorias em cursos de pós-graduação. Funcionários do Banco Mundial se manifestam contra nomeação de Abraham Weintraub Viagem controversa Além da indicação para o banco, a própria viagem de Weintraub aos Estados Unidos causou polêmica – e ainda é alvo de investigação. Isso porque, apesar de ter anunciado a saída do governo em 18 de junho, Weintraub só foi exonerado oficialmente no dia 20, quando já estava fora do Brasil. O ministro teria aproveitado o passaporte diplomático para driblar a quarentena para cidadãos comuns na chegada aos Estados Unidos, em meio à pandemia da Covid-19. O caso foi arquivado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) porque a relatora, ministra Ana Arraes, disse não ver indícios de que a viagem tenha impactado os cofres públicos. Os questionamentos sobre a regularidade do uso do passaporte diplomático foram enviados pelo tribunal ao Ministério Público Federal. Em carta ao Itamaraty, Weintraub pediu para ir para os EUA com a ‘brevidade possível’
Os papéis da Apple, Amazon e Facebook recuaram fortemente nesta sexta, mesmo após balanços positivos no terceiro trimestre. Os índices acionários de Nova York fecharam em queda nesta sexta-feira (30), puxados para baixo pela forte queda sofrida pelas ações de tecnologia, após a divulgação dos balanços trimestrais das gigantes americanas do setor. A queda de hoje, porém, apenas estende as perdas sofridas ao longo das últimas semanas, com os temores em torno do aumento do número de novos casos de covid-19 na Europa e nos Estados Unidos. O Dow Jones fechou em queda de 0,59%, a 26.501,60 pontos, acumulando perdas de quase 1.300 pontos, ou 4,6% em outubro e anotando o seu pior mês desde março. O S&P 500 recuou 1,21% na sessão e 2,7% no mês, a 3.269,96 pontos, enquanto o Nasdaq cedeu 2,45% no dia e 2,3% em outubro, a 10.911,59 pontos. Big Techs O índice tecnológico Nasdaq foi especialmente pressionado nesta sexta pela onda de vendas de ações de tecnologia, após as gigantes americanas do setor divulgarem resultados acima do esperado, mas não suficientes para atender às elevadas expectativas dos investidores. A Apple reportou uma receita recorde de US$ 64,7 bilhões, mas a ação da companhia caiu 5,60% hoje. Investidores receberam de maneira negativa a queda na venda de iPhones e o fato de a companhia não ter divulgado projeções, em meio às incertezas provocadas pela pandemia. Já a Amazon reportou que os lucros triplicaram no terceiro trimestre, para US$ 6,3 bilhões, mas mesmo assim a ação da companhia caiu 5,45%, com os agentes financeiros demonstrando frustração com as projeções de receita para a companhia no quarto trimestre. O Facebook reportou uma alta de 29% nos lucros do terceiro trimestre, mas a ação recuou 6,31%. Os papéis do Twitter foram especialmente castigados, fechando o dia em queda de 21,11%, mesmo depois de reportar lucros de US$ 29 milhões. Os investidores se concentram no alerta da empresa de que o comportamento dos anúncios publicitários pode ser imprevisível antes da eleição. Segundo o chefe de pesquisa da London Capital Group, Jasper Lawler, os grandes nomes da tecnologia vinham impulsionando todos os ganhos do mercado de ações nos últimos meses, com a ideia de que seus desempenhos também eram imunes — ou mesmo beneficiados — pela pandemia. "Os lucros superaram as expectativas, mas, ao carregar todo o peso do mercado, as ações de tecnologia estavam precificadas à perfeição", afirmou. Na semana, porém, o catalisador para as quedas tem sido os temores em torno da pandemia. O número de contaminações diárias nos EUA bateu, ontem, um novo recorde com 88,521 casos, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, mas os números já vêm assustando os investidores ao longo da semana. Covid-19: EUA registram aumento de 46% de internações pela infecção Veja as últimas notícias de economia

Mudança de horário foi revogada por Bolsonaro em 2019, e não vai mais acontecer neste final de semana. Porém, alguns celulares podem fazer atualização do relógio automaticamente. Horário de verão: medida foi revogada pelo governo Bolsonaro, mas relógios de alguns smartphones podem atualizar mesmo assim. Divulgação/Google O Google alertou nesta sexta-feira (30) que alguns celulares Android podem adiantar os relógios automaticamente à meia-noite do domingo, dia 1º de novembro. A empresa recomendou que as pessoas alterem as configurações automáticas de data e hora dos aparelhos, para não correr o risco de perder compromissos. Segundo a companhia, alguns celulares podem não ter a informação necessária para evitar que o relógio seja alterado na data prevista para começar o horário de verão 2020, que foi cancelado pelo governo Jair Bolsonaro em 2019. Essa possibilidade é maior para aparelhos com versões anteriores ao Android 10, que foi lançado no ano passado. Há duas semanas alguns usuários já tinham relatado que seus celulares adiantaram o relógio. Isso aconteceu porque, até 2017, o horário do verão começava no mês de outubro. Em 2018, a última vez em que foi adotado, ele começou no 1º domingo de novembro. Saiba corrigir Nos aparelhos Android Toque no ícone "Configurar"; toque na opção "Data e hora"; desmarque a opção "Data e hora automáticas"; configure manualmente a hora correta. Os aparelhos que não fizerem mudanças no horário já foram atualizados pelos fabricantes, ou então estão seguindo regras enviadas pelas redes das operadoras de telefonia. A mudança no horário de verão brasileiro impacta o banco de dados da Autoridade para Atribuição de Números de Internet (IANA), responsável por passar as informações para os smartphones. Horário de verão No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então presidente Getúlio Vargas. Sua versão de estreia durou quase seis meses, vigorando de 3 de outubro de 1931 a 31 de março de 1932. No verão seguinte, a medida foi novamente adotada, mas, depois, começou a ser em períodos não consecutivos. Primeiro, entre 1949 e 1953, depois, de 1963 a 1968, voltando em 1985 até abril de 2019, quando foi revogado por decreto. O período de vigência do horário de verão era variável, mas, em média, durava 120 dias. No mundo, o horário diferenciado é adotado em 70 países — e atinge cerca de um quarto da população mundial. O horário de verão é adotado em países como Canadá, Austrália, México, Nova Zelândia, Chile, Paraguai e Uruguai. Veja os vídeos mais assistidos do G1 n

Objetivo do negócio é ampliar a oferta de investimentos nos Estados Unidos a clientes de alta renda e de private bank. O Bradesco informou nesta sexta-feira (30) que concluiu a compra de 100% do BAC Florida, operação que havia sido anunciada em maio do ano passado. Placa com logomarca do banco Bradesco na avenida Berrini, zona sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 Em comunicado, o Bradesco afirmou que a operação reduzirá seu índice de Basileia em 0,2 ponto percentual. Bradesco tem lucro de R$ 4,19 bilhões no terceiro trimestre O objetivo do negócio é ampliar a oferta de investimentos nos Estados Unidos a clientes de alta renda e de private bank, além de poder expandir negócios ligados clientes corporativos e institucionais, afirmou o banco brasileiro. Vejas as últimas notícias de economia

Trabalhadores começaram a receber o benefício nesta semana e podem conferir o status do crédito pelo Meu INSS e pelo telefone 135. Pedestre passa diante de agência do INSS em Brasília Mateus Bonomi/Agif/Estadão Conteúdo O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começou a pagar as atencipações de benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio doença) concedidas até 2 de julho desse ano a 497.085 segurados nesta semana. Ao todo, 1,1 milhão de antecipações foram liberadas. De acordo com o governo, dos segurados que terão direito ao pagamento da diferença, a duração média do benefício foi de 32 dias. A renda média inicial, por sua vez, ficou em R$ 1.481,99. A antecipação do benefício foi uma das medidas adotadas pelo governo durante a pandemia. "O pagamento é feito com correção e proporcional ao tempo de afastamento, ou seja, pelo total de parcelas recebidas", reforçou a autarquia, no comunicado. O segurado que tiver direito à diferença receberá uma carta do INSS com as informações do recálculo, assim como do total devido. É possível acompanhar o status do crédito, bem como os valores, pelo Meu INSS e pelo telefone 135. Antecipação amenizou efeitos da crise Para conter os efeitos econômicos causados pela pandemia do novo coronavírus, uma lei aprovada em abril passou a autorizar que o INSS antecipasse o valor de um salário mínimo para os requerentes do auxílio-doença por até três meses. O objetivo era evitar que o segurado aguardasse o processamento da solicitação sem dispor de uma renda para se manter. Pela legislação atual, o auxílio-doença é um benefício concedido pelo INSS para os trabalhadores que estão incapacitados temporariamente para o trabalho por mais de 15 dias. Neste caso, normalmente, ela deixa de receber o salário e passa a contar com o auxílio enquanto perdurar o período de afastamento.

Por causa da pandemia de coronavírus, as empresas tiveram até 30 de setembro para regularizar as informações dos trabalhadores. O Ministério da Economia informou nesta sexta-feira (30) que vai começar a pagar em dezembro os trabalhadores que têm direito ao abono salarial, mas que ainda não receberam o benefício. Carteira de trabalho. Heloise Hamada/G1 Por causa da pandemia de coronavírus, as empresas tiveram até 30 de setembro para regularizar as informações dos trabalhadores. O valor do abono varia de R$ 88 a R$ 1.045, dependendo do período trabalhado formalmente em 2019. Segundo o ministério, os trabalhadores que nasceram entre julho e dezembro com direito ao PIS (setor privado) recebem o benefício pela Caixa já em meados de dezembro. Os demais recebem a partir de janeiro do ano que vem. Veja o calendário: Pagamento do abono Pasep Já os trabalhadores com direito ao Pasep (setor público) com inscrições finais 0, 1, 2, 3 e 4 vão receber o benefício em meados de dezembro, mas o benefício será pago pelo Banco do Brasil. Os demais começam a receber a partir de janeiro. Veja o calendário: Pagamento do abono Para saber se tem direito e como sacar Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação. Informações sobre o PIS também podem ser obtidas pelo telefone 0800-726-02-07 da Caixa. O trabalhador pode fazer uma consulta ainda no site www.caixa.gov.br/PIS, em Consultar Pagamento. Para isso, é preciso ter o número do NIS (PIS/Pasep) em mãos. Veja como localizar o número do PIS na internet Os servidores públicos que têm direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito em conta. Caso isso não tenha ocorrido, precisam procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil. Veja as últimas notícias de economia
Órgão detectou que, nos últimos cinco anos, até crianças de 4 anos se tornaram cotistas de fundos de investimento deste tipo; fundos têm até fim do ano para regularizar situação. A Receita Federal identificou que, nos últimos anos, irregularidades em centenas de fundos de investimento imobiliário podem ter causado um prejuízo de até R$ 550 milhões aos cofres públicos. No fim de setembro, a Delegacia de Operações Especiais de Fiscalização da Receita, em São Paulo, enviou um alerta às 53 administradoras dos fundos. A GloboNews teve acesso ao comunicado. As administradoras têm os próximos meses para fazer uma autorregularização. Caso contrário, a partir de 2021, a Receita vai promover ações de fiscalização para cobrar valores devidos e não recolhidos, acrescidos de multa de ofício e juros. "A Receita Federal do Brasil (RFB) vem acompanhando o recolhimento feito pelas administradoras através de DARF no código 5232 (Fundos de Investimento Imobiliário – Rendimentos e ganhos de capital distribuídos pelos Fundos de Investimento Imobiliário ou auferidos em decorrência do resgate de cotas). De forma geral, o recolhimento nesse código está muito aquém da arrecadação potencial esperada", informou a Receita às administradoras. Os fundos de investimento imobiliário têm crescido no país nos últimos anos. Boletim mensal da B3, de setembro deste ano, apontou que o número de pessoas físicas que decidiram se tornar investidoras de fundos imobiliários passou de 1 milhão (1.057.246). “Fundos de investimento imobiliário são uma cesta”, explica o professor de finanças do Insper, Michael Viriato. Segundo o professor, os fundos podem ser entendidos também como “um condomínio onde se juntam várias pessoas, vários investidores”. “Ao juntar um recurso significativo, conseguem comprar empreendimentos de um forma conjunta. Ou seja, você colocando um pedaço pequeno, outro investidor colocando um pedaço pequeno, isso se torna um bolo grande e você consegue fazer um investimento que de outra forma ficaria disponível apenas a grandes investidores”, explica. Em 2019, segundo a Receita, as 53 administradoras de fundos imobiliários no País pagaram R$ 130 milhões em imposto de renda antes de distribuir rendimentos a seus cotistas. A estimativa da Receita é de que o valor ficou muito abaixo daquilo que deveria ter sido pago: R$ 680 milhões. Atualmente, existem 590 fundos no País, com um patrimônio de R$ 146 bilhões. Ele são constituídos por imóveis ou por outros ativos ligados ao setor imobiliário. De acordo com a Receita, pelo menos metade dos fundos está sob suspeita de seis tipos de irregularidades. São eles: fundos que não fazem as distribuições semestrais obrigatórias dos resultados aos cotistas; fundos que aplicam alíquotas inferiores às previstas; fundos que fazem operações com pessoas no exterior de forma ilegítima; fundos que lançam despesas indevidas para reduzir os resultados; fundos que aplicam recursos em empreendimentos imobiliários que tenham como sócio, incorporador, construtor cotista que possua mais de 25% das cotas do fundo. fundos nos quais os cotistas são do mesmo grupo econômico ou da mesma família 'Brecha' para não pagar IR Este último tipo de irregularidade chamou a atenção dos auditores-fiscais da Receita, porque famílias e grupo econômicos de alto poder aquisitivo estão usando uma brecha na legislação para não pagar imposto de renda sobre rendimentos de aluguel de imóveis. Em uma situação normal, uma pessoa física que é proprietária de imóveis tem uma tributação de até 27,5% com rendimentos de aluguel dos seus bens. Uma empresa, por sua vez, paga em média cerca de 15%. Ao formar um fundo imobiliário, os cotistas deveriam pagar 20% em tributos. Fundos imobiliários, no entanto, podem ser isentos de IR sobre os rendimentos de seu patrimônio caso atendam a alguns requisitos. São eles: ter cotas negociadas exclusivamente em bolsa ou mercado de balcão organizado; ter, no mínimo, 50 cotistas; e o cotista beneficiado com a isenção não ser dono de mais de 10% das cotas. É preciso também que os fundos tenham uma "efetiva dispersão de investidores". Ou seja, sejam fundos abertos para investimento de quem se interessar. Foi neste trecho da regulamentação que a Receita percebeu que milhões de reais estavam deixando de ser arrecadados. O auditor-fiscal Fabio Ejchel, da Delegacia de Operações Especiais de Fiscalização da Receita em São Paulo, afirma que houve um desvirtuamento dos fundos. Eles têm uma estrutura "teoricamente legal", mas ficam restritos aos membros de um determinado grupo familiar. Os fundos de investimento imobiliário familiares, segundo o auditor, não estimulam a indústria da construção civil no país. Eles existem apenas para não pagar imposto de renda sobre aluguel do imóvel. "A gente viu casos de fundos nos quais 1/3 dos cotistas eram menores de idade, incluindo crianças de 4 anos, crianças de 6 anos", diz o delegado. "[A família] enxerga uma oportunidade de não pagar nenhum imposto sobre o rendimento desse patrimônio. Monta um fundo, adequa o fundo para obedecer a legislação. Precisa ter 50 cotistas, eles pegam 50 cotistas. Geralmente, gente da própria família para não ter alguém de fora participando com eles", afirmou o delegado. De acordo com Fabio Ejchel, as irregularidades dos fundos causam prejuízo tanto ao mercado quanto à sociedade. "Esse tipo de forma de atuar prejudica o próprio mercado, outros fundos legítimos que atuam corretamente, eles prejudicam outros proprietários de imóveis que estão lá pagando impostos", diz. "Prejudica a sociedade que precisa desses recursos para manter o Estado, a saúde, a educação, e que não entram nos cofres públicos justamente das famílias que teriam condição de contribuir." Discussão no mercado A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais confirmou para a GloboNews "que o assunto está sendo discutido pelo mercado", mas optou por não enviar uma nota. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) afirmou que "acompanha e analisa informações e movimentações no âmbito do mercado de valores mobiliários brasileiro, mantendo, inclusive, contato direto com os participantes do segmento, e tomando as medidas cabíveis, sempre que necessário". "Sem prejuízo do acima informado, é importante ressaltar que não há vedação na regulação de mercado de capitais a que um grupo de cotistas concentre alta participação em um fundo imobiliário, e a fiscalização de temas tributários cabe à Receita Federal. Além disso, é dever do administrador de Fundo de Investimento Imobiliário prestar informações periódicas mensais ao mercado, inclusive investidores do fundo, como por exemplo, dados relativos à exclusividade, e alertar se os cotistas possuem vínculo familiar ou societário familiar", disse em nota a entidade.
Tribunal de Contas da União apontou nesta semana risco de que governo afronte a Lei de Responsabilidade Fiscal se não indicar meta fiscal para o ano que vem. O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, afirmou nesta sexta-feira (30) que a equipe econômica está à disposição para discutir com o Congresso Nacional a fixação de uma meta de déficit primário para 2021 — há déficit primário quando o gasto supera a arrecadação (excluídas as despesas com o pagamento da dívida pública). Nesta quinta-feira, o secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, já havia se manifestado no mesmo sentido. No projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias do próximo ano, enviado ao Legislativo em abril deste ano, no auge da pandemia do novo coronavírus, o governo propôs uma meta flexível e variável de déficit primário de 2021. Como as despesas estão limitadas pelo teto de gastos, o governo definiu que a estimativa de rombo fiscal vai variar de acordo com as receitas, ou seja, com o dinheiro que entrar efetivamente no caixa. Nesta semana, porém, o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou um alerta ao governo federal sobre a ausência de uma meta fiscal fixa no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021, em tramitação no Congresso. Segundo o TCU, se não definir esse indicador, o governo estará afrontando a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal — a LDO serve de base para a elaboração do orçamento federal. Nesta sexta-feira, Waldery Rodrigues, do Ministério da Economia, disse que não foi fixada uma meta de déficit primário para 2021, em abril deste ano, devido à grande incerteza que havia, naquele momento, sobre o ritmo de crescimento da economia, em função da pandemia. Projeto da LDO para 2021 prevê estagnação da economia em 2020 Segundo ele, porém, o cenário já ficou mais claro nos últimos meses, o que possibilita uma discussão sobre a meta de rombo fiscal para 2021. O Ministério da Economia estima uma alta do Produto Interno Bruto (PIB) ao redor de 3,5% para o ano que vem. "Analisamos o acórdão do TCU sobre o tema [que aponta risco de o governo descumprir a LRF se não fixar uma meta fiscal para o ano que vem]. Entendemos que esse tema poderá ter uma análise mais apurada, em função de agora termos uma redução da incerteza [sobre a previsão do PIB para o ano que vem]. Nos colocamos à disposição do Congresso Nacional para analisar esse tema", disse ele. O secretário lembrou que o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias ainda não foi votado pelo Congresso Nacional, possibilitando, assim, mudanças. "O Congresso está ciente dessa prioridade. Tivemos reuniões com o senador que deve relatar o PLDO e ficamos à disposição do Congresso para analisarmos esse ponto [fixação da meta fiscal]", afirmou. VÍDEOS: veja últimas notícias de economia
O petróleo dos EUA acumulou queda de 11% em outubro, enquanto o Brent registrou perda de 10%. Os preços do petróleo recuaram nesta sexta-feira (30) e engataram a segunda queda mensal consecutiva, à medida que o aumento no número de casos de Covid-19 nos Estados Unidos e Europa ressalta preocupações sobre as perspectivas de consumo de combustíveis. O petróleo Brent fechou em queda de 0,19 dólar, a US$ 37,46 por barril, após tocar uma mínima de cinco meses na sessão anterior, a US$ 36,64. O primeiro contrato do Brent expirou nesta sexta-feira, e o vencimento janeiro terminou o dia em baixa de 0,32 dólar. Já o petróleo dos EUA (WTI) recuou 0,38 dólar, para US$ 35,79 o barril, depois de atingir o menor nível desde junho na quinta-feira, quando tocou a marca de US$ 34,92. O WTI acumulou queda de 11% neste mês, enquanto o Brent registrou perda de 10%. Líderes da França e Alemanha ordenaram que os países voltem a adotar medidas restritivas ("lockdown"), em momento em que uma enorme segunda onda de infecções pelo coronavírus ameaça castigar a Europa antes do inverno (do Hemisfério Norte). A Europa de novo no epicentro da pandemia Economias europeias crescem no 3º trimestre e recuperam parte das perdas da pandemia Os EUA também enfrentam uma disparada na contagem de casos, tendo quebrado seu recorde de infecções registradas em um único dia. "Muitos países com grande consumo de petróleo em todo o mundo estão vendo níveis de infecção que não tiveram nem mesmo durante a primeira onda", disse Paola Rodriguez-Masiu, analista sênior de mercados de petróleo da Rystad Energy. "Esses níveis de infecção devem impactar a demanda por petróleo, já que o tráfego será reduzido ao mínimo durante os 'lockdowns'". Veja as últimas notícias de economia
Estimativa de rombo foi divulgada pelo Ministério da Economia e inclui gastos públicos, renúncia de receitas para combater a pandemia, além de perda de arrecadação com crise. O rombo nas contas do setor público consolidado deve atingir R$ 905,4 bilhões em 2020, estimou o Ministério da Economia nesta sexta-feira (30). Os dados constam de balanço das medidas de combate ao novo coronavírus. Dentro do setor público estão o governo federal, os estados, os municípios e empresas estatais. Na previsão anterior, divulgada em setembro, a equipe econômica estimava que o déficit primário somaria R$ 895,8 bilhões neste ano. Há déficit quando as receitas de impostos e contribuições do governo são menores que as despesas. A conta não inclui os gastos com o pagamento dos juros da dívida pública. O resultado negativo projetado para este ano, se confirmado, será o pior valor da série histórica do Banco Central. E está diretamente ligado aos gastos do governo para combate aos efeitos da pandemia do novo coronavírus, e que, segundo a área econômica, já chegam a R$ 587,5 bilhões. Veja no vídeo abaixo reportagem sobre o resultado das contas do setor público em setembro, que registrou déficit recorde: Rombo nas contas públicas registrado em setembro é histórico Ainda de acordo com as estimativas do Ministério da Economia: as contas do governo devem registrar rombo primário de R$ 880,5 bilhões neste ano; os estados e municípios devem apresentar, juntos, déficit de R$ 23,6 bilhões; as estatais devem ter resultado negativo de R$ 1,2 bilhão. Os valores consideram o resultado primário, ou seja, não consideram os gastos com o pagamento dos juros da dívida pública. Além dos gastos com o coronavírus, e a renúncia de arrecadação com redução de tributos, o cálculo também considera, até o momento, uma retração de 4,98% para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano - última projeção do mercado financeiro, colhida pelo Banco Central. Ações para combate à Covid De acordo com o secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, R$ 587,5 bilhões das ações do governo concentram-se em gastos, sendo o maior deles o auxílio emergencial para os vulneráveis, com estimativa de um valor total de R$ 321,8 bilhões. Além disso, foram autorizadas reduções de impostos neste ano, entre eles a redução a zero do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), o que ampliou o valor total das ações (considerando gastos e renúncia de arrecadação) para R$ 615 bilhões em 2020. Do total de gastos estimados para este ano no combate à pandemia, o painel do Tesouro Nacional informa que R$ 452,6 bilhões já foram feitos até esta quinta-feira (29). Waldery Rodrigues voltou a defender a regra do teto de gastos, pela qual a maior parte das despesas não pode subir acima da variação da inflação do ano anterior. “Temos uma defesa direta do teto de gastos, esse ano, e nos anos à frente. Não é uma âncora fiscal, é uma super âncora fiscal que nos traz capacidade de resposta a essa crise, que é a maior dos últimos 100 anos. Tínhamos gastos de 19,8% do PIB em 2019, vão subir acima de 28% em 2020, mas esperamos voltar a patamares similares, de 19,8%, 19,7% do PIB, em 2021”, disse. Questionado por jornalistas, ele afirmou que, até o momento, não há previsão de estender o estado de calamidade pública, que permite ao governo gastar mais para combater os efeitos do coronavírus, no próximo ano. Ele acrescentou, porém, que o governo adotará as “ferramentas” necessárias caso aconteça uma "segunda onda" da pandemia. “Se houver uma segunda onda, e há um algo grau de incerteza sobre ter ou não, o governo reagirá a essa situação. Por enquanto, os gastos são dessa magnitude. Entendemos que eles serão contidos em 2020”, concluiu. Dívida pública A dívida bruta do setor público consolidado, que engloba a União, os estados, municípios e empresas estatais, deve terminar este ano em 96% do Produto Interno Bruto (PIB), estimou o Ministério da Economia. A previsão oficial anterior da área econômica para a dívida pública ao fim deste ano era de 98,2%. Essa estimativa havia sido divulgada em julho deste ano. Nesta sexta-feira, o Banco Central informou que a dívida bruta do setor público brasileiro, indicador que também é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco, subiu novamente em setembro, e atingiu o patamar recorde de 90,6% do PIB.

AOCP fará a prova; deverão ser abertas, no mínimo, 4.063 vagas para cargos públicos. Centro Administrativo de João Pessoa Cornélio Felipe/Secom-JP A Prefeitura de João Pessoa divulgou, através do Semanário Oficial, o termo de ratificação que define a Assessoria em Organização de Concursos Públicos (AOCP) como banca responsável para o concurso público da capital paraibana. O termo foi publicado em edição especial do semanário desta quinta-feira (29). O concurso acontece após o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o Ministério Público da Paraíba com a Prefeitura de João Pessoa determinar a realização de concursos públicos para o preenchimento de, no mínimo, 4.063 cargos públicos até 2024, sendo que 601 devem acontecer de forma imediata. Segundo o termo, a publicação do edital de abertura do concurso público deve ser feita até 31 dezembro. Até 28 de fevereiro de 2021, deve acontecer o concurso público e a respectiva homologação pelo prefeito (a), com a convocação e nomeação dos aprovados dentro do número de vagas, até 31 de março de 2021. As 601 vagas iniciais devem ser para os cargos de engenheiro, arquiteto, assistente administrativo, sanitarista, médico, farmacêutico, assistente social em saúde, biomédico, enfermeiro, fisioterapeuta, nutricionista, psicólogo, técnico de enfermagem, técnico em laboratório, técnico em radiologia, técnico em imobilização ortopédica e condutor de ambulância. Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba
O índice pan-europeu Stoxx Europe 600 oscilou entre perdas e ganhos durante a sessão e fechou o dia em alta de 0,18%, porém, caiu 5,56% na semana. As bolsas europeias fecharam a sessão desta sexta-feira (30) sem direção única e encerram a semana e o mês de outubro com perdas intensas. Embora os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro e das quatro maiores economias da União Europeia tenham surpreendido positivamente no terceiro trimestre, a perspectiva para os últimos meses do ano é negativa, diante da segunda onda de covid-19 e o restabelecimento de restrições à circulação social, fator determinante para a queda nesta semana. Os investidores globais também trabalham com cautela a poucos dias da eleição americana, na próxima terça-feira (3). O índice pan-europeu Stoxx Europe 600 oscilou entre perdas e ganhos durante a sessão e fechou o dia em alta de 0,18%, a 342,36 pontos, ajudado pela recuperação parcial do setor de petróleo e gás, que subiu 1,9% após as perdas nos dias anteriores. O desempenho melhorou depois que o Eurostat, escritório de estatísticas da União Europeia, divulgou que o Produto Interno Bruto (PIB) da região cresceu 12,7% no segundo trimestre, ante o trimestre anterior, acima da expectativa de 9,2% de economistas consultados pelo “Wall Street Journal”. Na semana, porém, o Stoxx Europe 600 caiu 5,56%, a pior desde 12 de junho, desempenho que levou o índice a terminar outubro com queda de 5,19%, o pior mês desde março. O DAX, referência da Bolsa de Frankfurt, finalizou o dia com queda de 0,36%, a 11.556,48 pontos, mesmo após o PIB da Alemanha, no terceiro trimestre, ter crescimento recorde de 8,2% ante o trimestre anterior. Com isso, o índice terminou a semana com perdas de 8,61% e despencou 9,44% em outubro. Na Bolsa de Londres, o FTSE 100 recuou 0,08% nesta sexta, aos 5.577,27 pontos, terminando a semana com perdas de 4,83% e encerrando mês com queda de 4,92%. O CAC 40, da Bolsa de Paris, subiu 0,54% hoje, a 4.594,24 pontos. O PIB francês se recuperou e cresceu 18,2% no terceiro trimestre, após o tombo do segundo trimestre. No entanto, o índice acumulou queda de 6,42% na semana e termina outubro 4,36% abaixo do que começou. Na Bolsa de Milão, o FTSE MIB avançou 0,40% hoje, a 17.943,11 pontos, depois que o PIB italiano cresceu 16,1% no terceiro trimestre, na margem. Mas, assim como os seus pares, caiu 6,96% na semana e 5,64% no mês. Lockdowns A Europa de novo no epicentro da pandemia As quedas acentuadas ocorreram entre segunda (26) e quarta-feira (28) por causa da segunda onda da covid-19 no continente e das informações de que França e Alemanha planejavam novos “lockdowns” nacionais, o que se confirmou na quarta-feira. Diante do cenário, economistas alertam que as previsões para o fim do ano voltam a ser sombrias. “Embora esses números de forte crescimento do PIB no terceiro trimestre sejam uma boa notícia, a recente reintrodução de medidas de contenção rígidas em todo o bloco, provavelmente, fará a recuperação se reverter. Os primeiros dados da pesquisa para o quarto trimestre mostram que a perspectiva já estava piorando antes das restrições serem introduzidas”, escreveu, em nota após os dados, Rosie Colthorpe, economista da Oxford Economics. “Esperamos, agora, que a economia da zona do euro encolha mais uma vez no quarto trimestre. Se as restrições atuais não controlarem a propagação do vírus, os governos provavelmente irão apertar ou estender as medidas de contenção. Isso significa que os riscos para a perspectiva do quarto trimestre estão claramente negativos”, acrescentou Colthorpe. Assista as últimas notícias de economia
Segundo a instituição, 3 milhões de pessoas deverão ser beneficiadas com a transferência de renda. O Banco Mundial aprovou um empréstimo de US$ 1 bilhão para ampliar o Bolsa Família. Segundo a instituição, 3 milhões de pessoas deverão ser beneficiadas com a transferência de renda. O recursos liberados pela instituição integram o Projeto de Apoio à Renda para os Pobres Afetados pela Covid-19. No Brasil, mais de 5 milhões de pessoas já foram infectadas pela doença. Não há previsão para pagamento do 13º do Bolsa Família, diz Ministério da Economia Ministério da Economia informa que não há previsão de pagamento de 13º para Bolsa Família Antes da pandemia de coronavírus, cerca de 13 milhões de famílias estavam cadastradas no Bolsa Família, segundo o banco. Com a crise sanitária, muitos beneficiários do programa passaram a receber o Auxílio Emegencial, que deve será encerrado em dezembro. "O projeto financiará a ampliação do programa, e expandirá a proteção para ao menos 1,2 milhão de famílias pobres que continuarão a precisar de apoio após o fim do Auxílio Emergencial", informou o Banco Mundial em nota. "As mulheres representam 90% dos beneficiários diretos. Essa ampliação beneficiará pelo menos 3 milhões de pessoas, entre elas 990.000 crianças e jovens e 7.000 indígenas", disse a instituição. O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, disse que novas fontes de financiamento desse tipo têm sido analisadas pelo governo. "Está sendo analisado, não somente com o Bird, mas com outras agências multilaterais. E aqui é uma questão de custo e benefício. Uma fonte de financiamento disponibilizada ao menor custo pode ser utilizada pela União. As agências têm um limite de financiamento para cada país, sem detrimento de também ser provido para estados e municípios", afirmou. O governo Jair Bolsonaro já indicou que pretende substituir o Bolsa Família pelo programa Renda Cidadã, que deverá ser apresentado depois da eleição municipal. Renda Cidadã deve ficar para depois das eleições municipais Veja as últimas notícias de economia

Acordos garantem que Ser receba R$ 180 milhões ou duas faculdades como indenização. Além disso, empresa tem 100% de preferência na compra de outras três instituições da Laureate. A Laureate possui atualmente 267 mil estudantes matriculados no Brasil em 11 instituições de ensino superior. Divulgação A Ser Educacional anunciou nesta sexta-feira (30) que fechou acordos com a Ânima, grupo que apresentou proposta maior do que a Ser e comprou as operações no Brasil da Laureate. O acordo extrajudicial foi firmado pela madrugada e encerrou o litígio pelos ativos da Laureate no país. Segundo nota divulgada pela Ser Educacional, empresa fundada pelo paraibano Janguiê Diniz, os acordos preveem que a Ser receba uma multa de R$ 180 milhões ou adquira duas instituições da Laureate pelo mesmo valor. A proposta é de adquirir a Faculdade Internacional da Paraíba (FPB) e o Centro Universitário dos Guararapes (UNIFG), pelo mesmo valor da multa. A Ser também assinou um acordo com a nima para comprar 100% de outras três instituições de ensino da Laureate: os centros universitários UniRitter e Fadergs, ambos em Porto Alegre, e IBMR, no Rio de Janeiro. “A nima Educação concede à Ser, uma opção de compra, por valor fixo pré-acordado, que poderá ser exercida, a exclusivo critério da Ser”, informa comunicado da Ânima. Em nota, a Ser diz que acredita que “estas cinco instituições têm marcas fortes com sólida base de alunos e reconhecidas pelo mercado em suas regiões de origem”, apresentando “amplo potencial de crescimento em todos os segmentos de ensino, contando com infraestrutura diferenciada e qualidade acadêmica”. Em setembro, a Laureate havia recebido uma oferta de R$ 4 bilhões da Ser pelos ativos no Brasil. Na última semana, a Ânima ofereceu uma proposta R$ 500 milhões maior do que a da Ser.

No cenário atual, é possível perceber uma piora nas condições sanitárias envolvendo covid-19 no mundo. A incerteza com a economia brasileira voltou a cair em outubro, mas no menor ritmo em seis meses, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A queda foi de 2 pontos, para 143,8 pontos na passagem de setembro para outubro. De acordo com a economista Anna Carolina Gouvea, da FGV, o menor ritmo de queda ocorreu devido às dúvidas em relação à evolução da pandemia no país. Na sequência de queda de seis meses do índice, essa foi a menos intensa, observou a especialista. Ela não descartou possibilidade de o indicador voltar a subir nos próximos meses. Indicador de incerteza na economia - outubro/2020 Economia G1 Anna Carolina comentou que, no cenário atual, é possível perceber uma piora nas condições sanitárias envolvendo covid-19 no mundo. Ela destacou que, no momento, existe segunda onda da doença na Europa; e não está claro se isso também poderia ocorrer no Brasil, afirmou ela. "Isso faz crescer incerteza em relação à ao andamento da atividade econômica no Brasil, para os próximos meses", comentou. A economista também aponta que há dúvidas sobre como essa piora no número de casos e mortes na Europa poderia afetar a avaliação de investidores estrangeiros em relação a mercados emergentes, como Brasil. "Existe a questão do mercado financeiro, que está preocupado com a falta de um plano crível por parte da economia brasileira", lembrou ela, citando recente fuga de investidores estrangeiros em relação a títulos brasileiros, este ano. Ao ser questionada sobre qual seria melhor estratégia para tentar fortalecer novamente o ritmo de queda de incerteza com a economia, a especialista reiterou a necessidade de planejamento mais confiável, por parte do Ministério da Economia, para lidar com a atual crise. Ela defendeu, ainda, uma veiculação mais clara dos próximos passos para as contas públicas brasileiras, e diminuição de ruído nas articulações entre Congresso e governo. "Também ajudaria se houvesse mais boas notícias no nosso cenário [macroeconômico] e alguma notícia muito positiva em relação à vacina" disse, acrescentando, no entanto, que até o momento não há sinais de que essas notícias possam ocorrer. Assista as últimas notícias de economia

Investidores, tanto de varejo quanto institucionais, estão correndo para comprar papéis da Ant, que opera a maior plataforma de pagamentos da China. Os investidores de varejo fizeram ofertas por um recorde de US$ 3 trilhões em ações na oferta pública inicial (IPO) da Ant Group, que deve ser a maior do mundo, conforme investidores de varejo na China apostam na demanda por seus serviços financeiros. A listagem dupla da Ant deve movimentar cerca de US$ 34,4 bilhões, divididos igualmente entre o STAR Market de Xangai e a bolsa de Hong Kong, superando a listagem de US$ 29,4 bilhões da Saudi Aramco em dezembro passado. Logo do Ant Group, afilida da Alibaba Reuters Investidores, tanto de varejo quanto institucionais, estão correndo para comprar papéis da Ant, que opera a maior plataforma de pagamentos da China e outros serviços financeiros, apesar dos riscos de um maior escrutínio interno e externo. A etapa de Xangai do IPO movimentou cerca de 19 trilhões de iuanes (US$ 2,8 trilhões) em ofertas de investidores de varejo, ou 872 vezes o número de ações reservadas para eles, revelou um documento da empresa na quinta-feira. A tranche de Hong Kong foi de 1,3 trilhão de dólares de Hong Kong (US$ 168 bilhões), ou 389 vezes as ações em oferta, disseram pessoas com conhecimento do assunto nesta sexta-feira. Os US$ 3 trilhões em ofertas de investidores de varejo, equivalentes ao Produto Interno Bruto do Reino Unido, ocorrem em um cenário de mercados globais instáveis antes das eleições presidenciais dos EUA na próxima semana e de uma perspectiva econômica sombria. Os investidores no IPO, no entanto, deixaram de lado as preocupações específicas com a empresa e com o mercado mais amplo, na esperança de que a Ant continuará a se beneficiar da rápida digitalização dos serviços financeiros na China. Harrison Chan, um profissional do mercado financeiro de 25 anos de Hong Kong, gastou 40% de sua renda mensal para tentar comprar ações da Ant e agora está se perguntando se conseguirá alguma, dado o grande número de ofertas feitas. "Estou confiante nas perspectivas futuras da empresa porque ela está envolvida em muitos negócios diferentes ... e todos são serviços online, que é a direção que o mundo tomará, então acho que seu potencial é enorme", disse Chan. Vídeos: Veja as últimas notícias de economia
Nos três meses anteriores, PIB havia registrado tombo histórico de 17,1%. A economia do México cresceu 12% no terceiro trimestre, conforme o esperado, compensando grande parte da contração registrada nos três meses anteriores no auge das restrições provocadas pelo coronavírus no país, mostraram dados preliminares nesta sexta-feira (30). FMI prevê 'amplo impacto' da pandemia no emprego na América Latina Analistas em uma pesquisa da Reuters esperavam que os dados da agência nacional de estatísticas Inegi mostrassem um crescimento ajustado sazonalmente do Produto Interno Bruto (PIB) de 11,9% em comparação com o segundo trimestre. No período de abril a junho, a economia recuou 17,1% em relação ao primeiro trimestre. Em comparação com o terceiro trimestre do ano passado, a segunda maior economia da América Latina recuou 8,6% em termos não ajustados trimestre. A previsão era de perda de 8,7%. México é terceiro país a registrar mais mortes pela Covid-19 no mundo Uma análise dos números mostra que as atividades primárias, como a agropecuária, a silvicultura e a pesca, avançaram 7,4% em relação ao trimestre anterior. As atividades secundárias, como a manufatura, avançaram 22%, informou o Inegi. Já as atividades terciárias, que englobam gastos de consumo e o setor de serviços, aumentaram 8,6%. A previsão é de que a economia do México recuará quase 10% este ano, sua contração anual mais profunda desde a Grande Depressão. Os meses mais severos para a economia mexicana foram abril e maio, quando grande parte da atividade empresarial foi paralisada, levando à perda de cerca de um milhão de empregos formais. Até 19 de outubro, quase um terço desses empregos haviam sido recuperados, disse o governo. Assista as últimas notícias de economia
Comissão aprovou requerimento após ministra da Agricultura defender o 'boi bombeiro'. Se ela não responder ou se der informações falsas, pode ser processada por crime de responsabilidade. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, terá que prestar informações sobre a pecuária no Pantanal à comissão do Senado que acompanha o enfrentamento aos incêndios no bioma. O colegiado aprovou nesta sexta-feira (30) um requerimento solicitando os esclarecimentos. Pela Constituição, a Câmara e o Senado podem encaminhar pedidos escritos de informações a ministros de Estado. O prazo para a resposta é de 30 dias. Se o ministro não responder ou prestar informações falsas, poderá ser processado por crime de responsabilidade A ministra compareceu a uma audiência da comissão no início de outubro. Na ocasião, ela disse que o boi é o "bombeiro do Pantanal" e que, se houvesse mais gado na região, as queimadas e o "desastre" poderiam ter sido menores. Especialistas comentam fala da ministra da Agricultura sobre "boi bombeiro" Por que a teoria do 'boi bombeiro' no Pantanal, citada pela ministra da Agricultura, é mito O documento aprovado nesta sexta pede que a ministra forneça dados relativos à evolução do rebanho bovino no Pantanal, de 1991 até 2020, em cinco municípios do Mato Grosso: Barão de Melgaço; Cáceres; Poconé ; Nossa Senhora do Livramento; Santo Antônio de Leverger. O requerimento foi apresentado pelo presidente da comissão, senador Wellington Fagundes (PL-MT). Ele disse que o pedido de informações busca prevenir novos focos de incêndios na região. "Nesse contexto, com os dados solicitados, pretende-se contribuir com providências para evitar novos focos de incêndios, a limpeza dos locais já atingidos, a proteção das populações diretamente atingidas, da economia, da fauna e da flora e a transparência das atividades coordenadas pela Operação Pantanal", afirmou o senador no requerimento. VÍDEOS: veja as últimas notícias de política

Na quinta, ministro Paulo Guedes disse que imposto sobre transações digitais 'está morto' e que, sem ele, proposta de desoneração da folha não pode ser levada adiante. O secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, afirmou nesta sexta-feira (30) que o governo segue trabalhando na desoneração da folha de pagamento dentro da sua proposta de reforma tributária, um dia após o ministro Paulo Guedes ter descartado a investida. Marcelo Guaranys, secretário-executivo do Ministério da Economia Alexandro Martello (Portal G1) Ao participar de debate promovido pelos jornais O Globo e Valor Econômico, ele disse que a pandemia de coronavírus impôs uma parada no ritmo de reformas, mas destacou que essa agenda está sendo retomada conforme a economia dá sinais de recuperação em V. "Precisamos melhorar a rede de proteção social, por isso estamos discutindo junto da reforma fiscal, do Pacto Federativo, quanto mais recursos podemos dar para nosso programa de proteção, que é hoje Bolsa Família integrando com Renda Cidadã", disse. "E, com a reforma tributária, (estamos) trabalhando para que a gente possa ter uma desoneração da folha e empregar cada vez mais gente. Vimos muita gente desempregada", completou. Na véspera, Guedes afirmou que o imposto digital está morto, uma hora após ter defendido sua necessidade para bancar a desoneração da folha de pagamento das empresas - e alertou que, sem os recursos desse tributo, não pode levar adiante uma proposta de fazer uma ampla desoneração da folha de pagamentos de empresas. A criação de um imposto sobre transações, nos moldes da extinta CMPF, estava nos planos de Guedes desde a campanha presidencial como alternativa para diminuir o custo da contratação formal no Brasil. "Do meu ponto de vista o imposto está morto, não tem imposto nenhum, não tem desoneração, não tem como fazer", afirmou o ministro na quinta-feira. Guedes diz que, sem imposto, não há como manter desoneração da folha Assista as últimas notícias de economia

Estudo preliminar do Ibre-FGV estima que pessoas em idade produtiva que o país perdeu para a Covid-19 teriam tido a capacidade de gerar mais R$ 36 bilhões ao longo de sua vida, se tivessem sobrevivido. Cemitério Vila Formosa, em meio ao surto de coronavírus (Covid-19), em São Paulo. Foto tirada por um drone em julho Amanda Perobelli/Reuters Os quase 160 mil mortos até agora pela Covid-19 no Brasil eram filhos, pais, mães e avós. Mas também eram professores, médicos, enfermeiros, engenheiros, prestadores de serviços ou aposentados pensionistas, por exemplo - em outras palavras, pessoas que que contribuíam para o sustento de suas famílias e para movimentar a economia do país. Um levantamento preliminar recém-publicado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre, da FGV) traça hipóteses para esmiuçar justamente o quanto o Brasil perdeu — e deixou de ganhar — com as vidas que estão se esvaindo na pandemia. As 63,2 mil pessoas entre 20 e 69 anos (ou seja, em idade produtiva) que haviam morrido de covid-19 até 6 de outubro tinham rendimentos mensais estimados em R$ 108,6 milhões. Por ano, elas geravam em renda estimados R$ 1,3 bilhão. Soma-se a isso o quanto provavelmente ganhavam do Estado, em média, as 72,3 mil pessoas com mais de 70 anos que morreram até 6 de outubro. Considerando a aposentadoria média de R$ 1,8 mil, elas recebiam por mês, juntas, estimados R$ 138,3 milhões. Em um ano, isso equivale a R$ 1,7 bilhão. Os pesquisadores Claudio Considera e Marcel Balassiano fizeram as estimativas cruzando dados do Portal da Transparência do Registro Civil, que traz informações sobre as pessoas mortas na pandemia, com a Pesquisa Nacional Por Amostras de Domicílios Contínua (Pnad Contínua, de 2018, do IBGE), que traça um panorama de nível de educação e renda da população brasileira. "Essa tragédia já alcança todos nós social ou individualmente. Esse é seu lado humano", escrevem os pesquisadores no estudo. "Mas há outro lado: essas pessoas vitimadas tinham um certo conhecimento, certas habilidades adquiridas ao longo da vida, que utilizando e transmitindo para os colegas poderiam, por muito tempo ainda, contribuir para gerar renda para si, para eventuais dependentes e, portanto, para o país. Eles farão falta." Considera e Balassiano estimaram, também, o quanto as pessoas em idade produtiva ainda poderiam, em teoria, gerar de renda para o país, levando-se em conta a expectativa de vida nacional. Calcularam que as pessoas entre 20 e 69 anos poderiam ter tido a chance de gerar, juntas, mais R$ 36,1 bilhões ao longo de sua vida, caso elas tivessem sobrevivido à pandemia. "O presidente fala que todo mundo vai morrer mais cedo ou mais tarde (em referência à fala, de Jair Bolsonaro, de que "a morte é o destino de todo mundo", ao comentar os mortos pela pandemia em mais de uma ocasião). Isso é uma besteira", afirma Claudio Considera à BBC News Brasil. "Ele ignora um aspecto, que é essa perda de habilidades que de certa forma é irreparável. Para o país, cada morte é uma perda de capital e de capacidade de gerar renda. Se uma máquina deixa de produzir, você pode rapidamente colocar outra no lugar, ela não tem que aprender nada. Uma vida não tem substituição imediata, e talvez não tenha mesmo (nunca)." O custo das tragédias sociais ao Brasil e ao mundo Esse conhecimento e essas habilidades intangíveis que as pessoas acumulam ao longo de sua vida profissional são chamados por economistas de capital humano. E uma de suas principais variáveis é a educação, tanto a formal (anos de estudo) quanto a prática (ou seja, a experiência adquirida durante o trabalho), que impactam enormemente a capacidade produtiva — por isso que o Brasil, com seu histórico de problemas na educação, é considerado globalmente como um país de nível mediano em acumulação de capital humano. E isso nos prejudica tanto no âmbito individual quanto nacional. "O capital humano permite às pessoas ter ciência de seu potencial como membros produtivos da sociedade", afirma o Banco Mundial, instituição que mede anualmente o capital humano médio dos países. "Mais capital humano está associado a renda mais alta às pessoas, mais ganhos para os países e uma coesão mais forte da sociedade. É uma força central no crescimento sustentável e na redução da pobreza." Para os pesquisadores do Ibre, o mesmo raciocínio da perda de capital humano decorrente da pandemia poderia ser aplicado (e calculado) para outras mortes potencialmente evitáveis, resultado de outras tragédias brasileiras — como os altíssimos índices de homicídios e as mortes decorrentes de acidentes de trânsito do país. Só no ano passado, o Brasil teve 47.773 mortes violentas intencionais, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado neste mês de outubro. As mortes no trânsito, embora em queda, foram 30.371 no ano passado. Esses dois números, juntos, equivalem a quase um Maracanã lotado de pessoas mortas a cada ano. Em 2016, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) calculou que os homicídios de jovens custava ao Brasil R$ 150 bilhões por ano. "Cada vida é única, e óbvio que isso é muito mais importante do que a questão econômica", afirma o pesquisador Marcel Balassiano à BBC News Brasil. "(Mas) todas as tragédias que ocorrem sempre têm uma perda de capital humano com impacto econômico no curto prazo e para o resto da vida — de o quanto essas pessoas poderiam produzir." A mesma lógica vale para outros países que perderam capital humano, seja na pandemia ou em guerras e eventos trágicos. Considera cita, por exemplo, os 6 milhões de mortos no Holocausto. "Pense em quantos eventuais prêmios Nobel estariam ali, quantas pessoas que poderiam ter contribuído para o bem da humanidade, ou na Primeira e na Segunda Guerras Mundiais. São perdas também do ponto de vista econômico." Brasil tem 159.038 mortos por Covid-19, aponta consórcio de veículos Fragilidade da mão de obra Considera e Balassiano fazem a ressalva de que, na atual crise econômica do Brasil, muitas das vítimas fatais do coronavírus talvez estivessem entre os mais de 65 milhões de brasileiros que, segundo dados de 2019, já viviam em situação vulnerável no mercado de trabalho e possivelmente sofreriam precarização profissional ainda mais intensa por causa da pandemia. Muitos talvez estivessem desempregados. Isso não muda, porém, o fato de que suas habilidades e conhecimentos foram precocemente perdidos. Do ponto de vista dos aposentados — que, embora talvez não gerassem mais renda e dependessem do Estado para sustentar a si e a parentes —, os economistas apontam que "algumas das mortes (na pandemia) levarão a pagamento de pensão. (...) Do lado fiscal, se de um lado temos os aposentados que deixarão de pesar no INSS, do outro (haverá) mais pensões em alguns casos. Pesquisas futuras para quantificar esse efeito fiscal ficam como sugestões". Ambos os pesquisadores ressaltam que seu levantamento é preliminar, com o objetivo de, mais do que estabelecer um cálculo definitivo sobre a perda de capital humano na pandemia, "provocar um debate e falar disso mais qualitativamente do que quantitativamente". PIB tem tombo recorde de 9,7% no 2º trimestre e Brasil entra de novo em recessão Um desafio global O problema, claro, é compartilhado pelo restante do mundo, em meio às disrupções socioeconômicas provocadas pelo coronavírus. Em relatório de setembro, o Banco Mundial afirmou que a pandemia "ameaça reverter muitos dos ganhos recentes" na melhoria do capital humano global. Para voltar a promover o acúmulo de capital humano, o Banco sugere que os países não apenas deem apoio às comunidades mais vulneráveis, como voltem seus olhares à educação: desde investir em estímulos cognitivos para as crianças menores (na fase em que seu cérebro está no auge do desenvolvimento) até promover habilidades nas crianças mais velhas e adolescentes. Isso tudo no cenário desafiador da volta às aulas presenciais, ainda sob a ameaça do contágio pelo coronavírus, que demanda conciliar os esforços da educação à distância com "recursos personalizados de ensino e aprendizagem, urgentemente necessários principalmente para compensar (as oportunidades de aprendizado) perdidas pelas crianças em situação de desvantagem". E, mesmo antes da pandemia, a desigualdade social já impedia muitos jovens de atingirem seu pleno potencial de capital humano. Agora, o desafio é ainda maior, diz o relatório do Banco Mundial. "No mundo, uma criança nascida pouco antes da chegada da covid-19 teria como expectativa, em média, alcançar apenas 56% de sua produtividade potencial como trabalhadora futura. (Porque) os abismos em capital humano continuam especialmente profundos em países de baixa renda e os que são afetados pela violência, conflitos armados e fragilidade institucional." Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo

Tereza Cristina afirmou que retirada de taxa para importação do alimento para países fora do Mercosul conteve disparada. Preço do arroz subiu mais de 40% no ano. Base na refeição dos brasileiros, arroz foi um dos alimentos com maior alta no ano Reprodução/TV Diário A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou nesta quinta-feira (29) que o preço do arroz no país teve uma "ligeira queda" após a decisão do governo de retirar o imposto de importação sobre o insumo agrícola, e previu uma queda ainda maior com a nova safra em janeiro. Entenda por que a inflação dos alimentos disparou no país Tereza deu a resposta ao ser questionada pelo presidente Jair Bolsonaro, durante live nas redes sociais, sobre o motivo de o preço do arroz ter subido bastante. O preço do alimento já subiu mais de 40% no ano. A ministra explicou que o preço esteve "muito baixo" nos últimos anos e o governo chegou a fazer um plano de recuperação do insumo com abertura de mercados, mas então veio a pandemia do novo coronavírus. Segundo a ministra, alguns fatores como o fato de não ter havido entrada do produto do Paraguai, o aumento do consumo durante a pandemia e até o auxílio emergencial influenciaram no preço. "Agora vamos ter a nova safra de arroz chegando em janeiro e aí os preços vão reduzir", disse ela. Veja mais vídeos sobre a alta no preço dos alimentos:

Nesta sexta-feira, Ibovespa caiu 2,72%, a 93.952 pontos – pior fechamento desde 29 de setembro. Bolsa de Valores de São Paulo tem a pior semana desde março A bolsa de valores brasileira, a B3 fechou em forte queda nesta sexta-feira (30), em meio à safra de resultados corporativos no Brasil e renovados temores de nova onda de contágio pela Covid-19 com o avanço de casos na Europa e EUA. O Ibovespa caiu 2,72%, a 93.952 pontos – pior fechamento desde 29 de setembro. Veja mais cotações. No último pregão de outubro, a bolsa retrocedeu 7,39% no acumulado da semana e termina o mês com queda de 0,88%. No ano, o tombo é de 18,91%. O dólar fechou em queda de 0,49%, cotada a R$ 5,7379. O mês de outubro, contudo, registrou alta de 2,13% da moeda. Com novos lockdowns na Europa, mercados financeiros do mundo registraram quedas Cenário Por aqui, seguem as preocupações com a situação fiscal do país e sustentabilidade das contas públicas, além da capacidade do governo de avançar numa agenda de reformas, têm dominando as atenções dos investidores, sendo apontadas como os principais fatores de pressão sobre o real. Mais cedo, o IBGE mostrou que o desemprego bateu recorde em agosto, atingindo 14,4%. Os dados mostraram que também bateu recorde o desalento, e a população ocupada atingiu nova mínima histórica. Dados divulgados nesta sexta mostraram que a economia da zona do euro mostrou uma recuperação forte no 3º trimestre, após tombo histórico entre os meses de abril e junho. O Produto Interno Bruto (PIB) da região registrou uma alta histórica de 12,7% na comparação com o trimestre anterior, acima do esperado pelo mercado. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, no entanto, o conjunto das 19 economias que usam a moeda comum europeia ainda aponta queda de 4,3%, mostraram nesta sexta-feira (30) dados preliminares da agência europeia de estatísticas, Eurostat. A Europa, no entanto, está totalmente imersa na segunda onda da pandemia do coronavírus, a ponto de vários países do bloco terem voltado a adotar restrições drásticas, o que afeta as perspectivas para a recuperação econômica. As bolsas europeias encerram a semana e o mês de outubro com perdas intensas. O índice pan-europeu Stoxx Europe 600 oscilou durante a sessão e fechou o dia em alta de 0,18%, a 342,36 pontos. Mas, na semana, caiu 5,56%, a pior desde 12 de junho, e outubro teve queda de 5,19%, pior mês desde março. Nos Estados Unidos, as quedas foram consideráveis. O Dow Jones recuou 0,59%, para 26.501,60 pontos, o S&P 500 perdeu 1,21%, para 3.269,96 pontos, e o Nasdaq teve queda de 2,45%, para 10.911,59 pontos. Variação do ibovespa em 2020 G1 Economia VÍDEOS: Últimas notícias de Economia .
Só no Itaú Unibanco são mais de 2 mil posições na área de tecnologia. As empresas Itaú Unibanco, AeC e Royal Face estão com mais de 2,5 mil vagas de emprego abertas. Veja abaixo os detalhes dos processos seletivos: Veja mais vagas de emprego pelo país Itaú Unibanco O Itaú Unibanco busca novos profissionais para integrar diversas áreas em Tecnologia. São mais de 2 mil posições, que devem ser preenchidas entre este e o próximo ano. Há vagas em todos os níveis (de júnior a especialistas) e de diferentes perfis: cientista de dados, arquitetos de TI, engenheiros de software mobile e web, segurança da informação, entre outros. Os processos seletivos têm ocorrido por videoconferência. É possível se candidatar às vagas pelo site https://www.99jobs.com/itau-unibanco/jobs AeC A AeC, empresa de contact center, está com 400 vagas abertas para a unidade de Governador Valadares (MG). As oportunidades são para atendimento a clientes no setor de varejo. Todas as vagas são para atendentes. As contratações irão até novembro. Para participar da seleção é preciso ter mais de 18 anos e ter concluído o Ensino Médio. Os interessados devem se cadastrar no site https://queroser.aec.com.br. Além de remuneração compatível com o mercado, os contratados terão direito a vale-transporte, plano de saúde e plano odontológico. O trabalho será realizado de forma presencial. Cada funcionário recebe máscaras de proteção individual e kit de higienização. Royal Face A Royal Face, rede de franquias brasileira de clínicas especializadas em estética facial e corporal, oferece mais de 100 vagas nas áreas administrativas, de saúde e comercial das novas unidades que estão sendo inauguradas. As vagas são para 40 cidades de 10 estados das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, para os cargos de Recepcionista, Farmacêutica, Biomédica, Enfermeira, Analista e Atendente Comercial, entre outros. Os salários variam de R$ 1.500 a R$ 5 mil. A maioria das vagas exige experiência na área. A escolaridade varia de Ensino Médio para os cargos da área comercial e recepcionista, Ensino Superior para gestor e Pós-Graduação para biomédicos, farmacêuticos e enfermeiros. Os interessados podem buscar mais informações sobre as vagas, as cidades e se inscrever pelo site. Assista a mais notícias de Economia:
Déficit fiscal do setor público foi o maior da história para o mês de setembro e a dívida bateu novo recorde. Resultado é reflexo das despesas extraordinárias com a pandemia. Rombo nas contas públicas é histórico As contas do setor público consolidado registraram déficit primário de R$ 64,559 bilhões em setembro, informou o Banco Central nesta sexta-feira (30). Os números englobam as contas do governo federal, estados, municípios e empresas estatais. Com isso, a dívida bruta do setor público, uma das principais formas de comparação internacional (que não considera os ativos dos países, como as reservas cambiais), superou a marca inédita de 90% do PIB no mês passado (veja detalhes mais abaixo). O déficit primário é registrado quando as receitas de impostos e contribuições do governo são menores que as despesas. A conta não inclui os gastos com o pagamento dos juros da dívida pública. De acordo com o BC, esse foi o pior resultado para setembro desde o início da série histórica da instituição, em 2001. No mesmo período de 2019, o déficit fiscal foi de R$ 20,541 bilhões. O rombo recorde está relacionado ao aumento de despesas diante da pandemia do novo coronavírus e à queda na arrecadação, fruto do tombo na atividade econômica e do adiamento no prazo de pagamento de impostos. O chefe do Departamento de Estatística do Banco Central, Fernando Rocha, informou que o resultado de setembro, apesar de deficitário, representou melhora frente aos meses anteriores. Segundo ele, o rombo fiscal de setembro foi o menor desde março deste ano, primeiro mês da crise do coronavírus. De acordo com Rocha, os estados e municípios registraram superávit de R$ 9,961 bilhões nas contas, em setembro, em razão do auxílio do governo federal para enfrentar a pandemia do novo coronavírus, aprovado pelo Congresso Nacional. No mês passado, disse ele, os estados e municípios receberam R$ 19 bilhões da União. "Aquelas transferências regulares, ordinárias, que dependem de atividade, estão tendo redução. Mas as receitas próprias [dos estados e municípios] estão voltando a ter crescimentos nominais", acrescentou. Dívida do Brasil se aproxima de 100% do PIB e investidor cobra por risco Parcial do ano No acumulado dos nove primeiros meses deste ano, as contas do setor público apresentaram déficit primário de R$ 635,926 bilhões. O resultado também foi o pior já registrado para o período na série histórica do BC. Para este ano, havia uma meta de déficit para o setor público de até R$ 118,9 bilhões. Entretanto, com o decreto de calamidade pública, proposto pelo governo e aprovado pelo Congresso Nacional por conta da pandemia, não será mais necessário atingir esse valor. Em todo ano de 2019, as contas do setor público tiveram um déficit primário de R$ 61,87 bilhões, ou 0,85% do Produto Interno Bruto (PIB). Foi o sexto ano seguido de contas no vermelho, mas também foi o melhor resultado desde 2014, ou seja, em cinco anos. Gastos com juros Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta – no conceito conhecido no mercado como resultado nominal, utilizado para comparação internacional – houve déficit de R$ 103,419 bilhões nas contas do setor público em setembro. Em 12 meses até setembro deste ano, o resultado ficou negativo (déficit nominal) em R$ 990,996 bilhões, o equivalente a 13,74% do PIB – valor alto para padrões internacionais e economias emergentes. Esse número é acompanhado pelas agências de classificação de risco para a definição da nota de crédito dos países, indicador levado em consideração por investidores. O resultado nominal das contas do setor público sofre impacto do déficit primário elevado, das atuações do BC no câmbio, e dos juros básicos da economia (Selic) fixados pela instituição para conter a inflação. Atualmente, a Selic está em 2% ao ano, na mínima histórica. Dívida bruta A dívida bruta do setor público brasileiro, indicador que também é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco, subiu novamente em setembro. Em dezembro do ano passado, a dívida estava em 75,8% do PIB, somando R$ 5,5 trilhões. Em agosto deste ano, já tinha avançado para 88,8% do PIB (R$ 6,38 trilhões) e, em setembro, atingiu o recorde de 90,6% do PIB, o equivalente a R$ 6,53 trilhões, informou o Banco Central. O Ministério da Economia tem estimado que a dívida bruta do setor público pode encerrar este ano em 94% do PIB devido aos gastos para combater a pandemia do novo coronavírus, e pelo tombo esperado na economia.

Moeda norte-americana recuou 0,49% nesta sexta-feira e foi cotada a R$ 5,7379. A moeda norte-americana fechou em queda de 0,49% nesta sexta-feira (30), cotada a R$ 5,7379, em meio às preocupações com a trajetória da dívida pública e com uma nova rodada de lockdowns na Europa afetando as perspectivas para a recuperação da economia global. Na máxima do dia, chegou a R$ 5,8080, maior valor desde meados de maio. Na mínima, foi a R$ 5,7228. Veja mais cotações. Em outubro, a moeda norte-americana fechou com alta de 2,13%. Na semana, o avanço foi de 1,90%. No acumulado do ano, a alta é de 43,10%. Para controlar a disparada do dólar no início desta sexta, o Banco Central anunciou seu segundo leilão de moeda à vista em apenas três dias. Foram vendidos US$ 787 milhões. Neste cenário de instabilidade, a Bovespa registrou o pior fechamento desde 29 de setembro: caiu 2,72%, aos 93.952 pontos. Por que o real é a moeda que mais desvalorizou em 2020 Cena externa e local A proximidade da data da acirrada disputa entre o atual presidente, Donald Trump, e seu adversário democrata, Joe Biden, tem deixado os investidores nervosos, uma vez que o resultado segue nebuloso. Além disso, o evento significa mais um obstáculo para as negociações de novos estímulos fiscais na maior economia do mundo, que provavelmente só serão implementados depois que os norte-americanos forem às urnas. Na Europa, dados divulgados nesta sexta mostraram que a economia da zona do euro mostrou uma recuperação forte no 3º trimestre, após tombo histórico entre os meses de abril e junho. O Produto Interno Bruto (PIB) da região registrou uma alta histórica de 12,7% na comparação com o trimestre anterior, acima do esperado pelo mercado. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, no entanto, o conjunto das 19 economias que usam a moeda comum europeia ainda aponta queda de 4,3%, mostraram nesta sexta-feira (30) dados preliminares da agência europeia de estatísticas, Eurostat. A Europa, no entanto, está totalmente imersa na segunda onda da pandemia do coronavírus, a ponto de vários países do bloco terem voltado a adotar restrições drásticas, o que afeta as perspectivas para a recuperação econômica. Colaborando para a volatilidade, vários analistas citaram a aproximação de um fim de semana prolongado, marcado pelo feriado do Dia de Finados na segunda-feira. As negociações no mercado local retornam justamente no dia da eleição presidencial nos Estados Unidos. Na cena doméstica, seguem as preocupações com a situação fiscal do país e sustentabilidade das contas públicas, além da capacidade do governo de avançar numa agenda de reformas, têm dominando as atenções dos investidores, sendo apontadas como os principais fatores de pressão sobre o real. O Banco Central informou nesta sexta que a dívida bruta do setor público, uma das principais formas de comparação internacional (que não considera os ativos dos países, como as reservas cambiais), superou a marca inédita de 90% do PIB em setembro. "A contração da atividade econômica e as medidas tomadas para suavizar o impacto da crise do coronavírus levarão a uma forte piora nos resultados fiscais de 2020, mas é fundamental que não sejam criadas despesas permanentes sem compensações, de modo que o ajuste fiscal gradual retomado de 2021 em diante", avaliou o banco Itaú, em relatório. Já o IBGE divulgou que o desempregou saltou para a taxa recorde de 14,4% no trimestre encerrado em agosto, atingindo 13,8 milhões de brasileiros, com a população ocupada no país encolhendo para o menor patamar já registrado no país. A taxa de juros em mínimas históricas também tem tornado o país menos atrativo para investidores internacionais, em razão do diferencial de juros na comparação com outras economias, reduzindo o fluxo de dólares para aplicações financeiras no país, o que também contribui para um patamar de câmbio mais alto. Variação do dólar em 2020 G1 Assista às últimas notícias de economia

Número de desempregados no país aumenta 1,1 milhão em 3 meses e chega a 13,8 milhões. Em 1 ano, Brasil perdeu 12 milhões de postos de trabalho e viu população ocupada encolher para o menor contingente já registrado pela pesquisa, iniciada em 2012. Desemprego no Brasil bate recorde e chega a 14,4% da população O desemprego no Brasil saltou para uma taxa recorde de 14,4% no trimestre encerrado em agosto. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior taxa já registrada na série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. “Esse aumento da taxa está relacionado ao crescimento do número de pessoas que estavam procurando trabalho. No meio do ano, havia um isolamento maior, com maiores restrições no comércio, e muitas pessoas tinham parado de procurar trabalho por causa desse contexto. Agora, a gente percebe um maior movimento no mercado de trabalho em relação ao trimestre móvel encerrado em maio”, afirmou a analista da pesquisa, Adriana Beringuy. O índice de 14,4% corresponde a um aumento de 1,6 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em maio (12,9%), e de 2,6 pontos percentuais frente ao mesmo intervalo do ano passado. O resultado ficou acima da mediana das expectativas de 28 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data, que apontava para uma alta da taxa para 14,2%. Os dados mostram que foram fechados 4,3 milhões de postos de trabalho em apenas 3 meses, levando o total de desempregados a 13,8 milhões de pessoas, um aumento de 8,5% frente ao trimestre anterior. "São cerca de 1,1 milhão de pessoas a mais à procura de emprego frente ao trimestre encerrado em maio ", destacou o IBGE. No mesmo trimestre de 2019, o país tinha 12,6 milhões de desempregados. Desemprego em agosto/2020 Economia G1 Apesar o salto do número de desempregados no país, o recorde da série foi registrado no trimestre encerrado em março de 2017, quando o número de desocupados em busca de um trabalho chegou a 14,1 milhões. Além do desemprego recorde, a pesquisa do IBGE mostra que: O país atingiu o menor número histórico de trabalhadores ocupados O nível de ocupação no mercado de trabalho atingiu o menor patamar histórico Em 12 meses, o país perdeu 12 milhões de postos de trabalho, considerando todas as formas de atuação no mercado de trabalho Das 4,3 milhões de vagas perdidas em 3 meses, metade era de carteira assinada Segmentos de comércio, alojamento e alimentação foram os que mais perderam vagas O número de trabalhadores informais é o menor de toda a série histórica da pesquisa Contingente de trabalhadores domésticos (4,6 milhões de pessoas) também é o menor da série Pnad Covid Na semana passada, o IBGE mostrou que o desemprego diante da pandemia do novo coronavírus bateu recorde em setembro, chegando a uma taxa de 14%, mas trata-se de uma pesquisa com uma outra metodologia e que não é comparável aos dados da Pnad Contínua, que é usada como indicador oficial do desemprego no país. População ocupada cai para nova mínima histórica A população ocupada no Brasil encolheu 5% em 3 meses, recuando para 81,7 milhões, nova mínima histórica da série. O número representa uma redução de 4,3 milhões pessoas em relação ao trimestre encerrado. Já em 12 meses, o país perdeu 12 milhões de postos de trabalho, considerando todas as formas de atuação no mercado de trabalho. Aumentou também a fatia de brasileiros que não está trabalhando. O nível de ocupação (46,8%) atingiu o patamar mais baixo da série histórica, com queda de 2,7 pontos percentuais ante o trimestre anterior (49,5%), quando, pela primeira vez na história da pesquisa menos da metade da população em idade de trabalhar estava ocupada. “O cenário que temos agora é da queda da ocupação em paralelo com o aumento da desocupação. As pessoas continuam sendo dispensadas, mas essa perda da ocupação está sendo acompanhada por uma maior pressão no mercado”, afirma a pesquisadora. Ou seja, o aumento da procura por um emprego acontece em meio a um cenário em que o país continuou eliminando postos de trabalho. A população fora da força de trabalho (79,1 milhões de pessoas) também bateu recorde, com altas de 5,6% (mais 4,2 milhões de pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 21,9% (mais 14,2 milhões de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2019. Já a população subutilizada foi estimada em 33,3 milhões de pessoas, também foi recorde, subindo 9,7% (mais 3 milhões de pessoas) frente ao trimestre móvel anterior e 20% (mais 5,6 milhões de pessoas) contra o mesmo trimestre de 2019. A taxa composta de subutilização saltou para 30,6%, ante 27,5% no trimestre encerrado em maio. Desalento também é recorde Apesar do maior número pessoas que passaram a buscar um trabalho, a população desalentada (que desistiu de procurar emprego) somou 5,9 milhões e também renovou recorde, com alta de 8,1% (mais 440 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 24,2% (mais 1,1 milhão de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2019. O percentual de desalentados em relação à população na força de trabalho ou desalentada (5,8%) também foi recorde, chegando a 5,8%, contra 5,2% no trimestre anterior e 4,3% 1 ano atrás. Só agropecuária amplia número de postos no trimestre Variação trimestral de vagas, por setor Economia/G1 Dos 10 grupos de atividade analisados, apenas que reúne agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura teve aumento na população ocupada. A alta foi 2,9% no trimestre, o que representa 228 mil pessoas a mais trabalhando no setor. No mesmo período, a população ocupada da indústria caiu 3,9%, perdendo 427 mil trabalhadores, enquanto comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas teve retração de 4,7%, ou menos 754 mil pessoas. Já na Construção, o cenário foi de estabilidade. Perda de postos entre formais e informais Desde o início da pandemia, a redução de emprego foi generalizada e atingiu praticamente todos os setores da economia, mas os números do IBGE mostram que os trabalhadores informais (sem carteira assinada e por conta própria) foram mais impactados. No trimestre encerrado em agosto, porém, houve uma desaceleração na intensidade da queda do emprego informal. País perdeu 12 milhões de postos de trabalho em um ano, segundo o IBGE Economia/G1 A categoria dos empregados no setor privado com carteira de trabalho foi estimada em 29,1 milhões de pessoas, menor nível da série histórica, o que representa uma queda de 6,5% (menos 2 milhões) na comparação com o trimestre encerrado em maio e de 12% (menos 4 milhões de pessoas) ante o mesmo trimestre de 2019. Já o número de empregados sem carteira assinada (8,8 milhões de pessoas) caiu 5% (menos 463 mil pessoas) em relação ao trimestre móvel anterior, mas saltou 25,8% (menos 3 milhões) em 12 meses. Na mesma direção, o número de trabalhadores por conta própria somou 21,5 milhões de pessoas, o que representa uma queda de 4% (menos 894 mil) frente ao trimestre anterior e um avanço de 11,4% (menos 2,8 milhões) ante o mesmo período de 2019. A taxa de informalidade no trimestre encerrado em agosto foi de 38%, ante 37,6% no trimestre anterior, o que equivale a 31 milhões de trabalhadores que trabalham por conta própria ou que não têm carteira assinada. Massa salarial cai 5,7% em 12 meses O rendimento médio real habitual ficou em R$ 2.542 no trimestre terminado em agosto, alta de 3,1% frente ao trimestre anterior e de 8,1% em relação ao mesmo trimestre de 2019, influenciada principalmente pela maior redução do contingente de trabalhadores informais no país. Já a massa de rendimento real do trabalho teve redução de 2,2% (menos R$ 4,6 bilhões) em 3 meses e de 5,7% (menos R$ 12,3 bilhões) na comparação anual. País atinge o menor número de contribuintes do INSS O levantamento do IBGE mostrou, também, que o país atingiu o menor número de contribuintes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). No trimestre terminado em agosto, havia 53,3 milhões de contribuintes no país, cerca de 3 milhões a menos que o registrado no trimestre terminado em maio. Antes, o menor número de contribuintes havia sido registrado no trimestre terminado em maio de 2012, com 54,6 milhões. Perspectivas Integrantes do governo têm afirmado que a pior parte da crise provocada pela pandemia da Covid-19 ficou para trás e que a economia tem dado sinais de recuperação. O mercado de trabalho, no entanto, deve continuar pressionado, e analistas avaliam que a taxa de desemprego deve continuar em trajetória de alta considerando o fim dos programas de auxílio emergencial. O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a taxa de desemprego no país feche o ano em 13,4%, e suba ainda mais em 2021, para 14,1%. Na quinta-feira (29), o Ministério da Economia divulgou que a economia brasileira criou 313.564 empregos com carteira assinada em setembro. No acumulado nos 9 primeiros meses do ano, no entanto, foram fechados 558.597 postos formais no país. Desemprego no Brasil vai saltar para 14,1% em 2021, prevê FMI Vídeos: veja últimas notícias de economia .
Índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,63%, mas acumulou alta de 2,4% em outubro. Na Europa, mercado recua em dia volátil e caminha para pior semana desde março. O mercado acionário da China fechou em baixa nesta sexta-feira (30), pressionado por empresas de alimentos e bebidas após crescimento mais lento dos lucros no terceiro trimestre, embora os índices tenham registrado ganhos mensais com a força dos papéis de consumo discricionário e de bancos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,63%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 1,47%. No mês, o CSI300 subiu 2,4%, enquanto o SSEC ganhou 0,2%. O índice de start-ups ChiNext recuou 1,6%, enquanto o STAR50 caiu 1,3% nesta sexta-feira. Em outubro, o primeiro subiu 3,2% e o segundo perdeu 1,8%. O índice CSI SWS de alimentos e bebidas recuou 3,8% na sexta-feira. No mês, o índice de consumo discricionário do CSI300 liderou os ganhos ao avançar 11%, enquanto o setor bancário saltou 5,7%. Na Europa, o mercado acionário europeu recuava nesta sexta-feira em um dia de volatilidade, com a nova rodada de lockdowns por conta do aumento de casos de coronavírus afetando as perspectivas para a recuperação econômica. O índice FTSEEurofirst 300 caía 0,27%, a 1.320 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdia 0,2%, a 341 pontos, a caminho de perdas semanais de mais de 6% no que pode ser a maior queda desde que o índice despencou 18% em meados de março. Veja as cotações de fechamento as bolsas da Ásia: Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 1,52%, a 22.977 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 1,95%, a 24.107 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 1,47%, a 3.224 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 1,63%, a 4.695 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 2,56%, a 2.267 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,92%, a 12.546 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 1,10%, a 2.423 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,55%, a 5.927 pontos. Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo

O lote residual se destina a 273.545 contribuintes, totalizando R$ 560 milhões. selo IR 2020 Arte/G1 A Receita Federal deposita nesta sexta-feira (30) o dinheiro do lote residual de restituição do Imposto de Renda 2020 do mês de outubro. O lote residual será para 273.545 contribuintes, totalizando R$ 560 milhões. Prazo para entrega terminou em julho; veja o que fazer se você não declarou Receita Federal enviará cartas a 334 mil contribuintes que estão na malha fina As consultas podem ser feitas por meio da página da Receita na internet ou pelo telefone 146. Também é possível checar se há inconsistências na declaração e fazer a regularização pelo portal e-CAC, menu Meu Imposto de Renda. A Receita informa que, caso a restituição tenha sido liberada, mas o valor não for creditado, o contribuinte pode ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. Consultas Ao realizar a consulta do Imposto de Renda 2020, o contribuinte será informado: que foi contemplado e que receberá os valores; ou que a declaração está na "fila de restituição", ou seja, que está tudo correto (apenas aguardando a liberação dos valores nos próximos meses), ou que está "em processamento", ou na "fila de espera" do órgão. Quando a declaração está "em processamento" ou na "fila de espera", pode ser que haja alguma inconsistência de informações, e o contribuinte pode revisá-la para ter certeza, mas isso ainda não é certo. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

Economias europeia recuperam parte das perdas da pandemia, mas novas medidas de restrição no continente elevam temores de nova parada da atividade econômica. PIB da Zona do Euro teve alta recorde de 12,7% no terceiro trimestre A economia da zona do euro mostrou uma recuperação forte no 3º trimestre, após tombo histórico entre os meses de abril e junho. O Produto Interno Bruto (PIB) da região registrou uma alta histórica de 12,7% na comparação com o trimestre anterior. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, no entanto, o conjunto das 19 economias que usam a moeda comum europeia ainda aponta queda de 4,3%, mostraram nesta sexta-feira (30) dados preliminares da agência europeia de estatísticas, Eurostat. O resultado veio acima da expectativa de economistas consultados pelo “Wall Street Journal”, segundo a Reuters, que esperavam um recuperação de 9,4%. O dado também mostra uma recuperação superior à registrada pelos Estados Unidos no mesmo período - pela métrica não anualizada, a economia norte-americana teve expansão de 7,4% de julho a setembro. No 2º trimestre, a zona do euro havia registrado uma retração de 11,8% em meio aos impactos da pandemia. A contração entre abril e junho, período em que as restrições devido ao coronavírus estavam em vigor em todo o continente, foi a mais forte desde que a série histórica começou em 1995. Nos três primeiros meses do ano, a economia já havia contraído 3,7% na base trimestral. Veja gráfico: Evolução do PIB da zona do euro Economia G1 No conjunto dos 27 países da União Europeia, o PIB cresceu 12,1% no terceiro trimestre perante os três meses anteriores, mas caiu 3,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. Ainda não recuperou perdas Ainda de acordo com a Eurostat, as altas registradas tanto no PIB da zona do euro quanto da União Europeia não foram suficientes para recuperar as fortes perdas do trimestre anterior. Segundo os dados oficiais, tanto para a zona euro quanto para a UE, trata-se das "altas mais marcadas" do PIB desde o início da série histórica, em 1995. Apesar do bom resultado, os países eliminaram apenas parte das perdas provocadas pela pandemia. A Europa está totalmente imersa na segunda onda da pandemia do coronavírus, a ponto de vários países do bloco terem voltado a adotar restrições drásticas. Inflação e desemprego Segundo o Eurostat, a inflação da zona do euro no mês de outubro voltou a fechar no vermelho, a -0,3%, pelo terceiro mês consecutivo, e a taxa de desemprego se manteve estável, em 8,3%. Destaques de recuperação Segundo a Eurostat, os maiores avanços no 3º trimestre foram registrados pela França (18,2%), Espanha (16,7%) e Itália (16,1%). Na Alemanha, que havia caído menos no segundo trimestre, o crescimento foi de 8,2%. PIB dos países europeus Economia G1 Uma nova onda de contágios da Covid-19 na Europa tem elevado temores de uma nova parada da economia. Com casos de Covid-19 crescendo pela Europa, a França decidiu exigir que pessoas fiquem em suas casas exceto para atividades essenciais a partir desta sexta-feira, enquanto a Alemanha vai fechar bares, restaurantes e teatros de 2 de novembro até o final do mês. Angela Merkel defende novo lockdown nacional para tentar frear 2ª onda na Alemanha Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo n

PIB da zona do euro registrou alta recorde de 12,7%, após despencar 11,8% no 2º trimestre. Resultados são divulgados em meio a novas medidas de restrição no continente devido à 2ª onda da Covid em diversos países. PIB da Zona do Euro teve alta recorde de 12,7% no terceiro trimestre As principais economias europeias recuperaram parte das perdas da pandemia e cresceram no terceiro trimestre, apontam estatísticas divulgadas nesta sexta-feira (30). O PIB da zona do euro registrou uma alta recorde de 12,7%, após despencar 11,8% no trimestre anterior, segundo o escritório de estatísticas europeu Eurostat. Apesar do forte crescimento, o PIB do terceiro trimestre caiu 4,3% na comparação com o mesmo período de 2019. A contração entre abril e junho, período em que as restrições devido ao coronavírus estavam em vigor em todo o continente, foi a mais forte desde o início da série histórica, que começou em 1995. Nos três primeiros meses do ano, a economia da zona do euro já havia contraído 3,7%. Evolução do PIB da zona do euro Economia G1 O PIB da zona do euro concentra o resultado de 19 países do continente. No conjunto dos 27 países da União Europeia, o PIB cresceu 12,1% no terceiro trimestre perante os três meses anteriores, mas caiu 3,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo a Eurostat, os maiores avanços no 3º trimestre foram registrados pela França (18,2%), Espanha (16,7%) e Itália (16,1%). Na Alemanha, que havia caído menos no segundo trimestre, o crescimento de 8,2%. A alta de 8,2% do PIB da Alemanha, a maior economia da Europa, é a maior já registrada e ficou acima das expectativas do mercado, mas não eliminou a queda recorde de 9,7% do trimestre anterior. Apesar da alta de 16,1% da economia italiana na comparação com o trimestre anterior, o PIB do país ainda recua 4,7% em relação ao terceiro trimestre de 2019. Já o PIB da Espanha, apesar do crescimento de 16,7%, ainda está 8,7% abaixo na comparação anual. No segundo trimestre, a economia italiana havia encolhido 12,8% e a espanhola, 18,5%. Novas restrições Apesar das fortes altas, os resultados são divulgados em meio a novas medidas de restrição em vários países do continente por causa do aumento no número de casos de Covid. O novo lockdown parcial, anunciado para conter a segunda onda do vírus na Europa, gerou receio nos mercados de que as economias demorem mais para se recuperar. A França decidiu exigir que pessoas fiquem em suas casas exceto para atividades essenciais a partir desta sexta-feira, enquanto a Alemanha vai fechar bares, restaurantes e teatros a partir de segunda. A restrição vai durar até o final do mês. Saiba mais sobre o novo coronavírus em reportagens do JN:

Maior alta trimestral já registrada ocorre após queda recorde de 9,7% no auge da pandemia. Mesas e cadeiras vazias na na Praça da Ópera, em Frankfurt, na Alemanha, em 28 de outubro Michael Probst/AP A economia da Alemanha cresceu 8,2% no terceiro trimestre, a maior alta já registrada pelo país e acima das expectativas do mercado, em meio à recuperação da recessão causadas pela pandemia do novo coronavírus. A alta do PIB entre julho e setembro foi a maior já registrada desde 1970, quando a estatística começou a ser feita. Mas não recupera totalmente a perda de 9,7% registrada no segundo trimestre, no auge da pandemia e o maior tombo da história. O resultado trimestral da maior economia da Europa ficou acima da previsão de 7,3% dos economistas consultados pela agência de notícias Reuters, mas é divulgado em meio a novas medidas de restrição devido ao aumento no número de casos de Covid. O novo lockdown parcial, anunciado para conter a segunda onda do vírus em diversos países europeu, gerou nos mercados receio de que as economias demorem mais a se recuperar. O ministro da Economia alemão, Peter Altmaier, afirmou nesta sexta-feira (30) que uma recuperação total da pandemia deve ocorrer no máximo em 2022 e comemorou ter conseguido "salvar muitos empregos". A recuperação maior do que era esperado foi impulsionada pelo maior consumo privado, por investimentos em equipamentos e exportações muito fortes, segundo o escritório de estatísticas do país. O governo alemão também revisou para cima sua estimativa para o PIB de 2020. Agora, espera que a economia do país encolha 5,5%, contra uma estimativa anterior de queda de 5,8%. As previsões para 2021 e 2022 (altas de 4,4% e 2,5%) continuam inalteradas.

O que é preciso para ser promovido na empresa? O que pesa a favor e contra o profissional? Como e quando conversar com a chefia sobre o assunto? Especialistas respondem a essas e outras dúvidas. Como ser promovido no trabalho? Wagner Magalhães/Arte G1 A espera pela promoção no emprego pode ser um processo angustiante e fazer com que os profissionais se sintam desvalorizados dentro da empresa. Perguntas como ‘Se sou bom no que faço, por que nunca chega a minha vez?’, ‘Será que tenho que bajular para chegar lá?’, ‘Quando e como posso pedir para ser promovido’? são as mais comuns. Para saber as respostas para essas e outras perguntas, veja abaixo o tira-dúvidas com Renata Xisto, psicóloga e especialista em RH, Antônio Batist, especialista em carreiras, e Max Gehringer, comentarista de carreiras e escritor. Para ser promovido é preciso ter um bom relacionamento com a equipe e, principalmente, com os chefes? Renata Xisto: Quanto maior seu índice de aprovação geral, melhor será sua cotação para o novo cargo. Para cargos de liderança, o relacionamento interpessoal pesa bastante. Antônio Batist: Os resultados são essenciais, mas as relações também contam. Alguém pode ter resultados maravilhosos e ser arrogante, por exemplo. Outro pode ter resultados incríveis cujos números podem ser substituídos por um robô. A ideia não é ter resultados positivos e nada mais. Deve-se evitar também ter boas relações e apenas resultados medíocres. Combinar bons resultados com boas relações não é tão fácil, mas é parte do ideal para crescer profissionalmente. É preciso bajular os chefes para ganhar promoção? Renata Xisto: Acredito que as melhores palavras sejam aproximação e visibilidade. Quanto mais próximo você consegue estar de quem tem a condição de te promover, melhor. Facilita a observação da sua condução na execução de tarefas, trato com as pessoas e grau de conhecimento técnico. Algumas pessoas conseguem “forçar” essa situação, outras fazem isso de forma natural. Mas vale a máxima: quem não é visto, não é lembrado. Antônio Batist: Ter um bom relacionamento é diferente de bajular. Evitar bajular é importante e evitar mau relacionamento também é relevante. O profissional tem que saber separar o que é bajular e o que é relacionar-se bem com as pessoas. Se a empresa reconhece méritos, e não bajulações, uma relação profissional, aliada a resultados, poderá ser suficiente para obter promoções. Observe bem as chefias e a empresa onde você trabalha. Se você está numa empresa em que realmente a bajulação é o caminho para crescer, tente mudar de trabalho assim que for possível. Sabemos que nem sempre é fácil trocar de trabalho, mas continuar em um lugar onde a bajulação vence também é difícil para a saúde pessoal e profissional. Unir técnica, resultados e relacionamentos (não bajulação) é um caminho importante. Por que um profissional ‘exemplar’ muitas vezes é passado para trás na hora da promoção? Max Gehringer: A decisão da empresa não é baseada apenas no que o profissional fez no passado. É baseada, principalmente, no que ele poderá fazer no futuro. Pode-se dizer que é o bom passado que garante o emprego. O bom desempenho através dos anos é compensado com salários e gratificações. Mas a carreira é como uma escada irregular. Alguns degraus são curtos, outros, longos. Os primeiros degraus são baixos e fáceis de subir, os últimos são bem mais altos e difíceis. Para ser promovido, o profissional precisa demonstrar que já está com um pé no degrau seguinte. A empresa precisa ver nele certas características que sua função atual não exige, mas que o próximo degrau irá exigir. Por exemplo, liderança, planejamento e visão de longo prazo. Se a empresa não enxerga isso claramente, ela prefere manter o profissional onde está, porque promovê-lo seria arriscado para os dois lados. O profissional é respeitado pelo que foi. E é promovido pelo que poderá ser. Esperar definições da empresa e aguardar o plano de carreira é uma visão ultrapassada e com sério risco de deixar o profissional com a constante sensação de falta de reconhecimento. Em caso de empresas com líderes que não promovem funcionários com bom desempenho por insegurança, ou seja, que eles se sobressaiam demais, o que fazer? Renata Xisto: Procurar outra empresa ou torcer para que o chefe seja chamado por outra empresa. A insegurança nas organizações é mais comum do que se imagina. Isso tem muita relação com a confiança em si mesmo e com a autoestima. Líderes que apresentam deficiência nessas duas competências terão muita dificuldade em lidar com funcionários competentes e, por isso, a resistência em promovê-los. Antônio Batist: Se a empresa tiver ouvidoria ou outro canal anônimo, vale a denúncia ou o questionamento, mas de forma fundamentada. Avaliação 360º, se tiver e se for realmente anônima, também pode ser um caminho. Esses meios podem chegar a quem pode corrigir o problema. Por outro lado, há vezes em que a insegurança é de uma chefia ou de determinadas chefias, mas não de todas as chefias da empresa. Às vezes, a melhor opção é trocar de setor, de chefia ou, se possível, de emprego. Quais os pré-requisitos para um colaborador ser promovido? Renata Xisto: O colaborador precisa apresentar resultados, cumprir metas e prazos, ser proativo e ter um bom nível de relacionamento interpessoal. Muitas empresas deixam claro que o profissional precisa cada vez mais ter o 'fit' cultural, que é o alinhamento entre a cultura da empresa e o perfil do candidato. Isso vale tanto na hora da contratação quanto na hora da promoção. Mas, em algumas empresas, a questão pessoal influencia. Se for amigo do chefe, ajuda, o que é lamentável, mas ainda vemos situações como essa. Antônio Batist: Cada empresa estabelece requisitos, geralmente ligados à sua cultura, ao seu setor e ao perfil do cargo. Mas há alguns requisitos mais gerais, como gerar resultados diferenciados, buscar aprender sempre mais, manter bom relacionamento com as pessoas em geral (clientes, colegas, chefias, fornecedores), buscar soluções, dedicar-se de modo profissional. Tentar entender o cargo para o qual deseja ser promovido e buscar entender a cultura da empresa também costumam ajudar. Quais os principais erros que justificam a pessoa não ser promovida? Renata Xisto: A pessoa apresenta bom desempenho, mas não tem vaga disponível para a promoção. A empresa tem avaliação de desempenho e o funcionário não teve a pontuação suficiente para uma promoção. É bom tecnicamente, mas tem dificuldade no trato com as pessoas (principalmente se o cargo exigir contatos com outras pessoas/áreas). Cometeu um erro grave, não chegou a ser demitido, mas embarreirou sua promoção. Por fim, tem bom desempenho, mas é um desafeto do gestor. Antônio Batist: Arrogância, dificuldades de relacionamento, excesso de ansiedade, desconhecimentos sobre o negócio ou sobre a empresa, inexperiência. Outras podem ser mais específicas: resultados insuficientes, incapacidade para liderar pessoas, ausência de certificações ou de algumas qualificações, falta de algumas competências para o cargo. O que mais ajuda em uma promoção são as habilidades técnicas ou emocionais hoje em dia? Renata Xisto: Atualmente, as habilidades emocionais contam muito, mas precisam vir atreladas às habilidades sociais. O indivíduo que consegue equilibrar essas duas habilidades é, com certeza, o candidato perfeito para a promoção. Antônio Batist: Há cargos e áreas mais sensíveis à dimensão técnica e outros com maior dependência quanto ao aspecto emocional. Entretanto, mesmo entre funções técnicas, a importância do aspecto emocional vem crescendo bastante. Exemplos de falhas não faltam: algumas empresas cometem o erro de promover o melhor vendedor, tornando-o chefe de vendas. Perdem um bom vendedor (com boa dimensão técnica específica para produto ou serviço, por exemplo) e ganham um chefe às vezes incapaz de liderar uma equipe (por falta de habilidades emocionais adicionais). A mesma lógica se aplica a programadores, professores, médicos, escriturários, engenheiros etc. Eu costumo perguntar às pessoas: Você promoveria alguém com bons resultados, mas que não é confiável? Ou que tivesse bons resultados, mas se relacionasse realmente mal com as pessoas? Geralmente, as pessoas me respondem que não. Nesse sentido, há uma máxima que diz: “Contrate caráter e treine habilidades”. Treinar habilidades (técnicas, por exemplo) costuma ser mais fácil que treinar caráter. E caráter e emoções têm ligações que as pessoas costumam ignorar, especialmente se falarmos de componentes da personalidade. Na verdade, a soma entre uma boa dose de preparo técnico e de inteligência emocional costuma ser o melhor. Quando e como o profissional pode pedir para ser promovido? Renata Xisto: Quando ele tem consciência de seus resultados. Contra fatos não há argumentos. Se ele for conversar com seu líder baseado em situações concretas e resultados, não há como se esquivar dessa solicitação. O único fator neste caso é a condição financeira da empresa e políticas internas que possibilitem essa movimentação. Antônio Batist: Quando tiver atingido ou superado uma meta importante, conseguido um resultado diferenciado, alcançado um objetivo relevante para a empresa, quando tiver comprovação de um desempenho acima da média ou quando receber proposta de outra empresa. Converse em particular com sua chefia, apresentando os motivos pelos quais você mereceria a promoção. Fundamente bem o seu pedido com dados, argumentos e respostas profissionais para eventuais questionamentos. Em alguns casos, a promoção só será possível com aumento de responsabilidades. Trate sobre o assunto, se for o caso. Em qualquer abordagem, seja respeitoso e evite posturas arrogantes. Observe o momento da empresa (você atingiu um ótimo resultado, mas isso foi exatamente na semana em que a empresa anunciou um programa de redução de custos: aguarde algumas semanas para não parecer que você não compreende o contexto ou só pensa em você). Solicitar promoção em momentos de pagamento de 13º ou de PLR, por exemplo, pode ser má ideia. Aguardar o momento certo pode ser quase tão importante quanto usar os argumentos certos. Existe a tendência de empresas deixarem a estrutura com cargos verticais para modelos híbridos, permitindo que as pessoas fluam na organização de acordo com as necessidades e resultados? Renata Xisto: Empresas contemporâneas, como startups, estão adotando cada vez esse modelo híbrido. A flexibilização da estrutura hierárquica vem para dar mais agilidade e autonomia aos processos. Hoje, o foco está totalmente voltado às necessidades da organização e do cliente final. Para isso, os profissionais, em muitos lugares, trabalham no método de 'squads', 'hubs' ou times de projeto, nos quais a composição de profissionais é multidisciplinar e não existe a figura do chefe, e sim de um líder do projeto. Cada membro é responsável por seus resultados, que em conjunto formam a solução proposta. Assim, além do conhecimento técnico, fatores emocionais e sociais falam muito alto para o bom desenvolvimento desse processo. Pessoas com competências nesses aspectos conseguem ter melhor performance, pois trabalham com habilidades e competências em termos de comprometimento, segurança, autonomia, responsabilidade e relacionamento interpessoal. Antônio Batist: Algumas empresas têm adotado modelos horizontalizados, com hierarquias menores e equipes interdisciplinares. Nesses modelos, geralmente as decisões são mais rápidas e a mobilidade do profissional também pode ser mais célere, seja pelo desenho de necessidades da organização ou pelas competências dos profissionais. Outras empresas têm investido em modelos “lean”, que são enxutos e dinâmicos, geralmente também horizontalizados. Isso vem se espalhando entre empresas de diversos segmentos e portes. Algumas outras (startups, por exemplo) investem em “lean” ou dividem atuações por projetos, por exemplo. Assista à live Agora é Assim? sobre o trabalho pós-pandemia:

Segundo levantamento da Catho, cargos ligados ao setor industrial começam a aparecer no ranking; saúde mantém liderança e crescimento desde o início da pandemia. Técnico de manutenção industrial teve crescimento de mais de 600% na abertura de vagas Divulgação Levantamento da empresa de recrutamento online Catho mostra cargos que apresentaram maior crescimento no número de vagas de emprego abertas durante a pandemia. Segundo o estudo, que compara o período de março a setembro de 2019 com o mesmo período de 2020, as profissões ligadas à área da saúde continuam liderando a pesquisa. Profissionais como fisioterapeuta hospitalar (963%) e respiratório (814%) seguem na ponta do ranking desde março. No entanto, cargos ligados ao setor industrial começam a aparecer no ranking dos que mais cresceram, segundo a pesquisa. Além das áreas relacionadas à saúde, comércio e atendimento que aparecem desde março, os cargos da indústria como técnico de manutenção industrial (623%), auxiliar de logística (64%), operador de empilhadeira (40%) e auxiliar de produção (12%) também apresentam crescimento. "O aparecimento de vagas no setor comprova a tendência de retomada da produção industrial nacional, setor que durante os primeiros meses da pandemia foi um dos mais afetados com paralisações e mudanças abruptas nos hábitos de consumo da população", explica Ricardo Morais, gerente sênior da Catho. Outra tendência evidenciada pelo levantamento é o crescimento na procura por analista de crédito imobiliário (134%), profissional responsável por conduzir o processo de pedido e aprovação de financiamento de imóveis, devido ao aumento do financiamento imobiliário no país motivado por juros baixos e mais opções de crédito, segundo Morais. Veja abaixo o ranking completo: Cargos com aumento de vagas durante a pandemia, segundo a Catho Divulgação Assista a mais notícias de Economia:

Para trabalhadores que fazem parte do Bolsa, Caixa conclui pagamento da segunda parcela de R$ 300 do benefício. A Caixa Econômica Federal (CEF) começa a pagar nesta sexta-feira (30) a segunda parcela de R$ 300 a trabalhadores beneficiários do Auxílio Emergencial que não fazem parte do Bolsa Família. Também nesta sexta, a Caixa conclui o pagamento da mesma parcela para os trabalhadores que fazem parte do Bolsa. Ao todo, 5,2 milhões de trabalhadores vão receber ao menos uma parcela do Auxílio nesta sexta. Para os trabalhadores que fazem parte do Bolsa, o pagamento é para aqueles cujo número do NIS encerra em 0. Para os demais, os pagamentos é para os nascidos em janeiro: 2,9 milhões vão receber parcela de R$ 300, enquanto 700 mil trabalhadores ainda terão parcela de R$ 600 - entre eles 8 mil novos aprovados. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Veja como serão os pagamentos de R$ 300 e tire dúvidas Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Para os trabalhadores fora do Bolsa Família, a ajuda paga nesta sexta será creditada em conta poupança social digital da Caixa, que poderá ser usada inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber o crédito nesta quinta serão liberados no dia 7 de novembro (veja nos calendários mais abaixo). VEJA QUEM RECEBE NESTA SEXTA: 1,6 milhão de trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, cujo número do NIS encerra em 0, recebem a 2ª parcela de R$ 300 700 mil trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em janeiro, recebem a próxima parcela de R$ 600: - aprovados que já receberam 4 parcelas recebem a quinta parcela; - aprovados que já receberam 3 parcelas recebem a quarta parcela; - aprovados que já receberam 2 parcelas recebem a terceira parcela; - aprovados que já receberam 1 parcela recebem a segunda parcela; - novos aprovados recebem a primeira parcela. 2,9 milhões de trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em janeiro, recebem parcela de R$ 300: - trabalhadores que receberam as 5 parcelas de R$ 600 recebem a primeira de R$ 300; - trabalhadores que já receberam a primeira parcela de R$ 300 recebem a segunda. Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial - Beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Clique aqui para ver o calendário completo dos pagamentos VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial a

Divisão de tecnologia da empresa registrou alta de 9,4% na receita líquida, com o total de despesas subindo cerca de 15%. Totvs teve lucro líquido ajustado de R$ 82,5 milhões de julho a setembro Divulgação A produtora de software corporativo Totvs teve leve alta no lucro líquido ajustado do terceiro trimestre, com o resultado operacional vindo melhor que o esperado por analistas. A companhia, que tenta comprar a rival Linx em uma disputa contra a processadora de pagamentos Stone, teve lucro líquido ajustado de R$ 82,5 milhões de julho a setembro, alta de 3,8% no comparativo anual. O desempenho operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado cresceu 34%, para R$ 161,4 milhões, acima dos R$ 140,8 milhões esperados, em média, por analistas, segundo dados da Refinitiv. A divisão de tecnologia da empresa registrou alta de 9,4% na receita líquida, com o total de despesas subindo cerca de 15%. A empresa afirmou que a provisão para inadimplência subiu 31,7% no período, para cerca de R$ 8 milhões, enquanto as despesas gerais e administrativas cresceram 28%. A Totvs afirmou que como percentual da receita líquida, porém, a provisão caiu de 3,3% para 1,3%. "O avanço no cenário de crédito ainda não foi suficiente para trazer a PCLD ao patamar de 1% da receita líquida de tecnologia do terceiro trimestre de 2019", disse a companhia. Já a divisão de produtos de crédito viu a receita cair 11%, a 48,6 milhões de reais. O Ebitda da unidade recuou quase 27%.

Base de clientes ativos do grupo de comércio eletrônico cresceu em R$ 5,9 milhões, para R$ 20,8 milhões. Submarino, empresa do grupo de comércio eletrônico B2W Divulgação O grupo de comércio eletrônico B2W teve prejuízo de cerca de R$ 37 milhões no terceiro trimestre ante prejuízo de R$ 102,5 milhões no mesmo período de 2019, com forte crescimento de vendas na esteira de medidas de quarentena contra a Covid-19. A B2W teve alta de 65,7% no Ebitda ajustado do trimestre, a R$ 252 milhões. A margem subiu de 9,1% para 9,5%. Dona de sites como Submarino e Americanas.com, a B2W viu as vendas totais no conceito GMV dispararem 56,2% no trimestre sobre um ano antes, para R$ 7,26 bilhões. A base de clientes ativos cresceu em R$ 5,9 milhões, para R$ 20,8 milhões. Já a de vendedores no marketplace da empresa cresceu em cerca de 10 mil, para quase 80 mil. No fim de 2019, o número de vendedores era 46,8 mil.